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Condomínio sem inspeção de segurança pode gerar risco a moradores, ale Condomínio sem inspeção de segurança pode gerar risco a moradores, ale

Publicada em: 10/03/2022

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Condomínio sem inspeção de segurança pode gerar risco a moradores, alertam especialistas

Os condomínios são vistos como uma opção de moradia segura, sejam eles de casas ou prédios. Mas tem um alerta importante. As medidas de controle não podem impedir que concessionárias que fornecem serviços básicos, como os de água, esgoto e luz, realizem inspeções que também servem para garantir a segurança dos próprios moradores. O gerente de serviços comerciais da Energisa em Mato Grosso, Murilo Marigo, explica que o sistema de energia requer cuidados periódicos e preventivos e que a empresa mantém uma relação próxima e transparente com todos os clientes e isso se estende aos síndicos. 

“A Energisa possui um cronograma de investimento e inspeções nas redes de energia para manter a qualidade do fornecimento do serviço. Mas, em alguns momentos, encontra problemas para poder acessar os condomínios e realizar as atividades necessárias. Para nós, ter o acesso livre, garante os reparos, as inspeções periódicas e os serviços necessários pra atender bem os condomínios. E isso vale também para evitar problemas futuros, como curto-circuito, troca emergencial de algum equipamento e regularização das redes”, explica Murilo.

O advogado Miguel Zaim, que é presidente da Comissão de Direito Condominial da OAB de Mato Grosso, vai além e cita que o Código Civil, no Artigo 1.348, que define que as concessionárias não podem ser impedidas pelo síndico, porteiro ou vigilante do condomínio de realizarem o corte do fornecimento de serviços públicos, tais como luz, gás e água, nos casos de falta de pagamento por parte do morador ou proprietário de apartamento em condomínio. “Então, é importante, sobretudo, o síndico ter bom relacionamento com as concessionárias, seja de água ou de energia. Muitas vezes essa concessionária tem que entrar no condomínio pra dar as manutenções na rede e isso tem que ser autorizado pelo gestor do condomínio. O síndico tem que ter uma boa tratativa, porque são serviços técnicos e existe uma responsabilidade muito grande e existe perigo de algum acidente”, afirma o advogado.

Segurança é um valor 

A segurança na hora do controle de entrada e saída, seguranças, oferecem essa proteção. Porém, existem alguns cuidados tomados pelos síndicos que podem manter o local ainda mais seguro. “No caso de contratação de um profissional para fazer intervenção na parte elétrica do condomínio ou que tenha um contato com a rede de energia, é interessante chamar e pedir para a concessionária de energia acompanhar ou intervir, se for o acaso. Esse prestador de serviço deve ser um especialista na área”, comenta Miguel Zaim.  

Mas como identificar um prestador de serviço?

No caso da Energisa, todos os prestadores são devidamente identificados, com crachás, tanto funcionários das empresas, quanto de empresas de apoio. Para Pablo Couto, que síndico de um conjunto de apartamentos em Cuiabá, se um administrador for negligente, pode ocorrer problemas gravíssimos e, por isso, há a necessidade de manutenção qualificada. “O acesso da companhia que fornece energia é fundamental para garantir o bom funcionamento, além de atualizar os equipamentos com as regras e normas vigentes”, explica Pablo.

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Energia feminina Energia feminina

Publicada em: 08/03/2022

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Energia feminina

Toda vez que Luanna Marques da Silva Cavalcante vai buscar a filha Mariana, de 4 anos, na escola em João Pessoa/PB, é um agito no colégio. Fardada com o uniforme da Energisa, a eletricista de 31 anos causa um alvoroço assim que chega ao portão do colégio, recebida como uma verdadeira super-heroína pelas crianças: “A mãe da Mariana tá aqui! Ela sabe subir em poste!”, gritam os alunos.

Quando Luciana Acácio, de 29 anos, adentra pela manhã o Centro de Operação da Energisa em Minas Gerais, de onde é coordenadora, costuma fazer uma visita às mesas dos colaboradores que estão sob sua chefia. Ela pergunta sobre suas famílias, se estão se sentindo bem naquele dia e deseja um bom trabalho a todos. Recentemente, telefonou para um operador da empresa que havia há pouco feito um teste de COVID que dera negativo. Durante a conversa, percebeu que a voz do funcionário não estava boa. Pediu para que ele refizesse o teste. O resultado deu positivo, o que mostra o olhar cuidadoso com as pessoas.

Em maio do ano passado, com pouco mais de um mês de empresa, a engenheira de inovação Gisele Margarido, de 35 anos, propôs que colaboradoras de diferentes áreas da empresa se reunissem para a criação de uma rede que tem como objetivo empoderar e desenvolver habilidades que potencializam as carreiras das mulheres da Energisa. Nasceu, assim, o El@s de Energia. Durante os encontros, elas falam dos desafios profissionais, incentivam umas às outras, criam projetos e abordam questões pessoais importantes, como saúde mental.

Gisele Margarido, engenheira de inovação na Energisa Paraíba

Gisele orgulha-se de estar, junto com suas parceiras, abrindo caminho para inspirar e incentivar cada vez mais mulheres do Grupo Energisa a ir além e alcançar seus potenciais. Não à toa, um dos principais pilares da comunidade gestada em maio de 2021 é a criação de ações concretas nesse sentido. A primeira delas, com lançamento neste 8 de março, é o projeto piloto voltado à inclusão de mulheres nas áreas de tecnologia e inovação. Intitulado “El@s de Energia – Data Science para não programadoras”, o curso terá aulas a fim de capacitar mulheres em análises de dados.

– Há uma demanda grande do mercado por profissionais de TI, e o El@s de Energia é uma iniciativa relevante dentro da empresa em muitos aspectos, então espero que esse seja apenas o primeiro projeto de muitos que estão por vir – defende Gisele.

Já Luanna foi aluna da primeira turma de eletricistas exclusiva para mulheres da Escola de Energia – iniciativa da Energisa Paraíba, em parceria com o SENAI. Ela se formou em julho de 2021 e, em seguida, foi uma das três contratadas para trabalhar no Grupo. A paraense passou por um treinamento interno e hoje é eletricista de distribuição de corte e religamento de João Pessoa, na Paraíba. Luanna é a primeira mulher eletricista de uma família com muitos parentes no ramo.

– Sempre tive curiosidade, mas achava que seria difícil, por ser mulher. Quando vi o curso, quis me inscrever imediatamente – conta Luanna, que está acostumada ao constante zelo do pai, preocupado com o dia-a-dia do serviço da filha. – É um trabalho muito arriscado. Bastam alguns segundos para acontecer alguma coisa, mas eu amo o que eu faço e tenho muita atenção. Acho, inclusive, que mulher é muito mais ágil. Já chega sabendo o que tem que fazer, não enrola, é mais organizada. A gente chega e resolve!

As vantagens da energia feminina em áreas culturalmente ocupadas por homens são sentidas também na outra ponta do fio, no Centro de Operação da Energisa em Minas Gerais. É lá que Luciana, de 29 anos, coordena uma equipe de 49 colaboradores, 47 deles homens – muitos com mais anos de empresa do que a idade da engenheira, o que faz com que ela já tenha ouvido muito a famosa frase “você tem idade para ser minha filha”. Promovida internamente em julho de 2021, Luciana é a primeira mulher a assumir o cobiçado cargo na Energisa em Minas Gerais, e logo conquistou o respeito e a admiração de todos com sua competência e personalidade.

– O Centro de Operação é o coração da empresa, é onde eu queria estar, e ele é movido por tomadas de decisões que envolvem muita responsabilidade. Eu me tornei mãe há pouco tempo e acho que a maternidade me fez uma profissional melhor, com mais escuta e menos ansiedade. Sei esperar e pensar mais antes de tomar uma decisão importante – avalia a engenheira. – A competência para assumir um cargo, qualquer um pode ter, homens e mulheres. Não há diferença. Mas acredito que as mulheres fazem uma melhor limonada com os limões que têm.

Luciana Acácio, coordenadora do Centro de Operação da Energisa em Minas Gerais

Super-heroína dos pequenos, Luanna também provoca espanto e admiração entre os mais velhos. Há poucos dias, a eletricista estava fazendo um religamento próximo à sua cidade quando o cliente, um senhor de 92 anos, foi surpreendido pela chegada de Luanna.

– Ele me disse que nunca tinha visto uma mulher fazer aquele serviço. E falou que se ainda fosse jovem, com idade para ser pai, daria o nome da filha de Luanna, em homenagem à mulher mais corajosa que conheceu – conta, com orgulho, a eletricista.

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Desenvolvimento profissional: histórias de quem começou como estagiári Desenvolvimento profissional: histórias de quem começou como estagiári

Publicada em: 03/03/2022

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Desenvolvimento profissional: histórias de quem começou como estagiário e alcançou cargos de liderança

Sempre que Tiago Luis Diorio Sanches pega a estrada à noite em direção à Tupã ele experimenta uma sensação única. Ao cruzar um ponto mais alto na rodovia tem vista para o município em que nasceu e foi criado todo iluminado. Tiago é Gerente de Operações da Energisa, onde começou como estagiário em 2007, no Departamento de Manutenção.

“Ver a minha cidade iluminada traz uma sensação de dever cumprido, de bem-estar, de bateria recarregada. Isso é o que me impulsiona”, conta Tiago, que em 2022 completa 15 anos no Grupo Energisa. “Acredito que ter um propósito é o fator principal para que eu me realize. Saber que minha profissão permite que eu ajude a fazer a energia chegar na casa das pessoas, levando conforto e desenvolvimento a elas, agrega todo o valor que eu busco em uma profissão.”

A imagem está dividida com duas fotos: uma atual e uma antiga. Tiago tem cabelos pretos e usa uma camisa cinza. Ele está sorrindo na foto. Na segunda imagem, ele está mais jovem. Usa uma camisa azul-claro e está sorrindo.
Tiago Luis Diorio Sanches - Gerente DEOP – ESS

Tiago, assim como muitos funcionários da Energisa, iniciou sua carreira no Grupo ainda nos últimos anos da faculdade de engenharia elétrica. Após o final do estágio, foi contratado como engenheiro na área de Planejamento.  Em 2011, tornou-se Coordenador da área. Foi seu primeiro desafio na área de gestão. Depois, assumiu a Gerência de Planejamento, um cargo estratégico, com uma equipe de oito colaboradores e, em 2019, foi convidado a ocupar a posição de Gerente de Operação, com cerca de 500 colaboradores e diversos desafios para serem trabalhados.

“A Energisa sempre apostou em mim, me desafiou e não permite que a rotina seja entediante, dia novo, desafio novo. É uma empresa que te estimula a um constante movimento de aprendizado e nesta dinâmica temos a oportunidade de crescer e contribuir com o Grupo nesse caminho. É uma via de mão dupla”, ressalta Tiago.

Apostar em jovens talentos para que suas aptidões sejam desenvolvidas é uma forte cultura da Energisa. Tanto que, a cada ano, o Grupo lança o seu já aguardado Programa de Estágio, que oferece oportunidade a candidatos em diversas regiões do país. O principal diferencial é a possibilidade de o estudante ser colocado como colaborador e seguir carreira dentro da empresa, afinal, muitos estagiários são contratados.

“A digitalização [do processo seletivo] nos permitiu alcançar um universo mais amplo de candidatos, o que favorece a diversidade que buscamos para entender melhor as necessidades dos nossos clientes espalhados por 11 estados, mapear riscos e identificar oportunidades”, avalia Antonio Negreiros, Diretor de Gente na Energisa.

No ano passado, a Energisa entrou para o ranking LinkedIn Top Companies de 2021. Isso a coloca entre as 25 companhias em que os brasileiros mais sonham em trabalhar, sendo a única do setor elétrico. E a satisfação com o trabalho dentro do Grupo, mesmo após muitos anos, permanece em funcionários como Luciano Sérgio Lacerda Lima, Gerente do DESC EMG/ENF, que entrou na empresa em 1993, como estagiário técnico no departamento de medição.

“Eu sou movido a desafios. Não gosto de me acomodar. E a Energisa é uma empresa para quem quer realmente crescer e ter um ambiente de trabalho saudável, propício à inovação, à experimentação. Se você quer realmente ter uma carreira onde tenha liberdade para experimentar, oportunidade de crescimento, tanto local, como no Brasil todo, a Energisa é ideal para você”, enfatiza Luciano. "Eu entrei como estagiário, cheguei até aqui hoje pelos meus méritos, assim como todas as outras pessoas que cresceram comigo desde aquela época.”

A empresa já faz parte da família de Luciano – e não apenas por conta das mais de duas décadas dedicadas ao trabalho no Grupo. As duas filhas dele também ingressaram na Energisa. Uma delas, pelo programa de estágio.

Para quem se interessar, o Grupo Energisa está com inscrições abertas em seu Programa de Estágio em 11 estados. As oportunidades são voltadas para os níveis técnico e superior, em áreas como Administração, Direito, Engenharia, Estatística, Psicologia e Comunicação. O processo seletivo da Energisa também busca ampliar a diversidade de suas equipes. O programa, com vagas em vários estados do país, quer atrair cada vez mais mulheres, pessoas com deficiência, negros, LGBTQIA+ e pessoas de baixa renda. As inscrições podem ser feitas até o dia 9 de março, no link: https://jobs.kenoby.com/estagioenergisa/

O Programa de Estágio tem duração de 12 meses, com possível renovação por mais 12 meses para os estagiários de nível superior. A Energisa oferece remuneração compatível com o mercado, incluindo vale-transporte e seguro de vida.

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Quer saber mais? Ouça também o podcast com Daniele Salomão, VP de Gente e Gestão do Grupo Energisa, em entrevista ao POD+, contando o que faz a empresa ser uma das melhores para se trabalhar, segundo o Great Place To Work (GPTW).

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Energisa: 117 anos de olhos voltados para o futuro Energisa: 117 anos de olhos voltados para o futuro

Publicada em: 25/02/2022

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Energisa: 117 anos de olhos voltados para o futuro

Em 1905, não existia telefone, não existia filme colorido para máquina fotográfica, muito menos avião ou televisão. O homem ainda não tinha pisado na Lua, declarado duas grandes guerras mundiais, inventado o computador, a pílula anticoncepcional, a guitarra elétrica, a internet, o liquidificador. Mas, em 1905, na cidade de Cataguases, zona da mata mineira, José Monteiro Ribeiro Junqueira, João Duarte Ferreira e Norberto Custódio Ferreira fundaram a Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina, hoje Grupo Energisa, que em 2022 completa 117 anos de história.

– Eles eram pessoas muito à frente da época. Inovadoras. Esse é o DNA da nossa empresa. Para se ter uma ideia, a Cataguases-Leopoldina foi fundada antes da Light, que viria a ser a empresa elétrica do Rio de Janeiro, então capital federal – conta Ivan Botelho, presidente do Conselho de Administração do Grupo Energisa, do qual faz parte há 65 anos.

Ivan Botelho, presidente do conselho de administração do Grupo Energisa

O maior grupo privado de capital nacional do setor elétrico brasileiro em número de clientes (são mais de 20 milhões de pessoas atendidas pela empresa), a Energisa passou, em mais de um século de vida, por transformações socioeconômicas e comportamentais sem precedentes. Atravessou recessões, inúmeros racionamentos, crises políticas globais, alternâncias de poder e a inacreditáveis 9 mudanças na moeda nacional.

– Foram muitas as novidades ao longo desses anos todos. Um fato que me marcou muito foi quando compramos o primeiro computador da empresa – recorda Botelho. – Era um computador a válvula, que esquentava muito, super lento, ocupava um espaço enorme. Mas aquilo foi uma revolução. Antes, as contas de luz eram tiradas numa máquina manual, como uma espécie de carimbo.

De lá para cá, a Energisa se tornou referência em inovação e em soluções sustentáveis e transforma energia em conforto, em desenvolvimento e em novas possibilidades de geração de energia limpa, com o menor impacto ambiental possível.

– Não estamos pensando no amanhã. Estamos pensando o que vai ser o sistema de energia elétrica daqui a 20 anos – diz Botelho. – E estamos nos preparando física e mentalmente para isso. Porque é preciso mudar a cabeça. Quando entrei, em 1957, a mentalidade era apenas fornecer energia. Desde que tivesse energia, estava bom. Hoje, é muito diferente.

Inovadora, sustentável, eficiente, brasileira e comprometida com o país e sua gente, a Energisa tem consciência de sua responsabilidade em relação às regiões em que atua. Ao todo, o Grupo controla 11 distribuidoras em 11 estados: Paraíba, Sergipe, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Paraná, São Paulo, Rondônia e Acre. Por isso, ao longo dos anos, promove investimentos socioambientais constantes, criando e desenvolvendo projetos sociais, econômicos e culturais nas comunidades em que está presente.

– Numa empresa, você não pode ficar estável. Você tem que ficar instável. Em agito. Não pode ficar amarrado ao passado. O passado serve como exemplo de como fazer, ou de como não fazer as coisas. Serve para ter um pouco de glória, celebrar as conquistas. Mas o nosso objetivo é sempre o futuro – afirma Botelho. – Ano passado foi muito bom? Ótimo. Mas este ano é outra coisa. Este ano é o futuro. E o ano que vem é o outro futuro. Então, temos que ter esse objetivo: estar em estado de instabilidade. Sempre procurando o futuro.

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