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Lab Ocupação Artes Visuais: um novo olhar para a arte paraibana Lab Ocupação Artes Visuais: um novo olhar para a arte paraibana

Publicada em: 28/03/2025

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Paraíba

Lab Ocupação Artes Visuais: um novo olhar para a arte paraibana através do Instituto Energisa

A arte visual paraibana está prestes a ganhar um novo impulso com o Lab Ocupação Artes Visuais, programa que será realizado pelo Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet. Idealizado pela Usina Cultural Energisa, em João Pessoa, o projeto conta com o patrocínio do Grupo Energisa e o apoio do Instituto Energisa.

Com execução prevista para o biênio 2025-2026, o projeto tem como principal objetivo estimular a produção artística local, fortalecer o circuito das artes visuais na Paraíba e ampliar o acesso da comunidade à arte contemporânea. Serão realizadas exposições coletivas, com curadorias especializadas, valorizando a diversidade de linguagens, narrativas e trajetórias dos artistas participantes.

O Lab Ocupação Artes Visuais é a principal ação cultural voltada para as artes visuais da Usina Cultural Energisa, em João Pessoa, e está presente no espaço desde a sua criação. Consolidado como um laboratório de experimentações artísticas e curatoriais, o projeto tem sido fundamental para impulsionar a produção contemporânea na Paraíba e fortalecer o circuito local.

Um espaço de criação e experimentação

A cada exposição, cinco artistas paraibanos ou residentes no estado terão a oportunidade de apresentar seus trabalhos ao público, sendo selecionados por meio de editais. Além disso, as exposições contarão com atividades pedagógicas, como oficinas, palestras e debates, tornando a experiência ainda mais rica e interativa.

Nosso objetivo é oferecer um espaço de criação e experimentação para os artistas visuais paraibanos, ao mesmo tempo em que fomentamos discussões sobre temas contemporâneos, como identidade, inclusão, meio ambiente e memória," explica Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento social do Instituto Energisa.

Primeira exposição: cores, manipulação e percepção

O primeiro edital do programa já revelou as cinco artistas que abrirão o ciclo expositivo do Lab Ocupação. Luiza Bié, Retiel, Nadja Carvalho, Lola Pinto e Maya Oliveira foram selecionadas para a exposição "Cores que falam: manipulação e percepção", que ocorrerá entre março e abril de 2025.

A exposição estará aberta à visitação de 4 a 30 de abril, de terça a sexta-feira, das 13h às 18h, e aos sábados e domingos, das 16h às 19h.


O primeiro edital foi voltado exclusivamente para mulheres artistas, cis ou trans, residentes na Paraíba há pelo menos dois anos. A iniciativa busca ampliar a representatividade feminina no cenário das artes visuais e criar um espaço de valorização e visibilidade para a produção artística feita por mulheres.

A diversidade dos portfólios inscritos foi impressionante. Tivemos a participação de artistas de diferentes gerações e estilos, o que resultará em uma exposição rica e representativa da produção contemporânea paraibana", comenta Alena Sá, curadora da exposição inaugural.

O programa também garantiu espaço para novos talentos, alcançando artistas de cidades do interior da Paraíba. Segundo Dyógenes Chaves, artista paraibano convidado para ser curador da seleção:

Foi gratificante perceber que conseguimos mapear artistas em diferentes estágios da carreira, criando um intercâmbio entre nomes consolidados e novos talentos."

Muito além da galeria

O Lab Ocupação não se limita às paredes da galeria. A proposta inclui ações de arte-educação com estudantes da Grande João Pessoa, promovendo visitas mediadas e atividades conduzidas pelos próprios artistas e curadores. Além disso, todas as exposições e eventos serão documentados em fotografia e vídeo, com conteúdos divulgados na internet e enviados para a imprensa e instituições culturais para que todos tenham acesso a essas ações.

Queremos que a arte dialogue com a comunidade. As oficinas e debates são uma forma de aproximar as pessoas do universo artístico e incentivar a valorização da cultura local", destaca Delania Cavalcante.

Cultura acessível e diversa

Mais do que um espaço expositivo, o Lab Ocupação pretende contribuir para a formulação de políticas públicas voltadas às artes visuais, incentivando reflexões sobre inclusão, acessibilidade e identidade. Com a realização de sete exposições ao longo de dois anos, o projeto se consolida como um importante agente de valorização da produção artística paraibana através do Instituto Energisa.

Para saber mais sobre o programa e acompanhar os editais de seleção, acesse: http://labocupacao.art.br.

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 Energisa celebra 120 anos com projetos inovadores  Energisa celebra 120 anos com projetos inovadores

Publicada em: 24/03/2025

 Categoria:

 120 Anos

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Brasil

Energisa celebra 120 anos com projetos inovadores em sustentabilidade, cultura e turismo

Em fevereiro de 2025, o Grupo Energisa celebrou seus 120 anos de história com uma série de iniciativas que conectam o passado industrial à inovação sustentável. Fundada na Zona da Mata Mineira, a empresa tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da região e do Brasil, desde sua criação em 1905, como Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina, até se tornar uma das maiores empresas do setor elétrico. Para marcar essa data histórica, a Energisa lança novos projetos que refletem seu compromisso com a preservação cultural, sustentabilidade e o fortalecimento do turismo regional. 

O Museu Parque Usina Maurício: Conectando História e Inovação 

A Usina Maurício, inaugurada em 1908, foi o berço da eletrificação rural no Brasil e marca o início da trajetória do Grupo Energisa. Com a proposta de reescrever sua história sem perder sua essência, o Museu Parque Usina Maurício está sendo revitalizado para se tornar um centro de aprendizado e lazer. Localizada em Leopoldina, a usina será transformada em um espaço multidisciplinar que une ciência, memória e energias renováveis, com um programa curatorial que envolverá escolas e universidades, promovendo a história da geração de energia e a preservação do patrimônio histórico. 


O projeto prevê que o museu seja inaugurado no primeiro semestre de 2026, integrando-se à Rota Caminhos da Zona da Mata Mineira, que conecta importantes cidades da região e fortalece a economia local. Além de sua importância histórica, a revitalização da Usina Maurício visa impulsionar o turismo sustentável, com trilhas ecológicas e atividades educacionais em sua Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), que preserva 327 hectares de Mata Atlântica e abriga espécies ameaçadas de extinção, como a onça-parda. 


Além da preservação da reserva natural, o espaço vai oferecer um ambiente de visitação para fortalecer o turismo regional, com atividades educacionais, culturais e de lazer”, explicou Michelle de Almeida, coordenadora de Gestão de Sustentabilidade do Grupo Energisa. 

A Casa da Memória de Leopoldina: Um Ponto de Encontro Cultural e Histórico 

Outro projeto emblemático da Energisa para celebrar seus 120 anos é a transformação da atual Casa de Leitura Lya Maria Müller Botelho na Casa da Memória de Leopoldina. Localizada na cidade natal da empresa, a nova casa será um espaço cultural que unirá a história da região e o desenvolvimento cultural local. Com um projeto arquitetônico inspirado na casa do filme "E o Vento Levou" (1939), o local contará com biblioteca, cineclube, palco ao ar livre e jardins inspirados no paisagismo de Burle Marx. 


A Casa da Memória de Leopoldina será um ponto de encontro para a população e os visitantes, permitindo imersão na rica história de Leopoldina, cidade que, ao longo dos anos, se consolidou como um polo cultural e turístico. 

Além de preservar a história local, buscamos integrar cultura, meio ambiente e educação para transformar a cidade em um centro de referência para o turismo sustentável”, afirma Delânia Cavalcante, coordenadora de investimento social do Grupo Energisa. 


Rota Caminhos da Zona da Mata Mineira: Conectando Cultura, História e Turismo Sustentável 

A “Rota Caminhos da Zona da Mata” é uma iniciativa da Energisa em parceria com o Governo do Estado de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Turismo. Ela conecta cidades como Cataguases, Leopoldina, Piacatuba e Itamarati de Minas, oferecendo aos turistas uma imersão completa na cultura local, nas belezas naturais e na história da eletrificação e da indústria no Brasil.  


Em Cataguases, por exemplo, cidade que é berço do cineasta Humberto Mauro e um polo de arquitetura modernista, a visitação a pontos como o Memorial Humberto Mauro e o Polo Audiovisual de Cataguases oferece uma verdadeira viagem ao passado do cinema brasileiro, com a possibilidade de conhecer produções atuais que têm dado visibilidade à cidade. Já em Leopoldina, além dos projetos do Museu Parque Usina Maurício e da Casa da Memória, é possível explorar a cidade que, por sua vez, também abriga a Catedral de São Sebastião e o Museu Espaço dos Anjos, dedicado ao escritor Augusto dos Anjos. 

O Legado da Energisa para o Futuro: Sustentabilidade e Desenvolvimento Regional 

A Energisa não se limita a celebrar suas vitórias ao longo dos 120 anos de história, mas busca deixar um legado para as futuras gerações. Com investimentos em projetos culturais, educacionais e sustentáveis, a empresa contribui não apenas para o desenvolvimento do setor elétrico, mas também para a transformação social e econômica de Minas Gerais. A revitalização da Usina Maurício e da Casa da Memória de Leopoldina é um reflexo do compromisso da Energisa em preservar o passado enquanto constrói um futuro sustentável para as comunidades locais. 

Ao investir em iniciativas como a Rota Caminhos da Zona da Mata e a revitalização desses importantes pontos históricos, a Energisa fortalece a economia criativa, gera emprego e promove o turismo sustentável, que é vital para o futuro da região”, conclui Delânia Cavalcante, destacando a importância de promover o crescimento local. 

Com um olhar para o futuro e um profundo respeito pelo passado, a Energisa preserva a memória, a sustentabilidade e promove o turismo, oferecendo aos visitantes a oportunidade de conhecer, vivenciar e preservar a rica história da Zona da Mata Mineira. 

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Museu Energisa inova com ações de sustentabilidade e acessibilidade Museu Energisa inova com ações de sustentabilidade e acessibilidade

Publicada em: 21/03/2025

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Minas Gerais

Museu Energisa inova com ações de sustentabilidade e acessibilidade em Cataguases-MG

O Museu Energisa deu início ao projeto "Energia que nos Move", uma ação educativa que visa ensinar a estudantes e professores das redes pública e particular de ensino sobre o uso eficiente da energia elétrica, com foco no combate ao desperdício e na preservação ambiental. O evento de lançamento foi realizado no Centro Cultural Humberto Mauro no último dia 18 de março. 

A iniciativa faz parte das comemorações pelos 120 anos do Grupo Energisa e tem como objetivo engajar a comunidade escolar em práticas sustentáveis. Rodolfo Pinheiro, diretor técnico da Energisa Minas Rio, destacou a importância do projeto: 

Nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável e a educação nas regiões onde atuamos está mais forte do que nunca. Queremos transformar vidas e contribuir para um futuro mais próspero e sustentável, respeitando e valorizando o patrimônio das comunidades.” 

Uma Educação Sustentável para Todos 

O projeto "Energia que nos Move" é fruto de uma parceria entre o Museu Energisa, a Prefeitura de Cataguases, o Instituto Energisa e o Grupo Energisa. Ele atenderá alunos do ensino fundamental até o sétimo ano, com idades entre 6 e 15 anos, abrangendo mais de 30 escolas de Cataguases. Por meio da metodologia do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (PROCEL), o consumo de energia dos alunos será monitorado ao longo do tempo, incentivando uma mudança de hábitos em busca de uma convivência mais consciente com os recursos naturais.


As escolas interessadas em participar podem se inscrever para visitas guiadas ao museu, que acontecem nas terças e quintas-feiras, das 8h às 13h e das 14h às 17h30. O agendamento pode ser feito pelos números (32) 3429-6224 ou (32) 98489-2109. 

Acessibilidade Inovadora no Museu 

A partir de março, o Museu Energisa passa a oferecer uma experiência ainda mais inclusiva para os visitantes. Além das visitas guiadas, o espaço agora disponibiliza acessibilidade em Libras (Língua Brasileira de Sinais), sendo o primeiro equipamento cultural de Cataguases a adotar essa medida. Isso permitirá que pessoas com deficiência auditiva possam desfrutar de todo o conteúdo sobre a história da energia elétrica na Zona da Mata Mineira. 


Com um total de cinco salas temáticas, o museu está equipado com tablets que oferecem audioguias e vídeos com interpretação em Libras, proporcionando uma imersão completa na história da eletricidade na região. A visita completa tem duração aproximada de 40 minutos e é conduzida por monitores especializados, como atores e arte-educadores. O público escolar será acompanhado por um monitor exclusivo, com uma abordagem lúdica que faz uma viagem no tempo, desde a fundação da Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina, em 1905, até os dias atuais. 

Sobre o Museu Energisa 

Com 40 anos de história, o Museu Energisa tem como missão preservar e divulgar a memória da Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina, que mais tarde deu origem ao Grupo Energisa. Sob a gestão da Fundação Ormeo Junqueira Botelho e mantido pelo Grupo Energisa, o museu oferece uma experiência única, onde os visitantes podem explorar a história da eletricidade que chegou à Zona da Mata Mineira em 1908. 


Com entrada gratuita, o Museu Energisa está aberto de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h e das 14h às 17h30. Instituições de ensino e grupos podem agendar visitas pelo e-mail museuenergisa@fojb.org.br ou pelo WhatsApp (32) 98412-1253. 

Esta é mais uma ação do Museu Energisa, que reafirma seu compromisso com a educação, a inclusão e a preservação da história da energia elétrica na região. 

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A ferro e fogo: o Brasil pelo olhar de artistas populares A ferro e fogo: o Brasil pelo olhar de artistas populares

Publicada em: 23/01/2025

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Mato Grosso do Sul

A ferro e fogo: o Brasil pelo olhar de artistas populares

O Arte nas Estações, idealizado pelo colecionador e gestor cultural Fabio Szwarcwald, apresenta A ferro e fogo, exposição que marca o encerramento de sua itinerância em Campo Grande. A mostra, que conta com patrocínio master da Energisa, ocupa o Centro Cultural José Octávio Guizzo até 19 de fevereiro, reunindo uma importante coleção de arte popular brasileira. A exposição convida o público a uma reflexão profunda sobre a história do Brasil, marcada por lutas, conflitos e a relação complexa entre o ser humano e a natureza.

O projeto nasceu de um movimento para dar visibilidade ao acervo do Museu Internacional de Arte Naïf (Mian), fechado em 2016 devido à falta de financiamento. O museu era considerado o maior do gênero no mundo, reunindo mais de 6 mil obras de 120 países. Diante do risco de dispersão das obras, Fabio Szwarcwald uniu forças com o curador Ulisses Carrilho, criando o projeto como uma forma de preservar e compartilhar esse legado.

“O pênalti perdido”, de Dalvan (1998)


Desde 2023, o projeto tem levado esse acervo para além do eixo Rio-São Paulo. A ferro e fogo é a terceira mostra apresentada em Campo Grande, depois de Entre o céu e a terra e Sofrência. A inspiração para o título vem de uma das músicas mais conhecidas da dupla Zezé di Camargo e Luciano:

A música A ferro e fogo, um fenômeno da cultura de massa, narra as mazelas que assolam a vida de um indivíduo. Da vida dura, no campo social, à vontade de ter o ser amado, na esfera pessoal”, observa Carrilho.

O nome da exposição também faz relembrar as grandes queimadas sofridas pelo Mato Grosso do Sul no último ano. As obras expostas retratam desde cenas do cotidiano no campo e na cidade até representações impactantes de momentos históricos como o embarque de escravizados, a morte de Zumbi dos Palmares, o enterro de Chico Mendes, além de denúncias sobre queimadas, desmatamento e a ditadura militar.

A ferro e fogo chega num momento em que Mato Grosso do Sul vive os efeitos das grandes queimadas. Então acho que essa exposição, que carrega o fogo no título, vem nos relembrar um pouco da urgência das ecologias como uma pauta política que fica radicalmente mais evidente”, analisa Carrilho.

“Queimadas”, de Odoteres Ricardo Ozias (2001)


A mostra busca homenagear a resistência do povo brasileiro ao longo de sua história, marcada por lutas e conquistas. As obras expostas evidenciam a força da natureza e a ação humana, complexificando as relações entre natureza e cultura. O curador convida os visitantes a "desconfiar da suposta ingenuidade um dia atribuída a esses artistas e perceber em cada fatura a densidade das denúncias presentes nas telas expostas".

Além da exposição, o Arte nas Estações oferece uma programação educativa especial, com oficinas gratuitas para crianças a partir de 5 anos (acompanhadas dos responsáveis), jovens e adultos, de terça a sábado, das 14h às 17h. A programação completa está disponível no site artenasestacoes.com.br ou Instagram @artenasestacoes.

“Independência ou morte”, de Lia Mittarakis (1992)


Serviço:

Exposição A ferro e fogo

  • Local: Centro Cultural José Octávio Guizzo – Rua 26 de agosto, 453 – Centro, Campo Grande (MS)
  • Datas: de 19 de dezembro de 2024 a 19 de fevereiro de 2025
  • Horários de visitação: Terça a sábado, das 9h às 18h (quinta, horário estendido até às 20h)
  • Entrada: Gratuita
  • Classificação: Livre
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Energisa ilumina o verão com cultura e tecnologia Energisa ilumina o verão com cultura e tecnologia

Publicada em: 15/01/2025

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Brasil

Energisa ilumina o verão com cultura e tecnologia

O verão é sinônimo de celebração, cultura e muita energia. Pensando nisso, a Energisa está presente na programação especial em Sergipe e na Paraíba, com eventos que dão visibilidade aos talentos regionais e às inovações tecnológicas nas artes. Ambos os estados receberam atrações que utilizam a técnica de videomapping (ou projeção mapeada), que consiste na projeção de vídeos e animações em superfícies irregulares, como fachadas de prédios, monumentos e outros objetos tridimensionais, criando ilusões óticas e efeitos visuais impressionantes que transformam o espaço urbano em uma tela dinâmica. Já em Mato Grosso do Sul, uma exposição sobre a atriz Glauce Rocha ocupa o Espaço Energia, somando-se à mostra permanente sobre a energia elétrica que é um sucesso com as crianças.

Sergipe Mapping e Verão Sergipe: luz, arte e tradição na capital e no litoral

[Atualização 17/01/2025]: Devido às fortes chuvas ocorridas no estado, comunicamos que o Sergipe Mapping foi adiado, para garantir a segurança de todos. Uma nova data será divulgada. Fiquem atentos no perfil @semapping para mais informações.

Em Sergipe, a Energisa apoia o “Verão Sergipe 2025”, um evento que passa por diversas cidades do litoral oferecendo uma programação variada com shows musicais de artistas sergipanos e nacionais, competições esportivas, apresentações de grupos folclóricos, feiras de artesanato e economia solidária.

A abertura da programação do Verão Sergipe fica por conta do Sergipe Mapping, um festival de projeção mapeada nos dias 16 e 17 de janeiro na Praça Fausto Cardoso, em Aracaju. O espetáculo combina música, apresentações artísticas e culturais, e intervenções visuais que exploraram a história e a cultura de Sergipe, desde os povos originários Kariri-Xocós até a ativista Maria Beatriz Nascimento, com 18 obras de videomapping, oficinas, passeios guiados e feira de economia criativa.

Para garantir o fornecimento de energia elétrica confiável durante todo o Verão Sergipe, a Energisa implementou o “Plano Verão”, intensificando as ações de manutenção preventiva desde outubro, com foco nas regiões litorâneas e nos municípios que sediam o evento. O plano já realizou mais de 36 mil podas de árvores próximas à rede elétrica, limpeza de mais de 13 mil estruturas para remover a maresia e outros poluentes, e mais de 10 mil serviços de manutenção, como substituição de conexões, isoladores e cruzetas.

O Plano Verão tem como foco principal as regiões litorâneas com festividades, do Verão Sergipe e Carnaval, nos hotéis, pousadas, bares e restaurantes, que costumam receber mais turistas. A distribuidora realiza manutenção diariamente nas regiões onde atua, mas intensifica mais ainda nessas regiões”, afirma o gerente de manutenção, construção e distribuição da Energisa, Thyago Tanouss.

Confira a programação completa:

Verão Sergipe

  • 17 a 19/01: Itaporanga d’Ajuda - Praia da Caueira
  • 24 a 26/01: Pacatuba - Ponta dos Mangues
  • 31/01 a 02/02: Canindé de São Francisco
  • 07 a 09/02: Pirambu
  • 14 a 16/02: Barra dos Coqueiros
  • 01 a 03/03: Carnaval do Abaís, em Estância


Usina de Verão 2025: arte e diversidade em João Pessoa (PB)

A Usina Cultural Energisa, em João Pessoa, abre suas portas para o “Usina de Verão 2025”, um evento que celebra a estação com uma programação diversificada durante os fins de semana de janeiro e fevereiro, das 17h às 22h. O espaço se transforma em uma plataforma de expressão cultural, reunindo coletivos artísticos locais com apresentações que misturam música, dança, artes visuais, performance e gastronomia.

O objetivo do "Usina de Verão 2025" é valorizar os artistas e coletivos de João Pessoa, promovendo a diversidade e a inovação, além de gerar discussões sobre sustentabilidade e o papel da arte no contexto urbano. A entrada é gratuita, com exceção do Baile Carnavalesco Cafuçu.

Confira a programação completa:

Endereço: Usina Cultural Energisa - R. João Bernardo de Albuquerque, 243 – Tambiá – João Pessoa /PB

Horário: das 17h00 às 22h00

Entrada: gratuita

  • 26/01: Oxi Lab – Música, Arte e Tecnologia Convida + Rieg e performance de Phiorella coral
  • 01/02: Baile carnavalesco Cafuçu (entrada paga: R$ 40 inteira / R$ 20 meia).
  • 07 e 08/02: Festival de Cinema, Música e Gastronomia “Larica Cine Festival”
  • 16/02: Coletivo Paraíba Vinil com discotecagem, feira de vinil e videomapping na fachada
  • 23/02: Furmiga Dub e seu bando e videomapping na fachada

Fachada da Usina Cultural Energisa, em João Pessoa (PB)


Espaço Energia: educação, cultura e memória em Campo Grande (MS)

Em Campo Grande, a Energisa oferece o Espaço Energia, um local que combina educação e cultura, proporcionando uma experiência imersiva no universo da energia elétrica. Através de exposições interativas, os visitantes aprendem sobre as diferentes fontes de energia, como economizar e o caminho que a eletricidade percorre até chegar às residências. O famoso “gerador de Van de Graaff” é uma das atrações mais populares, que demonstra os efeitos da eletricidade estática arrepiando os cabelos de quem toca na cúpula.

Além da sua função educativa, o Espaço Energia valoriza a arte e a memória local. Até 14 de fevereiro, o público pode conferir a exposição em homenagem à atriz campo-grandense Glauce Rocha (1930-1971), uma das grandes vozes do Cinema Novo. A exposição apresenta o curta-metragem documentário Jardim de Pedra: Vida e Morte de Glauce Rocha, dirigido por Daphyne Schiffer e Rodrigo Rezende, que resgata a trajetória da artista, desde sua infância em Mato Grosso até seu reconhecimento no cenário artístico nacional. A exposição explora a importância de Glauce para o teatro e o cinema brasileiros, abordando sua participação em filmes emblemáticos como Os Cafajestes, Terra em Transe e 5x Favela.

Endereço: Espaço Energia – Av. Afonso Pena, 3901, Campo Grande/MS

Datas: de 21 de novembro de 2024 a 14 de fevereiro de 2025

Horários:

  • Circuito educativo e exposição: de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h
  • Exibições do curta Jardim de Pedra: Vida e Morte de Glauce Rocha: terças e quintas-feiras, às 10h e 13h15 (16 min de duração)

Entrada: gratuita

Foto da exposição sobre Glauce Rocha

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Jardim de Pedra: a história esquecida de Glauce Rocha Jardim de Pedra: a história esquecida de Glauce Rocha

Publicada em: 06/01/2025

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 Sustentabilidade

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Mato Grosso do Sul

Jardim de Pedra: a história esquecida de Glauce Rocha

Você já ouviu falar em Glauce Rocha? É um nome que circula muito por aí, nomeando ruas, praças e teatros em diversas cidades do país. Em Campo Grande/MS, seu nome batiza o teatro da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). Mas afinal, quem foi Glauce Rocha?

Foi cursando jornalismo na UFMS que Daphyne Schiffer também se fez essa pergunta. Dessa curiosidade inquietante nasceu o curta-metragem documentário Jardim de Pedra: Vida e Morte de Glauce Rocha, dirigido por Daphyne e Rodrigo Rezende. O filme pode ser assistido dentro de uma exposição sobre Glauce que ocupa o Espaço Energia em Campo Grande até o dia 14/02.

Na época do curso de jornalismo, eu sempre frequentei o Teatro Glauce Rocha, que é o maior teatro da cidade. Eu sempre perguntava para as pessoas, quem foi Glauce Rocha? Ninguém sabia dizer, alguns achavam que era um homem. Eu quis descobrir quem era essa mulher, o que ela tinha feito, por que que ela dá nome a um teatro. Assim eu comecei a pesquisa e fui me apaixonando cada vez”, contou Daphyne.

Nascida em Campo Grande, em 1930, Glauce Rocha destacou-se como uma das grandes atrizes do teatro e do cinema brasileiros. Quando a atriz nasceu, o Mato Grosso ainda era unificado. Vinda de uma região ainda pouco representada nas artes nacionais, Glauce trouxe um olhar único e poderoso para o palco e as telas. Mudando-se para o Rio de Janeiro, logo se integrou aos círculos artísticos, tornando-se uma das vozes ativas do Cinema Novo, movimento que revolucionou o cinema brasileiro com sua abordagem crítica e inovadora.

No teatro, Glauce brilhou em montagens marcantes, sendo reconhecida por sua presença cênica e intensidade emocional. No cinema, atuou em filmes emblemáticos, como Os Cafajestes (1962), obra que desafia tabus da sociedade da época; Terra em Transe (1967), de Glauber Rocha, uma das obras-primas do Cinema Novo; além do icônico e revelador 5x Favela (1962). Seus trabalhos não apenas consolidaram sua posição como uma das grandes intérpretes brasileiras, mas também contribuíram para discutir temas políticos e sociais que marcaram os anos 1960 e 1970.

Um painel da exposição com fotos e a frase de Glauce Rocha: "Olha, o senhor me dá a licença de acreditar na natureza humana?"


Toda essa trajetória brilhante foi interrompida precocemente em 1971, aos 41 anos, devido a complicações de saúde. Sua morte foi uma perda irreparável para a cultura brasileira. Como no Brasil nem sempre temos os grandes nomes da cultura lembrados e reverenciados como deveriam, o filme de Daphyne Schiffer lança uma luz fundamental no legado desta grande mulher brasileira. A pesquisa foi intensa e envolveu a busca por fontes em Campo Grande, Rio de Janeiro e São Paulo.

Quando decidi fazer a pesquisa, tudo começou como meu trabalho de final de curso, mas o projeto foi crescendo. Sabendo que ela tinha trabalhado no Rio e em São Paulo, viajamos para lá e conseguimos entrevistar pessoas importantes que tiveram muito contato com a Glauce, como o Cacá Diegues. Fiz pesquisas no Arquivo Nacional e depois fui para São Paulo, onde conversei com atrizes que acompanharam a carreira da Glauce, como Norma Blum. Mas o lugar mais importante foi a Cinemateca Brasileira”, disse Daphyne.

A pesquisa na Cinemateca Brasileira trouxe à tona muitas informações sobre filmes, peças e participações de Glauce na construção de um cinema nacional vivo, premiado e combativo. Apesar de seu enorme talento, Glauce Rocha não era uma atriz que queria o glamour do tapete vermelho. Os holofotes só serviam para quando estava em cena. Totalmente entregue com paixão à sua profissão, Glauce atuava como quem luta para educar e transgredir.

Um painel da exposição com fotos e a frase de Glauce Rocha: "Minha função não é ser estrela, é ser atriz"

Com o material que recolhemos, é possível fazer um longa sobre a Glauce. Achei histórias maravilhosas. Como quando um espectador dormiu no meio de uma peça e ela o acordou dizendo que teatro não era lugar de dormir e sim de refletir! Outra bem impactante é quando uma de suas falas em uma peça foi censurada pela ditadura militar. Glauce usou gestos bem expressivos que traduziam no corpo o que não podia ser dito em voz alta. Isso saiu nos jornais, ela foi levada à delegacia, teve que prestar depoimento e correu muitos riscos, mas não admitia ser censurada”, contou a diretora.

A passagem pelo Rio de Janeiro levou Daphyne ao Retiro dos Artistas, um local que já teve um jardim com o nome de Glauce Rocha, segundo seu biógrafo José Octávio Guizzo. Mas, o Brasil é mesmo um país afeito a apagamentos. Aqui onde tudo parece construção e já é ruína, como diz Caetano Veloso.

Quando cheguei ao Retiro dos Artistas não achei o jardim, achei apenas um pátio acimentado, um jardim de pedra. Isso me pareceu tão simbólico sobre esses esquecimentos e o que escolhemos lembrar da nossa cultura. Ali entendi que essa metáfora deveria ser o nome do filme”, revelou Daphyne.

No documentário, a atriz Norma Blum nos fala sobre como um país sem memória é um país sem futuro, de como precisamos resgatar esse passado, entender quem e o que veio antes de nós para poder seguir em frente, corrigindo os erros do passado e inventando um novo futuro. É isso que o filme de Daphyne faz pela memória de Glauce Rocha, do teatro e do cinema brasileiros.

Se você mora em Campo Grande, pode ir ao Espaço Energia ver a exposição sobre Glauce Rocha e assistir ao curta Jardim de Pedra: Vida e Morte de Glauce Rocha. Ou siga o perfil @jardimdepedraofilme para descobrir as próximas exibições em outros locais.

Glauce Rocha vive não apenas nos teatros, ruas e espaços que levam seu nome, mas também na memória de quem se dispõe a redescobrir sua história e seu legado. Ao apoiar projetos como Jardim de Pedra, a Energisa reforça seu compromisso com a valorização da cultura brasileira. É por meio de ações como essa que a empresa contribui para manter viva a memória de quem ajudou a moldar nossa arte, inspirando novas gerações e conectando as comunidades ao rico patrimônio cultural brasileiro.

Uma folha de jornal com a manchete: "Glauce Rocha volta a brilhar"


Serviço:

  • Exposição sobre Glauce Rocha
  • Local: Espaço Energia (Av. Afonso Pena, 3901, Campo Grande/MS)
  • Datas: de 21 de novembro de 2024 a 14 de fevereiro de 2025
  • Horários:
    • Exposição: de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h
    • Exibições do curta Jardim de Pedra: Vida e Morte de Glauce Rocha: terças e quintas-feiras, às 10h e 13h15 (16 min de duração)
  • Entrada: gratuita
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Nova sede da Orquestra Jovem de Sergipe é inaugurada Nova sede da Orquestra Jovem de Sergipe é inaugurada

Publicada em: 03/01/2025

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 Sustentabilidade

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Sergipe

Nova sede da Orquestra Jovem de Sergipe é inaugurada

A Orquestra Jovem de Sergipe viveu um momento marcante no dia 11 de dezembro, com a inauguração de sua sede própria no Bairro Santa Maria, consolidando uma década de trabalho dedicado à transformação social por meio da música. O espaço foi projetado para oferecer melhores condições de aprendizado para crianças e jovens de bairros como Santa Maria e 17 de março, áreas de vulnerabilidade social na capital sergipana. Desde que foi criada, em 2014, a Orquestra Jovem de Sergipe é um projeto realizado pelo Instituto Banese e Governo de Sergipe, apoiado pelo Grupo Energisa, através da Lei de Incentivo à Cultura.

A inauguração foi marcada por um emocionante concerto da Orquestra, que reuniu músicas populares, temas de filmes, canções natalinas, com a participação de músicos e intérpretes sergipanos.

Concerto de inauguração da nova sede


Para a Energisa é uma honra apoiar a Orquestra Jovem de Sergipe que há 10 anos tem mudado a realidade dessas crianças e adolescentes e impulsionado sonhos. Parabéns pelo trabalho social que vocês desenvolvem mudando a realidade de mais 600 crianças e jovens que já passaram por este projeto ao longo desses anos. Essa parceria com o Instituto Banese reafirma o nosso compromisso com a Sustentabilidade de trabalhar com e para a comunidade!”, afirma Roberto Currais, diretor-presidente da Energisa Sergipe.

O novo espaço proporciona mais liberdade e qualidade para as atividades realizadas pelos cerca de 260 jovens atendidos pelo projeto.

A sede própria reforça nossa identidade no bairro Santa Maria. Além disso, teremos mais liberdade para desempenhar nossas atividades. Sem falar na adequação acústica que nos proporcionará um salto em qualidade e aprendizado”, destacou o maestro Márcio Bonifácio durante a cerimônia

Para Hilana Alves, aluna de oboé, a inauguração representa uma nova fase.

A expectativa para essa nova sede é muito alta. Estou no projeto desde o início do naipe de sopros e esse ano está sendo muito especial. A nossa história alcançará todos os municípios de Sergipe e trará ainda mais benefícios para o projeto”, afirmou.

Uma década de transformação social

Desde 2014, a Orquestra Jovem de Sergipe tem levado a música clássica para crianças e adolescentes dos bairros Santa Maria e 17 de Março, oferecendo formação musical em instrumentos de cordas, sopros, percussão, canto coral e musicalização. O projeto não apenas desperta talentos, mas também promove valores como disciplina, trabalho em equipe e autoconfiança, abrindo portas para a profissionalização.

A trajetória da Orquestra conta com uma série de apresentações ao lado de grandes nomes da música, como Vanessa da Mata, Erasmo Carlos e João Ventura, além de concertos realizados em diversas cidades de Sergipe.

Se você tem interesse em conhecer e participar do projeto, pode entrar em contato através do perfil da orquestra no Instagram @orquestrajovemdesergipe.

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Instituto Energisa lança edital para ocupação de espaços culturais Instituto Energisa lança edital para ocupação de espaços culturais

Publicada em: 11/12/2024

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 Sustentabilidade

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Brasil

Instituto Energisa lança edital para ocupação dos seus espaços culturais

Os centros culturais do Instituto Energisa em João Pessoa (PB), Cataguases (MG) e Nova Friburgo (RJ) têm sido protagonistas na valorização da arte e da cultura regionais, conectando artistas e público em experiências marcantes. Mais uma vez, eles abrem suas portas com o edital “Fábricas da Cultura”, que oferece ocupação gratuita desses espaços a projetos inovadores e transformadores.

Em 2024, o edital recebeu 172 iniciativas culturais nas mais diversas linguagens, beneficiando 25 mil pessoas e gerando 700 ocupações temporárias vindas de produções independentes e apoiando projetos aprovados em editais públicos da Lei Paulo Gustavo (LPG), FUNARTE, entre outros. Agora, a proposta é dar continuidade a essa história vibrante, ampliando o alcance das expressões culturais brasileiras.

O edital deste ano traz uma importante inovação: os novos projetos selecionados serão divulgados semanalmente, em vez de serem convocados a cada trimestre. O objetivo é trazer mais frescor e dinamismo à programação, com projetos em sintonia com novidades da cultura.

Com o Edital Fábricas da Cultura, o Instituto Energisa abre as portas de seus equipamentos culturais – instalados em Cataguases (MG), Nova Friburgo (RJ) e João Pessoa (PB), para impulsionar o potencial artístico dos territórios onde o Grupo Energisa atua, valorizando a diversidade e as vozes locais. Dessa forma, produtores que antes não encontravam espaço podem difundir suas criações podem, em nossos equipamentos, mostrar suas potências artísticas com formação de plateia através desse diálogo direto com o público”, afirma Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento Social do Grupo Energisa

As inscrições estão abertas para projetos das áreas de artes cênicas, artes visuais, audiovisual, propostas de tecnologia e inovação, música, literatura, cultura popular, feiras criativas, festivais e encontros de coletivos. A seleção será pautada por critérios como inovação, pluralidade, acessibilidade, diversidades, valorização da cultura regional e produção criativa local, e capacidade técnica. O processo de inscrição é simples, online e gratuito. Confira no final da matéria os links do edital e do formulário de inscrição.

Conheça a seguir os 4 centros culturais mantidos pelo Instituto Energisa com inscrições abertas para receber projetos. Nos anexos do edital, é possível consultar as informações técnicas detalhadas sobre cada espaço cultural.

João Pessoa (PB) – Usina Cultural Energisa

Localizada na antiga sede da primeira subestação da capital da Paraíba, a Usina Cultural Energisa é um exemplo de ocupação cultural dos típicos galpões industriais construídos no início do século XX.

Três espaços estão contemplados neste edital: a Sala Vladimir Carvalho (palco para apresentações de teatro e música, debates, palestras e sessões audiovisuais), a Tenda da Música (que recebe performances e apresentações musicais) e uma área externa com jardins (ideal para feiras criativas, performances e apresentações de circo). Em 2024, a Usina realizou mais de 230 ações e iniciativas culturais, com um público total de mais de 26 mil pessoas.

Entre os destaque está o “Natal na Usina”, realizado há mais de 10 anos, e já uma tradição na cidade, com uma programação repleta de música, dança, filmes, contação de histórias, circo e muito mais. O projeto acaba de ser reconhecido como Patrimônio Cultural e Imaterial da Paraíba.

A Energisa tem um papel importantíssimo no cenário cultural da Paraíba, como um dos maiores fomentadores das artes do estado. A marca é reconhecida pelo seu engajamento com o saber cultural e pela extrema relevância como apoiadora, não só como patrocinadora, mas também como germinadora de projetos, através da Usina Cultural Energisa, uma das maiores casas para a cultura da Paraíba”, afirma Dina Faria, produtora executiva do Natal na Usina e Viva Usina.

Palco do Natal na Usina


Cataguases (MG) - Centro Cultural Humberto Mauro e Anfiteatro Ivan Müller Botelho

Centro Cultural Humberto Mauro foi inaugurado no ano de 2002, nas instalações do antigo Cine Machado, e hoje abriga o Cineteatro Paulo César Saraceni (palco para sessão de filmes, palestras e apresentações de teatro, música e circo),  a Galeria Zequinha Mauro (que recebe exposições de artistas locais e nacionais), além da Sala Multimídia Mônica Botelho. Por sua vez, o Anfiteatro Ivan Muller Botelho é anexo ao prédio da Energisa e ao Museu Energisa, e recebe palestras, shows e apresentações de teatro. O charme do espaço fica por conta do teto retrátil, que pode ser aberto para transbordar a noite estrelada para dentro do evento.

Um dos eventos de destaque na última temporada foi o Mix Cultural, que reuniu uma programação multilinguagem com shows e espetáculos de teatro, dança, audiovisual, música e artes visuais. Em 2024, mais de 24 mil pessoas desfrutaram das atividades do espaço, com foco no audiovisual e na memória do cinema brasileiro.

Nova Friburgo (RJ) – Usina Cultural Nova Friburgo

Usina Cultural Nova Friburgo está localizada no antigo prédio do escritório da Companhia de Eletricidade da cidade, diante da belíssima Praça Getúlio Vargas, no centro de Nova Friburgo. O centro cultural recebe mostras, cursos, palestras, debates, apresentações de teatro, música e dança. Entre os espaços oferecidos neste edital estão a Sala Maestro Joaquim Naegele (Teatro Usina), o Café da Usina, o Salão Nobre e um espaço anexo. A Usina Cultural é um dos principais centros de arte e cultura da cidade. A temporada de 2024 recebeu mais 28 mil pessoas em 160 atividades, abrindo o ano com a exposição “UnoDiverso” (dentro do projeto “Resistência Artística”) e seguindo com outros projetos de grande repercussão, como a 2ª edição do “Usina Viva”.

A Usina Cultural Energisa desempenha um papel vital na promoção e preservação da cultura em Nova Friburgo. Como um espaço multifuncional, ela oferece uma variedade de atividades culturais, além de servir como um ponto de encontro para artistas locais e visitantes, estimulando a troca de ideias e inspirando a criação artística”, afirma Daniel Figueira, secretário de cultura de Nova Friburgo.

Programa Energisa Cultural

Além desta seleção de ocupação gratuita, a Energisa mantém o programa Energisa Cultural, que recebe projetos que buscam patrocínio através de leis de incentivo em todo o Brasi, podendo ou não ser realizados nos nossos centros culturais. As propostas também podem ser enviadas ao longo de todo o ano. Confira mais informações e descubra como enviar o seu projeto de patrocínio.

Serviço:

Edital de seleção de ocupação gratuita dos centros culturais 2025

  • Período de inscrição: a partir de 10/12/2024, aberto de forma contínua até o fim de 2025
  • Divulgação de selecionados: semanalmente
  • Regulamento: confira o edital completo
  • Inscrições: preencha o formulário
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Fest Aruanda 2024 celebra o cinema paraibano e internacional Fest Aruanda 2024 celebra o cinema paraibano e internacional

Publicada em: 06/12/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Paraíba

Fest Aruanda 2024 celebra o cinema paraibano e internacional

A Paraíba se transforma em palco para o cinema e a diversidade cultural com a 19ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Internacional, que acontece de 5 a 11 de dezembro em João Pessoa. Celebrando quase duas décadas de história, o festival reafirma seu compromisso de encurtar distâncias e promover diálogos entre o cinema local, nacional e, agora, internacional.

Este ano, o evento dá um passo marcante rumo à internacionalização, apresentando pela primeira vez produções de jovens cineastas de países como Estados Unidos, China e da União Europeia. Entre os destaques estão as animações chinesas que mesclam tradição e modernidade e uma seleção de filmes de gênero da Europa e dos EUA. Essa troca cultural evidencia o papel transformador do Fest Aruanda no cenário cinematográfico, proporcionando uma rica diversidade estética e temática.

O festival também presta homenagens a grandes nomes da cultura paraibana e nacional. Este ano, são celebradas as trajetórias do cineasta Vladimir Carvalho e do fotógrafo Manoel Clemente, que faleceram em 2024, além de homenagens às atrizes Suzy Lopes e Lucy Alves, e ao cinéfilo Ivan Cineminha. A valorização da chamada “prata da casa” é reforçada por mostras paralelas como o Panorama do Cinema Negro Paraibano e a Mostra Sob o Céu Nordestino, que destacam talentos locais.

Com patrocínio master da Energisa, o Fest Aruanda também promove encontros e debates por meio dos “Diálogos Audiovisuais Aruanda-Energisa”, conectando diretores e especialistas em painéis e mesas redondas que discutem temas como preservação audiovisual, narrativas cinematográficas e a descentralização da produção audiovisual na Paraíba. A parceria reflete o compromisso da Energisa em impulsionar a cultura e fomentar espaços que conectam arte, educação e tecnologia.

Entre as atividades de formação, o festival oferece oficinas como o Laboratório de Narrativas Cinematográficas, conduzido pela diretora Susanna Lira, e workshops sobre cinema 3D, proporcionando um mergulho nas técnicas e na magia do audiovisual.
O Fest Aruanda reafirma-se como um farol cultural, fortalecendo a identidade regional e conectando a Paraíba com o mundo. Confira a programação completa no PDF abaixo, repleta de sessões gratuitas e atrações imperdíveis para os amantes do cinema e da cultura.

 

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Cine MIAU leva mostra de cinema infantil para João Pessoa Cine MIAU leva mostra de cinema infantil para João Pessoa

Publicada em: 04/11/2024

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 Sustentabilidade

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Paraíba

Cine MIAU leva mostra de cinema infantil para João Pessoa

De 5 a 9 de novembro, João Pessoa se tornará palco do Cine MIAU – Mostra Internacional Infantil de Audiovisual, um projeto voltado para democratizar o acesso ao cinema entre crianças e jovens. Em sua sexta edição, o evento volta à capital paraibana trazendo sua icônica tela de orelhinha e 12 curtas-metragens nacionais e internacionais que prometem encantar as crianças. Serão 2 sessões  abertas ao público em geral e 8 sessões voltadas exclusivamente para alunos de escolas públicas. Toda a programação é gratuita.

Os filmes variam entre animações e live-actions, permitindo que o público explore temas como diversidade, cidadania, família e sustentabilidade. Em muitas regiões atendidas pelo Cine MIAU, essa é a primeira oportunidade para muitas crianças vivenciarem o cinema, tornando o evento ainda mais especial.

Além das exibições, o evento também conta com oficinas e debates nas escolas sobre os filmes exibidos, incentivando o desenvolvimento crítico e cultural dos participantes. A proposta é fazer com que as crianças não apenas assistam, mas também compreendam e discutam os conteúdos, promovendo a educação cultural de forma prática e interativa. A mascote do festival, DJ Miau, também marcará presença, animando as sessões com música e diversão.

Entre os curtas exibidos este ano, está O Quilombo Encantado – A Jornada de Pilar, uma produção criada pelos alunos da Escola Municipal Quilombola Professora Antônia do Socorro Silva Machado, em João Pessoa, durante uma oficina de criação audiovisual do Projeto MIAU Itinerante. Outro destaque é a animação 3D PiOinc, dirigida por Alex Ribondi e Ricardo Makoto, que conta a história de uma amizade improvável entre um porquinho e um passarinho, explorando o valor das diferenças na formação de uma amizade verdadeira.

Cena do filme PiOinc (2023), de Alex Ribondi e Ricardo Makoto


O Cine MIAU valoriza a acessibilidade e a inclusão em cada detalhe de sua programação. Além de garantir intérpretes de libras e audiodescrição para tornar as sessões acessíveis a pessoas com deficiência auditiva e visual, o festival também disponibiliza abafadores de ruído, fundamentais para proporcionar uma experiência cinematográfica mais confortável para autistas. Um dos filmes exibidos, Sobre Amizade e Bicicletas, aborda temas de inclusão e amizade por meio da história improvável de Thiago e Cecília, um menino com deficiência e uma menina com deficiência visual que aprendem juntos a andar de bicicleta.

Cena do filme Sobre Amizade e Bicicletas (2022), de Julia Vidal


O projeto está inserido no portifólio do Programa Energisa Cultural. Com um perfil de multilinguagens, abrangendo música, literatura, audiovisual, artes visuais, artes cênicas, cultura popular e festivais, entre outros, e com o compromisso de nos aproximar da sociedade, por meio de ações culturais e da manifestação dos valores regionais nos territórios de nossa atuação, o Energisa Cultural em 2023 impactou mais de 280 mil pessoas na área de atuação da empresa.

Serviço

Sessões abertas ao público

  • 08/11/2024 (sexta) – 18h – Associação da Comunidade Negra de Paratibe
  • 09/11/2024 (sábado) – 18h – Usina Cultural Energisa – Rua João Bernardo de Albuquerque, 243
  • Acessibilidade: Todas as sessões acima contam com intérpretes de LIBRAS e 10 fones abafadores para autistas disponíveis para o público.

Sessões exclusivas para alunos de escolas públicas e projetos sociais

  • De 05 a 08/11/2024 (terça a sexta) – 9h e 14h – Usina Cultural Energisa
  • Acessibilidade: As sessões do dia 08/11/2024 contam com audiodescrição, intérpretes de LIBRAS e legenda descritiva. Todas as sessões acima contam com 10 fones abafadores para autistas disponíveis para o público.

Entrada: Gratuita

Classificação: Livre

Para mais informações sobre a programação, acesse o site cinemiau.com.br ou o perfil @cine.miau no Instagram.

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