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Energisa leva Parque de Ideias a Nova Friburgo Energisa leva Parque de Ideias a Nova Friburgo

Publicada em: 28/10/2024

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 Sustentabilidade

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Rio de Janeiro

Energisa leva Parque de Ideias a Nova Friburgo

Quem não gostaria de ter em sua cidade um projeto cultural com programação gratuita, com grandes expoentes da cultura e professores renomados? O Energisa Cultural identificou o Parque de Ideias, projeto que vem lotando bibliotecas públicas no Rio de Janeiro com uma programação de qualidade, e o convidou a subir a serra para Nova Friburgo.

Entre 2 e 8 de novembro, a cidade receberá pela primeira vez a iniciativa idealizada pelo documentarista e produtor Marcio Debellian. A programação incluirá as oficinas mais disputadas na programação do projeto, uma peça de teatro com forte mensagem social e um show com a consagrada atriz e cantora Zezé Motta.

Sucesso de público e crítica, o monólogo Macacos, com o ator Clayton Nascimento, será apresentado em Nova Friburgo no dia 7 de novembro, às 20h, no Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura. Aclamada por atrizes como Fernanda Montenegro, Regina Casé e Marieta Severo, a peça já esgotou teatros em várias cidades e traz uma narrativa que reflete sobre o racismo estrutural, o genocídio negro e os preconceitos no Brasil. A apresentação ocorre durante o Novembro Negro, reforçando a importância do tema e promovendo uma experiência teatral marcante para a cidade.

Clayton Nascimento em “Macacos”

 

Tivemos duas sessões de Macacos no Parque de ideias, totalmente esgotadas, com uma procura enorme por ingressos. Ficamos felizes que conseguimos uma brecha na agenda do Clayton Nascimento para levar a peça para Friburgo pela primeira vez. Este espetáculo arrebatou todos os prêmios da temporada, temos certeza de que vai ser um marco no Teatro Municipal da cidade”, conta Debellian.

No dia 8, também às 20h, é a vez de Zezé Motta subir ao palco do teatro. A artista apresenta o show “Atendendo a Pedidos”, onde revisita músicas que fizeram parte da sua carreira de atriz e cantora, além de homenagear compositores que sempre estiveram presentes em seus discos, como Luiz Melodia e Caetano Veloso, além de  Rita Lee, que compôs “Muito Prazer”, e Moraes Moreira, autor de “Crioula”, ambas feitas em sua homenagem.

A atriz e cantora Zezé Motta


A programação do Parque de Ideias em Nova Friburgo vai além das apresentações e inclui oficinas práticas. Nos dias 2 e 3 de novembro, a atriz e diretora Ana Kfouri ministra a aula “Atuação Para o Audiovisual”, na Usina Cultural Energisa, focada em capacitar atores para o trabalho diante das câmeras. Nos dias 5 e 6, a professora Adriana Maciel, da PUC-Rio, orientará a oficina “Escritas Performáticas”, que busca estimular a criação literária através de narrativas ficcionais. E nos dias 7 e 8 de novembro, o artista plástico e quadrinista André Dahmer conduz a oficina “Desenho sem Medo”, com o objetivo de incentivar jovens e adultos a se expressarem por meio do desenho livre.

Trouxemos para Friburgo os cursos que têm tido mais procura na programação do Rio. São professores renomados, os alunos adoram as oficinas. No caso da Ana Kfouri, até abaixo-assinado pedindo novas turmas já recebemos! A questão é conseguir brecha na agenda dela. Demos sorte de que ela teve um intervalo na preparação de atores para uma novela e conseguiu encaixar a oficina na Usina Cultural da Energisa durante o fim de semana”, detalha o produtor do Parque de ideias.

A Energisa tem muito orgulho em patrocinar o Parque de Ideias, um projeto que traz cultura de qualidade para Nova Friburgo e fomenta o conhecimento por meio da arte. Além de proporcionar uma programação gratuita e diversificada, esse projeto chega em um momento especial, integrando as celebrações do Mês da Consciência Negra. Iniciativas como essa reforçam o nosso compromisso de valorizar e celebrar as múltiplas vozes que compõem nossa sociedade”, afirma Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio.

Essa edição do Parque de Ideias é uma realização da Debê Produções e conta com patrocínio da Energisa, Instituto BAT, Vivo, e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, além de apoio do Instituto Energisa.

Desde sua criação, o Parque de Ideias recebeu artistas renomados como Gilberto Gil, Adriana Calcanhotto, Lenine, Zélia Duncan e Conceição Evaristo, promovendo mais de 500 horas de atividades culturais gratuitas e atraindo milhares de pessoas. Com a chegada do projeto a Nova Friburgo, a população local poderá desfrutar de uma semana repleta de arte, cultura e aprendizado.

O projeto está inserido no portifólio do Programa Energisa Cultural. Com um perfil de multilinguagens, abrangendo música, literatura, audiovisual, artes visuais, artes cênicas, cultura popular e festivais, entre outros, e com o compromisso de nos aproximar da sociedade, por meio de ações culturais e da manifestação dos valores regionais nos territórios de nossa atuação, o Energisa Cultural em 2023 impactou mais de 280 mil pessoas na área de atuação da empresa.

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Energisa espalha cultura e diversão no mês das crianças Energisa espalha cultura e diversão no mês das crianças

Publicada em: 08/10/2024

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 Comunidade

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Brasil

Energisa espalha cultura e diversão no mês das crianças

O Instituto Energisa realiza, pela primeira vez, uma programação conjunta em seus equipamentos culturais em comemoração ao Mês das Crianças. A iniciativa reúne atividades como brincadeiras, recreação, shows de mágica, artes cênicas, exposições de artes visuais, literatura infantil e o Cine Múmia, um festival de curtas-metragens infantis, com o apoio do caminhão do Nossa Energia, do Programa de Eficiência Energética.

Além disso, em Itabaiana (SE) vai ser realizado um concerto com os grupos infantis da Filarmônica Nossa Senhora da Conceição, orquestra apoiada pela Energisa desde 2020. A instituição tem mais de 200 anos de história e atende 350 jovens do Agreste Sergipano, oriundos do ensino fundamental e médio, que participam de aulas de iniciação musical, prática de conjunto em orquestras, bandas, grupo de violão, flauta doce e percussão.

A apresentação promete encantar o público com um repertório variado, que vai de clássicos da música brasileira, como Pixinguinha e Luiz Gonzaga, até hits de Tim Maia e Dominguinhos, em um espetáculo para todos os gostos.

É muito gratificante acompanhar a evolução dessas crianças e jovens que participam de aulas de música diariamente. A apresentação em concertos, como esse do Dia das Crianças, é uma oportunidade de mostrar todo o aprendizado dos alunos e trabalho dos professores. Com certeza será uma noite de muita celebração e música e que a população possa participar deste concerto", afirma o diretor-presidente da Energisa Sergipe, Roberto Currais.

Brincadeiras e atrações culturais em Nova Friburgo (RJ), Cataguases (MG), João Pessoa (PB)

 Em Nova Friburgo, as atividades acontecem de 9 a 12 de outubro na Usina Cultural Energisa, incluindo teatro, exibição de filmes e o lançamento do livro “A chave do Enigma”. Em João Pessoa, a programação terá início no dia 10 de outubro, na Usina Cultural Energisa, com a exposição “Retratos” de Davi Queiroz, seguida por shows de mágica, teatro e cinema nos dias 12 e 13 de outubro. Já em Cataguases, a programação será realizada no Centro Cultural Humberto Mauro, nos dias 18 e 19 de outubro, com atividades como cinema e ações educativas, encerrando o circuito.

Confira a programação completa:

Usina Cultural Nova Friburgo (RJ)
Praça Pres. Getúlio Vargas, 55 - Centro

  • 09 a 12 de outubro:
    Festival Múmia - exibição de um curta de animação antes de cada espetáculo.
  • 09 de outubro (quarta):
    14h - Baú Bagunçado com Cia Artes Integradas de Nova Friburgo.
  • 10 de outubro (quinta):
    14h - As Aventuras de Rajado e Branquinha;
    18h - Caminhão Nossa Energia no Bairro Cordoeira, com vasta programação (circo, teatro, brincadeiras criativas).
  • 12 de outubro (sábado):
    10h - Apresentação do Ballet Bonito;
    15h - Teatro ‘bendito sangue’;
    17h - Lançamento do Livro-jogo ‘A chave do Enigma’ da escritora Simone Lopes.

Apresentação de Baú Bagunçado”, com Cia Artes Integradas de Nova Friburgo


Usina Cultural Energisa (João Pessoa/PB)
R. João Bernardo de Albuquerque, 243 - Tambiá

  • 10 a 31 de outubro:
    Exposição ‘Retratos’ de Davi Queiroz.
  • 12 de outubro (sábado):
    15h30 - abertura da programação com brinquedos, recreação, show de mágica, jogos interativos e bate-papo sobre Eficiência Energética e Sustentabilidade no Caminhão do Nossa Energia;
    16h30 - Cia de Teatro Fuá de Terreiro com o espetáculo ‘O Reizinho Negro’ (50 min);
    18h - sessão do Festival Múmia de Cinema Infantil no caminhão do Nossa Energia.
  • 13 de outubro (domingo):
    15h30 - abertura da programação com brinquedos, recreação, jogos interativos e bate-papo sobre Eficiência Energética e Sustentabilidade Caminhão PEE (área externa);
    16h30 - show de mágica (área externa);
    17h20 - Cia de Teatro Infantil Trupe do Riso (Palco Bonde);
    18h - sessão do Festival Múmia de Cinema Infantil no caminhão do Nossa Energia.

Apresentação de “O Reizinho Negro”, com a Cia de Teatro Fuá de Terreiro


Centro Cultural Humberto Mauro (Cataguases/MG)
Rua Cel. Vieira, 10 - Centro

  • 18 de outubro (sexta):
    18h - Ação educativa com a de troca de lâmpadas pelo Programa de Eficiência Energética, caminhão do Nossa Energia;
    19h - Apresentação de teatro da TOCA;
    19h30 - Apresentação de curtas-metragens infantis, Festival Múmia.
  • 19 de outubro (sábado)
    8h às 11h - Produção da infraestrutura do “Dia de Brincar”; 13h30 - Início das brincadeiras

Filarmônica de Itabaiana (SE)
Rua Monsenhor Eraldo Barbosa, S/N, anexo ao CEMB

  • 12 de outubro (sábado):
    19h - Concertos dos 6 grupos musicais infantis da Orquestra Nossa Senhora da Conceição, de Itabaiana
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Projeto Sons do Jalapão revitaliza herança cultural no Tocantins Projeto Sons do Jalapão revitaliza herança cultural no Tocantins

Publicada em: 10/09/2024

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 Sustentabilidade

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Tocantins

Projeto Sons do Jalapão revitaliza herança cultural no Tocantins

No extremo leste do Tocantins, na exuberante região do Jalapão, o pequeno município de Mateiros vem sendo palco de um projeto musical transformador promovido pela Associação Viva Música, com o patrocínio da Energisa. O Sons do Jalapão busca revitalizar e preservar a rica tradição musical da região, especialmente o uso de instrumentos típicos como a rabeca e a violinha de buriti.

O Jalapão é conhecido por sua paisagem exuberante, com dunas douradas de até 30 metros de altura, rios de águas cristalinas, chapadas e formações rochosas de múltiplas cores. Por vezes apelidado de “deserto das águas”, o Jalapão é dotado de um bioma peculiar, entre o cerrado e a caatinga, e abriga espécies vegetais como o capim-dourado e a palmeira de buriti.

Nas mãos dos artesãos de Mateiros, o capim-dourado se transforma em chapéus, cesta e bijuterias; a palmeira de buriti, por usa vez, se transforma em violinhas e rabecas, instrumentos musicais sempre presentes nos festejos e celebrações culturais do Tocantins.

No entanto, essa rica tradição musical enfrenta o risco de se perder. O tempo já levou muitos dos mestres que outrora fabricavam e tocavam esses instrumentos. É aí que o projeto Sons do Jalapão entra em cena. O projeto busca não apenas preservar as técnicas de construção artesanal e afinação dos instrumentos, mas também reintroduzir esses sons e ritmos às novas gerações.

Esses instrumentos tradicionais se espalharam pelo país, mas são aqui do Tocantins. O que é triste é ver que quase não há mais tocadores de viola e rabeca por aqui. Queremos que essa tradição tenha continuidade” conta o maestro Bruno Barreto.

Bruno é um dos fundadores e atual diretor da associação Viva Música. Criada em 2014 como uma orquestra de cordas, a associação vem reinventando e criando espaços para a música no Tocantins. No projeto Sons do Jalapão, 40 alunos estão aprendendo a tocar violas de buriti, rabecas e vários instrumentos de percussão, como uma forma de transmitir a sabedoria tradicional para as novas gerações.

Crianças com instrumentos na mão durante aula do projeto

A violinha de buriti, inventada nos anos 1940 no próprio Jalapão, é dotada de um som suave e encorpado, porém delicado. O instrumento é esculpido artesanalmente no miolo da madeira do buriti, sem tampo nem fundo. Já a rabeca é instrumento que se assemelha a um pequeno violino e remonta aos tempos coloniais. Trazida pelos portugueses, ela foi gradualmente sendo adaptada pelas populações locais, incluindo comunidades indígenas, quilombolas e sertanejas, que passaram a utilizar o buriti para a sua construção.

Hoje, esses instrumentos fazem parte da identidade cultural tocantinense e por isso é tão importante a preservação da sabedoria acerca deles, tanto da sua construção artesanal quanto da forma única de afiná-los e tocá-los. As memórias dos músicos e do Tocantins ecoam através dos sons do buriti.

As aulas, que começaram em agosto, são realizadas nas escolas locais, envolvendo crianças e adolescentes na prática musical. Ao final do período letivo, haverá uma apresentação didática na comunidade quilombola Mumbuca, marcando o encerramento deste primeiro ciclo. O projeto também inclui minicursos para a população local e turistas, que ocorrerão durante a Festa da Colheita, um importante evento regional em setembro.

O Sons do Jalapão é o quarto projeto da Associação Viva Música. Antes dele, o Cantos e Recantos do Tocantins, também patrocinado pela Energisa, levou concertos de orquestra, com um repertório variado, para várias cidades do interior do estado. O maestro Bruno Barreto destaca a importância da parceria com a Energisa:

Esses projetos unem pensamentos nossos e da Energisa, valorizando a cultura regional e os profissionais da música aqui do Tocantins. Nosso encontro com a Energisa foi transformador, não só pelo apoio financeiro, mas também pelas portas que ela nos abriu. Nós não tínhamos nenhuma experiência em projetos de lei de incentivo e a Energisa, com muita paciência e profissionalismo, nos guiou por esse caminho. Agradecemos muito à Energisa por tudo isso e espero que essa parceria continue”, finalizou Bruno Barreto.

O projeto está inserido no portifólio do Programa Energisa Cultural. Com um perfil de multilinguagens, abrangendo música, literatura, audiovisual, artes visuais, artes cênicas, cultura popular e festivais, entre outros, e com o compromisso de nos aproximar da sociedade, por meio de ações culturais e da manifestação dos valores regionais nos territórios de nossa atuação, o Energisa Cultural em 2023 impactou mais de 280 mil pessoas na área de atuação da empresa.

 

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Festival de Cinema de Rondônia estreia com patrocínio da Energisa Festival de Cinema de Rondônia estreia com patrocínio da Energisa

Publicada em: 26/08/2024

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Rondônia

Festival de Cinema de Rondônia estreia com patrocínio da Energisa

A segunda edição do  CineRO – Festival de Cinema de Rondônia , começou oficialmente neste domingo, 25 de agosto, com uma cerimônia de abertura no Teatro Guaporé. O festival tem como principal objetivo ampliar o acesso ao cinema nacional em Rondônia e promover a produção audiovisual do estado.

A programação oficial vai até 1º de setembro de 2024, no Teatro Guaporé e no Cine Veneza. Além das sessões em cinemas, o projeto realiza exibições em locais alternativos, como escolas e bairros periféricos, com mostras temáticas dedicadas a filmes infantis, cinema pan-africano, filmes dirigidos por mulheres, entre outros. Para quem não estará em Porto Velho, o festival também oferece uma  mostra virtual até 24 de setembro, incluindo 10 filmes produzidos em Rondônia. Por fim, a programação ainda inclui  oficinas, workshops e bate-papos, fortalecendo o mercado audiovisual local.

Patrocinado pelo Grupo Energisa e com o apoio do Instituto Energisa, esta edição do festival é viabilizada pela Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e traz uma programação diversificada e acessível.

Estamos felizes em dizer que este projeto está totalmente alinhado com os compromissos da Energisa, que sempre acreditou no poder transformador da cultura, como um direito fundamental. A cultura é um direito de todos e eventos como este são essenciais para promover uma sociedade mais inclusiva, onde a diversidade é reconhecida, preservada e valorizada”, declarou André Theobald, diretor-presidente da Energisa Rondônia.

Neste ano, a curadoria do festival recebeu 1.701 inscrições e selecionou 135 obras, entre curtas, longas, documentários, animações e filmes experimentais.

Estamos muito satisfeitos com a adesão e o interesse pelo festival este ano. Recebemos inscrições de diversas partes do país, o que demonstra a relevância do CineRO no cenário nacional. A nossa meta é continuar expandindo o acesso ao cinema e proporcionando experiências culturais enriquecedoras para todos. Estamos muito felizes com o patrocínio do Grupo Energisa e o apoio do Instituto Energisa, que contribuirão com o sucesso do festival este ano”, celebra Édier Willian, coordenador do festival.

Se você ficou interessado, acesse a  programação completa e não perca a chance de explorar o melhor do cinema de Rondônia e de todo o Brasil.

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Energisa e a potência da cultura paraibana Energisa e a potência da cultura paraibana

Publicada em: 20/08/2024

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 Sustentabilidade

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Paraíba

Energisa e a potência da cultura paraibana

A Paraíba é um estado marcado por uma energia única, um reflexo da força criativa de seu povo. Do litoral ao sertão, essa energia se manifesta em inúmeras formas, e há 24 anos a Energisa se faz presente, impulsionando manifestações culturais que refletem o melhor da identidade paraibana.

Desde sua criação, em 2003, a  Usina Cultural Energisa em João Pessoa tem sido um exemplo vivo de como a energia pode se transformar em cultura. Localizada na região conhecida como Cruz do Peixe e sede da primeira subestação da capital, a Usina Energisa é um excelente exemplo de ocupação cultural dos típicos galpões industriais construídos no início do século XX.

Uma programação permanente ocupa Galerias de Arte, a sala Vladimir Carvalho, a Tenda da Música, o Café da Usina e uma área externa onde são realizados festivais e feiras criativas. Sua atuação no cenário cultural da Paraíba atrai, diariamente, um público interessado em apreciar shows, concertos, exposições, lançamentos de livros, cinema, teatro e tantas outras linguagens.

Usina Cultural Energisa

Em 2023, a Usina comemorou seu 20º aniversário com uma programação multilinguagem, que contou com 87 apresentações e atividades culturais, por meio do Projeto Viva Usina. Do litoral ao sertão, 40 municípios participaram do processo seletivo que somou mais de 740 inscrições. Ao final da seleção, 87 artistas e grupos tradicionais de 12 municípios participaram do projeto, levando à Usina representatividade e diversidade. Além de apresentarem suas produções ao público da Usina, os artistas foram remunerados pelo programa, somando R$ 369 mil de cachês distribuídos para valorizar a cultura nordestina.

É uma honra contribuir com o desenvolvido do nosso estado e uma das alavancas é investir e incentivar a potência cultural da Paraíba, fortalecendo não só a identidade regional, mas também gerando renda por meio da valorização da arte e da cultura local. A Usina é um espaço que concretiza esse propósito, por lá se revelam e se consolidam muitas das potências culturais paraibanas”, afirma Márcio Zidan, diretor-presidente da Energisa Paraíba.  

Presente em todos os momentos importantes da vida na Paraíba, a Energisa não fornece energia apenas para mover o estado, mas também está ao lado da população em suas celebrações mais significativas. Pelo 10º ano consecutivo, a empresa apoiou a realização do “Maior São João do Mundo”, em Campina Grande, e promoveu o Natal na Usina, ocupando seu centro cultural com a magia natalina ao longo de todo o mês de dezembro.

O “Maior São João do Mundo ”, em Campina Grande, atrai todos os anos uma multidão de visitantes de todo o Brasil para celebrar a cultura nordestina. A Energisa não só patrocina o evento, mas também quer garantir que a energia chegue sem interrupções durante os 33 dias de festas. Ao longo dos últimos 2 anos, foram entregues as reformas dos sistemas de iluminação dos espaços que recebem os festejos, com a substituição de lâmpadas antigas por luminárias de LED, o que gerou economia para a cidade e redução do consumo de energia. Além disso, a empresa atua junto aos barraqueiros locais, assegurando que as instalações elétricas estejam balanceadas e seguras.

Festa de São João em Campina Grande

Já durante as festas natalinas, a Usina Cultural Energisa recebe a já tradicional edição do  Natal na Usina. Este evento, que completou sua décima edição em 2023, transformou-se em um verdadeiro festival multicultural que enriquece o calendário cultural de João Pessoa.

No último ano, o Natal na Usina trouxe uma programação vibrante que incluiu 57 atrações artísticas, dois concursos, uma exposição fotográfica, além de uma feira criativa e de gastronomia. A celebração anual gera impacto econômico significativo na cidade, movimentando cerca de R$ 2 milhões e criando oportunidades de trabalho para 700 profissionais da cultura.

Aliando a força da tradição nordestina com a potência da inovação, a Energisa tem ido muito além do fornecimento de energia elétrica, tornando-se uma verdadeira parceira no desenvolvimento da Paraíba. Nosso compromisso é transformar energia em desenvolvimento cultural, econômico e social, garantindo que a cultura paraibana siga iluminando novos caminhos por muitas décadas.

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Emcena Brasil: o caminhão da alegria que encanta o país Emcena Brasil: o caminhão da alegria que encanta o país

Publicada em: 29/07/2024

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Brasil

Emcena Brasil: o caminhão da alegria que encanta o país

Imagine um caminhão carregando um enorme contêiner cheio de surpresas que se abrem como um circo! Esse é o projeto Emcena Brasil, criado em 1995 por Orlando Moreno e que há mais de 16 anos percorre o Brasil levando teatro, cinema, oficinas e diversão para todas as idades.

De dentro do contêiner saem atrizes, atores, figurinos, cenários e os materiais para as oficinas práticas. Um evento do Emcena Brasil costuma durar 5 horas, começando com uma peça para todas as infâncias. Em seguida, acontecem oficinas de construção de brinquedos, como cataventos e bonecas. Para finalizar, sessões de cinema e peças para o público jovem e adultos. É uma verdadeira festa!

O projeto, que já rodou por mais de 600 cidades de todas as regiões do Brasil, agora chegou mais longe. Contando com o patrocínio da Energisa pelo terceiro ano, o caminhão do Emcena Brasil foi pela primeira vez até o estado do Acre, visitando o Parque do Tucumã e a Praça da Revolução em Rio Branco. O evento atraiu mais de 8 mil pessoas em 2 dias de programação.

O projeto Emcena Brasil demonstra como a Energisa, através do programa Energisa Cultural, apoia iniciativas que promovem uma rica experiência cultural nas regiões onde atua. O projeto não só proporciona entretenimento e educação, mas também cria oportunidades para a interação entre artistas de fora e as comunidades locais. Esse intercâmbio é essencial para fortalecer a conexão entre as diferentes manifestações culturais, respeitando as tradições e expressões de cada região. É inspirador ver a alegria nos rostos das crianças e a participação ativa das comunidades, tornando cada evento único e memorável", afirma Delânia Cavalcante, coordenadora de investimento social do Grupo Energisa.

O roteiro do caminhão é definido em parceria com a Energisa e as prefeituras locais. Além disso, os eventos sempre contam com convidados locais para gerar conexão e abrilhantar as apresentações da trupe.

Contamos sempre com as prefeituras locais para realizar a divulgação e ajudar na organização. Buscar artistas locais é muito importante e gratificante para nós, pois realizamos esse intercâmbio. Outra coisa impressionante é o engajamento das crianças na oficina de construção das bonecas Abayomi. Elas se engajam, querem aprender e depois saem brincando com as bonecas, investindo tempo lúdico, criativo e educativo fora das telas, o que é uma luta hoje em dia”, contou Luciana Marques, uma das organizadoras do projeto.

“Abayomi” significa “encontro precioso”. Reza a lenda que a boneca Abayomi nasceu nos navios negreiros. Para acalentar suas filhas e filhos nos porões dos navios, as mães rasgavam retalhos das suas longas saias e atavam nós para confeccionar bonecas que serviam como amuleto de proteção. São um símbolo de resistência, tradição e poder feminino.

Todo encontro com o público é precioso para os artistas. Além de interagirem durante as oficinas, os atores sempre descem do palco ao final das apresentações para conversar com os espectadores, criando trocas únicas que também ficam registradas em um caderno de mensagens aberto a todos que queiram se manifestar.

O projeto está inserido no portifólio do Programa Energisa Cultural. Com um perfil de multilinguagens, abrangendo música, literatura, audiovisual, artes visuais, artes cênicas, cultura popular e festivais, entre outros, e com o compromisso de nos aproximar da sociedade, por meio de ações culturais e da manifestação dos valores regionais nos territórios de nossa atuação, o Energisa Cultural em 2023 impactou mais de 280 mil pessoas na área de atuação da empresa.

A nossa relação com a Energisa tem sido especial. Não só pelo patrocínio e pela possibilidade de alcançar outros lugares do país, mas pelo engajamento da empresa. São raros os patrocinadores que chegam junto, para ver com os próprios olhos as ações fomentadas. Isso é muito enriquecedor. Fazemos todos os relatórios, mandamos fotos e tudo. Mas ter, como foi no Acre, a presença de tantos diretores e funcionários da empresa participando das oficinas e assistindo às apresentações, é algo diferente”, finalizou Luciana Marques.

O Emcena Brasil também tem levado o nome do país para o exterior. Esse ano farão uma turnê por Portugal e Espanha com a peça Ariano, o cavaleiro sertanejo, uma homenagem aos personagens e à história de Ariano Suassuna, um dos maiores dramaturgos do país. 

E não para por aí! Na volta, no finalzinho de agosto, a companhia emenda viagens por 6 cidades do estado de São Paulo: Pinhalzinho, Adamantina, Santo Anastácio, Bastos, Paraguaçu Paulista e Urupês. Se você mora nessas localidades, fique atento na página @projetoemcenabrasil porque esse caminhão de alegria e cultura logo vai aportar na sua cidade!

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Arte, cultura e gastronomia em Nova Friburgo Arte, cultura e gastronomia em Nova Friburgo

Publicada em: 29/07/2024

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Rio de Janeiro

Arte, cultura e gastronomia em Nova Friburgo

O Festival de Inverno 2024 de Nova Friburgo promete aquecer os corações com uma programação cultural rica e diversificada, incluindo apresentações de bandas, peças teatrais, espetáculos de dança e um festival gastronômico. O evento, já tradicional na região serrana do Rio de Janeiro, busca democratizar o acesso à cultura, proporcionando uma experiência diversificada e inclusiva para todos os públicos.

A música, como sempre, será um dos grandes atrativos do festival, com apresentações de bandas locais e nacionais. O festival oferece uma variedade de gêneros musicais, desde o rock até o clássico, garantindo que todos possam desfrutar de performances emocionantes e de alta qualidade.

No teatro, o festival apresentará peças que foram cuidadosamente selecionadas para atender a públicos variados, promovendo a inclusão e garantindo que todos possam apreciar o evento. No dia 1º de agosto, a Usina Cultural Energisa receberá o emocionante monólogo Cartas de Maria Julieta e Carlos Drummond de Andrade, da atriz Sura Berditchevsky, criado a partir das correspondências entre o poeta mineiro e sua filha. O projeto é uma parceria da atriz com o neto caçula de Drummond, que recebeu do avô a função de cuidar de sua obra após sua morte.

Além disso, a literatura e a dança terão seu lugar de destaque, com cafés literários e lançamentos de livros, bem como espetáculos de dança que vão do balé clássico ao contemporâneo, encantando o público com sua diversidade. No dia 3 de agosto, o renomado coreógrafo Carlinhos de Jesus dará uma aula show na Praça Demerval Barbosa Moreira, aberta para todos os públicos.

O festival também dará visibilidade ao cinema, com uma seleção de curtas-metragens e documentários, destacando talentos locais e nacionais. Complementando essa oferta cultural, serão realizadas oficinas de capacitação no audiovisual com o objetivo de formar novos talentos e incentivar a produção cultural local.

Paralelamente ao Festival de Inverno, o Gastrobier de Inverno celebrará a rica culinária serrana da região de Nova Friburgo. Este evento gastronômico destaca pratos elaborados com ingredientes frescos e locais, proporcionando uma experiência única e promovendo o desenvolvimento econômico da cidade.

O projeto está inserido no portifólio do Programa Energisa Cultural. Com um perfil de multilinguagens, abrangendo música, literatura, audiovisual, artes visuais, artes cênicas, cultura popular e festivais, entre outros, e com o compromisso de nos aproximar da sociedade, por meio de ações culturais e da manifestação dos valores regionais nos territórios de nossa atuação, o Energisa Cultural em 2023 impactou mais de 280 mil pessoas na área de atuação da empresa.

O Festival de Inverno de Nova Friburgo 2024 promete ser uma experiência marcante, oferecendo uma vasta gama de atividades culturais e educativas para todos os públicos. É uma oportunidade única para moradores e visitantes se envolverem e apreciarem a riqueza cultural da região. Siga @festivaldeinvernonf no Instagram para ficar ligado nos detalhes e novidades da programação.

Serviço:

Festival de Inverno de Nova Friburgo 2024
Local: Teatro Municipal Laercio Ventura Rangel, Usina Cultural Energisa, Oficina Escola de Artes, Praça Demerval Barbosa Moreira e Anfiteatro

Ingressos: Serão distribuídos 1 hora antes dos espetáculos. Sujeito a lotação. Somente 1 ingresso por CPF. Consulte a classificação etária dos espetáculos

Programação completa:

  • 01/08
    • 18h: Alexsandro Lamego (Usina Cultural Energisa) – Música
    • 19h: Agosto Suíço (Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura) 
    • 20h: Cartas de Maria Julieta e Carlos Drummond de Andrade (Usina Cultural Energisa) - Teatro
  • 02/08
    • 19h: Fabio Zanon (Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura) - Música
    • 20h: DJ Tarso (Anfiteatro) - Música
    • 21h: Legião Urbana Cover do Brasil (Anfiteatro) - Música
  • 03/08
    • 11h: Sociedade Musical Euterpe Lumiarense (Praça Demerval Barbosa Moreira) - Música
    • 13h: Zé Zen e os Saposicodélicos (Praça Demerval Barbosa Moreira) - Música
    • 14h: Lançamento do livro Estrela de Madureira de Marcelo Moutinho (Oficina Escola de Artes) - Literatura
    • 14h: Íris e Santiago Duo (Oficina Escola de Artes) - Música
    • 15h: Viviane Lisboa e Banda – Especial Rita Lee (Praça Demerval Barbosa Moreira) - Música
    • 17h: Aula Show com Carlinhos de Jesus (Praça Demerval Barbosa Moreira) - Dança
    • 17h: Quarteto Atlas (Teatro Municipal Laercio Ventura Rangel) - Música
    • 19h: Nó Cego (Praça Demerval Barbosa Moreira) - Música
    • 20h: Quinteto de Metais da Orquestra Petrobras Sinfônica (Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura) - Música
    • 21h: Efeito Estufa Especial Zé Ramalho (Praça Demerval Barbosa Moreira) - Música
  • 04/08
    • 11h: Aula de Zumba com Jonathan Werlingue (Praça Demerval Barbosa Moreira) - Dança
    • 15h: Eugênio – O Jacaré Avarento – Cia Artes Integradas (Usina Cultural Energisa) - Apresentação Artística Infantil
    • 15h: Caru de Souza e Banda The Blues Stoles – “Amor, Pele & Blues” – (Praça Demerval Barbosa Moreira) – Música 
    • 15h40: Oficina de garrafa (Usina Cultural Energisa) – Oficina 
    • 18h: Duo Ceccato e Béchemin – Flauta e Fagotte (Usina Cultural Energisa) – Música
    • 18h: Café Bourbon (Praça Demerval Barbosa Moreira) – Música 
    • 19h: Raul Seixas – O Musical com Bruce Gomlevsky (Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura) - Teatro
    • 20h: Los Gringos (Praça Demerval Barbosa Moreira) - Música
  • 05/08
    • 15h: Belinha e sua Malinha (Praça Demerval Barbosa Moreira) – Apresentação Infantil 
    • 16h: DJ Bispim (Praça Demerval Barbosa Moreira) – Música 
    • 19h: Paisagens Sonoras (Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura) – Música 
    • 21h: Ensaio sobre a Perda com Hamilton Dias e Herton Gustavo Gratto (Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura) - Teatro
  • 06/08
    • 13h às 20h: Exposição Tramatopia - Artes Têxteis (Usina Cultural Energisa) – Arte/Exposição 
    • 15h: O Saci – Cia Arteira (Praça Demerval Barbosa Moreira) - Teatro
    • 16h: DJ Curupira (Praça Demerval Barbosa Moreira) - Música
    • 18h: Isaac Cainã (Usina Cultural Energisa) - Música
    • 19h: Concerto “Entrecordas” Duo Bevilacqua – Assumpção (Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura) – Música
    • 19h às 22h – Oficina de Teatro com Bernardo Dugin (Oficina Escola de Artes) – Oficina 
    • 20h: As Pandeirosas (Usina Cultural Energisa) - Música
    • 20h: Recital lírico “A Violeta para Mozart” (Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura) - Música
  • 07/08
    • 14h: Oficina de flâmulas (Praça Demerval Barbosa Moreira) – Oficina 
    • 15h: As aventuras de Rajado e Branquinha – Grupo em Grupo Artes Cênicas (Praça Demerval Barbosa Moreira) – Teatro Infantil 
    • 16h: Gabriel Mágico – Mágica em Close (Praça Demerval Barbosa Moreira) – Apresentação de mágica 
    • 19h: Studio 3 Núcleo de Artes e Danças de Nova Friburgo – Duo Jazz (Usina Cultural Energisa) – Dança
    • 19h às 22h – Oficina de Teatro com Bernardo Dugin (Oficina Escola de Artes) – Oficina 
    • 19h15: PETRA – Escola de Danças Orientais (Usina Energisa Cultural) – Dança 
    • 20h: Trenzinho Caipira – Escola de Dança Petite Danse (Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura) - Dança
  • 08/08
    • 09h às 12h: Curso de Roteiros para TVs, Cinema e Novas Mídias para estudantes (Usina Cultural Energisa) – Oficina com David Massena
    • 13h às 17h: Curso de Roteiros para TVs, Cinema e Novas Mídias para estudantes (Usina Cultural Energisa) – Oficina com David Massena
    • 19h: Os Moitas de Rio Bonito de Cima de Pedro Urano (Usina Cultural Energisa) – Cinema
    •  
    • 19h: Pifania da Mata de Yuli Nakamura (Usina Cultural Energisa) - Cinema
    • 19h: Visões do Paraíso (Usina Cultural Energisa) - Cinema
    • 20h: Banda Euterpe Friburguense com Claudio Nucci (Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura) - Música
  • 09/08
    • 19h: Formigueiro (Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura) - Dança
    • 20h: Trio Choro Bambuco (Usina Cultural Energisa) - Música
    • 21h: Bohemian Rock Queen Cover (Anfiteatro) - Música
  • 10/08
    • 11h: Projeto Ballet Bonito (Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura) – Dança
    • 14h às 17h – Café Literário com Márcia Lobosco (Usina Cultural Energisa) e Anna Cláudia
    • 16h: Recital de canto com Eric Herrero (tenor) e Mateus Araujo (pianista) (Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura) - Música
    • 19h: Rabecaria – Forró de Rabecaria (Usina Cultural Energisa) - Música
  • 11/08
    • 13h30: Filhas de Bamba (Anfiteatro) - Música
    • 15h: Kaisso (Anfiteatro) - Música
    • 17h: Flores de Maio com Cil Côrrea (Usina Cultural Energisa) - Teatro
    • 20h: Milton Guedes (Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura) - Música
  • 12/08
    • 20h: S.M.B Campesina Friburguense (Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura) - Música
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Imagineland 2024: festival transforma João Pessoa em paraíso geek Imagineland 2024: festival transforma João Pessoa em paraíso geek

Publicada em: 22/07/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Paraíba

Imagineland 2024: festival transforma João Pessoa no paraíso para os amantes de quadrinhos, cinema, séries e games

O Imagineland, o mais importante festival de cultura pop do Nordeste, retorna este ano para celebrar o universo geek com muita energia e entusiasmo. O evento promete entregar muitas novidades para os amantes de quadrinhos, cinema, séries e games. Será um fim de semana inesquecível com mais de 100 horas de programação com vários artistas nacionais e internacionais, painéis, arena gamer, concurso de cosplay e muito mais!

Destaques da programação do Imagineland 2024

O grande homenageado da edição deste ano será o renomado diretor brasileiro Carlos Saldanha (Rio, A Era do Gelo, Touro Ferdinando), indicado a dois prêmios Oscar. Quem também estará no evento é Mônica Sousa, diretora executiva da Mauricio de Sousa Produções e a inspiração para uma das personagens mais queridas dos quadrinhos brasileiros.

No sábado, dia 27 de julho, ocorre o painel temático do filme “O Auto da Compadecida 2”, com Matheus Nachtergaele, Selton Mello e Virgínia Cavendish, que interpretam os inesquecíveis personagens João Grilo, Chicó e Rosinha. Além dos atores, também participam a codiretora do filme, Flávia Lacerda, o diretor de fotografia, Gustavo Hadba, e João Suassuna, neto de Ariano Suassuna, autor da obra original. 

Para comemorar os 25 anos do Bob Esponja, o Imagineland 2024 instalou um Bob Esponja gigante inflável no Busto de Tamandaré, em Tambaú. No dia 25 de julho, um dia antes do início do Imagineland, o boneco de 6 metros de altura será levado ao Centro de Convenções, sede do evento, onde o público poderá tirar fotos com ele. Durante o festival, o próprio dublador do Bob Esponja, Wendel Bezerra, estará presente, além de Guilherme Briggs (o Buzz Lightyear de Toy Story, o Optimus Prime da franquia Transformers), ambos pela primeira vez na Paraíba.

Bob Esponja gigante na orla de João Pessoa

Os fãs de histórias em quadrinhos farão a festa com um super Artists’ Alley formado por 160 artistas de dentro e fora do Brasil, entre eles o inglês John Higgins (colorista de Watchmen e A Piada Mortal), que virá ao evento lançar a HQ Mundo Sem Fim em parceria com a editora Pipoca & Nanquim; o francês Fabien Toulmé (Duas Vidas) e o uruguaio Christian Duce (Liga da Justiça Vs Godzilla Vs Kong), além dos brasileiros Ivan Reis (SP), Rafa Coutinho (SP), Sidney Gusman (Editor do MSP), Shiko (PB) e Paulo Moreira (PB), entre outros.

Outras atrações incluem o ator e cantor mexicano Christian Chávez, do grupo RBD; o ator norte-americano Michael Cudlitz (o Abraham de The Walking Dead e o Lex Luthor de Superman & Lois) e as cosplayers Maid of Might e Cassandra Ariel.

Por fim, o Imagineland também promove, em paralelo, o Music Arena, no estacionamento do Centro de Convenções de João Pessoa. É lá que irá acontecer o show Celebrating Life Through Death, que marca a despedida do grupo Sepultura dos palcos.

Programação extra com atividades interativas do Espaço Energia

Além de patrocinar o festival, a Energisa preparou uma série de ações, como um workshop de quadrinhos gratuito para crianças, exibição de filmes e uma ativação montada com uma amostra do museu de energia, o Espaço Energia.

Localizado na Usina Cultural Energisa, o Espaço Energia é um espaço gratuito, que oferece ao público uma viagem no mundo da energia elétrica, desde muito tempo antes dela existir, até os dias de hoje. No Imagineland, os visitantes poderão interagir com diversos experimentos do museu, incluindo a famosa Bobina de Tesla, a Máquina de Wimshurst, o Gerador de Van de Graaff, o Jogo do Circuito, a Pilha Humana, os Óculos 360º e muito mais.

Crianças se divertindo com as atrações do Espaço Energia

Além das atividades interativas, haverá a exibição de oito projetos de animação de jovens talentos de Cataguases, produzidos no Animaparque, o estúdio de animação do Polo de Audiovisual patrocinado pelo Grupo Energisa, com apoio cultural do Instituto Energisa.

"Estamos muito felizes em participar do festival e levar para o público um pedacinho do Espaço Energia: uma oportunidade de aprender sobre ciência e tecnologia, de forma divertida e interativa”, afirmou Ana Paula Nunes da Silva, analista de eficiência energética da Energisa Paraíba.

No dia 24 de julho, haverá também um workshop gratuito na Usina Cultural Energisa sobre segurança na comunidade com foco em cuidados com a rede elétrica, com os quadrinistas Amalía Lira, Ilustra Lu, Daniel Alexandre e Paulo Moreira. O evento será destinado a alunos de escolas públicas e os participantes aprenderão técnicas de desenho e criação de quadrinhos. Os produtos desse workshop serão exibidos no stand da Energisa durante os três dias do Imagineland. 

Se você ficou interessado, confira toda a programação e compre já o seu ingresso diretamente no site do festival.

 
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Festival de Viola de Piacatuba: uma imersão na cultura e sabores de MG Festival de Viola de Piacatuba: uma imersão na cultura e sabores de MG

Publicada em: 18/07/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Minas Gerais

Festival de Viola de Piacatuba: uma imersão na cultura e sabores de Minas Gerais

Piacatuba é um distrito de Leopoldina, município da Zona da Mata mineira, localizado a 322 km da capital Belo Horizonte. Além de ser um dos mais antigos distritos da região e guardar um patrimônio histórico belíssimo que remonta ao final do século XIX, a localidade também é conhecida por sua boa comida, música, festas e hospitalidade, principalmente quando acontece o Festival de Viola e Gastronomia de Piacatuba.

Este ano, a festividade chega à sua 19ª edição, consolidando-se como um dos eventos mais aguardados de Minas Gerais. Realizado entre os dias 24 e 28 de julho, a festa reúne música de raiz, a rica culinária mineira, além de oficinas gratuitas, atraindo turistas e entusiastas de todo o país.

A programação musical deste ano promete emocionar o público com grandes nomes da moda de viola, como Francis Rosa, Gabriel Guedes, Wilson Dias, Gabriel Sater e um arrasta-pé de respeito com o grupo Forró Maravilhas. Além das apresentações renomadas, o festival inclui o tradicional Concurso de Viola, que irá distribuir R$ 28 mil em prêmios. Depois de um período de inscrições e do processo seletivo, 15 canções foram selecionadas para a final com músicos de vários estados do Brasil. 

A valorização da cultura local e a junção de grandes nomes com quem ainda está começando a colocar o pé na estrada é uma marca registrada dos eventos culturais patrocinados pelo Grupo Energisa. 

Somos patrocinadores do Festival de Piacatuba, desde sua primeira edição. Sua curadoria promove o resgate da cultura e o desenvolvimento econômico da região. Um evento conhecido nacionalmente, cercado de muita cultura, entretenimento e o melhor da gastronomia mineira, atraindo milhares de visitantes”, comenta Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio.

E por falar em gastronomia, a culinária é mesmo outro ponto alto do evento, com a participação de vários restaurantes que oferecem pratos típicos de Minas Gerais, como feijão tropeiro, frango com quiabo, doces caseiros e, claro, sem deixar faltar a cachaça mineira para esquentar as noites frias. Um deleite para quem quer ouvir boa música e ter uma verdadeira imersão nos sabores regionais.

Além das apresentações musicais e da gastronomia, o festival ainda oferece diversas oficinas culturais. Nelas, o público de todas as idades pode se entreter e aprender técnicas e expressões das mais variadas. Vão ser oferecidas oficinas de culinária, moda, cerâmica, yoga, além de aulas show sobre os mais variados temas, que vão desde os segredos do vinho até a conscientização sobre o uso dos celulares.

O Festival de Viola e Gastronomia de Piacatuba é mais do que um evento cultural; é uma celebração da música, da culinária e das tradições mineiras. Com o apoio de patrocinadores como a Energisa e o envolvimento da comunidade local, o festival continua a crescer, proporcionando experiências únicas para todos os participantes e fortalecendo a identidade cultural da região.

O projeto está inserido no portifólio do Programa Energisa Cultural. Com um perfil de multilinguagens, abrangendo música, literatura, audiovisual, artes visuais, artes cênicas, cultura popular e festivais, entre outros, e com o compromisso de nos aproximar da sociedade, por meio de ações culturais e da manifestação dos valores regionais nos territórios de nossa atuação, o Energisa Cultural em 2023 impactou mais de 280 mil pessoas na área de atuação da empresa.

Serviço

Confira aqui a programação do Festival de Piacatuba: 

  • 24 de julho: Francis Rosa / Gabriel Guedes 
  • 25 de julho: Wilson Dias / Porteira Elétrica 
  • 26 de julho: Concurso dos Violeiros / Gabriel Sater 
  • 27 de julho: Forró Maravilhas / Os Serafins convidam Marcio Guelber
  • 28 de julho: a partir das 14h, diversão para as crianças.

Produzido e coordenado por Maria Lúcia Braga, o Festival de Viola conta com o patrocínio da Energisa e do Governo de Minas, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Estado de Minas Gerais, e apoio cultural do Instituto Energisa e da Fundação Ormeo Junqueira Botelho. 

Para conhecer o circuito gastronômico e a programação das oficinas, acesse festivaldepiacatuba.com.br.

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Escola de Fotógrafos Cegos: muito além da imagem Escola de Fotógrafos Cegos: muito além da imagem

Publicada em: 12/07/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

Região: 

Espírito Santo

Escola de Fotógrafos Cegos: muito além da imagem

Um cego pode fotografar? Essa talvez seja a pergunta mais recorrente ao longo das exposições. As oficinas da Escola de Fotógrafos Cegos ensinam o uso técnico da câmera, aberturas de luz, diferenças entre as lentes e captação, conversas sobre composição de imagem com a presença constante de um assistente vidente para cada fotógrafo cego. É nessa linda relação marcada pela descrição oral do ambiente que a ideia da foto se forma na cabeça do fotógrafo e é traduzida em imagem. Aquilo que para muitos poderia ser uma limitação vira um trampolim para um salto metafórico que transforma a imagem final em arte.

Quem está por trás desta iniciativa é Rejane Arruda, uma visionária do não ver. Ou melhor, alguém que vê usando os outros sentidos. Atriz com uma trajetória intimamente ligada à fotografia e ao vídeo, tendo sido professora de fotografia na Universidade de Vila Velha, ela vem desenvolvendo um trabalho pioneiro no Brasil com a Escola de Fotógrafos Cegos.

Série de fotografias por fotógrafos-cegos da EFC

Tudo começou em 2021 com uma série de oficinas para os primeiros fotógrafos cegos, em um projeto financiado por meio da Lei Aldir Blanc proposto pela SOCA Brasil, associação cultural fundada por Rejane. A experiência foi bastante intensa tanto para a professora quanto para os alunos, demonstrando não apenas que a arte é um instrumento de inclusão social, mas também que a inclusão é um instrumento de invenções no campo das artes. 

Com esse espírito, Rejane decidiu buscar apoio para continuar. Em 2022, por meio da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba, a SOCA Brasil pode consolidar sua Escola de Fotógrafos Cegos graças ao patrocínio da ES Gás, distribuidora de gás natural adquirida pelo Grupo Energisa em 2023. Com oficinas durante um ano, a escola formou uma inédita turma com 12 fotógrafos cegos.

É muito importante enfatizar que eles são totalmente cegos, sendo 6 de nascença e 6 com cegueira adquirida ao longo da vida. Portanto, 6 nunca viram uma imagem e, mesmo assim, têm até teorias sobre a imagem. É um projeto que articula saberes, não se restringindo apenas à técnica, mas procura transmitir conhecimento para pessoas com deficiência visual”, contou Rejane.

Desde então, esse coletivo vem realizando exposições em diversas cidades do Espírito Santo. A primeira exposição, “Quando Fecho os Olhos Vejo Mais Perto”, estreou em Vitória no final de 2022. 

Para a fotógrafa e pensadora Charlotte Cotton, referência para Rejane, “o ato da criação artística começa muito tempo antes de a câmera ser efetivamente fixada na posição adequada e a imagem ser registrada, uma vez que se inicia com o planejamento da ideia criativa”.  Com esse pensamento, de que a imagem se forma dentro da cabeça antes de se formar com a visão, a Escola de Fotógrafos Cegos descoloniza o olhar, colocando outros sentidos a serviço da fotografia. Em uma arte tida como unicamente visual, a descrição oral da cena por parte de ajudantes videntes permite que a fotografia transcenda a própria visão.

A transmissão via oral é fundante e eles trazem essa experiência. Um dia, uma mãe ensinou: ‘Minha filha, isso é o azul.’ Mas a criança respondeu: ‘Mãe, eu não enxergo o azul. Não sei a diferença entre o azul e o vermelho, para mim tudo é liso. Como vou entender a diferença?’ A mãe explicou: ‘Minha filha, o azul é o céu. O azul me transmite calma, uma sensação de infinitude.’ Assim, a criança começou a entender e gostar do azul. Conhecemos cegos hoje que descrevem as cores assim: ‘Eu estou com uma blusa azul,’ mesmo sem vê-las, porque alguém usou a linguagem para explicar e aquilo marcou a subjetividade dessa pessoa. Pode ter sido a mãe, uma bibliotecária, ou outra pessoa fora do círculo familiar que transmitiu essas informações sobre o azul e o vermelho", explicou Rejane.   

A oficina flui comentando as imagens dos fotógrafos num discurso objetivo, mas transbordado de poesia. No relato da imagem, é possível dar dicas de como mover a câmera para conseguir um outro ângulo ou uma diagonal mais exata, ou como dispor os objetos em cena para alterar a própria geometria do espaço.

A forma como descrevemos é fundamental. Precisamos dar essa devolutiva para eles e problematizar toda a produção. Hoje, temos uma equipe de audiodescritores realizando pesquisas conosco. Por exemplo, o projeto destinado a Vila Velha inclui uma nova oficina, e a exposição em 6 cidades do Espírito Santo oferece um workshop no dia da inauguração”, comentou Rejane.

A ES Gás acredita na importância de investir na cultura local para fortalecer os laços com a comunidade e contribuir na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. Esse projeto pioneiro é a representação disso, potencializando a inclusão por meio da arte da fotografia. E falar de fotógrafos cegos pode parecer inacreditável, mas as obras são lindas e com uma imprevisibilidade no olhar que todos precisam conhecer”, disse Fabio Bertollo, diretor-presidente da ES Gás.

O trabalho com as escolas e estudantes é um marco para o projeto. Fomentar a arte e a inclusão nos mostra a importância de conviver com a diferença, com a pluralidade e a diversidade. Em ambientes escolares cada vez mais tomados pelo bullying, saber perceber e valorizar as diferenças é um enorme feito para criar um espaço de aprendizado (e um mundo) mais justo e acolhedor. Todo esse impacto em pouco tempo só desperta o desejo de ir ainda mais além com o projeto.

Somos muito gratas à Energisa e à ES Gás por serem solidárias ao projeto. Por gostarem, por estarem ali de coração, por terem escolhido a gente e reconhecerem o valor inovador que o projeto tem. É um projeto que transforma tanto a vida dessas pessoas quanto a vida das famílias. São projetos que encantam e é por isso queremos expandir para todo o Brasil. Recebemos perguntas de pessoas do Rio de Janeiro e São Paulo, bem como de outras regiões, pedindo para levarmos a nossa iniciativa para lá”, finalizou Rejane.

Se entre 1996 e 1998, o artista Cao Guimaraens foi levado por amigos para fotografar vendado cidades desconhecidas, formando um conjunto de imagens às cegas, a Escola de Fotógrafos Cegos promove esse trabalho no século XXI com pessoas cegas, levando a interação com a fotografia e a relação com a imagem a novos e imprevisíveis desdobramentos.

Foto de capa: fotógrafo-cego Jonatas Sobral na EFC, por Enzo Rodrigues.

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