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Energisa celebra 120 anos com toque de campainha na B3 Energisa celebra 120 anos com toque de campainha na B3

Publicada em: 25/07/2025

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 120 Anos

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Brasil

Energisa celebra 120 anos com toque de campainha na B3

Nesta quarta-feira (24), a Energisa retornou simbolicamente ao ambiente onde, há mais de um século, escreveu um dos primeiros capítulos de sua trajetória empreendedora. A cerimônia de toque de campainha na B3, em São Paulo, marcou a mais uma das comemorações dos 120 anos do grupo, um dos maiores players privados com capital no setor elétrico brasileiro. 

Com atuação em todas as regiões do país, a Energisa atende mais de 20 milhões de pessoas em 939 municípios, por meio de um ecossistema completo de produtos e serviços voltados para a transformação energética. Da distribuição e transmissão à geração de energia renovável e soluções inteligentes, o grupo tem como missão conectar pessoas e empresas à melhor solução de energia, construindo um futuro mais sustentável. 

Participaram da solenidade o o CEO da Energisa, Ricardo Botelho, o CFO Maurício Botelho, o presidente da B3, Gilson Finkelsztain, mais de 100 investidores, além de executivos da companhia e convidados.  

Em sua fala, Ricardo Botelho, relembrou o pioneirismo da empresa desde sua origem: 

A Energisa tem uma belíssima história de pioneirismo e empreendedorismo em uma atividade de serviço público de energia elétrica que, ao longo deste período, passou por inúmeras transformações, muitas impulsionadas por nós”, afirmou. “A confiança do mercado de capitais é algo que preservamos e honramos até hoje.”  

Ricardo também agradeceu: 

Gilson e equipe B3, mais uma vez muito obrigado pela acolhida nesta Casa, que simboliza nossa relação tão estreita e de longa data.” 

Já Maurício destacou a emoção do evento: 

É sempre emocionante bater o martelo ou soar a campainha de mais um evento importante, em especial, aqui na B3, que é a casa que representa o mercado de capitais brasileiro. Acreditamos que o desenvolvimento do país passa pela expansão do mercado de capitais nacional.” 

O presidente da B3, Gilson Finkelsztain também trouxe em sua fala a relevância da presença da Energisa na Bolsa como símbolo de longevidade, solidez e compromisso com o futuro: 

Hoje, o toque de campainha representa não apenas o início da negociação do pregão, mas o reconhecimento público de uma trajetória marcada pela excelência, inovação e compromisso com o futuro. Na B3, trabalhamos para que mais empresas tenham acesso ao mercado, com visão de longo prazo e compromisso com a sociedade. E é por isso que celebramos quando vemos empresas como a Energisa utilizando esse ecossistema para crescer e gerar impacto.” 

Um legado de mais de um século 

A relação da Energisa com o mercado de capitais começou em 1907, quando a então Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina abriu seu capital com a emissão de ações no valor de 300 contos de réis, o equivalente a cerca de R$ 37 milhões atualmente. A operação foi fundamental para viabilizar os investimentos necessários à chegada da energia elétrica à região da Zona da Mata mineira e marcou o início de uma jornada marcada pela confiança do mercado. 

Mesmo diante de contextos desafiadores, recessões econômicas, duas guerras mundiais, pandemias, racionamentos de energia e sucessivas mudanças de política econômica, a Energisa manteve sua solidez e compromisso com uma visão de longo prazo. Cresceu de forma sustentável, aliando experiência, ousadia e governança de excelência. 

Ecossistema completo, de olho no futuro 

Ao longo dos anos, a Energisa diversificou sua atuação e hoje reúne, além das nove distribuidoras de energia, doze concessões de transmissão, geração de grande porte por fontes renováveis, uma empresa de gás natural (ES Gás), uma central de serviços compartilhados, uma empresa de contact center, uma fintech – a Voltz, primeira do setor elétrico – e a marca de soluções energéticas (re)energisa, com foco em geração distribuída, mercado livre e serviços de valor agregado. 

Ao retornar simbolicamente à Bolsa, a o grupo reforça seu DNA inovador e sua vocação de protagonismo em um setor que passa por transformações profundas e aceleradas. O compromisso com o Brasil e com a transição energética segue guiando os próximos capítulos dessa história centenária. Uma trajetória que começou com ousadia e que continua mirando o futuro. 

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Campanha da Energisa com Michel Teló descomplica temas importantes Campanha da Energisa com Michel Teló descomplica temas importantes

Publicada em: 23/07/2025

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 Comunidade

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Como foco no cliente, nova campanha da Energisa com Michel Teló descomplica temas importantes sobre energia elétrica

Como parte das comemorações pelos 120 anos do Grupo Energisa, o cantor, apresentador e empresário Michel Teló é o protagonista da nova campanha Michel Tem Luz!. Criada pela agência Heads, do Brivia Group, a campanha aposta no carisma e na linguagem simples do artista para transformar temas técnicos, como o funcionamento da conta de luz e o consumo consciente de energia, em conversas leves e úteis para o dia a dia. 

No ar desde 23 de julho, a ação traz dez filmes publicitários para TV e canais digitais, além de spots de rádio, peças para mobiliário urbano (OOH) e conteúdos exclusivos para redes sociais. A estética moderna e tecnológica dos vídeos, com cenário futurista, simboliza a inovação dos serviços e canais digitais da Energisa. A produção audiovisual é assinada pela Kombat Films, com direção de Gabriel Mattar, áudio do Studio Nova Onda e fotografia do Artluz Studio. 

A Energisa é uma marca presente na vida de milhões de brasileiros. Nosso compromisso é manter um diálogo próximo, transparente e relevante com os consumidores. E ninguém melhor que o Teló para levar luz a essas conversas, com uma linguagem simples e cheia de carisma”, afirma o gerente executivo de Marketing e Marca do Grupo Energisa, Luis Daniel Brito. 

A campanha também reflete os investimentos constantes da Energisa na melhoria da experiência do cliente. Nos últimos anos, a empresa ampliou seus canais de atendimento, investiu em digitalização e criou estruturas específicas para situações críticas, como eventos climáticos severos. O sistema ADMS (Advanced Distribution Management System), por exemplo, integra a gestão da rede elétrica com a central de atendimento, trazendo mais agilidade e assertividade no suporte aos clientes. A criação de canais específicos para temas críticos, como eventos climáticos severos, também se tornou chave para atender às necessidades dos clientes. 

Garantir qualidade nos serviços e satisfação dos clientes é prioridade para nós. E acreditamos que uma comunicação clara é parte essencial disso. O consumidor precisa entender sua conta, conhecer as soluções disponíveis e saber como economizar. A nova campanha reforça esse compromisso”, destaca Daniele Salomão, vice-presidente de Gente, Gestão e Sustentabilidade do Grupo Energisa. “As perguntas respondidas por Teló foram formuladas por clientes reais, chegaram via canais de atendimento. E isso mostra como estamos sempre atentos, buscando proximidade, informando e ouvindo.”  

A comunicação mais próxima com o cliente tem sido um dos pilares da marca. Em 2020, Paulo Vieira estrelou a campanha O Descomplicador. Em 2024, foi a vez da personagem Luzi, a primeira lâmpada blogueira do Brasil, vivida por Evelyn Castro. Agora, com Michel Teló, a Energisa dá sequência a esse esforço, mantendo o cliente no foco da estratégia. 

O cliente está no centro de tudo o que fazemos. E isso vale não apenas para a nova campanha. Faz parte do nosso dia a dia. As redes sociais, por exemplo, consolidaram-se como um espaço de boas conversas entre colaboradores e clientes, inclusive para comunicarmos contingências graves que estejam acontecendo em nossas concessionárias”, afirma a executiva. 

Esse foco no cliente também tem sido reconhecido em premiações do setor. No Prêmio Aneel de Satisfação do Consumidor 2024, a Energisa Paraíba foi vencedora na categoria nacional entre distribuidoras com mais de 400 mil clientes. Na Região Norte, a Energisa Tocantins ficou em primeiro lugar. No Índice Abradee de Qualidade Percebida, as distribuidoras da Paraíba, Sergipe e Tocantins subiram posições. E no Prêmio Reclame Aqui, três distribuidoras da empresa figuraram entre as cinco mais bem avaliadas do país na categoria Concessionárias de Serviço. 

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O Futuro nos Energisa O Futuro nos Energisa

Publicada em: 01/07/2025

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 120 Anos

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O Futuro nos Energisa

Tudo começou com uma ideia, há 120 anos. “E se a gente produzisse energia elétrica no Brasil?”. Hoje, 12 décadas depois, essa ideia segue potencializando vidas, impactando comunidades e iluminando o amanhã. Prontos para viver um futuro ainda mais brilhante com a gente?
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Energisa celebra 120 anos com seminário sobre energia multipotencial Energisa celebra 120 anos com seminário sobre energia multipotencial

Publicada em: 26/06/2025

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 120 Anos

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Brasil

Energisa celebra 120 anos com seminário sobre energia multipotencial

Como parte das comemorações pelos 120 anos do Grupo Energisa, o seminário “Energia Multipotencial para a Transição Energética” reuniu nesta terça-feira (25), no Rio de Janeiro, especialistas do setor, representantes da academia e investidores para debater os caminhos possíveis para um futuro energético mais seguro, acessível e sustentável. A iniciativa marca mais uma ação fruto da parceria entre a companhia e o MIT Technology Review. A programação do segundo dia aconteceu no Energy Summit, promovido na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, e reforçou o compromisso da Energisa com a inovação e o protagonismo na transformação do setor elétrico nacional. 

Durante sua participação, o CEO da Energisa, Ricardo Botelho, defendeu que a transição energética precisa ir além do discurso técnico e se concretizar como uma jornada coletiva e inclusiva. Para ele, o grande desafio atual está em construir um modelo energético capaz de equilibrar sustentabilidade, segurança e acessibilidade, mesmo em um cenário global marcado por conflitos, instabilidade geopolítica e crises climáticas. 

Estamos diante de um momento que exige responsabilidade e visão de futuro. O caminho que vamos percorrer passa por uma energia multipotencial — uma nova forma de pensar a transição energética, que reconhece a convivência entre diferentes fontes e realidades”, afirmou Botelho. 

Nesse contexto, o executivo destacou a relevância do conceito de adição energética, no qual o avanço das fontes renováveis se soma — e não substitui de imediato — o uso de petróleo e gás natural. 

A jornada para se chegar ao futuro de baixa intensidade de carbono não será linear, mas com velocidades diferentes, intensidades diferentes e múltiplas formas de energia”, completou.  

Botelho também destacou que nesse processo de transformação é essencial o respeito às desigualdades regionais e às diferentes características energéticas de cada país. 

Não precisamos copiar modelos. Podemos construir os nossos. É um convite para que nós, mercado de energia, consumidores e academia, possamos refletir juntos e fazer boas trocas para tomadas de decisão que viabilizem na prática um futuro energético mais viável”, disse.  

Inovação, tecnologia e oportunidades 

A presença da professora do MIT e CEO do Greentown Labs, Georgina Campbell Flatter, trouxe uma perspectiva global sobre o papel da inovação e da importância da tecnologia no enfrentamento da crise climática e da transformação energética. Representando uma das maiores incubadoras de startups climáticas e de energia do mundo, Georgina compartilhou experiências das mais de 600 empresas que apoia, com geração de 14 mil empregos, impulsionando tecnologias para um mundo de baixas emissões.  

Estamos diante de um momento de urgência, mas também de grandes oportunidades. A inovação acontece quando unimos talentos, redes e propósito em torno de um desafio comum: garantir energia limpa, confiável e acessível para todos”, pontuou Georgina. 

A participação da Energisa ao lado do MIT nesta jornada reafirma a vocação do grupo como uma energy tech feita de pessoas com propósito, que acreditam na força da colaboração e do conhecimento para transformar o setor elétrico. 

O Brasil, com sua diversidade e potencial, tem todas as condições de liderar esse movimento global. A Energisa quer fazer parte dessa construção”, frisou o CEO da Energisa. 

Quer saber mais? Confira o primeiro artigo em conjunto com o MIT clicando aqui. 

Brasil é o país da transição  

Ricardo Botelho também debateu com Joaquim Levy, diretor de Estratégia Econômica e Relacionamento com o Mercado do Banco Safra e ex-ministro da Fazenda, e Vittorio Perona, sócio do BTG. No diálogo, foi abordada a complementaridade de fontes de energia para suprir com segurança a demanda nacional e permitir que o Brasil se posicione globalmente como liderança na transição energética com acessibilidade econômica e sustentabilidade ambiental. Os participantes destacaram o papel do gás natural como fonte estável e segura no suprimento de energia no país e debateram os desafios para atrair data centers. 

O consumo de gás natural é muito baixo no Brasil comparado aos patamares regionais e mundiais”, afirmou Perona, acrescentando que a demanda nacional atualmente representa o equivalente a 1/7 do consumo per capita da Argentina e cerca de ⅓ do apresentado no México e na Europa, devido a fatores históricos e geográficos, já que as grandes descobertas brasileiras de hidrocarbonetos aconteceram longe do continente. Ele destacou ainda que há demanda latente por essa fonte de energia tanto pela indústria quanto para a geração elétrica. 

Há processos industriais no Brasil que não são feitos a gás porque não há suprimento de gás nesses locais. Há regiões enormes que não são conectadas à malha de distribuição. É importante fomentar o consumo, ajudar na construção de infraestrutura para criar um círculo virtuoso que permita baratear o custo para o consumidor final.” 

Joaquim Levy ressaltou a importância do gás especialmente para o Nordeste, devido ao fato de essa fonte de energia estar onshore ou mais próxima à costa, o que facilita a infraestrutura de escoamento. “É essencial que o governo, qualquer que seja, foque em uma estratégia de gás natural no Nordeste”, afirmou, avaliando que viabilizar a distribuição do combustível vai representar uma ferramenta extraordinária de desenvolvimento para a região.  

Corroborando o potencial do gás para o Nordeste, o CEO da Energisa pontuou que a região é o segundo maior mercado do Brasil, mas que conta com as menores tarifas do país porque o Nordeste fez uma desconcentração de supridores, com 70% desse suprimento vindo de diferentes fornecedores, o que viabiliza maior competição. Ricardo Botelho também destacou que no Ceará, onde a Energisa opera, 15% do fornecimento do gás já vem do biometano, talvez o maior percentual dessa fonte no Brasil. 

Data centers e biocombustíveis 

A força do Brasil como um terreno fértil para energia multipotencial, abrigando diferentes fontes renováveis, foi citada também como uma oportunidade para receber data centers de companhias de tecnologia de diferentes partes do mundo, instalações que demandam grande volume de energia. Para Ricardo Botelho, nesse contexto o Brasil vive um momento decisivo da transição energética, com grande potencial para se tornar protagonista global na atração de data centers.  

Vittorio Perona ressaltou que, além do potencial de crescimento do gás no Nordeste, a região é capaz de gerar no curtíssimo prazo até 50 GW de energia eólica. Esse mix energético, somado a conexões submarinas de fibra óptica com os Estados Unidos e a outros fatores como o bom relacionamento geopolítico do país, pode tornar o país um polo estratégico para a computação em nuvem e a inteligência artificial. “O Brasil pode virar um dos principais destinos do mundo para data centers. Temos energia limpa, geografia favorável e o timing certo”, afirmou, comparando a possibilidade de crescimento desse mercado à transformação tecnológica que impulsionou os setores agrícola, com o Brasil se tornando um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, e petrolífero, com a expansão na produção de petróleo e gás.

Estima-se que os EUA vão ter uma demanda adicional ligada a data centers de 50 GW até 2028, 2029. Lembrando que o Brasil inteiro tem um pouco mais de 200 GW de capacidade instalada. A probabilidade de os EUA conseguirem atender a essa demanda e conectá-la à rede até 2028 é zero. Qual é a oportunidade para o Brasil? Virar um grande destino para as big tech instalarem hyperscalers (data centers gigantescos) aqui.” 

Para que essa atração de investimentos se efetive, Joaquim Levy destacou a importância de políticas públicas bem estruturadas para que o empresariado tenha segurança e confiança para aportar seu capital. Ele também mencionou o “potencial extraordinário dos biocombustíveis” e a necessidade da estruturação desse mercado, capaz de reduzir de forma significativa as emissões de carros e ônibus. 

A gente é muito bom em aprender com o mercado, mas precisa aprender a criar o mercado. A gente tem a tecnologia. O dia em que a Índia entendeu o que fazer com o etanol, a vida mudou lá”, finalizou. 

Fique de olho no Juntos! Em breve, vamos compartilhar os melhores momentos do evento e outras iniciativas que celebram os 120 anos da Energisa e os próximos passos dessa jornada de inovação em parceria com o MIT. 

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