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Energisa: 120 anos de inovação energética Energisa: 120 anos de inovação energética

Publicada em: 06/02/2025

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Energisa: 120 anos de inovação energética

Enquanto muitos consideram a inovação no setor de energia uma tendência recente, a Energisa já era sinônimo de vanguarda desde 1905, quando iniciou suas operações. Naquela época, a eletricidade era um recurso raro, com geradores a vapor e redes elétricas simples. A empresa se desafiava a levar luz a regiões distantes, enfrentando dificuldades como a instalação de postes de madeira e a manutenção manual dos geradores. 

O tempo passou e, com ele, a Energisa evoluiu, acompanhando as transformações do mundo. Hoje, a empresa está na vanguarda da revolução digital no setor elétrico, combinando inteligência artificial e fontes renováveis para garantir a energia de que o país precisa – seja para uma indústria inovadora ou para as residências de uma comunidade. 

O setor elétrico global vive uma revolução, e no Brasil não é diferente. A Energisa não apenas acompanha essas mudanças, mas lidera o processo, moldando o futuro da energia no país. 

De geradores a vapor à revolução digital 

Imagine o salto: de operadores de geradores manuais para um cenário em que a inteligência artificial antecipa problemas e otimiza a distribuição de energia. 

Enquanto, no passado, a solução para os desafios era manual e reativa, hoje os sistemas automatizados da Energisa identificam falhas antes mesmo de o cliente perceber. A inteligência artificial permite monitorar a rede elétrica em tempo real, prever picos de consumo, identificar riscos de sobrecarga e até orientar ações preventivas, como a poda de árvores que possam interferir nos fios. 

Se, no passado, a inovação significava garantir que cidades pequenas tivessem acesso ao básico, hoje ela é sinônimo de antecipar o futuro, oferecendo energia limpa, inteligente e integrada, com soluções que beneficiam toda a sociedade. 

E, reconhecendo sua posição de liderança, o Grupo Energisa foi premiado com o Prêmio Valor Inovação 2024 como a empresa mais inovadora do setor elétrico brasileiro. 

Colocando o cliente no centro da inovação 

Mas a inovação da Energisa não se limita à tecnologia ou ao desenvolvimento de novas fontes de energia. O principal foco é sempre o cliente. Afinal, a energia elétrica é um serviço essencial que deve estar presente a cada segundo da vida cotidiana e o relacionamento com a empresa deve ser ágil e resolutivo. 

A qualidade no atendimento ao cliente é o grande desafio nesse mundo cada vez mais digital e com as empresas de energia não seria diferente. Entendeu-se que rapidamente deveriam estar presentes em redes sociais, aplicativos e plataformas digitais de comunicação, sem deixar de compreender que alguns clientes ainda dependem de esclarecimentos pelos canais tradicionais como call centers e agências físicas. O foco agora é oferecer uma experiência mais fluida, personalizada e em constante melhoria", afirma Danusa Correa, diretora de Experiência do Cliente do Grupo Energisa.  

Como foco em garantir a melhor experiência de atendimento, a Energisa tem investido fortemente em digitalização, com uso de ferramentas de inteligência artificial e, principalmente, entendendo à necessidade do cliente a partir de estudos de comportamento e resultados de pesquisas de satisfação como o NPS (Net Promoter Score), o ISQP (Índice de Satisfação com a Qualidade Percebida realizada pela Abradee), IASC (ìndice Aneel de Satisfação do Cliente), entre outros. As premiações no Consumidor Moderno e Cliente S.A., mostram que os resultados são concretos e que a empresa está no caminho certo. 

Transformação e Liderança na Transição Energética 

A história da Energisa é um reflexo claro da evolução do setor elétrico brasileiro, que, hoje, se caracteriza por uma rede mais eficiente, interconectada e, acima de tudo, sustentável. 

Ao longo de 120 anos, a Energisa aprendeu que inovação não se mede apenas por marcos tecnológicos grandiosos, mas pela capacidade de antecipar desafios e se adaptar às necessidades do futuro. Assim como, em 1905, a inovação trouxe luz a pequenas cidades, hoje a combinação de soluções digitais e sustentáveis está moldando um futuro energético mais eficiente e consciente para o Brasil e para o mundo. 

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#TBT 120 anos: Ave Luz! A Chegada da Energia Elétrica a Cataguases-MG #TBT 120 anos: Ave Luz! A Chegada da Energia Elétrica a Cataguases-MG

Publicada em: 25/02/2025

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#TBT Energisa 120 anos: Ave Luz! A Chegada da Energia Elétrica a Cataguases-MG

No dia 3 de julho de 1908, às 20 horas, a cidade de Cataguases, em Minas Gerais, teve seu primeiro contato com a luz elétrica, graças ao trabalho pioneiro da Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina. Naquela noite, 160 lâmpadas incandescentes, de 32 velas, e quatro lâmpadas de arco voltaico, de 600 velas, foram acesas, iluminando Cataguases pela primeira vez e celebrando o sucesso de uma experiência que transformaria a cidade.  Porém, foi no dia 14 de julho do mesmo ano que a cidade recebeu a instalação definitiva da energia elétrica. A ansiedade crescia na espera por esse momento, enquanto boatos e especulações circulavam por toda cidade sobre os preços que seriam cobrados pela Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina. O #TBT de hoje resgata esse momento histórico marcante para Cataguases e para a história da Energisa.

A importância desse acontecimento foi tão grande que, na semana seguinte, o jornal O Cataguazes estampou a capa com a notícia, exaltando a revolução que a luz elétrica representava para a cidade. O texto, poético e cheio de admiração, descrevia a beleza e o impacto desse novo recurso: 

Ave Luz! Quanto é alma e bela, quanto é graça e boa, a luz! Que seria o mundo sem este fluido prodigioso que tudo alegra e fecunda, que tudo aquece e desabrocha, que tudo colore e vivifica?” 

A cidade se iluminou como se uma chuva de estrelas tivesse caído do céu, encantando os moradores e marcando o início de uma nova era. Imaginar como foi ver a cidade pela primeira vez iluminada por esse "fluido prodigioso" é compreender a magnitude do impacto da energia elétrica em um tempo tão distante.

Nos dias 7,16 e 23 do mesmo mês de julho de 1908, São João Nepomuceno, Leopoldina e Rio Novo, respectivamente, viveriam também a euforia de ver a luz chegar à fábrica de tecelagem, ruas, casas e estabelecimentos comerciais. Era o início promissor da Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina, rumo a uma participação cada vez mais decisiva no progresso de toda a Zona da Mata. 

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Do lampião à energia limpa: uma jornada de inovação e progresso Do lampião à energia limpa: uma jornada de inovação e progresso

Publicada em: 04/02/2025

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Do lampião à energia limpa: uma jornada de inovação e progresso

Pioneirismo e inovação marcam a trajetória da empresa que nasceu em Minas Gerais e hoje leva energia para mais de 20 milhões de brasileiros, até em locais remotos da Amazônia e do Pantanal.

Em 1905, enquanto o mundo se movia a lampião e vela, três empreendedores visionários de Cataguases (MG) – José Monteiro Ribeiro Junqueira, João Duarte Ferreira e Norberto Custódio Ferreira – vislumbraram o potencial da energia elétrica para transformar a Zona da Mata Mineira. Nascia ali a Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina (CFLCL), hoje o Grupo Energisa, que completa 120 anos no próximo dia 26 de fevereiro.

Um salto de 120 anos

De lá para cá, o mundo se transformou radicalmente. Carroças deram lugar a carros elétricos e aviões, a refrigeração revolucionou a conservação de alimentos, antibióticos salvaram milhões de vidas e as mulheres conquistaram o direito ao voto. A energia elétrica tornou-se essencial em nossas vidas, impulsionando o desenvolvimento da indústria, da tecnologia e da medicina.

E a Energisa acompanhou essa evolução, reinventando-se para atender às novas demandas da sociedade. Presente em quase todos os estados brasileiros, a empresa leva energia para lares, comércios e indústrias, investindo em fontes alternativas e soluções para a eficiência energética.

Energia que transforma vidas

Um exemplo inspirador desse trabalho é a Vila Restauração, uma comunidade remota no Acre que agora conta com energia contínua e limpa graças a um projeto pioneiro de instalação de painéis solares fotovoltaicos. A iniciativa da Energisa não apenas melhorou a qualidade de vida dos moradores, mas também impulsionou o comércio local e facilitou a comunicação com a instalação de uma torre de telefonia.

Olhando para o futuro

A Energisa segue investindo em inteligência artificial, novas tecnologias e fontes alternativas de energia. A empresa busca constantemente soluções inovadoras para atender às necessidades da sociedade, com a missão de levar energia de qualidade para todos os brasileiros, contribuindo para o desenvolvimento do país.

Em fevereiro, o "Juntos" trará mais informações sobre a trajetória do Grupo Energisa, com histórias e curiosidades sobre o que mudou e o que vem por aí nos próximos 120 anos. Acompanhe e celebre conosco essa história de sucesso!

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Grupo Energisa: 119 anos e muitas histórias pra contar Grupo Energisa: 119 anos e muitas histórias pra contar

Publicada em: 26/02/2024

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Grupo Energisa: 119 anos e muitas histórias de quem ajuda a construir o setor elétrico brasileiro

Em 1905, quando a energia elétrica não havia sequer chegado à capital de Minas Gerais, três jovens empreendedores iniciaram a construção de uma pequena usina hidroelétrica no interior do estado, na cidade de Cataguases, para atender a fábricas e fazendas de café da região. Ali nascia a Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina (CFLCL), que eventualmente se tornaria o Grupo Energisa. Ao longo de 119 anos, a empresa tem se dedicado à sua missão de proporcionar acesso universal, justo, eficiente e moderno à eletricidade. Hoje, o Grupo Energisa é o maior grupo privado de capital nacional do setor elétrico brasileiro, atendendo a mais de 20 milhões de pessoas em todo o país. Sua história é permeada por valores de pioneirismo, trabalho e honestidade.

Embora seja reconhecido por sua vasta infraestrutura tecnológica de distribuição de energia, o Grupo Energisa é, antes de tudo, impulsionado pela potência das pessoas. Seus colaboradores formam uma equipe dedicada que trabalham incansavelmente para garantir confiabilidade e segurança aos seus clientes. Por meio de uma abordagem centrada nas pessoas, a Energisa se destaca como uma das 70 melhores empresas para se trabalhar no Brasil, com 93% dos colaboradores relatando orgulho de pertencer. 

Em 2023, 70,5% das vagas disponíveis no Grupo Energisa foram preenchidas por colaboradores internos, proporcionando oportunidades de crescimento e desenvolvimento de carreira dentro da própria empresa. Essa prática não apenas fortalece o vínculo dos profissionais com a companhia, mas também abre novas perspectivas para aqueles que ingressam no mercado de trabalho.

Desde seus primórdios, o Grupo Energisa foi pioneiro na valorização de seus colaboradores, sendo das primeiras empresas do mundo a conceder Participação nos Lucros e Resultados (PLR), já em 1925. A empresa oferece hoje uma ampla gama de benefícios, incluindo plano de saúde, vale-alimentação, Programa de Saúde Integrada, bolsas de estudos e treinamentos, além de parcerias com instituições de ensino para concessão de desconto beneficiando colaboradores e dependentes.

Para fomentar a capacitação profissional, a Energisa oferece uma ampla variedade de cursos, bolsas de estudo e treinamentos. Em 2023, por meio da Plataforma Educativa à Distância, foram registradas mais de 238 mil participações dos colaboradores e mais de 1,1 milhão de horas de treinamento, somando os cursos presenciais e à distância. São mais de 200 cursos com trilhas de aprendizagem comercial, distribuição, liderança, logística, atendimento, suporte e gestão estratégica, além dos cursos admissionais, de segurança, LGPD, formação de eletricistas, reciclagem de pilotagem e direção defensiva.

Conversando com colaboradores de todo o país, é possível ouvir muitas histórias de sucesso e evolução dentro da carreira, revelando o compromisso da Energisa com o desenvolvimento de cada um de seus colaboradores.

Paulo Vitor Riguete: capacitação profissional para ir mais além

Um exemplo dessa evolução é a trajetória de Paulo Vitor Riguete, técnico de distribuição da Energisa Minas Rio. Mineiro de Cataguases, cidade onde a própria Energisa nasceu há mais de um século. Paulo trabalha hoje com novas tecnologias em manutenção e construção de redes, que visam aprimorar o trabalho dos colaboradores. Toda o seu percurso dentro da empresa foi marcado pelo foco da Energisa em capacitação de seus profissionais.

– Entrei na Energisa em 2016, através de um curso de eletricista dado pela própria empresa. Trabalhava no primeiro atendimento, atendendo aos chamados dos clientes e vendo o que era possível fazer para restabelecer a luz. Mas tudo mudou muito rápido. Em 2 anos, fiz um curso de formação de eletricista de linha viva e passei a trabalhar na manutenção da rede. Um trabalho perigoso, de muita responsabilidade, mas com todo o suporte e segurança da Energisa – conta Paulo.

Depois dessa etapa de seu desenvolvimento profissional, Paulo resolveu fazer outro curso, agora de eletrotécnica, passando para o setor de inspeção, responsável por antecipar possíveis problemas na rede para evitar perdas e falta de luz. Mas seu sonho mesmo era se formar em engenharia. Vendo o seu interesse de aprender sempre mais, a empresa continuou investindo nele.

– Sempre quis ser engenheiro, mas fiz outros caminhos na vida, tive filho muito cedo e precisei correr atrás para ganhar a vida. A Energisa acreditou muito no meu potencial, ela visa muito a evolução e o aprendizado do colaborador. Estou agora completando 2 anos de engenharia elétrica com uma bolsa da empresa. Sem isso, não teria condição de cursar uma universidade. Trabalho de dia e estudo de noite, mas com uma alegria enorme de estar na Energisa e de ter esse reconhecimento e o incentivo da empresa para crescer na carreira – finaliza Paulo.

Paulo Vitor Riguete, técnico de distribuição da Energisa Minas Rio
Paulo Vitor Riguete, técnico de distribuição da Energisa Minas Rio


Thamara Campos: uma carreira na velocidade da luz

Não é só a eletricidade que corre na velocidade da luz. Na Energisa, as mudanças e avanços profissionais também seguem um ritmo elétrico. Esse é o caso de Thamara Campos, que com apenas 1 ano na empresa, já passou por muitas experiências. Começando como trainee, Thamara viveu todo o percurso de evolução da carreira dentro da empresa. Trabalhando hoje em Campo Grande (MS), ela já conheceu unidades em São Paulo, Rio de Janeiro e Cataguases.

– A Energisa oferece oportunidades únicas para quem está aqui dentro. Entrar como trainee foi super difícil, pela concorrência e pelo processo seletivo sério. Então já foi uma alegria entrar, mas uma vez trabalhando na empresa eu aprendi, em menos de 1 ano, o que levaria 3 ou 4 anos em qualquer outro lugar. Se eu pudesse resumir a Energisa em uma palavra, seria: conhecimento – conta Thamara.

Nesse período, Thamara passou de trainee a engenheira de estudos, trabalhando na parte de manutenção. O trabalho é dinâmico e desafiador, oferecendo oportunidades constantes de crescimento e aprendizado.

– Além de tudo o que aprendi profissionalmente, encontrei um ambiente muito acolhedor. Sou de Betim (MG), e vim trabalhar em Campo Grande (MS) sem conhecer ninguém. Foi incrível encontrar uma empresa e um time de pessoas que se preocupam e abraçam os colegas. Passei por muitas áreas conhecendo a empresa por dentro, viajei para São Paulo, Rio, Cataguases, sempre encontrando diretores, vice-presidentes, em um processo de conhecimento que não me deixou intimidada na hora de falar com a alta gerência. Isso tudo tem sido muito engrandecedor – explica Thamara.

A engenheira Thamara Campos em frente à Usina Maurício, inaugurada em 1908
A engenheira Thamara Campos em frente à Usina Maurício, inaugurada em 1908


Galdino da Silva Gomes: profissão passada de pai para filho

Quem conhece bem o ambiente caloroso e acolhedor da Energisa é Galdino da Silva Gomes. Nascido e criado em Rio Branco (AC), Galdino entrou na Energisa Acre em 2020, primeiro como técnico, depois líder de campo até chegar ao cargo de supervisor de combate a perdas. Sua história na empresa não foi por acaso. Galdino aprendeu a profissão com o pai, Waldemir Gomes, que trabalha na Energisa desde que ela chegou ao Acre, em 2018:

– Eu via o meu pai trabalhando com elétrica e sempre quis seguir essa carreira. Ele me ajudou muito, com cursos e toda a minha formação. Eu trabalho na área desde os meus 18 anos, seguindo os passos de meu pai. Fazer parte da Energisa é um orgulho para mim e para minha família. Só quem está aqui dentro sabe a responsabilidade e a alegria de trabalhar nessa empresa – completa Galdino.

O dia a dia de cada um na empresa acontecia em locais diferentes, mas em 2022, depois de anos trabalhando na Energisa sem se encontrar, uma ação de campo acabou reunindo pai e filho.

– Fui para o campo sabendo que teria que efetuar o desligamento de uma conexão clandestina, mas não sabia que meu pai estaria nessa equipe. Quando nos vimos, foi uma emoção muito grande para os dois. Quis dar o meu melhor naquele dia, para que ele visse como valeu a pena toda a dedicação. Foi um dia de muita felicidade, um dia de trabalho em família – relembra Galdino.

Pai e filho em trabalho de campo na Energisa Acre
Pai e filho em trabalho de campo na Energisa Acre


Rafael Guida: percorrendo o Brasil com a Energisa

Não é só quem trabalha em campo que viaja muito com a Energisa. Muitos colaboradores passam por experiências em diversas unidades do Grupo Energisa, como é o caso de Rafael Guida, hoje coordenador de atendimento da Energisa Sul Sudeste. Colaborador da empresa há mais de 10 anos, ele já rodou o país e se mudou de cidade 5 vezes, sempre reinventando a sua carreira ao longo do caminho. 

Natural de Feira Nova, uma pequena cidade de 8 mil pessoas no interior do Maranhão, Rafael tinha grandes sonhos desde cedo. Aos 17 anos, teve a oportunidade de entrar numa vaga de jovem aprendiz na Energisa Tocantins e mudou-se para Araguaína, no estado vizinho. Ao final do programa, decidiu fazer uma faculdade de contabilidade e passou para uma vaga de leiturista em Nova Olinda, também em Tocantins. Terminada a faculdade, Rafael foi então para a capital do estado, Palmas, onde trabalhou como assistente administrativo. Mas isso ainda não foi o suficiente para Rafael, que começou a visar os cargos de liderança. Em 2018, passou no processo seletivo para supervisor de atendimento na regional de Guaraí (TO) até que surgiu uma vaga de coordenador de atendimento na Energisa Sul Sudeste. Em 2023, Rafael se mudou para Presidente Prudente (SP), onde mora até hoje, depois de ter saído do Maranhão e passado por várias cidades do Tocantins até chegar ao Sudeste do país.

– Eu passei por várias cidades do Brasil e unidades da Energisa, felizmente sempre avançando na profissão. Vejo a Energisa como uma escola para se desenvolver. Fiz cursos custeados pela empresa que me deram muito conhecimento. A Energisa oferece muitas oportunidades, basta o profissional saber aproveitá-las e mostrar que tem a energia necessária para ir adiante – conta Rafael.

Rafael Guida, coordenador de atendimento da Energisa Sul Sudeste
Rafael Guida, coordenador de atendimento da Energisa Sul Sudeste


Williams Guilherme Santos: acessibilidade e superação

Espalhado por todas as regiões do país, o Grupo Energisa abraça uma diversidade muito grande, em uma equipe de pessoas com diferentes sotaques, culturas e histórias de vida. Promover a inclusão em seu quadro de colaboradores é mais do que um ideal, é uma realidade diária. Hoje, parte de vagas e bolsas são destinadas exclusivamente para pessoas com deficiência (PcD), e as instalações da empresa são pensadas para permitir acessibilidade para todos que necessitam. 

Quem acompanhou essa trajetória na Energisa foi Williams Guilherme Santos, que está na empresa há mais de 20 anos. Natural de Palmeira dos Índios (AL), Williams chegou a Palmas (TO) em 1999. Ele conta que sempre passava na porta da Energisa a caminho do curso de informática e dizia para a mãe: “um dia vou trabalhar aí!” A profecia era mais que verdadeira. Com coragem, William deixou um currículo na porta da empresa e todos os dias voltava para saber de alguma vaga. 

– Mesmo eu sendo cadeirante, eu aparecia lá todo dia pra saber se tinham novas vagas. A primeira oportunidade que apareceu foi no call center, mas a atendente me avisou que eram 4 andares de escada. Não era uma vaga específica para PcD, mas fiz um longo processo seletivo e fui selecionado – conta Williams.

Entre 2008 e 2012, Williams cursou a faculdade de informática com bolsa da Energisa. Mesmo com a formação em T.I., na área de computadores e redes, ele quis mais. Em 2022, ganhou mais uma bolsa da empresa para um curso de eletricista. Hoje ele é analista do departamento comercial, trabalhando com tratamento de dados e ainda sonha em se formar em engenharia elétrica.

– A Energisa é um pilar fundamental para mim. Pude crescer aqui dentro, sempre aprendendo coisas novas. Pelo incentivo da empresa, conquistei coisas que eu nem imaginava e ainda quero mais! A cabeça da empresa também mudou. O prédio novo foi construído já com 100% de acessibilidade, com rampas, corredores largos, elevadores, e eu posso circular sem dificuldade por todos os lados. Trabalhar aqui mudou a minha vida e a da minha família, é um orgulho e um prazer – finaliza Williams.

Williams Guilherme Santos da Silva, analista do departamento comercial da Energisa Tocantins
Williams Guilherme Santos da Silva, analista do departamento comercial da Energisa Tocantins


O Grupo Energisa celebra seus 119 anos de história com os olhos voltados para o futuro. Ao valorizar o desenvolvimento de seus colaboradores, a empresa busca cultivar um ambiente de trabalho que promova a excelência e a inovação. Com esse compromisso, a Energisa busca garantir a eficiência e a segurança no acesso à energia para os mais de 20 milhões de brasileiros que atende em todo o país.

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Voltz ganha o Prêmio FIDinsiders 2022 na categoria “Soluções Financeir Voltz ganha o Prêmio FIDinsiders 2022 na categoria “Soluções Financeir

Publicada em: 03/06/2022

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Voltz ganha o Prêmio FIDinsiders 2022 na categoria “Soluções Financeiras para Fomento da Diversidade e Inclusão”

A Vila Restauração, comunidade ribeirinha localizada na Reserva Extrativista do Alto Juruá, encravada no coração da Floresta Amazônica, no Acre, teve recentemente seu cotidiano radicalmente transformado. Em outubro do ano passado, a Energisa inaugurou uma usina fotovoltaica com 600 painéis solares e baterias, garantindo o fornecimento de energia elétrica 24 horas por dia aos cerca de 750 moradores. O projeto possibilitou que diversos sonhos pudessem se tornar realidade, como a comida conservada em geladeiras, ventiladores para refrescar as noites de verão, televisão ligada para entreter a família e, é claro, a conexão. Junto com a energia, chegou a internet e a inclusão bancária fornecida pela Voltz, fintech do Grupo Energisa: os moradores passaram a ter conta digital, gerando movimentação financeira e suporte para o desenvolvimento econômico e financeiro da região.

A Vila Restauração é uma das áreas distantes de grandes centros em que a Voltz atua. Com pouco mais de 1 ano no mercado, a Voltz já possui mais de 300 mil clientes espalhados pelos 11 estados onde a Energisa está presente, oferecendo soluções financeiras para pessoas físicas que, em sua maioria, não tinham acesso a agências bancárias em suas cidades. A prova de como isso tem dado certo é que a fintech, que nasceu dentro do Grupo Energisa, é a grande ganhadora do Prêmio FIDinsiders 2022 na categoria “Soluções Financeiras para Fomento da Diversidade e Inclusão”, depois de concorrer com outras 1.298 fintechs e ter sido finalista com outras duas empresas (Banco Útil e Jeitto).

Na foto, a mão de um colaborador segura o troféu FIDInsiders.

— Nos sentimos vitoriosos por termos sido escolhidos justamente nessa categoria que tem tudo a ver com os valores da Voltz e do Grupo Energisa. É o resultado de uma empresa que está indo buscar clientes até na fronteira, em localidades que só agora começam a ter energia – comemora Daniel Orlan, co-CEO da Voltz ao lado de Tiago Compagnoni.

A premiação tem como objetivo reconhecer e divulgar soluções inovadoras que contribuem para acelerar a democratização das finanças no Brasil e aprimorar o bem-estar financeiro da sociedade. Uma comissão julgadora formada por 18 executivos, especialistas e profissionais do setor definiu 3 finalistas em 14 categorias e, em seguida, os vencedores.

Um levantamento realizado pela Voltz em 2021 mostrou que nos 862 municípios em que a empresa atua, apenas 406 possuem agências bancárias. Contando com a comunicação orgânica da distribuidora de energia, a empresa já conquistou mais de 6 mil clientes nessas localidades.

— Estivemos nas semanas que antecederam a inauguração do projeto da Vila, apresentando a Voltz para os moradores. Esse é um dos nossos muitos papéis. Somos a fintech de um grande grupo de infraestrutura, temos soluções de cidadania, como a conta digital e o cartão pré-pago para os clientes dessas localidades, como o crédito para clientes que precisam parcelar suas contas e os produtos de antecipação para fornecedores — completa Orlean.

Morador da Vila Restauração, no Acre, mostra com orgulho do<br />
cartão bancário da Voltz. Na camisa dele, dizeres explicam que é uma conta digital para realização de sonhos.

Conheça mais o projeto do Grupo Energisa na Vila Restauração no documentário dirigido por Jack Motta que acompanhou o impacto da chegada da energia elétrica na comunidade. Assista aqui:

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Escuta, sensibilidade e proatividade: os diferenciais que marcam um at Escuta, sensibilidade e proatividade: os diferenciais que marcam um at

Publicada em: 03/06/2022

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Escuta, sensibilidade e proatividade: os diferenciais que marcam um atendimento de excelência

Numa tarde de 2021, o call center do Grupo Energisa atendeu a uma chamada do Bico do Papagaio, região rural no extremo norte do estado do Tocantins, nas divisas com o Maranhão e o Pará. De lá, um senhor de cerca de 85 anos reclamou do alto valor de sua conta de luz. Após uma primeira verificação, a empresa afirmou ao cliente que não havia nenhuma cobrança indevida em sua fatura e que, infelizmente, aquele boleto estava correto. Inconformado, o senhor levou sua queixa à segunda instância da empresa, e o telefone tocou na ouvidoria da Energisa Tocantins.

A reivindicação do senhor foi a mesma. Mas a escuta do outro lado da linha, não. Dessa vez, a equipe da ouvidoria da Energisa Tocantins percebeu algo que havia diferente: aquele senhor era idoso, morava sozinho em uma área remota e sua fala continha um desespero. Ele foi claro em dizer que não tinha como pagar aquela conta. Apesar de verificar mais uma vez que a cobrança estava correta, Rosilene Nunes de Souza, ouvidora da empresa no Tocantins, decidiu levar o caso adiante. Pediu, então, autorização para enviar uma equipe à casa do senhor para entender o que podia estar ocasionando aquele alto gasto de eletricidade – além de tranquilizá-lo de que uma mão estava sendo estendida a ele.

Durante a visita, foi descoberto que aquele senhor tinha feito uma instalação muito precária de emendas de fios, uma atrás da outra, para conseguir energia para uma bomba d'água em seu poço artesiano. Uma gambiarra que, feita de forma incorreta, estava produzindo o efeito inverso: provocava uma fuga enorme de corrente elétrica que passava, inteira, pelo medidor do cliente, elevando muito o valor de sua conta. Mesmo não sendo responsabilidade da empresa, a ouvidora mobilizou, então, diversas áreas da Energisa local para que o reparo das instalações do cliente fosse feito e ele tivesse seu problema solucionado.

– Não houve nenhuma falha nossa por parte da cobrança, mas nos sensibilizamos com o caso. Se não tivéssemos feito nada, sabia que aquela mesma conta ia continuar chegando nos próximos meses e aquele senhor continuaria sem ter como pagar, e seríamos obrigados a realizar o corte. Cortaríamos a luz de um idoso que mora sozinho numa área rural e que não tem condições financeiras de arcar com aquele custo. Isso não seria bom para ninguém. Por isso, decidimos investigar e resolver a questão. A proatividade faz toda a diferença – conta Rosilene.

Não surpreende que a Energisa Tocantins tenha recebido, no último dia 18, o primeiro lugar do Prêmio ANEEL de Ouvidoria, referente ao ano de 2021. O prêmio é concedido para as ouvidorias das distribuidoras que possuem as melhores estruturas de atendimento aos consumidores e os melhores desempenhos no tratamento das manifestações dos consumidores registradas na ANEEL. E a Energisa conquistou as três primeiras colocações na categoria médio porte: além de o lugar mais alto do pódio ter ficado com a Energisa Tocantins, a Energisa Sul-Sudeste ficou em segundo e a Energisa Sergipe, em terceiro.

Essa é a primeira vez que a Energisa Tocantins concorre ao prêmio e a primeira vez que o grupo Energisa conquista o primeiro lugar em todas as edições da honraria. O troféu não veio à toa. Com um histórico de muitas reclamações nos anos anteriores, o departamento de ouvidoria da unidade tocantinense montou, em 2018, um comitê de clientes, atitude pioneira dentro do Grupo Energisa. Nesse comitê, cases reais foram estudados para que a raiz das questões pudessem ser identificadas. A redução das reclamações foi natural e veio de forma rápida. Exemplo disso é que as 1.154 queixas registradas pela ouvidoria em 2017 caíram para 321 queixas em 2021 – uma redução de 72% na quantidade de insatisfações registradas.

Além disso, a eficácia de resolução em primeira instância (isto é, antes de chegar à ouvidoria) referentes às reclamações da Energisa Tocantins teve um considerável aumento: em 2021, das 5.000 queixas relatadas num primeiro contato, apenas 321 precisaram ser passadas para a ouvidoria, ou seja: a retenção dos casos logo no início é de 93,6%.

– Nos colocamos no lugar do cliente. Costumo dizer aqui que o cliente é um consultor gratuito. Recebemos retornos de reclamações para podermos melhorar. São oportunidades de melhorar, sempre – avalia Rosilene.

Em Sergipe, estado em que a Energisa recebeu o prêmio de terceiro lugar pela ANEEL, mais um exemplo da importância de se colocar no lugar do cliente: no final de 2021, já num momento de redução das medidas sanitárias provocadas pela pandemia da COVID-19, uma senhora telefonou para a ouvidoria reclamando que havia batido a cabeça num medidor que, segundo ela, nunca esteve ali e que estava muitíssimo mal colocada, fazendo com que ficasse na altura do rosto dos passantes.

Iara Chagas, coordenadora de projetos da assessoria de gestão e projetos da Energisa Sergipe, conta que tanto o poste como a caixa de medição sempre estiveram ali, não era uma instalação recente, e que a altura estava correta. Mas que, pelo contexto de muitos meses sem deslocamento em espaço público, a percepção do espaço poderia ser alterada e após análise de risco junto com a área técnica, decidimos deslocar o poste.

– Não era nossa obrigação, mas aquilo fez toda a diferença para aquela senhora. O crucial na ouvidoria é a escuta e a forma clara e acolhedora de se comunicar, mitigando os riscos a sociedade – diz Iara. 

Após a alteração do local do poste, Iara lembra que recebeu ligação da cliente informando que: “Passo lá todos os dias, estou de olho e vi que vocês mudaram o poste de lugar. Muito obrigada.”

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Há 8 anos em Mato Grosso do Sul, Energisa investe na qualidade do serv Há 8 anos em Mato Grosso do Sul, Energisa investe na qualidade do serv

Publicada em: 23/05/2022

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Mato Grosso do Sul

Há 8 anos em Mato Grosso do Sul, Energisa investe na qualidade do serviço e infraestrutura

Desde que assumiu a concessão em Mato Grosso do Sul, há oito anos, a Energisa já investiu R$ 2,3 bilhões em obras de infraestrutura que beneficiaram os 74 municípios atendidos. Além de buscar continuamente oferecer um serviço de qualidade a todos os consumidores, a concessionária tem atuado para oferecer as melhores condições para o fortalecimento e expansão do agronegócio.

Para 2022, está previsto, ainda, investimento recorde no Estado: R$ 620 milhões. O foco é na melhoria da qualidade e estruturação das redes rurais através da construção de oito novas subestações. 

Um dos exemplos é o Projeto Cerrado, da Suzano Papel e Celulose. Considerado a maior planta de celulose do mundo, com investimento de R$ 19 bilhões, o complexo está em fase de construção em Ribas do Rio Pardo, distante 97 quilômetros de Campo Grande.

Um dos grandes desafios para a instalação da fábrica era o fornecimento de energia elétrica. O complexo precisava ser conectado ao sistema de Alta Tensão para atendimento a uma carga de 100MW e exportação de 200MW, tornando-se o maior consumidor em demanda da Energisa em Mato Grosso do Sul.

A concessionária antecipou análises técnicas e estratégicas e, junto com a própria Suzano, EPE (Empresa de Pesquisa Energética), ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e transmissora, conseguiu um parecer técnico do Operador Nacional com uma solução inédita de conexão.

“Temos investido de forma robusta em Mato Grosso do Sul para que o consumidor final sinta diferença no serviço prestado. Isso já tem se traduzido em números. Já tivemos a redução de 21% da média de horas que o cliente ficou sem luz (indicador DEC) e queda de 41% no número de vezes que o fornecimento foi interrompido (indicador FEC). Em paralelo a esse trabalho de qualidade, temos atuado para oferecer soluções para os investimentos que aportam em Mato Grosso do Sul. Com soluções inovadoras e, principalmente, rápidas, temos contribuído para o fortalecimento da economia sul-mato-grossense, em especial do agronegócio. Neste ano, nosso foco é melhorar as redes rurais”, afirma o diretor-presidente da Energisa em Mato Grosso do Sul, Marcelo Vinhaes.

Por meio do PEE (Programa de Eficiência Energética), a empresa também tem investido no Estado, com a promoção do uso eficiente e seguro de energia elétrica, por meio de projetos que geram economia para diversos setores da sociedade. Desde 2014, já foram investidos R$ 78,85 milhões. Para este ano, serão aportados mais R$ 11,79 milhões em obras, por meio do PEE.

Como ações educacionais, o Projeto de Eficiência Energética “Espaço Energia” tem levado orientação à população sobre o uso eficiente e seguro de energia elétrica. O espaço oferece aos visitantes a oportunidade de se familiarizar com os princípios da física e com a história da eletricidade, com o suporte de maquetes, protótipos, sala de vídeo, sala de recreação, experiências audiovisuais, exposição de obras de artistas locais. Além disso, tem um espaço que faz o contraponto de uma residência antiga e outra atual para comparar consumo e tecnologia.

O projeto “Nossa Energia”, desenvolvido para as comunidades de baixo poder aquisitivo, tem estimulado o uso eficiente e seguro de energia elétrica em todos os municípios da área de concessão da Energisa em Mato Grosso do Sul. São ações educacionais voltadas para a consciência de combate ao desperdício e para a mudança de hábitos.

Todos os consumidores cadastrados na TSEE (Tarifa Social da Energia Elétrica) e classificados como Baixa Renda podem fazer a troca de lâmpadas incandescentes e/ou fluorescentes compactas por lâmpadas LED, além de participar de palestras, peças teatrais e dinâmicas realizadas nas duas Unidades Móveis Educacionais da Energisa.

A Energisa também tem reforçado seu compromisso com a cultura local por meio de investimentos, via Lei de Incentivo à Cultura. Desde 2016, já foram investidos mais de R$ 1,1 milhão em projetos culturais. Documentário e filmes, festivais literários, oficinas de canto são alguns dos projetos beneficiados.

Iniciativa reconhecida mundialmente

Encabeçado pela Energisa, o Ilumina Pantanal se tornou referência ao levar energia elétrica a locais remotos. A iniciativa, que conta com a parceria da Aneel, MME (Ministério de Minas e Energia) e Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, foi premiada internacionalmente na categoria de melhor Projeto Solar (Solar & Storage Live 2021).

O Ilumina Pantanal ainda antecipou, em dois meses, a entrega da primeira fase do fornecimento de luz por fonte solar às famílias beneficiadas. Mais de 2,1 mil unidades consumidoras foram beneficiadas pelo programa. Destas, 77 famílias foram atendidas por rede de distribuição convencional, e 2.090 clientes por meio do SIGFI (Sistema Individual de Energia Elétrica com Fonte Intermitente), cuja fonte de energia é solar e 100% renovável. Até o fim deste ano, serão atendidos, pelo menos, mais 736 famílias e fazendas na planície pantaneira.

A iniciativa recebeu investimento de R$ 134 milhões por parte da Energisa e beneficiou uma área de 90 mil km², que engloba os municípios de Corumbá, Aquidauana, Coxim, Ladário, Porto Murtinho, Rio Verde e Miranda.

“O Ilumina Pantanal é motivo de muito orgulho para nós. Conseguimos levar energia elétrica às áreas mais remotas do Pantanal e garantir uma transformação de vida para centenas de famílias ribeirinhas, que viviam sem energia elétrica. O salto na qualidade de vida destas famílias é extraordinário. Agora, eles têm acesso à água gelada, ventilador, geladeira e freezer para armazenar o pescado, por exemplo. E tudo isso foi garantido, conquistado, sem colocar o meio ambiente em risco. É uma iniciativa transformadora e com impacto zero à natureza. Levamos energia limpa aos rincões do Pantanal”, afirma Vinhaes.

Além de energia, a Energisa também tem levado iniciativas sociais ao interior do Pantanal, com distribuição de roupas e alimentos, além da doação de 600 geladeiras que serão entregues ao longo deste ano por meio do Programa de Eficiência Energética. A empresa também tem patrocinado projetos socioambientais, como o “Agroflorestas”, do IHP (Instituto Homem Pantaneiro), desenvolvido na Serra do Amolar.

Posicionamento pela vida

Em 2021, a Energisa, maior grupo privado de capital nacional do setor elétrico, passou a integrar o Unidos pela Vacina, movimento da sociedade civil que reuniu lideranças empresariais e entidades do setor privado, com o objetivo de tornar viável a vacinação de todos os brasileiros até setembro do ano passado. Nacionalmente, o grupo disponibilizou R$ 2 milhões em equipamentos para conservação de imunizantes.

Em Mato Grosso do Sul, a Energisa e a Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul) encabeçaram a iniciativa, lançada em abril do ano passado. Além de disponibilizar R$ 320,4 mil em equipamentos com eficiência energética para conservação de vacinas, a empresa também assumiu a responsabilidade de articular e impulsionar outras iniciativas, como doações.

“O Unidos pela Vacina, com certeza, foi um marco durante a pandemia do novo coronavírus e nos provou que, juntos, unidos, podemos conseguir muito mais. Ficou claro que, com o avanço da vacinação em todo o Estado, o número de mortes causadas pelo vírus começou a cair. Esse, para nós, é o grande trunfo: preservar vidas”, afirma o diretor-presidente da concessionária em Mato Grosso do Sul.

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Imagens de casas – e vidas – iluminadas Imagens de casas – e vidas – iluminadas

Publicada em: 12/05/2022

 Categoria:

 Vila Restauração

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Acre

Imagens de casas – e vidas – iluminadas

Sonho sonhado há muito tempo, quando se realiza, parece mentira. Tem que se beliscar toda hora para ver se é verdade. É o que está acontecendo com a dona de casa Maria Ivone Cunha há alguns meses. No lugar do beliscão na própria pele, o interruptor na parede. Durante o dia, ela liga e desliga o mágico botão da sala de casa para comprovar a si mesma que sim, a luz daquele sonho acende sempre que ela duvidar.

Maria Ivone é moradora da Vila Restauração, comunidade ribeirinha localizada na Reserva Extrativista do Alto Juruá, encravada no coração da Floresta Amazônica, no Acre. O município mais perto, Marechal Thaumaturgo, fica a 70 quilômetros. Para chegar até lá, são necessários pelo menos três dias de viagem e três meios de transporte: avião, carro e balsa.

Até o final de 2021, o posto médico, o armazém, a igreja, a escola, a casa de Maria Ivone e outras 169 residências permaneciam a maior parte do tempo no escuro. Energia elétrica, quando havia, era por no máximo três horas por dia aos custos de geradores – que teimavam em quebrar. Não brincava-se, lia-se, cozinhava-se ou assistia-se à televisão à noite na Vila Restauração. A maioria das 750 bocas sem nunca ter experimentado o luxo de um copo d’água gelado.

O cotidiano da Vila mudou radicalmente quando, em outubro do ano passado, a Energisa implementou e inaugurou uma usina fotovoltaica com 600 painéis solares e baterias, garantindo o fornecimento de energia elétrica 24 horas por dia aos moradores.

Tem hora que eu até duvido… Eu não acredito que isso está acontecendo! É uma alegria muito grande. Um sonho realizado.”

Foto mostra cozinha de uma casa na Vila Restauração com três moradores e um freezer novo ligado por causa da nova rede elétrica

 

O depoimento de Maria Ivone (e de outros tantos moradores) está presente no curta documental sobre o projeto da Vila Restauração, lançado hoje pelo Grupo Energisa e disponível no link https://youtu.be/3m5ffJHcP5A. Nas imagens, uma criança que comemora a brincadeira agora iluminada, um comerciante feliz ao armazenar a carne no freezer, uma mulher planejando a carreira de microempreendedora, uma enfermeira aliviada em poder estocar vacinas com segurança. Com direção de Jack Motta, o filme é o registro palpável de um sonho materializado – e do incrível impacto que ele provoca na vida de uma comunidade.

A emoção que senti ao filmar esse projeto foi enorme. A luz ali não representa apenas a eletricidade que chegou nas casas das pessoas, mas na vida delas. Luz no sentido espiritual. Vidas foram iluminadas, em todos os sentidos", reflete a diretora.

Para realizar o documentário, Jack contou com uma equipe reduzida de apenas quatro pessoas: um operador de câmera e diretor de fotografia, um produtor, um técnico de som e ela. Na bagagem, todos os equipamentos em dobro. A logística de acesso era tão complicada que não podiam correr o risco de algum deles quebrar.

O que me chamou a atenção logo de cara foi a paz e a limpeza, organização do lugar, e a distância. Como é longe!", conta Jack.

Durante o processo de filmagem, que durou três anos, a equipe, baseada no Rio de Janeiro, foi quatro vezes à Vila Restauração. Todas as viagens com cerca do mesmo tempo de duração: três dias para chegar, oito dias na Vila e mais três dias para voltar. A primeira vez, em 2019, quando o projeto ainda era uma fagulha nas mentes dos técnicos e gestores da empresa, e a comunidade vivia às escuras, Jack e a equipe ficaram acampados e receberam uma espécie de kit para permanecer por lá: chapéus, redes, tina e canecas para banho (frio, claro), além da lição de que não se chega ao fim do dia sem ao menos três trocas de roupa, tamanho o calor.

Mas o que mais me impressionou foi ver o presidente da empresa, Ricardo Botelho, chegar lá de canoa. Já fiz muitos trabalhos para grandes empresas ao longo da minha carreira, e nunca tinha visto o presidente ir pessoalmente até um local tão remoto, enfrentando as mesmas dificuldades que todos nós, dormindo sob as mesmas condições que todos ali, tomando banho no rio e falando diretamente para os moradores sobre o projeto. Isso com certeza fez toda a diferença para aquelas pessoas", lembra a diretora.

Num dos trechos do documentário, o comerciante Aluildo do Nascimento comprova a importância dessa visita de Ricardo:

Eu passei a acreditar (no projeto) quando vi, se não me engano, o presidente da empresa fazer uma reunião aqui na escola e garantir que era possível a energia chegar aqui por 24 horas."

Foto mostra o morador da Vila Restauração, Aluidio, em frente à loja que ele agora consegue deixar aberta por mais tempo.
Aluildo do Nascimento, comerciante da Vila Restauração

 

Uma das cabeças que concebeu e desenhou o projeto desde o início foi a de Frederico Botelho, filho de Ricardo. Atual Engenheiro de Projetos da (re)Energisa, ele acompanhou todas as etapas in loco, num total de seis idas à Vila Restauração, liderando o projeto do início ao fim:

A operação da Vila Restauração foi pioneira não só dentro da Energisa, como a nível de Brasil. Nunca no país havia sido feita uma operação desse jeito, com tantos desafios", ressalta Frederico Botelho.

Os desafios a que Frederico se refere têm a ver, entre outras coisas, com a estratégia logística necessária para a construção da usina na comunidade. Para conseguirem levar tratores, postes de concreto, baterias pesadíssimas e as delicadas placas solares (que não podiam quebrar de jeito nenhum), foi preciso montar o que Jack chamou de “uma verdadeira operação de guerra”: primeiro, os caminhões saíam de Uberlândia e percorriam 2.400 quilômetros (cerca de 8 dias) até a cidade de Cruzeiro do Sul, no Acre. Depois, feita a baldeação, transferiam todos os equipamentos para balsas de grande porte sem tirar o olho da maré do rio: sendo na cheia, o trajeto duraria por volta de quatro a cinco dias até a Vila Restauração. Com a seca atrapalhando o percurso, os barcos, cujos cascos chegavam a tocar o fundo do rio, demoravam quase oito dias para atracar no seu destino.

Equipes esperam postes e outros itens para construção da usina na beira do rio.

 

Foi um aprendizado para a empresa como um todo. Levar energia limpa, descarbonizada, para o meio da Floresta Amazônica, significa um impacto muito positivo para todos, além de um aprendizado tecnológico imenso. E o trabalho fantástico da Jackie em materializar em imagens esse impacto, captando a emoção daquelas pessoas e o que o projeto significou para elas, é muito importante. Fora que o documentário mostra ao público uma outra realidade brasileira, os desafios que a gente enfrentou e a certeza de que isso é possível. Até para que sirva de exemplo para outros projetos semelhantes", afirma Frederico.

Equipe da filmagem do documentário posa com crianças da Vila que participaram do documentário.

 

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Uma aliança para reflorestar a Amazônia Uma aliança para reflorestar a Amazônia

Publicada em: 13/04/2022

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

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Acre

Uma aliança para reflorestar a Amazônia

No dia 13 de novembro de 2018, Moisés Pyiãko, liderança espiritual Ashaninka – povo indígena que vive na fronteira entre o Peru e o Acre – adentrou o Teatro Tom Jobim, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, e sentou–se no meio de uma plateia formada por homens e mulheres da cidade. Aconteceria ali a roda de conversa “A serpente e o DNA”, que fez parte do evento “Selvagem – Ciclo de Estudos Sobre a Vida”, mediado por Ailton Krenak. Em sua fala, Moisés proferiu uma frase que ecoou fundo naquela tarde de terça-feira:

– Eu nunca entrei numa universidade. Nunca entrei porque eu já nasci nela. Eu vivo dentro dela. Numa universidade onde eu aprendo e escuto todos os dias. Onde o silêncio é o meu professor.

Ouvir, observar, perceber. Os povos originários acreditam que a floresta fala com quem vive próximo a ela. Escuta quem tem a sabedoria de respeitá-la. Não à toa, o silêncio é o professor. Rodas de conversas como a recriada no Teatro Tom Jobim são uma prática muito tradicional das comunidades indígenas, mas engana-se quem acha que se assemelham a um bate-papo. Numa roda de conversa, não se fala o tempo todo. Numa roda de conversa, escuta-se. Indígenas de todas as idades participam das rodas. Crianças passam anos ouvindo. É colocado um tema e fala quem tem alguma experiência para compartilhar. Experiência vivida, sentida. É comum que um silêncio ocorra por 10, 15 minutos. Silêncio que diz tanto. Algumas rodas de conversa duram dias, pois o tema continua em aberto.

Grupo de pessoas conversa sobre a importância da preservação da natureza no Acre sentado em roda.
Roda de conversa “A serpente e o DNA”, Teatro Tom Jobim, 2018

E foi numa dessas rodas de conversa, iniciada em 2019, dentro da floresta, no coração do Acre, que uma preocupação latente começou a ser colocada, em diferentes momentos e em diferentes lugares: como salvar a Floresta Amazônica? Como preservar e devolver vida a terras tão desmatadas? O assunto já vinha sendo conversado por Ailton Krenak, Alice Fortes, Davi Kopenawa Yanomami, e João Fortes. A conversa foi sendo compartilhada por importantes lideranças dos povos Ashaninka e Puyanawa (como Benki e Moisés Piyãko Ashaninka e Puwe Puyanawa) e pessoas de fora da floresta (como o carioca João Fortes, que há 35 anos atua em projetos socioculturais e ambientais junto a comunidades da região, e Alice Fortes, sua filha, mestre em Antropologia e Artes visuais pela University of Bristish Columbia, no Canadá, com mais de 10 anos de trabalho com povos indígenas) e até de fora do país, a roda começou a discutir possíveis ideias de reflorestamento.

E como uma roda de conversa tem momento para começar, mas nunca para terminar, dois anos depois, em 2021, chegou ao grupo Isku Kua Yawanawá, jovem cacique da tribo Yawanawá, também do Acre. Isku Kua participa de rodas de conversa desde pequeno – muitas delas com os mesmos líderes presentes –, sempre escutando. Hoje uma liderança importante do povo Yawanawá, ele tinha algo a dizer. A presença de Isku Kua deu rumo aos anseios trazidos nos ciclos de debates e nasceu ali o projeto de reflorestamento da aldeia Nova Esperança.

Isku Kua Yawanawá, cacique da aldeia Nova Esperança, olha para a natureza.
Isku Kua Yawanawá, cacique da aldeia Nova Esperança

Promovido pela Aliança Reflorestar e Instituto Rever, com patrocínio da Energisa no valor de R$ 750 mil, o projeto promove a restauração da paisagem local por meio de plantios com técnicas agroflorestais, incluindo espécies frutíferas (como coco, ingá, graviola e limão, entre outras), e prevê o plantio de 5 mil árvores até maio deste ano, além da construção de um viveiro e de um banco de sementes, entre outras ações na aldeia.

– É uma aliança, porque foi ouvindo as ideias de cada um que fomos trabalhando – diz Puwe Puyanawa – É a primeira vez que a terra do nosso povo Puyanawa é trazida para reflorestar a terra de um outro povo indígena.

Puwe refere-se à ideia central do projeto: promover uma união e troca de saberes em prol de um bem comum. Puwe e o líder Benki Piyãko Ashaninka, do Centro YorenkaTasorentsi, também do Acre e parceiro do projeto, enviaram comitivas para trocas de experiências e para ajudar no plantio. Dos Ashaninka, o conhecimento prévio de plantio e agrofloresta; dos Puyanawa, as mudas trazidas para os Yawanawá.

– Entendemos que um projeto de reflorestamento só faria sentido se os povos da floresta fossem protagonistas, numa verdadeira aliança – explica João Fortes, diretor da Aliança Reflorestar da Amazônia. – Desta forma, o projeto vem formando indígenas dos povos Yawanawá e Puyanawa para a prática de agrofloresta, com a habilidade de poderem compartilhar esses conhecimentos com outras comunidades da floresta, indígenas e não indígenas.

A primeira etapa do trabalho foi iniciada em janeiro deste ano e, em poucos dias, foram plantadas 1.640 mudas, construído um viveiro com capacidade para mais 7.000 delas, além de uma sementeira. Baseado nos saberes tradicionais dos povos da floresta e em práticas agroflorestais – tais como o plantio combinado de árvores frutíferas, árvores de madeira de lei e árvores pioneiras (que crescem rápido e generosamente fazem sombra para as outras poderem vingar) –, o projeto fortalece a biodiversidade local e beneficia a segurança alimentar na comunidade, além de incentivar a sua perpetuação nas novas gerações.

Detalhes das mudas e viveiro.
Detalhes das mudas e viveiro

Os indígenas sabem que é germinando as ideias e as práticas nas crianças que se salva um planeta. Os pequenos, sempre incluídos no dia a dia das aldeias, pediram para ajudar. João Fortes conta que, ao ouvir esse pedido, Benki Ashaninka disse a elas para trazerem, então, as sementes das frutas de que mais gostavam. Como uma criança vai deixar faltar cupuaçu, se ela ama aquele sabor? Como um pequeno vai jogar fora as sementes de uma manga, se são elas as responsáveis por gerar novos frutos iguais àquele?

– O projeto vai além do reflorestamento. A gente trabalha o plantio das mudas e também realiza uma mobilização importante na comunidade, porque muitos locais demandam um cuidado por cerca de três anos. Então, é fundamental que o trabalho continue – ressalta Alice Fortes, co-fundadora e coordenadora executiva da Aliança Reflorestar.

Alice Fortes, coordenadora executiva Aliança Reflorestar da Amazônia; Leonilson Silva, agrofloresteiro do Centro Yorenka Tasorentsi; João Fortes, diretor de articulação da Aliança Reflorestar; Nainawa Yawanawá, mestre das plantas e medicinas da aldeia Nova Esperança; e Isku Kua Yawanawá, cacique da aldeia Nova Esperança, conversam sorrindo.
Alice Fortes, coordenadora executiva Aliança Reflorestar da Amazônia; Leonilson Silva, agrofloresteiro do Centro Yorenka Tasorentsi; João Fortes, diretor de articulação da Aliança Reflorestar; Nainawa Yawanawá, mestre das plantas e medicinas da aldeia Nova Esperança; e Isku Kua Yawanawá, cacique da aldeia Nova Esperança

A segunda etapa da ação será realizada agora em abril, com a continuação do plantio e a criação do banco de sementes. A comunidade Yawanawá também receberá treinamento em arborismo para a coleta de sementes no alto das árvores.

– O projeto é muito especial para nós, pois acontece através da junção de forças locais. Estamos cuidando daquela terra em conjunto com os que a habitam e já estão lá – explica José Adriano, Diretor presidente da Energisa Acre. – Além do cunho de preservação, ele tem um caráter educacional, de transmitir os conhecimentos para que o projeto seja perene. Ao formarmos um colchão alimentar para as comunidades que ali vivem, é um ciclo que se fecha.

Durante uma filmagem do projeto, Puwe Puyanawa revolve a terra com as mãos ao plantar uma muda e reflete: “Não sei por que as pessoas usam luva para mexer na terra. É tão melhor assim, sem nada. Igual ao tatu, que vive assim e tem uma vida tão boa… até melhor que a nossa.” Salvar a floresta é também escutar o que seus mais silenciosos professores têm a transmitir.

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O futuro se constrói hoje: Grupo Energisa anuncia a (re)energisa, sua O futuro se constrói hoje: Grupo Energisa anuncia a (re)energisa, sua

Publicada em: 23/03/2022

 Categoria:

 Energisa 5D

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Brasil

O futuro se constrói hoje: Grupo Energisa anuncia a (re)energisa, sua nova marca

É apostando no futuro que a Energisa transforma o presente. Por isso, nesta quarta-feira (23), o Grupo que há 117 anos olha para frente em busca das melhores soluções energéticas, apresenta sua nova marca: a (re)energisa, resultado da união das atuais Alsol Energias Renováveis, Energisa Comercializadora e Energisa Soluções.  A nova marca concentra empreendimentos de energia a partir de fontes renováveis (como solar, eólica e biomassa, com menor emissão de poluentes), comercialização de energia no mercado livre, além de serviços de valor agregado, promovendo redução de custos dos clientes através de gestão do melhor uso da energia. A estratégia da (re)energisa é protagonizar a transição energética com foco na economia de baixo carbono. 

O objetivo é facilitar a vida do cliente – em todo o território nacional, seja na cidade ou no campo — através da diversificação dos negócios para além da distribuição de energia elétrica, dentro do conceito one-stop-shop, ou seja: oferecer todas as soluções em um só lugar.

– Estamos construindo uma revolução na forma como nosso cliente poderá consumir energia – anuncia a executiva Roberta Godói, vice-presidente de Soluções Energéticas do Grupo Energisa e líder da (re)energisa. – Para isso, partimos de três pilares: geração distribuída e tecnologias de armazenamento por baterias; comercialização de energia no mercado livre e serviços energéticos de valor agregado.

Colaboradora em frente a usina de geração solar, apresentando a (re)energisa, nova marca do Grupo Energisa.
Roberta Godoi, vice-presidente de Soluções Energéticas do Grupo Energisa e líder da (re)energisa

Uma das principais vertentes da nova empresa do grupo é a produção de energia renovável na modalidade distribuída, em usinas com potência de até 5 megawatts (MW). Só em energia solar, o Grupo Energisa pretende investir cerca de R$ 2,3 bilhões até 2024 na construção de mais de 150 usinas fotovoltaicas espalhadas pelo Brasil, o que equivale à inauguração de uma nova usina a cada semana, por três anos.

A meta é ampliar a base atual de clientes de 2 mil pequenas e médias empresas para cerca de 10 mil até 2024. Ainda na geração distribuída, a (re)energisa pretende agregar o promissor mercado de diversificação de fontes para o biogás.

Como adianta Roberta, também faz parte da nova estratégia promover avanços significativos na comercialização de energia no mercado livre. Os investimentos da Energisa em geração centralizada vão possibilitar a ampliação da oferta de energia renovável e, com isso, a pretensão é sair dos atuais 2% de market share para 12% até 2026. A integração dos serviços em uma plataforma única viabiliza uma melhor oferta ao cliente final, já que irá combinar soluções de geração centralizada e descentralizada. 

A respeito dos serviços de valor energético agregado, esta é uma área com boas oportunidades de inovação. A (re)energisa já nasce com experiência em operação e manutenção de ativos elétricos, industriais, implantação e operação de sistemas on-grid ou off-grid, combinando fontes de energia com armazenamento em baterias de lítio e projetos de eficiência energética, entre outros. Neste momento, a (re)energisa está, por exemplo, em teste com uma solução de manutenção de usinas fotovoltaicas por meio de um robô que reduz custos e aumenta a longevidade das placas solares.

– O lançamento da (re)energisa vem em meio a uma visão da Energisa de que o setor elétrico passará por mudanças aceleradas no médio e longo prazo, o que deverá impactar os modelos de negócio das concessionárias. Nesse sentido, estamos dando um importante passo na consolidação do grupo, oferecendo um ecossistema de soluções – explica Roberta.

A nova marca vai ao encontro da estratégia do Grupo de ser protagonista na transição energética no Brasil, conectando empresas e pessoas à melhor solução energética para a construção de um mundo mais sustentável.

Para saber mais sobre a (re)energisa, acesse: www.reenergisa.com.br

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