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Indígenas da Aldeia Santo André comemoram chegada de energia elétrica Indígenas da Aldeia Santo André comemoram chegada de energia elétrica

Publicada em: 25/10/2024

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Rondônia

Indígenas da Aldeia Santo André comemoram chegada de energia elétrica

Em um marco histórico para Aldeia Santo André, localizada na Terra Indígena Pacaás-Novas, município de Guajará Mirim (RO), a instalação de Microssistemas Isolados de Geração e Distribuição de Energia Elétrica (MIGDI) foi concluída com sucesso pela Energisa, por meio do Programa Luz para Todos (LPT). Esta iniciativa trouxe energia solar para as 78 famílias da aldeia, beneficiando cerca de 500 moradores e marcando um novo capítulo de progresso e sustentabilidade após 42 anos sem energia elétrica no local.

A chegada até a aldeia Santo André não é rápida e nem simples. Partindo de Porto Velho, capital de Rondônia, são quatro horas de estrada, seguidas de mais duas horas de barco, navegando pelos rios Guaporé e Pacaás Novos, atravessando a exuberante Floresta Amazônica e suas inúmeras comunidades. Apesar da distância, a beleza natural do percurso faz da viagem uma aventura memorável.

Barco navegando em um rio em meio à Floresta Amazônica

O investimento de R$ 3,2 milhões possibilitou a instalação de 298 módulos solares, suficientes para suprir toda a demanda energética da aldeia que conta com casas, uma escola e um posto de saúde. Os sistemas MIGDI representam uma solução inovadora, utilizando fontes de energia renováveis e intermitentes, associadas a uma rede própria de distribuição de energia elétrica, para atender múltiplas unidades consumidoras. Em Santo André, foi implementada uma solução que permite fornecer energia 24 horas por dia.

Benjamim Oro Nao, presidente da Associação Indígena, expressou sua gratidão e alívio com a chegada da energia solar:

Agora não precisamos mais usar gerador de energia, que além de custar caro, por conta do combustível, fazia muito barulho e tinha um tempo de funcionamento limitado. É uma nova era para a nossa aldeia” destacou Benjamim.

Telma Oro Nao também compartilhou sua alegria ao falar sobre as mudanças que a energia elétrica trouxe para sua casa.

Estamos muito felizes. Agora podemos comprar eletroeletrônicos e eletrodomésticos para beber água gelada e conservar os alimentos. Já não dormimos mais no escuro após certa hora da noite," disse Telma, refletindo o impacto positivo na qualidade de vida de toda a comunidade.

Imagem aérea da Aldeia Santo André

Fabiano Medeiros, gerente da Assessoria de Assuntos Institucionais da Energisa, enfatizou o compromisso da empresa em levar energia para a aldeia, apesar dos desafios logísticos e operacionais.

A entrega oficial dos sistemas de energia solar nos dá uma sensação de dever cumprido. Ver o sorriso nos olhos de cada membro da comunidade é extremamente gratificante," afirmou Fabiano, evidenciando a missão de promover o desenvolvimento sustentável em regiões isoladas.

Representante da Energisa discursa em meio a lideranças indígenas

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(re)energisa inicia comercialização de biometano (re)energisa inicia comercialização de biometano

Publicada em: 16/10/2024

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 Sustentabilidade

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Brasil

(re)energisa inicia comercialização de biometano

Os gases de baixo carbono, como o biometano e o gás natural, têm um papel fundamental na transição energética, sendo alternativas essenciais para reduzir emissões e promover a descarbonização. Por meio da (re)energisa, sua marca de soluções em energia renovável, o Grupo Energisa tem expandido sua atuação para o setor de biometano no Brasil, com o intuito de consolidar-se como um player estratégico nesse mercado promissor.

Para alcançar essa posição, a (re)energisa estruturou sua atuação em três frentes principais: produção de biometano, tratamento de resíduos orgânicos e comercialização de biofertilizantes. Como parte dessa expansão, a (re)energisa marcou presença no 11º Fórum do Biogás, realizado no Rio de Janeiro e organizado pela Associação Brasileira do Biogás (ABiogás), no início do mês de outubro.

No ano passado, anunciamos ao mercado a compra da Agric, uma empresa de compostagem em Santa Catarina, que foi a base para o desenvolvimento de uma planta de biometano. Hoje, no fórum, estamos lançando oficialmente a comercialização do biometano, que começará em julho de 2025”, afirma Roberta Godoi, vice-presidente de soluções energéticas do Grupo Energisa e líder da (re)energisa.

Dados da ABiogás indicam que a produção de biometano deve saltar dos atuais 1 milhão de metros cúbicos por dia para cerca de 7 milhões até 2029, com quase 90 unidades fabris operando no país.

De olho nesse crescimento, a (re)energisa vem investindo cerca de R$ 80 milhões na fábrica da Agric, em Campos Novos (SC). A unidade já opera uma linha de produção de biofertilizantes e agora expande suas atividades para incluir uma linha de biometano. A operação utilizará tecnologias avançadas, como a “codigestão”, que aproveita resíduos de aves e suínos na produção de soluções renováveis de energia, posicionando-se como referência em geração de biometano e biofertilizantes no Brasil.

Inovação e sustentabilidade

Em linhas gerais, a operação catarinense terá capacidade para 25 mil metros cúbicos de biometano por dia, que serão comercializados juntamente com 3,5 mil metros cúbicos de adubo orgânico por mês. Tudo isso tratando 350 toneladas diárias de resíduos agroindustriais, que deverão resultar também em 40 mil toneladas de fertilizantes orgânicos por ano.

Para chegar a esse patamar, a operação de Campos Novos terá o apoio da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), que mantém um centro de pesquisa em Concórdia (SC). A unidade será responsável por conduzir os testes e validações para garantir a eficiência e sustentabilidade da operação.

A fábrica adota uma série de inovações no seu processo produtivo, começando pelo tratamento de resíduos orgânicos para a produção de energia renovável por meio da biodigestão. Esse processo utiliza a tecnologia alemã Archea, um sistema de bactérias anaeróbicas que convertem a matéria orgânica em biogás, composto de metano e dióxido de carbono.

O biometano é então purificado por um sistema avançado, que utiliza a tecnologia italiana da Gruppo AB, garantindo uma extração eficiente do gás. Além do tratamento por biodigestão, a fábrica maximiza o aproveitamento de resíduos com o uso conjunto da compostagem, direcionando materiais que não podem ser digeridos anaerobicamente, como fibras mais resistentes. Esses materiais são transformados em biofertilizantes, promovendo um processo integrado e eficiente, onde todos os componentes dos resíduos são aproveitados para gerar energia ou fertilizantes.

Resultados e metas ambientais

A (re)energisa tem como foco transformar desafios ambientais em oportunidades que aceleram a descarbonização das empresas. A planta de Campos Novos deverá contribuir com a descarbonização de cerca de 60 mil toneladas de CO₂e (dióxido de carbono equivalente) por ano, resultado do redirecionamento de resíduos para compostagem e da substituição do GLP (gás liquefeito de petróleo) por biometano em indústrias.

Ao combinar tecnologias de ponta com soluções práticas para a gestão de resíduos e a produção de energia limpa, a (re)energisa acelera o avanço de iniciativas estratégicas para a descarbonização e a transição energética. Com resultados promissores e metas ambiciosas, o Grupo Energisa reforça seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade, consolidando seu papel como protagonista no mercado de energia renovável.

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Obra em tempo recorde garante expansão do agronegócio em Sorriso/MT Obra em tempo recorde garante expansão do agronegócio em Sorriso/MT

Publicada em: 29/08/2024

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Mato Grosso

Obra em tempo recorde garante expansão do agronegócio em Sorriso/MT

Com o término de um projeto pioneiro, os moradores e produtores rurais de Sorriso, no norte de Mato Grosso, agora desfrutam de mais tranquilidade e segurança no fornecimento de energia. A rede básica, antes operando no limite, recebeu uma intervenção essencial que garantiu a estabilidade necessária para suportar o crescente consumo impulsionado pela expansão do agronegócio na região, especialmente no uso da irrigação.

Embora o problema não estivesse relacionado à rede de distribuição da Energisa, a companhia vinha alertando os órgãos reguladores desde 2020, uma vez que a situação impactava diretamente os clientes rurais da região, que corriam o risco de ficar sem energia durante os períodos de pico de consumo, em uma região tão pujante como o centro-norte mato-grossense.

Para energia chegar nas nossas casas, ela passa por três etapas: geração (usinas hidrelétricas, solares, eólicas, nucleares e térmicas), transmissão (que interligam o país) e distribuição (que é onde a Energisa atua em Mato Grosso, conectando as cidades). Então, o problema estava na transmissão”, destacou Luciano Vogel, gerente de manutenção e construção da Energisa.

Como forma de mitigar os efeitos dos picos de consumo, equipes de engenharia da Energisa desenvolveram um plano emergencial de ação, com obras de interligação da região a novas fontes e redes de cidades vizinhas, evitando um colapso no sistema.

Na proposta apresentada pela Energisa e aprovada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foram investidos R$ 4 milhões na conversão de uma linha de transmissão 230KV em uma linha de distribuição 138KV, a ser operada pela Energisa de forma temporária para ampliar a capacidade da subestação de rede básica até a conclusão da obra definitiva pela transmissora.

Essa ligação evita que a carga passe pela subestação de transmissão que atende a zona rural de Sorriso, fazendo uma linha direta com a nossa subestação e liberando a energia necessária para atender bem a toda região. Mobilizamos dezenas de colaboradores em um mutirão de trabalho para entregar a obra em 20 dias”, completou o gerente da Energisa”, destacou Luciano Vogel. 

O projeto foi executado em conformidade com todas as normas técnicas de distâncias elétricas, proteção, qualidade de energia e segurança. Todo o sistema será supervisionado, comandado e controlado de forma remota pelo Centro de Operação Integrado da Energisa. A solução foi compartilhada com a prefeitura de Sorriso e com os produtores rurais da região, principalmente irrigantes, que poderiam ser prejudicados, mas agora estão sendo plenamente atendidos em meio a um período de seca prolongado na região.

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ES Mais+Gás: programa pretende ampliar uso do gás natural e biometano ES Mais+Gás: programa pretende ampliar uso do gás natural e biometano

Publicada em: 07/08/2024

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Espírito Santo

ES Mais+Gás: Governo e iniciativa privada querem ampliar fornecimento e consumo de gás natural e biometano

O Governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento (Sedes), realizou, nessa terça-feira (06), o lançamento do novo programa ES Mais+Gás. O lançamento ocorreu durante a abertura da 17ª MecShow e 11ª ES Oil&Gas Energy.

Conduzido pela Sedes, o programa reúne o trabalho de 22 entidades públicas e empresas privadas, que, ao longo de 11 meses, atuaram para criar um plano que pretende impulsionar o desenvolvimento sustentável do Espírito Santo, a partir do gás natural e do biometano. Esse é mais um passo dado pelo Estado na agenda para a descarbonização da economia e de mudanças climáticas.

Nosso estado tem se tornado referência na transição energética. O Plano de Descarbonização e o Programa de Mudanças Climáticas têm se tornado modelos para os demais estados da federação. Como presidente do Consórcio Brasil Verde, uma iniciativa dos Governadores pelo Clima, nós temos defendido programas e soluções para cumprir as metas de Paris e que não deixemos apenas nas costas do Governo Federal esse cumprimento da meta. E o Espírito Santo vem fazendo sua parte e esse programa vem ao encontro do que buscamos, que é ter energias renováveis, e o gás é um dessas oportunidades que temos. Também vai aumentar a oferta e assim teremos, além da diminuição da emissão de carbono, um estado cada vez mais competitivo", afirma o governador do estado, Renato Casagrande.

O Programa ES Mais+Gás teve quatro macro objetivos definidos. São eles: reduzir a emissão de gases de efeito estufa; estabelecer uma matriz energética robusta, eficaz e diversificada; impulsionar o desenvolvimento econômico sustentável do Espírito Santo; e transformar o estado no principal hub integrado de gás de alta competitividade do país. Além disso, o programa também contempla 86 planos de ação que devem ser realizados pelas empresas e entidades participantes do grupo de trabalho, ao longo dos próximos dez anos.

Durante o lançamento, foram apresentados os principais resultados esperados com a implantação do Programa ES Mais+Gás, com destaque para a redução de 9,78% das metas do Plano Estadual de Descarbonização do Espírito Santo até 2026, e com 62,5% dessas metas até 2034. A diversificação dos combustíveis utilizados na indústria e no transporte é uma das ações previstas para atingir essa redução.

De maneira inovadora e criativa, o Espírito Santo colocou de pé o nosso Plano Capixaba de Descarbonização, que pressupõe a transição energética, a substituição da energia de origem fóssil por energia renovável. E é nesse contexto que nós estamos lançando o ES Mais+Gás, para que a gente possa construir os meios e a infraestrutura necessária para estimular o consumo e também a oferta, em condições compatíveis, considerando que o gás natural é muito menos emissor de CO2 e é o primeiro estágio que nós precisamos para ampliar outras energias renováveis, como a solar, a eólica, o biometano e o hidrogênio verde. Organizamos parceria sólida do Governo do Estado, com empresas privadas de todos os segmentos da cadeia do gás natural e diversas instituições públicas para consolidarmos o lançamento desse programa", destaca o vice-governador e secretário de estado de desenvolvimento, Ricardo Ferraço.

O programa também visa a oferecer mais segurança e confiabilidade no fornecimento de energia, além de mais competitividade para os consumidores, com a diversificação da matriz energética do estado. Para isso, propõe a elevação no consumo diário de gás natural dos atuais 2,3 milhões de metros cúbicos para 2,8 milhões de metros cúbicos em 2026, e de 7 a 15 milhões de metros cúbicos em 2034. Outro importante avanço possibilitado pelo ES Mais+Gás é a produção pioneira de biometano no Espírito Santo. A expectativa é de que a produção diária alcance 50 mil metros cúbicos em 2026 e 300 mil de metros cúbicos em 2034.

O desenvolvimento do Espírito Santo, principalmente no interior do estado, também é esperado com a ampliação na rede de distribuição de gás natural. Serão 1.560 quilômetros de rede até 2034, 1.020 quilômetros a mais do que o atual, alcançando 26 cidades do Estado, o dobro de 2024.

Estes são alguns dos diversos investimentos previstos para o setor de gás natural e biometano no Espírito Santo possibilitados pelo Programa ES Mais+Gás. Serão até R$ 7 bilhões nos próximos dois anos e R$ 20 bilhões até 2034.

Também foi nomeado o Colegiado Gestor que acompanhará a execução das ações previstas no programa. Os representantes são do Governo do Estado, Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo (Ales), Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) e empresas ES Gás, BW Energy e Grupo Imetame.

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O poder de transformação da chegada da luz elétrica O poder de transformação da chegada da luz elétrica

Publicada em: 30/06/2024

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Brasil

O poder de transformação da chegada da luz elétrica

O programa Luz para Todos, uma iniciativa do Governo Federal em parceria com empresas como a Energisa, tem o objetivo de levar energia elétrica a áreas rurais e comunidades isoladas do Brasil. Criado em 2003, o programa tem desempenhado um papel crucial na melhoria da qualidade de vida de mais de 17 milhões de brasileiros, proporcionando acesso a um serviço essencial que promove desenvolvimento econômico e social. Em 2024, o programa segue firme em seu propósito, com destaque para os estados de Rondônia, Acre e Mato Grosso, onde continua a transformar a vida de milhares de famílias.

Rondônia

Partindo de Porto Velho e subindo de barco o imponente rio Madeira por cerca de duas horas, chega-se à comunidade de Ressaca. Lá, vivem 20 famílias ribeirinhas em casas de palafita protegidas das inundações das épocas de cheia do rio. Plantio de frutas, pesca, redes na varanda, aroma de comida feita na hora saindo pelas janelas e uma impressão de que o tempo passa mais devagar no lugarejo.

Um tempo atrás, os moradores da comunidade de Ressaca conviviam com lamparinas e com os barulhentos e caros geradores portáteis de energia por fontes não renováveis. Agora eles são coisa do passado. Foram substituídos por sistemas de geração solar, com placas colocadas em uma estrutura de alumínio, de mais de 2,5 m de altura, desenvolvidas especialmente para que estejam protegidas das alagações do rio Madeira.

Ao fim de 2024, a expectativa é de que cerca de 2.000 famílias ribeirinhas e quilombolas de Rondônia sejam atendidas com a geração solar, podendo usar energia limpa e renovável 24 horas por dia para ligar seu ventilador, televisão e geladeira, desfrutando do conforto que a energia elétrica proporciona. A novidade já mudou o dia a dia dos moradores do local, como Francisca Aparecida de Oliveira:

Desde que essas placas foram instaladas aí fora, a gente se reúne na sala para assistir novela e a água está sempre bem gelada para todo mundo beber.”

Francisca Aparecida de Oliveira, moradora da comunidade de Ressaca
Francisca Aparecida de Oliveira, moradora da comunidade de Ressaca

Acre

Tomar água gelada ou conservar alimentos refrigerados vão passar a fazer parte do cotidiano de 6,8 mil famílias ainda este ano em todo o Acre. Mais de 4,6 mil famílias serão atendidas por sistemas fotovoltaicos e 2,2 mil através de rede convencional, com um investimento de R$ 388 milhões somente em 2024. O programa beneficia principalmente famílias de baixa renda, que muitas vezes vivem em regiões de difícil acesso.

Nem sempre é fácil chegar a determinadas localidades, devido ao deslocamento até as regiões de difícil trafegabilidade, mas a equipe está comprometida em levar energia aos quatro cantos do estado”, afirma Elizângela Sousa, coordenadora de Universalização da Energisa.

Imagem aérea de placa solar no Acre

Mato Grosso

Mais de mil famílias já foram beneficiadas com a instalação de placas solares com baterias, num sistema desenvolvido pela própria Energisa para atender regiões remotas do Pantanal onde a instalação de redes de distribuição convencionais é impraticável. Até o fim deste ano, a previsão é contemplar outras 1.600 famílias.

Cerca de 19 municípios do estado já foram contemplados, entre eles Primavera do Leste e Barra do Garças. Além de proporcionar todos os confortos da energia elétrica, o programa se destaca pelo uso de uma solução limpa, sustentável e econômica.

Isso é muito importante porque, evitando o uso dos geradores a combustão, estamos contribuindo com a redução de gás carbônico na atmosfera e ainda gerando economia, já que o uso do diesel e da gasolina são caros, se comparados a outras fontes de energia”, explica Fabricio Medeiros, diretor técnico comercial da Energisa.

Imagem de placa solar em comunidade indígena no Mato Grosso

O programa Luz para Todos não apenas ilumina casas, mas também transforma comunidades inteiras, proporcionando oportunidades para o desenvolvimento econômico, educacional e social. Com iniciativas contínuas e tecnologias inovadoras, a Energisa reafirma seu compromisso em levar energia sustentável e de qualidade às regiões mais remotas, promovendo um futuro mais inclusivo e próspero para todos os beneficiados.

Tocantins

O Programa Luz para Todos continua transformando a vida de comunidades rurais no Tocantins. A iniciativa, que leva energia elétrica por meio de painéis solares para regiões isoladas, já beneficiou mais de mil famílias no estado em 2024 e a previsão é que mais 450 sejam contempladas até o fim do ano. Além da instalação, o programa contempla a manutenção periódica dos sistemas fotovoltaicos regularmente, para conservar a instalação inicial e assegurar o funcionamento adequado ao longo do tempo.

A manutenção do painel solar e de todo o sistema fotovoltaico é indispensável para garantir o bom funcionamento e longa durabilidade dos equipamentos, e para minimizar as perdas de geração elétrica. Temos feito essas visitas de forma planejada, duas vezes por ano em cada localidade, para garantir o melhor fornecimento de energia para as comunidades atendidas”, explica Bruno Queiroz, gerente de Construção e Manutenção na Energisa Tocantins.

Este ano, as equipes técnicas da Energisa Tocantins realizaram inspeções e trabalhos de manutenção nos equipamentos já instalados e em uso por famílias na região de Goiatins, ao norte do Estado, visitando a Aldeia Rio Vermelho, a Aldeia Bacuri e a Aldeia Capitão do Campos.

Painel solar do Luz Para Todos em Tocantins

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Uma luz na escuridão: energia solar transforma vidas no Tocantins Uma luz na escuridão: energia solar transforma vidas no Tocantins

Publicada em: 26/06/2024

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Tocantins

Uma luz na escuridão: energia solar transforma vidas no Tocantins

O Programa Luz Para Todos (LPT) tem sido fundamental para proporcionar acesso à energia elétrica em regiões da Amazônia Legal, contribuindo para o desenvolvimento social e econômico de diversas comunidades. No Tocantins, 1.036 famílias já foram atendidas e a previsão para 2024 é que mais 450 sejam contempladas.

Além de instalar infraestrutura para a geração de energia elétrica por meio de painéis fotovoltaicos, o programa também se empenha na manutenção desses sistemas, essenciais para garantir seu funcionamento eficiente e duradouro. Recentemente, equipes técnicas da Energisa Tocantins realizaram inspeções e trabalhos de manutenção nos equipamentos já instalados e em uso por famílias na região de Goiatins, ao norte do Estado, visitando a Aldeia Rio Vermelho, a Aldeia Bacuri e a Aldeia Capitão do Campos.

Outro local visitado foi a comunidade Quilombo Margens do Rio Novo, que fica na Praia dos Milagres, na região da cidade de Mateiro. Na ocasião, a quilombola Dona Deusa expressou sua gratidão pela iniciativa e destacou a importância da energia elétrica para a qualidade de vida local.

Eu fui uma das contempladas com as placas. Venho aqui agradecer a Energisa mais uma vez por ter nos socorrido aqui. Nós estávamos sem expectativa nenhuma de energia e hoje nós temos. Muito obrigada pelo serviço prestado a nós, pelo pessoal que vem nos dar manutenção, que perguntam como nós estamos e que é muito atencioso com a gente. Só temos a agradecer”, disse.

Bruno Queiroz, Gerente de Construção e Manutenção na Energisa Tocantins, ressaltou a relevância da manutenção para conservar a instalação inicial e assegurar o funcionamento adequado dos painéis solares e sistemas fotovoltaicos ao longo do tempo.

A manutenção do painel solar e de todo o sistema fotovoltaico é indispensável para garantir o bom funcionamento e longa durabilidade dos equipamentos, e também para minimizar as perdas de geração elétrica. Temos feito essas visitas de forma planejada, duas vezes por ano em cada localidade, para garantir o melhor fornecimento de energia para as comunidades atendidas”, explicou.

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São João: o trabalho da Energisa para um arraiá bem iluminado São João: o trabalho da Energisa para um arraiá bem iluminado

Publicada em: 19/06/2024

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Brasil

Festas de São João: os bastidores do trabalho da Energisa para um arraiá bem iluminado

É chegada aquela época do ano em que o Brasil se enche de cores, música e tradição nordestina para celebrar o São João. Enquanto o povo corta bandeirolas, ensaia a quadrilha e apronta os quitutes, a Energisa se prepara para que a luz da festa brilhe até de manhã. Com uma série de ações de manutenção preventiva e melhorias na infraestrutura elétrica, as distribuidoras trabalham para garantir um fornecimento de energia elétrica seguro e sem interrupções.

Investimentos em iluminação e patrocínio renovado para o Maior São João do Mundo, em Campina Grande

Desde 2022, o São João de Campina Grande é reconhecido pelo Instituto Ranking Brasil como a maior festa junina do país, motivo de grande orgulho para os moradores da cidade. O São João 2024, que celebra também os 160 anos do município, acontece mais uma vez no Parque do Povo, de 29 de maio a 30 de junho.

Este ano marca a 10ª vez que a Energisa patrocina o evento, que agora conta com mais de 40 mil metros quadrados após a reforma que interligou o Parque do Povo ao Parque Evaldo Cruz (Açude Novo). Para garantir a energia necessária para os 33 dias de evento, a empresa realizou diversas melhorias na infraestrutura elétrica.

A festa junina é uma tradição paraibana e nordestina muito valiosa na nossa cultura. Para a Energisa, o São João é um evento de grande importância e começamos a nos preparar logo no início do ano. Temos planos específicos, com monitoramento 24 horas e plantões diferenciados para garantir a qualidade da energia durante a festa” conta Renan Menezes, coordenador de operações da Energisa Paraíba.

Em 2022, foi entregue a nova iluminação do Parque do Povo, com a instalação de 98 refletores de LED e substituição de lâmpadas antigas por luminárias mais modernas. Agora, foi concluída a etapa do Açude Novo, com a entrega de parte das mais de 300 luminárias e refletores previstos no projeto. A estimativa é que cada uma dessas entregas gere uma economia de cerca de R$ 60 mil/ano para Campina Grande, levando benefício a toda a população. Esses investimentos da Energisa, em parceria com a prefeitura do município, são realizados por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). 

Além dos investimentos permanentes, muito trabalho é necessário para instalar com segurança as ligações temporárias para mais de 300 barraqueiros: 

Recebemos uma lista com todos os barraqueiros internos e externos no Parque do Povo. Em conjunto com a empresa responsável pela estrutura do evento, fazemos reuniões para determinar a carga e a localização das ligações de energia para cada um dos barraqueiros. Tudo isso é feito com a colaboração do Corpo de Bombeiros, que verifica todas as instalações”, conta Renan Menezes.

A programação completa do Maior São João do Mundo pode ser conferida no site do evento.

Plano São João: manutenção preventiva para as festas sergipanas

Em Sergipe, também já foi dada a largada para as celebrações juninas. Desde o dia 1º de junho, serão mais de 300 atrações em 60 dias de festa no Arraiá do Povo e Vila do Forró, na Orla da Atalaia, e na Rua São João, em Aracaju, em um evento promovido pelo Governo do Estado. Além disso, o Sesc (Serviço Social do Comércio) também promove o São João na Praça, na General Valadão, no Centro de Aracaju, com programação até o dia 21 de junho.

Nos últimos meses, foram realizadas inspeções e manutenções preventivas em todos os locais que recebem os festejos, além de algumas cidades do interior. Na Orla do Atalaia e imediações, foi feita uma lavagem de estruturas para eliminar a poluição natural da maresia. O objetivo do Plano São João é reforçar a rede elétrica para suportar todo o consumo extra gerado pelos eventos, identificando previamente equipamentos com risco de sobrecarga:

O São João é um dos momentos mais esperados do sergipano e a Energisa realizará todas as ações necessárias para que esses festejos aconteçam sem intercorrências. Estamos intensificando as manutenções preventivas com inspeção visual e com termovisor, e realizando obras na rede elétrica para atender o aumento de carga”, explica Thyago Tanouss, gerente de construção e manutenção da distribuição da Energisa Sergipe.

Além das ações preventivas, a Energisa também disponibilizará uma logística diferenciada das equipes de campo nos locais dos eventos e irá monitorar  a rede elétrica remotamente 24 horas por dia, a partir do Centro de Operação.

Para quem vai curtir as festas em Sergipe, não deixe de conferir a programação completa do Arraiá do Povo e do São João da Praça.

Aproveitando a festa com segurança

Decorar as casas e ruas com bandeirolas coloridas é uma tradição que marca o mês de junho. A bandeirola é um dos símbolos mais marcantes desse período, mas pode trazer riscos de acidentes quando colocada em locais inadequados. Por isso, a Energisa sempre reforça os principais cuidados para que todos devem tomar para aproveitar com segurança este momento tão esperado.

A orientação é não pendurar as bandeirolas nos postes e fios elétricos. Aconselhamos evitar o uso de enfeites de metais e, caso queira fazer uso desses materiais, que sejam utilizados adereços isolantes, como borracha e silicone, para evitar o risco de condução de energia”, alerta Robson Jezler, coordenador de Saúde e Segurança da Energisa Sergipe.

Além das bandeirolas, também é importante reforçar os cuidados com fogueiras e fogos de artifícios. A orientação é nunca soltar fogos de artifício ou acender fogueiras próximos à rede elétrica, pois podem danificar cabos e estruturas, causando curtos-circuitos e quedas de energia.

Com tantas atrações imperdíveis e tradições a serem celebradas, o São João promete ser um verdadeiro espetáculo para todos os gostos e idades. Enquanto a população curte cada momento dessa festa tão esperada, a Energisa estará trabalhando para garantir o fornecimento de energia com qualidade e segurança. Juntos, vamos celebrar São João com tranquilidade e muita alegria!

Foto: Leydson Jackson/Codecom-CG

 

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Energisa aposta em biometano Energisa aposta em biometano

Publicada em: 30/04/2024

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 Sustentabilidade

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Santa Catarina

Energisa aposta em biometano

A economia é redonda. Pelo menos é o que asseguram os formuladores das teorias a respeito do tema nesse século XXI. Mas “redonda” seria uma boa nomenclatura? Pensando melhor, talvez não. Talvez “circular” seja um nome mais adequado.

De olho nesse conceito, que embute sustentabilidade, economia, governança e aspectos socioculturais, a Energisa está investindo R$ 80 milhões em uma unidade de biometano. Gás natural renovável, o insumo pode ser utilizado diretamente nas redes de distribuição misturado ao gás natural convencional ou, ainda, ser usado para a geração de hidrogênio, amônia e metanol.

A iniciativa vai estar sob o guarda-chuva (re)energisa, empresa do Grupo criada em 2022 para atuar no mercado livre de energia, oferecendo geração distribuída através de fontes renováveis.

É um movimento em linha com o que há de mais moderno em termos de discussão energética no planeta. Trata-se de uma matriz limpa e sustentável. E renovável. Um gás energético renovável”, explica Frederico Kos Botelho, líder de soluções bioenergéticas da (re)energisa.

Com previsão de inauguração para 2025, em Campos Novos (SC), a companhia estima produzir 25 mil metros cúbicos de biometano diariamente. E, para chegar a esse patamar, a empresa vai processar cerca de 350 toneladas de resíduos industriais, que serão fornecidos pelas companhias da região. A perspectiva é também gerar 25 empregos diretos no município e 100 postos de trabalho ao longo da empreitada.

Projeção 3D da nova usina de biometano em SC

Kos Botelho explica que o processo produtivo trata o resíduo coletado por meio de um processo de compostagem, que contém biodigestores. Como resultado, gera-se também fertilizante orgânico ou biofertilizante.

O biofertilizante, detalha o executivo, decorre da aquisição da Agric, concretizada em agosto de 2023. A compra dessa empresa de compostagem de resíduos orgânicos industriais é que vai possibilitar a produção do fertilizante orgânico.

Nosso objetivo é comercializar esse fertilizante junto aos produtores rurais da região de Campos Novos (SC), onde será erguida a operação”, acrescenta.

A aquisição da Agric, está alinhada à estratégia do Grupo de oferecer um ecossistema de soluções, sendo um fornecedor one-stop-shop para seus clientes.

Trata-se de um mercado com grandes perspectivas de crescimento, especialmente nos estados onde a Energisa já atua, que abrigam setores como o agronegócio, com alta geração de resíduos orgânicos”, acrescenta.

Mas se a perspectiva é boa para o biofertilizante, também é excelente para o biometano. De acordo com os dados que circulam entre as associações do setor, a expectativa é que a produção dessa nova fonte energética alcance 7 milhões de metros cúbicos por dia em 2029, ante os atuais 500 mil metros cúbicos, que hoje são produzidos a partir de seis plantas espalhadas pelo País. 

É importante salientar que não se trata apenas de biometano e fertilizante orgânico, mas sim de tratamento de resíduo. E, nesse sentido, o biometano alcança excelentes resultados: fomenta a produção de um gás que se renova e gera o fertilizante orgânico utilizado nas lavouras, que vão produzir os insumos para essas indústrias”, enfatiza o líder de soluções bioenergéticas da (re)energisa.

Há, no entanto, um ponto que faz muita diferença: a comparação com o gás natural. É inegável a capilaridade do gás natural no Brasil. Só que esse insumo alcança fundamentalmente a região litorânea brasileira. Pouco se dá em direção ao interior do país.

É justamente aí que o biometano tem uma avenida pela frente. Porque, além de ser renovável, o que o gás natural não é por definição, o biometano é produzido a partir de resíduos, não da exploração de poços, como no caso do gás natural. Sem contar que pode ser usado por caminhões.

Em outras palavras, é caro, por exemplo, ter um posto de gás natural veicular em alguns lugares do Brasil, porque está longe da planta processadora e custa levar o insumo até lá. Mas o mesmo não se aplica ao biometano, uma vez que se origina de resíduos industriais.

Então, essa fonte de energia descarboniza o setor de logística, porque não emite carbono, usa resíduos que normalmente seriam descartados pela indústria, produz fertilizante orgânico e, de quebra, propicia nova fonte de energia? A resposta é sim. É ou não é economia circular? É. E é verde.

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Energisa MS: um retrato de 2023 e o olhar para o futuro Energisa MS: um retrato de 2023 e o olhar para o futuro

Publicada em: 15/02/2024

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Mato Grosso do Sul

Energisa MS: um retrato de 2023 e o olhar para o futuro

Como você avalia o ano de 2023 para a Energisa Mato Grosso do Sul e para o estado?
Marcelo Vinhaes: O ano de 2023 foi extremamente desafiador. Tínhamos grandes expectativas de que 2022 marcaria o fim da pandemia, mas a retomada só chegou mesmo no ano passado, com uma grande demanda acumulada. Então eu acho que 2023 foi um ano bastante acelerado. Minhas conversas com empresários daqui do Mato Grosso do Sul confirmam essa percepção geral de que 2023 foi caracterizado por um notável crescimento e investimento no estado. Na distribuidora, enfrentamos um desafio adicional devido à ocorrência do El Niño em 2023. Esse fenômeno implica em condições climáticas mais severas, com tempestades de muito vento e muita descarga atmosférica. Estamos fazendo um estudo junto com uma consultoria especializada que está mostrando que o Mato Grosso do Sul tem um clima mais parecido com os estados do Sul do Brasil do que com os seus vizinhos do Centro-Oeste. Então a gente está num estado de clima sensível, e já sabíamos que 2023 seria um ano de grandes desafios por conta das previsões climáticas.

E como a Energisa se preparou para enfrentar esses desafios?
MV:
Investimos, nos 9 primeiros meses de 2023, cerca de R$ 467 milhões (Resultado do 4º trimestre de 2023 será divulgado no dia 12 de março), focando no crescimento do estado, de modo a poder atender novas cargas, novas indústrias, novos negócios que estão vindo para o Mato Grosso do Sul. Além disso, temos um plano plurianual de investimentos em melhorias da infraestrutura da zona rural do estado. Há alguns anos, estamos fazendo novas subestações, novos alimentadores, novas linhas para atender cada vez melhor os nossos clientes de fora dos grandes centros urbanos. Acreditamos que o equilíbrio entre investimentos e tarifas é crucial, por isso buscamos dosar os investimentos para melhorar a qualidade do fornecimento sem onerar demais a tarifa de energia elétrica.

Você falou que foi um ano marcado pelo El Niño. Como isso impactou a operação da empresa?
MV:
No nosso estado, o El Niño causa 2 fenômenos principais: tempestades intensas e aumento das ondas de calor. Por conta disso, a questão da arborização urbana acaba tendo um papel importante. Vivemos num estado de clima quente, que precisa de muitas árvores, mas ao mesmo tempo, muitas árvores foram plantadas inadequadas perto da rede elétrica. Eu sou defensor de cidades arborizadas e tenho por hobby cuidar de plantas, mas são espécies exóticas que têm raízes frágeis e acabam caindo por não suportar a ventania do estado, causando grande parte dos nossos problemas de falta de energia. Temos buscado soluções, como a substituição de espécies inadequadas, para garantir a qualidade do fornecimento sem comprometer a arborização urbana.
Além disso, as ondas de calor provocam um aumento do consumo de energia, e as pessoas percebem isso em suas contas, mas ficam com muitas dúvidas. Explicamos que, nos meses mais quentes, o consumo de equipamentos de refrigeração, como geladeiras e aparelhos de ar-condicionado, pode realmente dobrar, triplicar ou mesmo quadruplicar. Além do uso mais frequente, esses aparelhos também consomem mais quando a temperatura externa está maior, pois o compressor fica acionado por mais tempo enquanto o equipamento está ligado.

E os problemas de sobrecarga de energia que tivemos em Ribas do Rio Pardo e em Campo Grande? Eles já foram sanados?
MV:
Sim. Em novembro, substituímos 440 transformadores em todo o estado para garantir a estabilidade da rede. Em resposta aos desafios climáticos e ao consumo elevado, fizemos operações em Ribas do Rio Pardo, Corumbau, Dourados, Campo Grande, substituindo praticamente todos os transformadores por outros de maior potência, para regularizar a situação em definitivo.
Quando projetamos as redes de distribuição, a nossa referência são os disjuntores instalados na entrada de cada residência, ao lado do medidor. Só que as pessoas têm o hábito de aumentar a carga das suas casas, trocar esse disjuntor de entrada e não informar a Energisa. Então quando temos uma onda de calor e todo mundo liga o ar-condicionado ao mesmo tempo, acontece uma sobrecarga na rede. Para ter uma ideia, nessa onda de calor do mês de novembro, o nosso sistema atingiu um nível de carga que só estava previsto para 2025. Por isso, quando o cliente trocar o medidor de entrada da sua casa, é importante que ele informe a Energisa, através de qualquer canal de atendimento.

E para fechar, quais são as perspectivas da Energisa para 2024?
MV:
Para 2024, esperamos que o estado continue crescendo, gerando empregos e desenvolvimento. Estamos preparados para atender às demandas das novas indústrias e empresas que escolherem Mato Grosso do Sul como seu lar. Expressamos a esperança de que o El Niño seja menos impactante em 2024, permitindo uma operação mais suave e eficiente.

Nota: Este texto foi construído a partir da edição da entrevista concedida à Radio CBN em 01/01/2024.
 

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Investimento para garantir a qualidade da energia Investimento para garantir a qualidade da energia

Publicada em: 25/07/2023

 Categoria:

 Energisa 5D

 Região: 

Região: 

Brasil

Energisa mantém cronograma de obras para potencializar distribuição no Sudeste e Sul do país

Você consegue imaginar o seu dia a dia sem geladeira, sem as lâmpadas que acendem com apenas um clique, ou sem o chuveiro elétrico nos dias mais frios do inverno? Já pensou o quão difícil seria se não pudesse carregar a bateria do celular na tomada, usar o computador, a máquina de lavar roupas e outros equipamentos que tornam a sua rotina mais prática? Justamente para oferecer a energia elétrica que garante a funcionalidade desses e de outros eletrodomésticos e eletrônicos que facilitam a vida de milhares de pessoas, é que a Energisa Sul-Sudeste trabalha de maneira intensiva e interrupta.

Com mais de 118 anos de história, a Energisa chegou à região em 2014 e, desde o início da concessão, tem atuado com o compromisso de expandir, potencializar e melhorar o fornecimento de energia elétrica nos 82 municípios onde está presente no interior de São Paulo, sul de Minas Gerais e Guarapuava (PR). Para tanto, investiu cerca de R$ 2 bilhões em obras e tecnologias para cumprir esse compromisso.

“A energia é imprescindível para o desenvolvimento econômico e social das cidades e comunidades que estamos inseridos. É a energia que viabiliza novas tecnologias, oportunidades de emprego e renda, acesso à educação e cultura. Ela proporciona conforto e segurança. Por essa razão, reforçamos nosso compromisso diário de executar obras que tragam melhorias à qualidade do fornecimento de energia, beneficiando diretamente os clientes desta região” enfatiza o diretor-presidente da Energisa Sul-Sudeste, José Adriano Mendes Silva.   

Obras e melhorias

Como parte desse compromisso de investimentos até 2025, nas regiões de Catanduva, Assis e Tupã, devem ser entregues importantes obras como melhorias nas subestações Bastos II, Assis III, Rancharia, Salto Grande e Ibirarema; substituição de equipamentos nas subestações Echaporã, Lutécia, Quatá I e Tupã. Ainda há obras na subestação Itajobi II e subestação Catanduva III; melhorias e modernização nas subestações Catiguá, Catanduva I, Elisiário e Novo Horizonte; também vamos elaborar um projeto de ampliação da subestação Novo Horizonte. 

Além disso, a empresa tem atuado em substituição de cabos, postes, cruzetas, instalação de religadores automáticos, podas de árvores que apresentam algum risco ao sistema elétrico, entre outras melhorias e manutenções preventivas em equipamentos que são imprescindíveis para a estrutura de distribuição de energia. Boa parte dessas manutenções é executada sem que haja interrupções no fornecimento de energia. Ou seja, sempre que possível dentro dos protocolos técnicos e de segurança, as equipes trabalham com a rede energizada, sem a necessidade de desligar a rede elétrica, buscando sempre garantir o conforto aos clientes. 

Quando é preciso fazer o desligamento da rede por questão de segurança, a concessionária tem o compromisso de avisar a população com antecedência a fim de que todos possam se programar para o período da interrupção.   

Quer saber mais sobre o que a Energisa Sul-Sudeste tem feito para melhorar a sua rotina e da comunidade, e ainda conhecer todos os serviços que empresa oferece para você? Acesse o site www.energisa.com.br e acompanhe a Energisa no Facebook, Twitter e Instagram.

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