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Potências do futuro: Energisa capacita jovens no universo digital Potências do futuro: Energisa capacita jovens no universo digital

Publicada em: 16/01/2024

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Minas Gerais

Potências do futuro: Energisa capacita jovens no universo digital

Imagina uma turma de alunos de escolas públicas mergulhando de cabeça no mundo da tecnologia, tendo a oportunidade de programar, criar designs e escolher as cores e fontes para poder criar seus próprios sites. Essa foi a aventura de 99 jovens de escolas estaduais de Cataguases (MG) que abraçaram o desafio e recentemente concluíram o curso “Meu Primeiro Site”.

Nessa iniciativa, 14 colaboradores da Energisa atuaram como instrutores voluntários, compartilhando não apenas conhecimento técnico, mas também experiências pessoais e insights sobre o mercado de trabalho. O curso é fruto da parceria duradoura da Energisa com a Junior Achievement, uma organização sem fins lucrativos que visa facilitar o acesso de jovens ao mercado de trabalho e está presente em mais de 120 países. Ao longo de 15 anos, essa colaboração mobilizou cerca de 300 voluntários da Energisa e capacitou aproximadamente 3.200 alunos, fortalecendo oportunidades educacionais e de desenvolvimento profissional.

Alunos em sala de aula

Gabriel dos Santos Pavão, que integra a equipe de TI da Energisa, foi um dos instrutores voluntários nesse programa. No ano passado, Gabriel formou-se na primeira turma de desenvolvedores de front end do Rio Pomba Valley, outro projeto educacional da Energisa que busca oferecer cursos na área de tecnologia da informação, impulsionando a Zona da Mata Mineira como um polo de educação digital e empreendedorismo. Agora, os papeis se inverteram, de aluno, Gabriel passou a ser instrutor, e ele destaca a importância de retribuir a ajuda que recebeu ao se voluntariar:

Surgiu a oportunidade de ser voluntário e na hora eu topei, porque da mesma forma que eu fui ajudado, eu quis ajudar também. O que achei mais legal é que eles entendiam que a gente não era professor, que a gente era instrutor. Então na medida que a gente estava avançando no curso, se não sabíamos de algo, a gente pesquisava e aprendia junto. Acho que esse foi um ponto muito positivo para todo mundo – resume Gabriel.

O objetivo do curso era desafiador: os alunos tinham 1 mês para criar um site do zero, escolhendo um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Ao longo de novembro, esses jovens botaram a mão na massa em 20 horas presenciais e trabalhos extraclasse. Ao final, foram 56 sites apresentados para uma banca de 18 jurados voluntários de diferentes empresas e instituições de ensino de Cataguases e região, que escolheram os três primeiros lugares. Gabriel se surpreendeu com o resultado:

Foi muito melhor do que o esperado! Eu não conseguiria entregar coisas tão boas em 1 mês. E eles conseguiram porque tiveram muita força de vontade, foram muito curiosos para aprender, perguntaram muito e todo mundo conseguiu – comenta, orgulhoso.

O primeiro colocado na premiação foi Santiago Arquete, que fez um site para falar sobre a ODS 9 – Indústria, Inovação e Infraestrutura. Ele expressou seu crescente interesse na área de TI e a influência positiva do curso em sua trajetória. 

Eu achei que foi uma oportunidade muito grande para mim, porque é uma área nova que está chegando no mercado, uma área que as pessoas têm muito interesse e vai crescer muito. E foi uma grande oportunidade de começar a entrar nesse mercado. Eu pretendo continuar nessa área de desenvolvimento, de TI. No ano que vem faço 18, então já vou começar uma faculdade voltada para essa área, até lá vou continuar estudando pelo notebook mesmo.” – conta Santiago, aluno da E.E. Marieta Soares Teixeira.

Site vencedor, criado pelo aluno Santiago Arquete Site vencedor, criado pelo aluno Santiago Arquete

O curso “Meu Primeiro Site” também deu a Santiago um estímulo maior para continuar tentando o ingresso no Rio Pomba Valley.

Este ano, eu participei do processo seletivo do Rio Pomba Valley e tive uma boa pontuação, 26.000 pontos. Não foi esse ano que eu consegui entrar, mas espero que ano que vem eu consiga, porque já vou ter uma carga maior, já vou saber o básico graças ao curso – acrescenta Santiago.

A aluna Roberta Ferreira Antunes, que ficou em terceiro lugar, fez questão de agradecer à Energisa pela oportunidade e aos voluntários por compartilharem conhecimento e experiências.

É um aprendizado para todos nós. E queria dizer que vocês marcaram a nossa história. Foi uma experiência gratificante, inesquecível e uma sensação indescritível como colocar um site no ar. Foi um crescimento profissional e também pessoal, que gerou enriquecimento. Saímos com mais preparo, competência profissional, cheio de amigos. Com conhecimento para vida e muitas histórias para contar – relata.

Site criado pela aluna Roberta AntunesSite criado pela aluna Roberta Antunes

Mas o programa vai muito além de criar sites. Ele se revelou um catalisador de potências, um estímulo ao desenvolvimento de habilidades tecnológicas e de empreendedorismo. Para os alunos, foi o vislumbre de um horizonte repleto de possibilidades. Além de despertar o interesse em tecnologia, o curso direcionou o olhar dos jovens para as oportunidades de mercado na região, como as vagas em TI na Energisa. 

Quando a gente chega para falar com esses jovens de 16 e 17 anos e mostra o que o mercado tem para eles, passam a enxergar com mais clareza as oportunidades que podem ter. Por exemplo, hoje na Energisa temos muitas vagas em TI. Então a gente mostra que eles conseguem se desenvolver, que sonhos são alcançáveis na região, sem ter que sair – reforça Gabriel.

Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas RioEduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio

Na cerimônia de entrega dos certificados de conclusão, Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio, enfatiza o compromisso da empresa com a formação profissional dos jovens:

A Energisa quer contribuir com a formação profissional desses jovens e essa iniciativa é uma excelente oportunidade. Agradeço aos nossos voluntários por abraçarem essa causa, contribuindo com um projeto educacional e de cidadania.

O curso não apenas equipou os alunos de Cataguases com habilidades digitais e perspectivas profissionais, mas também trouxe amizade, aprendizado mútuo, colaboração, inspiração, e uma perspectiva de futuros brilhantes para estes jovens. E quem sabe, daqui não saiam os futuros gênios da tecnologia e empreendedorismo?

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Energisa conclui formação de 35 novos programadores no Rio Pomba Valle Energisa conclui formação de 35 novos programadores no Rio Pomba Valle

Publicada em: 14/02/2023

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 Comunidade

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Minas Gerais

Energisa conclui formação de 35 novos programadores no Rio Pomba Valley

É em Cataguases, cidade cheia de histórias para contar, que o futuro brota com um hub de educação digital e empreendedorismo chamado Rio Pomba Valley, projeto do grupo Energisa em parceria com SESI, SENAI, CNI e FIEMG, que oferece cursos na área da tecnologia da informação. O nome, que nos lembra o Silicon Valley norte-americano, região onde cresceram as grandes empresas de tecnologia do nosso tempo, não veio por acaso, e também está conectado à tradição da cidade de Cataguases de estar à frente do seu tempo. 

Nas primeiras décadas do século XX, Cataguases ficou conhecida como uma das capitais culturais do modernismo brasileiro. Podemos andar por suas ruas e praças nos encantando com painéis da pintora Djanira, como o da icônica Igreja de Santa Rita de Cássia, ou as construções de Oscar Niemeyer. Além disso, as inovações tecnológicas também estiveram presentes nesse passado da cidade. Nos anos de 1920, Cataguases foi berço do cinema nacional, com a presença marcante do cineasta Humberto Mauro, que transformou a região em um polo cinematográfico de sua época.

Nessa rica história da cidade Mineira também está a sua relação com a Energisa. O maior grupo privado do setor elétrico no Brasil cresceu junto com a cidade, que revive seus tempos áureos com o polo audiovisual da Zona da Mata, contando com patrocínios importantes da empresa com mais de R$ 6 milhões investidos em coproduções de longas, curtas metragem e filmes de animação nos últimos 4 anos.

É nesse cenário de criatividade e invenção que o Rio Pomba Valley encontrou espaço e pessoas cheias de novas ideias para usar a tecnologia em prol do meio ambiente, da cultura e da inovação.

A primeira turma do projeto realizou seus trabalhos entre julho e dezembro de 2022. Muitas ideias, experiências e trocas de saberes fervilharam tanto nos cursos de formação de desenvolvedores de front end (estrutura, design, conteúdo e desempenho) quanto nos de back end (servidor, banco de dados e aplicação). 

Um dos projetos que contempla a área de educação é o Educa RPG, uma plataforma que une jogo e estímulos educacionais. Os administradores do site alimentam um quadro de tarefas que as crianças ou adolescentes devem executar. 

– A ideia partiu dos jogos de RPG. São missões que a criança deve concluir para avançar de fase e ganhar pontos. Os responsáveis podem inventar as tarefas, como estudar para a prova de matemática ou colocar exercícios e perguntas sobre um tema. A cada missão concluída, o usuário ganha uma moeda virtual que pode ser trocada por itens dentro do jogo ou até mesmo por dinheiro real ou outros prêmios definidos pelos responsáveis – conta Gabriel Pavão, um dos desenvolvedores da plataforma.

Nascido em Cataguases, Gabriel trabalha na Energisa na área de TI e já conhecia algumas linguagens de programação, mas foi durante o curso que pode desenvolver outras habilidades. 

– Foi um processo muito colaborativo, com professores e alunos sempre trocando informações. Toda a turma acabava ajudando em todos os projetos. As aulas de inglês ajudaram muito, mas para mim o principal foi estudar mais a fundo a parte de front end dos projetos – conta o desenvolvedor, que saiu do Rio Pomba Valley com o sonho de colocar o projeto para funcionar a todo vapor. – A versão de testes já apresentou funcionalidade, mas ainda pretendemos desenvolver mais. Há uma parte importante ligada à saúde mental. Queremos abrir espaço para um diário onde os usuários possam escrever seu cotidiano na escola. Esse diário é confidencial, mas a partir da identificação de palavras-chave, um relatório pode ser gerado indicando como esse jovem tem vivido seu cotidiano escolar.

Além da educação, questões socioambientais também foram abordadas. Tema central e tratado com atenção pela Energisa, a pauta ambiental deve ser vista com mais cuidado no Brasil. Essa é a impressão de Jéssica Campos, uma das desenvolvedoras do projeto Casa das ONGs. 

– O projeto cria uma plataforma que conecta doadores aos projetos de impacto ambiental. Assim, quem quer doar pode pesquisar ONGs por região ou temática e encontrar ali a causa adequada para se tornar um apoiador – diz Jéssica.

Quando entrou no curso, Jéssica estava se formando em administração, mas hoje trabalha como estagiária na área de tecnologia da Energisa.

– O curso foi fundamental para a minha transição para a área de tecnologia. A troca de conhecimentos, o aprendizado de um verdadeiro trabalho em equipe e as noções de diferentes linguagens de programação foram experiências únicas que me deram a oportunidade de conhecer e ingressar em uma nova área de trabalho.

A plataforma desenvolvida por Jéssica e seu grupo ainda não está disponível online, mas ela nos contou um pouco de suas ideias para o futuro. 

– É um desejo colocar Casa das ONGs para funcionar de verdade, conectando as duas pontas, quem pode investir e quem sabe como agir em questões ambientais. A ideia é que a plataforma seja alimentada pelas próprias ONGs, criando um banco de dados que possa ser acessado por qualquer pessoa. Entendemos que para isso é necessário ter uma equipe de checagem dessas informações, que possa verificar de onde elas vêm e ajudar as ONGs a encontrarem seus financiadores.     

Tanto Jéssica quanto Gabriel saíram do curso capacitados, com novos aprendizados e com a esperança de que o projeto continue e que possa espalhar esse conhecimento em tecnologia pela região da Zona da Mata mineira.

– Muita gente por aqui é interessada em programação, mas nem todos têm acesso a esse conhecimento. O Rio Pomba Valley proporciona isso. Cataguases já foi um polo cinematográfico, e pode virar no futuro um polo tecnológico do país – diz Gabriel Pavão. 

– A iniciativa da Energisa tem muito potencial. A turma pôde se desenvolver no plano pessoal e profissional. A área de tecnologia possui linguagens em constante evolução, por isso é muito importante trazer pessoas para a capacitação dos profissionais e de quem quer ingressar na área. Espero que o projeto continue – conta Jéssica.

Dentre as 35 pessoas formadas, 10 já foram contratados pela própria Energisa e começam a trabalhar na empresa neste mês de fevereiro. O Rio Pomba Valley já tem novas turmas previstas e pretende capacitar um total de 550 pessoas até 2026. Com isso, vai se formando em Cataguases um ambiente perfeito para o desenvolvimento tecnológico, retomando as tradições inventivas da região.

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Cicop, o Big Brother da Energisa, vai ganhar reforço Cicop, o Big Brother da Energisa, vai ganhar reforço

Publicada em: 13/08/2021

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Brasil

Cicop, o Big Brother da Energisa, vai ganhar reforço

Uma distribuidora de energia deve estar permanentemente atenta às fraudes. Isso garante aos consumidores a qualidade no abastecimento e uma pressão menor sobre as tarifas. Além disso, ao monitorar pontos de ineficiência, a empresa atende a uma série de exigências feitas pela Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, e permite que haja recursos para investir em melhorias na rede.

Na Energisa, o assunto é levado a sério. O grupo conta com dois quartéis-generais que funcionam como uma espécie de Big Brother do consumo de energia. Graças ao desenvolvimento constante em novas tecnologias, o Centro de Inteligência no Combate às Perdas (Cicop) integra dados de diferentes áreas da companhia e consegue ter indicações dos locais de onde partem as fraudes no consumo.

Segundo Manoel Messias, gerente corporativo de proteção à receita da companhia, a empresa busca aumentar a assertividade na hora de mapear onde estão os fraudadores. Para isso, tem investido em inovação. Um dos projetos, que deve começar a sua versão de teste em Mato Grosso ainda em 2021, vai permitir fazer a análise das perdas a partir de aprendizado de máquina. É um método de análise que, por meio de algoritmos, podem reconhecer padrões não identificados e as correlações em dados brutos, que são agrupados e classificados. Ou seja, a máquina vai processar informações e fazer com mais precisão e velocidade o trabalho, com o mínimo de intervenção humana. 

“Isso vai permitir construir os perfis de consumidores e comparar, por meio de simulações, com os que já foram inspecionados. Com o tempo, o algoritmo será cada vez mais preciso”, explica o gerente.

Olho nas perdas 

As perdas representam um constante ponto de atenção para a distribuidora. Em março, elas chegaram a 14,21% (junho/21 fechou em 13,76%) em Mato Grosso e a 26,50% (junho/21 fechou em 24,98%) em Rondônia. A Energisa assumiu essa operação em Rondônia, antes estatal, há dois anos e meio, o que em boa medida explica o fato de ser a distribuidora número 1 em perdas com fraudes entre as 11 sob a gestão da companhia. Desde 2019, Rondônia conta com uma célula do Cicop (ligada à unidade da EMS), que também monitora as ações no Acre. O objetivo da descentralização é conhecer de perto os desafios, o perfil dos fraudadores e os tipos de fraudes, assegurando um direcionamento mais assertivo e rápido das ações de combate às perdas, a fim de assegurar o alcance da meta que é reduzir em 3,3% as perdas em Rondônia em 2021.

Em 10 de abril, a polícia civil prendeu em Porto Velho um homem quando estaria adulterando o medidor de energia de um apartamento. Fazer “gato” é crime. Em casos como o da capital, a equipe da Energisa pode substituir a caixa de medição por um modelo blindado, fechado com um travamento especial. Além disso, segundo Manoel Messias, existe um esforço da equipe para a regularização de instalações clandestinas. “As ligações clandestinas e os ‘gatos’ prejudicam o sistema elétrico, podendo causar a queda de tensão e acidentes fatais.”

Abrangência

O Cicop foi criado em 2008, em João Pessoa-PB, e após a aquisição das empresas do antigo Grupo Rede, passou a contar com uma segunda unidade, em Campo Grande-MS. Hoje, o monitoramento das distribuidoras da Energisa está dividido entre os dois núcleos, como explica o gerente.

Todo o trabalho do Cicop começa com o planejamento estratégico anual, com projeção para os três anos seguintes, para todas as distribuidoras do grupo, que permite apontar as ações necessária para uma trajetória de perda economicamente viável e abaixo do limite estabelecido pela Aneel. 

No planejamento estratégico a equipe do Cicop identifica, por exemplo, a quantidade de inspeções presenciais e o tamanho das equipes que devem atuar no trabalho de campo. Cabe ainda ao centro definir a quantidade e quais as medidas de blindagem devem ser aplicadas na regularização dos clientes que fazem os conhecidos “gatos” nas instalações de energia. As medidas de blindagem tem como objetivo evitar a reincidência. 

Análise de dados

Chegar aos possíveis fraudadores e acabar com os “gatos” só é possível graças à análise da base de dados da Energisa dos sistemas comerciais e técnicos da companhia. Com informações como nome, endereço, tipo de consumidor (residencial ou comercial), qual alimentador atende as unidades, é possível mensurar o nível de perda daquele segmento.

O uso de algoritmos permite o cruzamento de dados e o resultado vai apontar onde está ocorrendo algum tipo de anormalidade no consumo de energia. A partir daí, será gerada uma lista de inspeção para orientar as equipes de campo. “Hoje, essa taxa de assertividade é em torno de 38% e Rondônia está entre as melhores do grupo”, diz o gerente da companhia. 

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Energisa faz 6 mil manutenções programadas em 2020 Energisa faz 6 mil manutenções programadas em 2020

Publicada em: 26/07/2021

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Rondônia

Energisa faz 6 mil manutenções programadas em 2020

A manutenção preventiva na rede de distribuição de energia é uma ação importante para os consumidores residenciais, comerciais e industriais. As inspeções programadas nos equipamentos evitam interrupções não programadas no fornecimento e aumentam o nível de qualidade para os consumidores.

Em 2020, a Energisa Rondônia fez cerca de 6 mil reparos programados com desligamento do fornecimento- o equivalente a cerca de 16 manutenções por dia. No dia a dia da equipe, serviços preventivos que incluíram a substituição de, aproximadamente, 33 mil postes, a troca de componentes e a poda de pelo menos 95 mil árvores.


Em 23 de maio, a pedido da Transmissora Eletronorte, a Energisa realizou o desligamento programado de 15 ruas do distrito de Nova Mutum Paraná. A princípio, 4 mil unidades consumidoras seriam afetadas. Manobras da distribuidora possibilitaram, no entanto, que o impacto fosse menor. Isso foi possível graças aos investimentos da companhia para automatizar e aumentar a segurança da rede de energia elétrica. Os recursos possibilitam que sejam feitas manobras para mudar o fluxo de energia e assim minimizar os impactos para os clientes. 

Queda nas ocorrências

As ações preventivas reduziram em 26,2% o total de ocorrências relacionadas à falta de energia em Rondônia em relação aos números registrados em 2019. “Assim como qualquer equipamento, os componentes da rede elétrica têm uma vida útil. Substituí-los por novos e mais modernos antes de apresentarem problemas é fundamental para manter o sistema em operação de forma confiável e segura”, explica Alfredo de Brito, gerente de Construção e Manutenção da Rede.

Esse acompanhamento intensivo feito pelas equipes da Energisa também serve para o monitoramento e a adequação da quantidade de energia disponível e a demanda. Para não colocar a qualidade do serviço sob riscos, a distribuidora acompanha o desenvolvimento populacional, a economia local e o comportamento social da população, comenta Brito. “Tudo isso interfere na quantidade de energia consumida. Precisamos atuar para que a qualidade não caia.”

A segurança é uma das prioridades em um serviço como esse, tanto para os técnicos que fazem o trabalho de campo quanto para os usuários, por isso os trabalhos têm de ser feitos com a rede desligada. Para evitar impactos na rotina dos consumidores, a Energisa avisa sobre a manutenção com 72 horas de antecedência – por meio de carta, no site (www.energisa.com.br, basta clicar no banner ‘desligamento programado’), comunicados em rádios, em jornais e carros de som. explica.

Qualidade é padrão

Em março, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou os índices de qualidade dos serviços de distribuição de energia referentes a 2020. O Grupo Energisa dominou a lista das concessionárias com as melhores notas: das 10 primeiras no ranking, 5 fazem parte do grupo. Adquiridas em 2018, a Energisa Acre e a Energisa Rondônia são as únicas do grupo não incluídas no ranking, pois ainda estão sob regime diferenciado.“Já investimos R$ 1 bilhão e vamos investir outros R$ 747 milhões este ano para cumprir o compromisso que assumimos de transformar a infraestrutura elétrica de Rondônia”, declarou recentemente André Theobald, diretor presidente da Energisa no estado.

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Com pandemia, canais digitais passam a ser referência para atendimento Com pandemia, canais digitais passam a ser referência para atendimento

Publicada em: 22/07/2021

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 Energisa 5D

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Mato Grosso

Com pandemia, canais digitais passam a ser referência para atendimentos em Mato Grosso

O  uso de canais digitais para atendimento ao cliente aumentou com a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), que recomenda o distanciamento social. Na Energisa Mato Grosso, por exemplo, cerca de 80% dos atendimentos foram realizados digitalmente em 2020. Em 2021, com a continuidade da pandemia e necessidade de isolamento, a tendência é que a busca pelas plataformas digitais continue alta.

“Atualmente, os clientes de Mato Grosso são os que mais usam os canais digitais se comparadas todas as unidades do Grupo Energisa. Desde janeiro, já foram feitos mais de 2,6 milhões de atendimentos virtuais no Estado, com destaque para o uso da Agência Web, que está disponível no site da distribuidora, e da Gisa, atendimento pelo Whatsapp. Entre os serviços, o pedido de segunda via é o mais requisitado”, comenta o coordenador de Atendimento da Energisa Mato Grosso.

O atendimento via canais digitais é feito pelo celular, tablet ou computador. Na lista de serviços oferecidos aos consumidores estão emissão de segunda via da fatura, consulta de débitos, histórico de consumo, negociação de dívida, nova ligação e sinalização sobre falta de energia.

Para que o atendimento ocorra de forma eficiente é importante que o cliente esteja com o cadastro atualizado, lembra o coordenador de Atendimento na Energisa Mato Grosso, Diego Branco. “A primeira coisa a fazer é atualizar o cadastro, o que pode ser feito pelo site (www.energisa.com.br). Com as informações pessoais em dia, é possível baixar o aplicativo no celular ou tablet, ou fazer contato através do WhatsApp, que nossa assistente virtual Gisa, fará o atendimento”.

Oferecer opções fáceis de atendimento ao cliente é o objetivo da Energisa, que nos últimos anos investiu significativamente em tecnologia e no desenvolvimento de plataformas para ter contato direto com o consumidor. O aplicativo Energisa On, por exemplo, foi todo reformulado em 2019 prevendo uma melhor navegabilidade. Disponível gratuitamente para as versões IOS e Android, o aplicativo permite solicitar diversos serviços diretamente do celular.  Ao baixar o app, o cliente precisa informar apenas o CPF e selecionar um número de telefone já vinculado ao seu cadastro na Energisa. Um código será enviado para o smartphone para liberar a navegação.

Em agosto de 2019, os clientes passaram a contar também com a Gisa, atendente virtual do WhatsApp (65 9 9999-7974). Com todos os sistemas automatizados e o uso da inteligência artificial é possível saber as preferências de serviços procurados, e melhorar ainda mais a interação com o cliente O site da Energisa é completo e passa por constante avaliação e reformulação, para que o cliente tenha atendimento de forma simples e ágil. Em 2020, a empresa lançou o atendimento em Totens.

Além dos canais digitais, a Energisa mantém 142 agências e pontos de atendimento em Mato Grosso, sendo duas unidades em Cuiabá e as demais espalhadas pelos outros 140 municípios do Estado.  Nas agencias também há terminais de autoatendimento, onde é possível ter a demanda atendida sem pegar senha. O cliente também pode fazer contato pelo 0800 646 4196.

Serviços disponíveis nos canais digitais

  • Emissão de segunda via da fatura
  • Alteração de data de vencimento
  • Consulta de débitos
  • Histórico de consumo
  • Declaração de quitação
  • Informar leitura
  • Débito automático
  • Negociação de dívida
  • Atualização dos dados da fatura
  • Cadastro da fatura por e-mail
  • Informar falta de energia
  • Alteração de carga
  • Religação de energia
  • Alteração de demanda
  • Nova ligação

Serviço: Canais Digitais da Energisa 

Aplicativo Energisa On (disponível para iOS e Android)

Gisa: (65) 9 9999-7974 (assistente virtual da Energisa pelo WhatsApp)

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Digital Labs: nasce o primeiro centro de inteligência artificial do se Digital Labs: nasce o primeiro centro de inteligência artificial do se

Publicada em: 08/07/2021

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 Energisa 5D

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Brasil

Digital Labs: nasce o primeiro centro de inteligência artificial do setor elétrico

Em live realizada em 29 de junho, o Grupo Energisa apresentou o Digital Labs. Trata-se do primeiro centro de inteligência artificial (IA) do setor elétrico, criado para acelerar a transformação digital da empresa. No biênio 2020-2021, devem ser investidos em inovação em torno de R$ 350 milhões.

O centro de excelência em advanced analytics e IA tem o objetivo de desenvolver tanto produtos e serviços para clientes quanto soluções de fomento do setor elétrico nacional. O espaço, com sede no Rio de Janeiro, servirá para fomentar a inovação, a criatividade, a troca de experiências entre colaboradores e também com parceiros e clientes. Além disso, o centro de pesquisa viabilizará a interação com todas as distribuidoras e empresas do Grupo Energisa.

Mediada pela jornalista Miriam Leitão, de O Globo, a live, transmitida pelas redes sociais da revista Época Negócios, trouxe como convidados Paulo Castro, professor e chefe do departamento Metodologias da Computação do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), Pepe Cafferata, sócio da McKinsey Brasil e o anfitrião Lucas Pinz, diretor de Inovação e Planejamento Estratégico da Energisa.

Para Pinz, as transformações no setor elétrico, nos hábitos do consumidor e na sociedade de uma forma geral, que se aproximam cada vez mais do universo digital, criam novas possibilidades de negócios – sejam produtos ou serviços - no ecossistema do qual fazem parte empresas, empreendedores e startups.


O diretor da Energisa exemplificou alguns recursos que vão ganhar ainda mais espaço com o Digital Labs. “Se imagine recebendo informações em tempo real sobre o seu consumo de energia, ou recebê-la com mais qualidade porque é possível fazer manutenção preditiva na infraestrutura de fornecimento energético. Na Energisa, conseguimos antever falhas que podem gerar grandes danos.” Como lembra Pinz, a IA já é uma ferramenta importante na prevenção de eventos e condições climáticas importantes para o setor.

O executivo ressalta que o futuro do setor elétrico depende de soluções inovadoras, com o uso de tecnologias e novas metodologias voltadas a estimular a agilidade e a criatividade dos colaboradores da companhia. “O Energisa Digital Labs representa a síntese da inovação que sempre esteve presente em nosso DNA”, afirma.

Outra missão importante do Energisa Digital Labs é o desenvolvimento de habilidades de ciência e engenharia de dados nas diferentes unidades de negócios da companhia. Isso será feito por meio da disseminação e da descentralização do conhecimento, além da valorização da cultura de inovação. Foi criada uma equipe multidisciplinar, formada por profissionais com perfis complementares. Por exemplo, estatísticos, matemáticos, físicos, engenheiros, cientistas de dados, designers, arquitetos e desenvolvedores.

Além de contar com a equipe própria e desenvolver soluções para as diferentes atividades do grupo, o Energisa Digital Labs vai buscar parcerias. “Queremos estreitar conexões com principais players do mercado, incluindo startups e instituições científicas, sempre com a meta de gerar valor por meio da inovação, tanto para a Energisa, como para o setor elétrico brasileiro. Com o Digital Labs, estamos desenvolvendo novos produtos posicionados na vanguarda das tendências tecnológicas”, explica Pinz.

O trabalho será desafiador. Serão colocadas em prática iniciativas voltadas à melhoria da eficiência operacional, que permitam um ganho de experiência dos clientes e gerem novos produtos e serviços tanto para o mercado nacional quanto internacional. “Seremos cada vez mais uma plataforma de soluções energéticas, promovendo a digitalização, descentralização, descarbonização e a diversificação, habilitada pelo uso intensivo de inteligência computacional”, destaca o diretor da Energisa.

Assim como Pinz, Cafferata acredita que a IA será grande geradora de soluções e de negócios. Hoje, estima-se que o uso seja responsável pela geração de um valor entre US$ 8 e US$ 10 bilhões apenas no setor de energia. No cenário pós-pandemia, aponta o executivo da McKinsey Brasil, a mudança de comportamento dos consumidores vai acelerar novas demandas, assim como a preocupação cada vez maior com o uso de fontes renováveis e mais eficientes.

“O consumidor agora faz compras de um modo mais planejado, quer segurança, tem mais consciência e dá valor as ações sociais e a sustentabilidade. A casa passou a ser um lugar central para as famílias. Bem-estar e conforto ganharam importância. Além disso, há uma tendência de desurbanização. Isso tem impacto no mercado e a inteligência artificial pode ajudar”, explica Cafferata.

O sócio da McKinsey Brasil cita alguns recursos da AI. Por exemplo, a possibilidade de adaptar a oferta de energia de forma personalizada. No caso do gás natural, a IA permite fazer um mapeamento de hábitos, como a possibilidade de o cliente ter itens como fogão e aquecedores. Com isso, as empresas têm mais precisão na hora de disponibilizar seus serviços.

“Quanto mais acesso a dados, mais algoritmos e plataformas se tornaram possíveis. O setor energético é um grande gerador de dados, o que pode levar a descoberta de novos padrões e modelos de negócios”, acrescenta Castro.

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O cliente em primeiro lugar O cliente em primeiro lugar

Publicada em: 08/07/2021

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 Energisa 5D

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Acre

O cliente em primeiro lugar

Recentemente, o aplicativo Energisa On, foi apontado como o mais bem avaliado pelos usuários na plataforma Google Play Store entre todos os apps de distribuidoras de energia elétrica. A nota chegou a 4.5, numa escala que vai de 1 a 5 – superior à avaliação obtida por empresas que já nasceram no universo digital. O desempenho reforça outros dados aferidos pelo Grupo Energisa. A satisfação dos clientes tem crescido à medida que a empresa aprofunda essa relação.

A Energisa aumentou os investimentos em inovação e reestruturou a área de Experiência do Cliente. Com isso, além da boa avaliação no Google Play Store, a companhia conta com o reconhecimento pela qualidade em todos os seus canais de atendimento - com destaque para os digitais e o call center, demonstrada pela melhoria dos seus indicadores.

No caso do app Energisa On, foi preciso investir no seu redesenho, há cerca de dois anos, para melhorar a usabilidade do recurso digital. Toda a reformulação foi feita com base na experiência do cliente, demonstrada por uma pesquisa qualitativa. O resultado foi uma melhor navegabilidade, mais intuitiva e simplificada.

“O cliente dá uma consultoria de graça todos os dias para nós ao reclamar ou dar uma nota. Mas é preciso tratar essas informações de forma cirúrgica”, diz Danusa Correa, diretora de Experiência do Cliente do Grupo Energisa.

A digitalização de alguns atendimentos foi acelerada com a pandemia. Mas foi preciso acompanhar passo a passo a percepção gerada entre os consumidores porque, como lembra Danusa, não adianta tratar esse contato sob a ótica do digital. “Tem de ser com o olhar do cliente. Do contrário, se for apenas como uma imposição da organização, o digital pode ser tornar um aborrecimento”, acrescenta a diretora.

A jornada da Energisa trouxe resultados que confirmam sua assertividade. O NPS (Net Promoter Score (NPS), metodologia que mede a satisfação de um público em relação a uma marca ou empresa, avançou de 45%, em dezembro de 2020, para 54% em maio de 2021. Também houve recuo nas reclamações – retração de 37% entre o registrado no primeiro semestre de 2020 e o acumulado entre janeiro e maio de 2021.

Ter índices de aprovação tão altos representa um desafio constante, já que a empresa atua numa grande base de clientes. Nos primeiros cinco meses de 2021, a distribuidora registrou 29,7 milhões de interações entre todos os canais de atendimento. Em média, são 198 mil por dia. Ao todo, 22,9 milhões foram por meio dos canais digitais.

Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) também mostram como a proximidade traz benefícios para o consumidor. A Energisa tem avançado nas posições ocupadas pelas suas unidades nos rankings do serviço Consumidor.gov.br, em particular o Índice de Satisfação do setor de energia elétrica dos últimos 30 dias. Entre as dez empresas com melhor nota, sete pertencem ao grupo. São as unidades de Mato Grosso do Sul, Sergipe, Mato Grosso, Tocantins, Rondônia, Paraíba e a da região da Borborema (PB), a primeira colocada e única a obter 5, a nota máxima.

Danusa ilustra o ajuste fino ao citar como exemplo o serviço de transferência de titularidade da conta. Era daí que vinha o maior número de interações abandonadas sem conclusão no canal digital. “Vimos que era um problema de processo. Hoje, 80% desse atendimento já é feito no digital.”

A ajuda do cliente é tão relevante que aqueles que dão nota zero para o atendimento são procurados pela Energisa para que detalhem a avaliação e assim mostrem caminhos para a melhoria.

Além de investir em inovação e na proximidade com o cliente, a Energisa passou a se posicionar como uma plataforma de serviços em vez de ser apenas uma distribuidora de energia elétrica. Como pilar dessa transição, o conceito Energia 4D - digitalização, diversificação, descarbonização e descentralização – que tem por trás o objetivo de se antecipar às necessidades de consumo.

Em agosto, a Energisa vai apresentar um novo projeto de agência virtual. Danusa conta que, durante o seu desenvolvimento, “quem falou como ia ser foi o cliente. É ele quem diz para a gente qual é a melhor forma de atender no digital”. A diretora acredita que a companhia conseguirá avançar não só na oferta de novas tecnologias, mas por meio da criação de outros modelos de relacionamento.

“A digitalização é um caminho sem volta. As empresas têm de passar por uma transformação digital se quiserem sobreviver. Isso é necessário porque cada vez mais o cliente quer se autorresolver. Se antes esse tipo de investimento era feito porque se buscava redução de custo, hoje é porque o cliente está pedindo”, resume Danusa.

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Energisa desponta em ranking do LinkedIn Energisa desponta em ranking do LinkedIn

Publicada em: 01/06/2021

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Brasil

Energisa desponta em ranking do LinkedIn

A transformação digital encampada pelo Grupo Energisa tem ajudado a superar os desafios diários trazidos pela pandemia. Um dos reflexos do novo momento pelo qual passa a companhia é o engajamento entre as equipes, que se traduziu em uma conquista importante, anunciada em abril.

A Energisa é a primeira empresa do setor elétrico brasileiro a ocupar um lugar na lista do Linkedin Top Companies. O ranking 2021, que chega à quinta edição, apontou as 25 onde os brasileiros têm mais vontade de trabalhar e sedimentar uma carreira. O levantamento foi feito com base em dados e indicadores de atração e retenção de talentos. A companhia ficou na 16ª posição.

“A inovação tecnológica proporcionou um ambiente colaborativo e integrado, além de facilitar novos processos seletivos”, comenta Antonio Negreiros, diretor de Gente do Grupo Energisa.

Na contramão da economia brasileira, no ano passado, a Energisa contratou 3.153 novos profissionais em diversas áreas e ofereceu 728.773 horas de treinamento a distância como forma de investir na melhora do desempenho dos colaboradores.


Ao lado da equipe

Para Negreiros, além da inovação, também influencia na percepção dos profissionais a forma como a empresa se relaciona com sua equipe. “Somos uma empresa com foco em pessoas. Essa premissa está presente em todas as unidades onde atuamos nas cinco regiões brasileiras. Estamos muito orgulhosos dessa conquista inédita, que representa os bons resultados alcançados pela gestão e comunicação estabelecidas com nossos colaboradores.”

Segundo o executivo, o reconhecimento do LinkedIn deve impulsionar ainda mais a atração de potenciais talentos de todo o país. Para isso, a companhia oferece a chance de desenvolvimento na carreira em uma das líderes do setor elétrico brasileiro.”

Maior rede social profissional do mundo, com cerca de 740 milhões de usuários e presença em, aproximadamente, 200 países, o LinkedIn utiliza uma abordagem orientada por dados para monitorar o comportamento dos usuários durante uma busca por uma carreira de sucesso. As informações são analisadas de forma anônima e as ações são divididas em quatro pilares principais: interesse na empresa, interação com os colaboradores da companhia, demanda por vaga e retenção de funcionários.

Solidez de mais de um século

Fundada há 116 anos, a Energisa é o maior grupo privado do setor elétrico com capital nacional e o maior na Amazônia Legal. Hoje, é controladora de 11 distribuidoras em Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Paraná, Rondônia e Acre. Em 2020, obteve uma receita líquida anual de R$ 18 bilhões. Seus serviços chegam a 8 milhões de clientes (equivalente a 20 milhões de pessoas), distribuídos por 862 municípios. Entre empregos diretos e indiretos, estão ligadas à companhia em torno de 20 mil pessoas.

Além de distribuição de energia, o grupo tem negócios nas áreas de transmissão, serviços para o setor elétrico (Energisa Soluções), serviços especializados de call center (Multi Energisa), comercialização de energia (Energisa Comercializadora), soluções em energias renováveis (Alsol) e, mais recentemente, a fintech Voltz, dedicada ao negócio de contas digitais.

 

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