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Inteligência artificial, a aliada no combate a fraudes Inteligência artificial, a aliada no combate a fraudes

Publicada em: 01/02/2021

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 Energisa 5D

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Inteligência artificial, a aliada no combate a fraudes

Na Energisa, a tecnologia tem sido uma aliada relevante no trabalho de fiscalização de fraudes e furtos de energia. Além das irregularidades comprovadas nas inspeções presenciais, o monitoramento do comportamento do consumidor também é feito com a ajuda de supercomputadores.

Uma das ferramentas que faz parte desse trabalho é a inteligência artificial (IA). Programas desenvolvidos pela Energisa permitem simular o comportamento de consumo do cliente e calcular quanto de energia ele teria consumido sem algum tipo de desvio. Ou seja, a distribuidora consegue cobrar retroativamente quem deixou de pagar a energia que utilizou. Esse consumo entra no cálculo como “energia recuperada”, conforme regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que regula o setor. Não é multa, mas cobrança do que foi consumido e não foi pago.

Outro apoio importante dessa frente de trabalho vem dos Centros de Inteligência de Combate a Perdas (chamados de Cicop) espalhados pelo Brasil. Rondônia é um dos estados que conta com essa unidade operacional. No local, engenheiros trabalham com tecnologias, como a IA, responsáveis por gerar dados que mostram o comportamento do cliente ao longo do tempo.

Qualquer alteração no padrão de consumo gera um alerta para que se busque algum tipo de justificativa – por exemplo, uma conta menor durante o período de férias. Se não for encontrada uma explicação para a redução brusca de consumo, o cliente poderá ser fiscalizado pela Energisa.

“Pego a lista do Cicop e distribuo para time de execução. Isso significa ir a campo com mais inteligência e assertividade e com menos força para ter resultados melhores”, explica Alécio Leite, 35 anos, engenheiro eletricista, com pós-graduação em sistema elétrico de potência, que acaba de assumir o cargo de gerente de Combate a Perdas da Energisa em Rondônia.

Se na inspeção não é encontrada alguma irregularidade na unidade consumidora, os colaboradores da Energisa fazem a chamada “fiscalização 360 graus” em busca de uma anormalidade no entorno do endereço. Pode ser, por exemplo, uma alteração no circuito ou no transformador.

Blindagem evita reincidência

Quando o problema é identificado, o consumidor sofre uma espécie de blindagem para que não tenha mais acesso à medição do consumo e assim não seja reincidente. Soluções patenteadas pela Energisa interrompem as ligações clandestinas, os chamados “gatos”, o que dificulta o acesso do cliente fraudador ao medidor ou ao ramal de energia. Hoje, são usadas pela Energisa soluções como a caixa-tanque, o dispositivo de lacre do compartimento do borne do medidor de energia e a trava em L, com regulagem.

Há quem acredite que o furto de energia é uma falta menor, mas não é o que defende o gerente da Energisa. Categórico, Leite compara: “O furto de energia é como qualquer outro furto. Infelizmente, parte da população não tem esse entendimento e faz vista grossa para a ação de vizinhos e empresas que prejudica toda a comunidade, e os cofres públicos, que deixam de arrecadar impostos”.

A meta de Rondônia, apontada como a mais elevada entre todos os estados operados pela empresa de distribuição de energia, é reduzir as atuais perdas de energia, de 27,56%, para 24,29%. Esse tipo de esforço da empresa de reduzir esse número é compromisso regulatório firmado no contrato de concessão e tem a ver com os impactos que as perdas geram na vida dos clientes adimplentes e nos cofres públicos.

Além do apoio tecnológico, Leite e sua equipe de 254 funcionários vão intensificar a fiscalização de “gatos” e as fraudes que tentam manipular os dados de leitura do medidor (ou relógio).

Ao contrário do que muitos imaginam, a renda familiar não é motivação para a prática desse tipo de crime. Infrações ligadas ao abastecimento de energia ocorrem tanto nas periferias do país quanto nos condomínios de luxo. O mesmo raciocínio se aplica ao uso irregular nas atividades empresariais – vão do pequeno comércio à grande indústria.

Para executar a tarefa, o novo gerente, que ocupa o cargo desde 14 de janeiro, traz na bagagem 16 anos de experiência no setor de energia e o know-how acumulado no tempo que ocupou a mesma função na Energisa de Mato Grosso do Sul.

“Essa é uma área apaixonante, mas toda mudança traz desafios, como conhecer as pessoas e os novos processos”, explica o gerente. Apesar da experiência, o cumprimento do plano de negócio será o maior dos desafios. Para reduzir em cerca de 3 pontos percentuais as perdas de energia, será preciso aumentar as inspeções de rotina.

Concorrência desleal

O gerente dá como exemplo o furto de energia cometido por um pequeno comércio, para quem, em situação normal, o custo com esse insumo pode ter um peso significativo nas despesas totais do negócio.

“Imagine que esse comerciante, que dribla o fornecimento de energia, tem um freezer. Claro que ele vai conseguir vender seus produtos a um preço bem menor do que aquele concorrente que não comete irregularidades. Vale lembrar que essa perda é rateada entre os clientes que pagam direito, por isso é importante denunciar”, detalha Leite.

Não é só a falta de pagamento que pesa nesse tipo de trabalho. Outro ponto de atenção dos técnicos que vão a campo é a segurança. A ligação clandestina, como explica o gerente da Energisa, traz riscos à toda a comunidade. Pode acontecer, por exemplo, de uma criança encostar em um fio manuseado pelo infrator e acontecer um grave acidente.Neste ano, a meta em Rondônia é executar 170 mil inspeções e, a partir daí, chegar a 90 mil regularizações.  “Além do trabalho de campo, a Energisa também conta com a ajuda dos clientes, que podem denunciar de forma anônima algum tipo de crime ligado ao uso de energia”, diz o gerente. A denúncia pode ser feita pelo telefone 0800 6470120, pelo site da companhia ou diretamente nas lojas físicas. “Furto de energia é crime e o crime não compensa”, reforça.

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Energisa chega a 1,5 milhão de clientes Energisa chega a 1,5 milhão de clientes

Publicada em: 25/01/2021

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Energisa chega a 1,5 milhão de clientes

Em dezembro, pouco antes do Natal, Irailde de Souza Carvalho comemorou a chegada da ligação de energia elétrica na casa própria, de três cômodos, onde vive com o marido. Dona Nina, como é conhecida onde mora, representou a chegada ao número de 1,5 milhão de clientes da Energisa em Mato Grosso.

O dia da entrega oficial da ligação de energia contou com a presença de toda a diretoria da Energisa Mato Grosso, que entregou à quituteira um kit de placa solar para ajudá-la nos preparos na cozinha e ainda abastecer a bateria da bicicleta elétrica – outro presente da companhia.

“Minha vida vai mudar muito daqui para a frente. Eu que sonhava em não ter mais que pagar aluguel, agora vou poder também ter mais tranquilidade para trabalhar”, disse Dona Nina. Em homenagem aos clientes, a Energisa fez a doação de 1,5 tonelada de alimentos às famílias vulneráveis que vivem no bairro Boa Vista II, em Cuiabá. Os colaboradores da empresa participaram da ação.

A Energisa assumiu a concessão de energia elétrica em Mato Grosso em março de 2014. Na época, atendia a 1.229.695 clientes. Nesse período à frente da operação, a carteira de atendimentos cresceu 22%. A diferença entre os números de 2014 e a marca de 1,5 milhão de endereços equivale à população de Várzea Grande, na Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá. 

“Com mais de 900 mil quilômetros quadrados e mais de três milhões de pessoas, Mato Grosso não para de crescer. A rede elétrica precisa acompanhar esse ritmo”, diz o diretor-presidente da Energisa Mato Grosso, Riberto José Barbanera.

O crescimento do atendimento em Mato Grosso é reflexo da expansão consistente da economia do Estado e dos investimentos feitos pela Energisa para atender ao aumento da demanda. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) comprovam esse comportamento e seus reflexos. Em 2018, o Produto Interno Bruto do estado teve um aumento de 4,3% em relação ao desempenho do ano anterior e chegou a R$ 137,443 bilhões, acumulando 16 anos consecutivos de alta. Enquanto o PIB per capita de 2010 era de R$ 4.722,31, o de 2018 (dado mais recente) chegava a R$ 8.996,46.

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal também confirma como a geração de riqueza tem refletido na vida da população. Desde 1990, o IDHM segue em trajetória de alta. Como mostrou a Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), em parceria com o IBGE, a economia mato-grossense avançou 12,1% em 2017, a maior taxa de crescimento do PIB em volume entre as unidades da Federação.

Nesse contexto econômico favorável, a energia ganha um papel ainda mais importante. Em seis anos em Mato Grosso, a Energisa investiu cerca de R$ 4 bilhões. Por exemplo, na construção de cerca de 1,2 mil quilômetros de linhas e 17 novas subestações, além da ampliação e da modernização de 60 subestações. Só na incorporação de redes elétricas foram aportados por volta de R$ 400 milhões. O plano de investimentos – que incluiu a manutenção e a modernização da rede elétrica e a renovação da frota de veículos - contemplou os 141 municípios do estado.

Um dos exemplos de melhoria são as obras estruturantes para receber novos clientes, com a ligação de Rondolândia e Paranorte ao Sistema Interligado Nacional (SIN). A melhoria permitiu que os moradores da região passassem a ter energia limpa e confiável. Ainda segundo Barbanera, os investimentos foram planejados com o propósito de dar ao estado a estrutura necessária para manter o desenvolvimento econômico e social. “Hoje temos confiabilidade para que novas empresas venham investir no estado e mais famílias possam ter o conforto da energia elétrica em seus imóveis.”


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Energia do Bem - movimento apoia a sociedade no combate ao coronavírus Energia do Bem - movimento apoia a sociedade no combate ao coronavírus

Publicada em: 29/12/2020

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Energia do Bem - movimento apoia a sociedade no combate ao coronavírus

Ao total, foram investidos R$ 7,7 milhões em iniciativas de saúde, apoio social e humanitário,prevenção para colaboradores, serviços de utilidade pública,  estímulo econômico para pequenos e médios empresários e apoio à artistas e à cultura local. Uma verdadeira força tarefa foi organizada junto à prefeituras, governos e instituições nos 11 Estados onde a Energisa atua, para agilizar as ações de combate e prevenção ao novo coronavírus, proteger a população e cooperar com a infraestrutura de atendimento à saúde e hospitalar.  

Para isso, criamos o Movimento Energia do Bem, que integrou esforços com várias instituições e parceiros estratégicos. Entre no portal, www.movimentoenergiadobem.com.br e conheça todas as nossas iniciativas.

 

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Energisa fará 3.264 ligações de energia em locais remotos da Amazônia Energisa fará 3.264 ligações de energia em locais remotos da Amazônia

Publicada em: 22/12/2020

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Energisa fará 3.264 ligações de energia em locais remotos da Amazônia

As distribuidoras do Grupo Energisa que atuam na Amazônia assinaram convênios com o Governo Federal para participar do Programa Mais Luz para a Amazônia. A iniciativa busca universalizar o serviço de energia elétrica na região, que tem a maior concentração de comunidades remotas do Brasil.

O Grupo Energisa é o principal distribuidor de energia da Amazônia Legal, controlando as concessionárias do Acre, do Mato Grosso, de Rondônia e Tocantins (a região também compreende os Estados do Amapá, Amazonas, Pará, Roraima e Maranhão). A população somada desses estados ultrapassa 7 milhões de pessoas. Mas, apesar do número de clientes atendidos ser elevado, o maior desafio de levar energia a todas as cidades e comunidades amazônicas está em chegar a locais de difícil acesso. 

O Mais Luz para a Amazônia tem a meta de levar energia para 82 mil famílias, beneficiando mais de 350 mil pessoas na região, entre ribeirinhos, indígenas, quilombolas e povos que vivem unidades de conservação localizadas em áreas remotas da Amazônia Legal. “Em geral, são áreas que dependem de uma logística complexa, aonde se chega apenas de barco, sendo necessário considerar o período seco e o de chuvas, além da navegabilidade dos rios”, explica José Adriano Mendes Silva, diretor-presidente da Energisa Acre.

Os investimentos no programa podem chegar a 3 bilhões de reais, divididos entre governo e iniciativa privada. Parte dos recursos virá da Conta de Desenvolvimento Energético, encargo cobrado na conta de luz. O restante virá das concessionárias, como a Energisa, e de fundos internacionais, como o Fundo do Clima Verde, que serão acessados pelo BNDES. 

A energia que chegará às comunidades remotas será de excelente qualidade e limpa. Os investimentos irão favorecer projetos que usem fontes renováveis, em especial a solar. A Energisa trabalha em um projeto piloto de uso da energia solar em comunidades isoladas na Vila Restauração, no Acre, desde o final do ano passado. A iniciativa é realizada em parceria com a Alsol, empresa de energias renováveis do Grupo Energisa. O projeto deve ser estendido para outras localidades. 

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Energia solar garante fornecimento para os Ribeirinhos da Amazônia Energia solar garante fornecimento para os Ribeirinhos da Amazônia

Publicada em: 22/12/2020

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 Sustentabilidade

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Energia solar garante fornecimento para os Ribeirinhos da Amazônia

“Nas cidades grandes, se paga a energia depois que se usa. Aqui, a gente paga para poder usar”, afirma Pedro Nascimento, morador da Vila Restauração, comunidade ribeirinha de 750 habitantes localizada no município de Marechal Thaumaturgo, no Acre. “Energia é vida. No escuro, tudo fica mais difícil.” 

Conviver com a escuridão sempre foi a realidade de Nascimento. A Vila Restauração nunca contou com fornecimento contínuo de energia. No melhor cenário, seus moradores obtinham 4 horas de eletricidade por dia. Sem contar com fornecimento, a população dependia de geradores a diesel para, ao menos, ter alguma iluminação durante a noite. “A carne estraga, tudo estraga porque não tem energia”, lamenta Maria Valcélia, também moradora da comunidade. 

No final do ano passado, a realidade desses ribeirinhos começou a mudar. Em parceria com a Alsol, empresa especializada em energias renováveis, a Energisa, principal distribuidora da Amazônia Legal, instalou um projeto piloto para levar energia solar à comunidade. Ricardo Botelho, presidente da companhia, foi pessoalmente ao local, junto com as equipes técnicas da Energisa, para apresentar a solução aos moradores. 

“Nós temos a missão de levar energia de qualidade a todas as regiões do Acre”, afirmou o presidente. “Essa missão não é simples e vem sendo negligenciada há décadas. Cidades como essa nunca tiveram atendimento adequado”. Botelho destacou que, com apenas um ano de operação no Estado, a Energisa foi capaz de apresentar um plano viável aos moradores. Ele também ressaltou a importância de se usar geração limpa para projetos como o da Vila Restauração. A outra opção, as usinas térmicas a diesel, além de muito mais cara, é extremamente poluente. 

A realidade da Vila Restauração não é única. Em todo Brasil, existem 271 “sistemas isolados”, como são chamadas as usinas de geração que não estão conectadas ao Sistema Integrado Nacional (SIN), rede de transmissão de energia que passa por todos os Estados brasileiros. Os maiores problemas desses sistemas são o custo e a falta de segurança energética. Na maioria dos casos, quem depende deles acaba recebendo uma eletricidade intermitente, apenas por algumas horas do dia. 

São mais de 3 milhões de pessoas no Brasil vivendo nessas condições, a grande maioria na região Norte. Apesar do número de famílias que dependem desses sistemas ser elevado, eles geralmente atendem pequenas comunidades, algumas delas com menos de 100 habitantes (a exceção é Boa Vista, em Roraima, que é a única capital não interligada ao SIN). Apenas na Amazônia, o ministério de Minas e Energia estima que existem 82 mil famílias com acesso precário à energia. 

A distância e o isolamento são as maiores dificuldades para se levar energia a essas localidades. Vila Restauração, por exemplo, fica a 70 km de Marechal Thaumaturgo e só é acessada de barco. É por esse motivo que a geração solar se mostra a solução mais adequada para resolver o problema. “É a energia mais limpa, inesgotável e acessível do mundo”, afirma Gustavo Malagoli, presidente da Alsol. 

Ao buscar uma solução renovável para o desafio de levar energia aos mais distantes rincões do País, Energisa e Alsol também solucionam um problema econômico. Contando com Boa Vista, que tem mais de 300 mil habitantes, os sistemas isolados atendem a 1,6% da população brasileira. A carga desses sistemas representa menos de 1% do total gerado no País. O dinheiro para viabilizar as operações vem da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), encargo que é cobrado nas tarifas de distribuição. Embora o volume de energia utilizado seja pequeno, este ano, a CCC deve chegar a 7,6 bilhões de reais. 

O alto custo se deve ao uso do diesel, que abastece 94% dos sistemas isolados, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Além do gasto financeiro, as térmicas representam um passivo ambiental por serem extremamente poluentes. As emissões estimadas dos sistemas isolados para este ano chegam a 2,7 milhões de toneladas de carbono. 

Desafio para a Região Norte

Dos 271 sistemas isolados no Brasil, 269 se encontram na Região Norte. O Estado do Amazonas é o que mais sofre com o problema, com 95 localidades. Na área de concessão da Energisa, são 36 sistemas isolados: 9 no Acre, 1 no Mato Grosso e 26 em Rondônia. Nos três Estados, mais de 490 mil pessoas vivem em comunidades não integradas ao SIN. 

Os sistemas isolados na área de Concessão da Energisa

Em Rondônia, o trabalho da Energisa tem se concentrado na construção de subestações que vão permitir a substituição das térmicas a óleo diesel por soluções renováveis. Até 2022, estão previstos os desligamentos de 12 usinas no Estado. Para isso, serão investidos quase 700 milhões de reais. Até dezembro, por exemplo, a região do Vale do Guaporé vai receber 225 milhões de reais em um projeto que beneficia mais de 90 mil moradores dos municípios de Presidente Médici, Alvorada D’Oeste, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, São Francisco, São Domingos e Costa Marques.

Com o desligamento de todas as termelétricas no Estado, a previsão é de uma economia de 1,7 bilhão de reais no custo de geração, nos próximos 14 anos.  Além dessa economia, a Energisa ajuda a reduzir a emissão de carbono na atmosfera, ação fundamental para combater as mudanças climáticas. 

Como levar energia para a Amazônia

O jornal Valor Econômico, o principal diário econômico do País, publicou uma matéria destacando que o debate sobre como atender a demanda de energia dos povos amazônicos é antigo. Segundo a publicação, há outros desafios na região, além de levar energia a povos isolados. Existem municípios de maior porte que também dependem da construção de infraestrutura, como grandes linhas de transmissão, para se conectar aos Sistema Integrado Nacional. 

Esse debate voltou à tona em função do apagão que ocorreu no Amapá. Uma explosão em uma subestação deixou os amapaenses sem energia por um mês. A demora em retomar o abastecimento de energia revelou as dificuldades de manutenção e fiscalização da infraestrutura elétrica na Amazônia. 

A conexão ao SIN se mostra imprescindível para garantir a segurança energética da população, tanto em regiões isoladas, quanto nas grandes metrópoles do Norte do País. A boa notícia é que, desde a privatização das distribuidoras da Eletrobras no Acre e em Rondônia, assumidas pela Energisa, os trabalhos de conexão se intensificaram, de acordo com a reportagem do Valor Econômico. 

“A companhia conduz um plano de conexão de municípios no Acre e em Rondônia ao sistema nacional. Uma das primeiras iniciativas tomadas pela Energisa assim que assumiu as concessões no Norte foi implementar um sistema para comandar as subestações à distância, a partir de um centro de operações integrado”, diz o texto da reportagem, assinada pela jornalista Gabriela Ruddy. Como disse Ricardo Botelho, presidente da Energisa, aos moradores da Vila Restauração, a missão da empresa é levar energia de qualidade para todos os lugares. E não haverá descanso. 

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Respeito ao meio ambiente: conheça as medidas de preservação ambiental Respeito ao meio ambiente: conheça as medidas de preservação ambiental

Publicada em: 15/12/2020

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Respeito ao meio ambiente: conheça as medidas de preservação ambiental adotadas pela Energisa

O respeito ao meio ambiente é um dos pilares de atuação da Energisa. Em todas as suas obras, a concessionária adota elevados padrões de cuidados com bioma. O objetivo é garantir que os impactos na fauna e flora sejam os menores possíveis. Para isso, são necessários investimentos contínuos em conhecimento e tecnologia. 

Os esforços de conservação ambiental da Energisa vão além do que é exigido por lei. Na Amazônia, até mesmo drones foram utilizados para evitar a supressão da vegetação. Quando é realmente necessário interferir no terreno, a concessionária estabelece procedimentos de mitigação de impactos para cada empreendimento. 

Nas obras da linha que liga Vila Rica (MT) ao Araguaia (PA), o cuidado começou com a escolha do traçado, que priorizou estradas já existentes e terras cultivadas para não interferir em áreas de preservação ambiental. 

Uma das preocupações da concessionária é evitar ao máximo a retirada de vegetação nas instalações da fiação. Para isso, drones cumpriram o papel de lançar os cabos de energia por cima das árvores, evitando que o cabeamento fosse feito por terra, na mata fechada. 

Em algumas situações, no entanto, é impossível não interferir. Nestes casos, após a conclusão da obra, a Energisa inicia o trabalho de colocar de volta tudo em seu devido lugar. Por conta da linha Vila Rica – Santana do Araguaia, serão recuperados mais de 10 hectares de área desmatada no Parque Estadual Serra dos Martírios-Andorinhas (PESAM), no município de São Geraldo do Araguaia, na bacia hidrográfica do rio Araguaia. A Energisa aguarda, apenas, a aprovação do Ibama para iniciar o projeto, que prevê o plantio de mudas de espécies nativas e sua manutenção por três anos.

Outra frente importante que traduz essa preocupação com o meio ambiente são as medidas de proteção da fauna. Para evitar acidentes com animais silvestres e trabalhadores, a supressão de vegetação foi acompanhando por um biólogo, responsável por afugentar os animais antes do início da atividade. Os animais territorialistas e com baixa capacidade de locomoção foram capturados e realocados na vegetação adjacente, longe da área de supressão de vegetação.

Nos cinco meses de trabalho das equipes de meio ambiente na obra, foram identificadas 72 espécies de aves, 26 de répteis, 20 de mamíferos e 12 de anfíbios. Mais de 700 animais silvestres foram afugentados, resgatados e devolvidos em segurança aos seus habitats.

Em Vila Rica, foram instalados sinalizadores anticolisão, que são coloridos e facilmente identificáveis, para  minimizar risco de colisão das aves com os cabos. Os equipamentos foram instalados em mais de 5 km de extensão.

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Energisa atua no resgate de animais afetados pelas queimadas no Pantan Energisa atua no resgate de animais afetados pelas queimadas no Pantan

Publicada em: 07/12/2020

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Energisa atua no resgate de animais afetados pelas queimadas no Pantanal

O ano de 2020 tem sido desafiador para o Pantanal. De janeiro a 20 de novembro, 30% do bioma foi consumido por incêndios, de acordo com o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (Lasa) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A porcentagem equivale a 4,5 milhões de hectares de áreas queimadas em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, sendo que o bioma ocupa 15,7 milhões de hectares. 

O estado mais afetado foi Mato Grosso, onde o número de incêndios subiu quase 500% na comparação com 2019 e chegou a 47% de área queimada. Além de vegetação e solos totalmente devastados, milhares de animais morreram. O esforço, agora, é ajudar os que conseguiram resistir às chamas, mas que sofrem com a escassez de alimentos - a chamada fome cinzenta. Diversos grupos têm atuado na região para preservar a vida desses sobreviventes e, desde o dia 21 de novembro, passaram a contar com o apoio da Energisa nessa empreitada. 

A concessionária doou R$ 200 mil para a aquisição de cerca de 20 toneladas de alimentos e de combustível para o Instituto Homem Pantaneiro (MS) e o grupo de voluntários É O Bicho MT. As instituições estimam que 11 milhões de animais morreram atingidos pelo fogo.

Mais do que fornecer energia, a Energisa tem o compromisso de contribuir com o desenvolvimento sustentável onde atua e a preservação do meio ambiente é uma das prioridades da concessionária. “Acreditamos numa economia sustentável e no valor de uma floresta em pé”, afirma Isabel Vasconcellos, gerente de sustentabilidade do Grupo Energisa. “Estamos doando recursos para organizações parceiras que estão à frente das ações de prevenção e de combate às queimadas, bem como no apoio aos seus povos e à biodiversidade.”

Como são feitas as ações

No Mato Grosso, o Comitê Estadual de Gestão do Fogo, que inclui  governo estadual, Corpo de Bombeiros, IBAMA e outras instituições públicas e privadas, coordena as ações. O grupo É O Bicho MT percorre diariamente os municípios de Mimoso, Barão de Melgaço e Poconé, porta de entrada do Pantanal Mato-grossense, distribuindo mantimentos como banana, mamão, melão, melancia, laranja, batata doce e ovos, além de ração e milho. 

Jenifer Larrea, cofundadora do grupo É O Bicho MT, explica que as equipes estão priorizando alimentos com alto teor de água. Além disso, cochos com água foram instalados em algumas áreas no auge da estiagem - a pior em 60 anos - que, além de contribuir para as queimadas, ainda secou diversos cursos d’água da região. 

Os alimentos naturais são coletados em Cuiabá e preparados pelos voluntários. Depois, são espalhados em regiões de vegetação acessíveis por terra, mas com difícil acesso. “Antas, quatis, lagartos e pássaros preferem as frutas, enquanto macacos, queixadas e lobetes comem mais os ovos. A ração e o milho são levados a áreas de mais difícil acesso por meio de um helicóptero do Ibama”, explica Larrea.

No Mato Grosso do Sul, a ação está concentrada na Serra do Amolar, em Corumbá, que teve cerca de 70% da área queimada, mas que ainda serve de refúgio por concentrar algumas lagoas. “Nosso foco tem sido alimentar mamíferos e aves, já que as árvores frutíferas do Pantanal foram perdidas para o fogo”, explica Ângelo Rabelo, presidente do Instituto Homem Pantaneiro. A instituição é responsável pela gestão da Rede de Proteção e Conservação da Serra do Amolar e reúne fazendas, reservas e outras organizações.

Antes de iniciar as ações, por duas semanas, os pesquisadores monitoram a Serra do Amolar para verificar as populações de animais presentes na região e traçar a melhor estratégia de alimentação. Com base nisso, frutas e legumes menos perecíveis, como laranja, abóbora e melancia, foram escolhidos para serem colocados em árvores e no chão e assim  atender o maior número possível de espécies. Todo esse suprimento é fundamental para manter a cadeia alimentar do bioma em harmonia.

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Nova linha que liga Mato Grosso ao Pará evita interrupção no fornecime Nova linha que liga Mato Grosso ao Pará evita interrupção no fornecime

Publicada em: 07/12/2020

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Nova linha que liga Mato Grosso ao Pará evita interrupção no fornecimento de energia

Em menos de 10 dias de testes, a linha de Distribuição de Alta Tensão que liga Vila Rica (MT) à Santana do Araguaia (PA), já pôde comprovar sua importância para região. Quatro interrupções no fornecimento de energia foram evitadas em novembro, beneficiando milhares de clientes. 

As ocorrências foram causadas por agentes externos, como raios, ventos fortes e queimadas, que derrubaram parte da infraestrutura. As duas mais significativas ocorreram no dia 18 de novembro, entre Canarana e Querência. Segundo José Nelson Quadrado, gerente de Planejamento da Energisa Mato Grosso, a nova linha permitiu aos moradores receber energia por um ponto adicional de suprimento, ou seja, foi possível “desviar” o caminho da eletricidade de forma a evitar os cabos atingidos, zerando qualquer impacto ou prejuízo.

Além de proporcionar confiabilidade e estabilidade para a rede elétrica, a nova linha aumenta a disponibilidade de energia. Isso permite a indústrias, que dependem de uma energia confiável para operar, se instalarem na região. A expectativa é de um salto no desenvolvimento das cidades, o que vai gerar mais empregos e melhorar a qualidade de vida da população.

Obras no Araguaia

Com 141 quilômetros de extensão e investimentos de R$ 83 milhões, a linha Vila Rica - Santana do Araguaia faz parte do pacote de obras planejado pela Energisa para este ano em Rondônia. Até  2018, só existia um ponto de fornecimento de energia para a região de Vila Rica, ou seja, uma ocorrência em qualquer lugar da linha derrubava o fornecimento para a cidade. Agora, existem três pontos de fornecimento. Se um deles falha, os outros garantem a entrega da eletricidade para a população. Mais de 150 mil clientes foram beneficiados.

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Mais energia para o desenvolvimento da bioeconomia na Amazônia Mais energia para o desenvolvimento da bioeconomia na Amazônia

Publicada em: 30/11/2020

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Mais energia para o desenvolvimento da bioeconomia na Amazônia

O cientista Carlos Nobre, uma das maiores autoridades em mudanças climáticas do mundo, tem um antigo sonho de desenvolver a Amazônia economicamente. Para isso, ele desenvolveu uma ideia que não envolve a derrubada de árvores para abrir pastos ou plantações. Nobre quer transformar a floresta em um polo global de tecnologia, mais especificamente de biotecnologia. 

Em entrevista à revista Exame, Nobre detalhou seus planos e o andamento dos trabalhos. O projeto, batizado de Amazônia 4.0, prevê a criação de três laboratórios de alta tecnologia, voltados para pesquisas nas áreas de genética, biologia e materiais. Dois deles já estão desenhados e prontos para serem colocados de pé, graças a um financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento. 

Com as pesquisas em andamento, a ideia é atrair empreendedores e investidores dispostos a apostar nos produtos amazônicos. O fornecimento da matéria-prima ficará a cargo das comunidades que moram na floresta, sem intermediários para garantir uma boa renda. Um ponto interessante é que Nobre pretende fazer o transporte dos produtos amazônicos de alto valor agregado utilizando veículos aéreos não tripulados, os populares drones. 

Para o Brasil, o avanço da bioeconomia é uma chance única de dar um salto de desenvolvimento. Um levantamento feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que, somente as biotecnologias voltadas para a indústria, podem somar ao PIB brasileiro 54 bilhões de dólares, o equivalente a mais de 280 bilhões de reais, em duas décadas. O setor também pode gerar 210 mil empregos e uma arrecadação adicional de 50 bilhões de reais.

Outro estudo, elaborado pelo World Resources Institute, é ainda mais otimista. Se o Brasil incorporar a economia de baixo carbono e a bioeconomia como estratégia de crescimento, terá um ganho de 2,8 trilhões de reais e a adição líquida de 2 milhões de empregos na economia. Nada mal. 

A falta de infraestrutura é um entrave a esse desenvolvimento sustentável da Amazônia. O transporte é difícil e caro, o que inviabiliza uma série de investimentos. Os drones contornam esse obstáculo, mas ainda existem outros gargalos, como a eletricidade. Negócios baseados em biotecnologia demandam uma energia constante e segura. Há muita dependência de supercomputadores e sensores de todo tipo no setor. A possibilidade de gerar a própria energia, com placas solares, por exemplo, resolve parte do problema. Mas, o ideal é contar com uma boa rede de distribuição de energia.

Rede de distribuição na Amazônia é ampliada

A boa notícia é que a distribuição de energia na Amazônia está avançando. A Energisa, principal distribuidora da Amazônia Legal, região que compreende todos os estados amazônicos, acaba de finalizar uma linha que trará muita segurança ao fornecimento de energia em Mato Grosso e Rondônia. A Linha de Distribuição de Alta Tensão vai interligar a rede básica de Vila Rica (MT) a Santana do Araguaia (PA), garantindo tranquilidade para a economia e a vida cotidiana dessas comunidades.

Foram investidos 83 milhões de reais em sua construção. O empreendimento integra um pacote de investimentos que a Energisa vem fazendo em Mato Grosso e Rondônia para aprimorar os serviços e contribuir com o desenvolvimento da região. Além de abrigar boa parte da maior floresta tropical do mundo, os dois estados são importantes polos do agronegócio brasileiro, atividade que mais tem contribuído para o crescimento do PIB nacional, nos últimos anos.

“O Araguaia está em forte crescimento econômico e a Energisa tem trabalhado para trazer maior confiabilidade ao sistema elétrico que a região precisa”, afirma José Nelson Quadrado Junior, Gerente da área de Planejamento e Orçamento da Energisa Mato Grosso. “Para nós, é muito importante que as localidades onde atuamos se desenvolvam. E o investimento feito, pensando no futuro e na possibilidade de crescimento de todos os municípios da região do Araguaia, beneficiará  155 mil unidades consumidoras." 

Além de levar energia limpa e de qualidade para a população, proporcionando conforto e qualidade de vida, a linha dará suporte para a implantação da universalização da eletrificação rural, uma grande necessidade da região. Ela será o terceiro ponto de suprimento de rede básica, que vai se interligar as subestações de Barra do Peixe e Canarana.

Em outra frente, a Energisa está investindo pesado na construção de subestações para conectar os estados amazônicos ao Sistema Interligado Nacional (SIN), rede de transmissão de energia que conecta todas as regiões do país, permitindo o compartilhamento da geração de usinas hidrelétricas, solares, eólicas e nucleares. Por meio do SIN, a Amazônia pode receber energia gerada na usina hidrelétrica de Itaipu, na divisa entre o Paraná e o Paraguai, ou de usinas eólicas do Nordeste. 

Até 2022, estão previstos os desligamentos de 12 usinas termelétricas em sistemas isolados (que não se conectam ao SIN) em Rondônia. Para isso, será necessário investir quase 700 milhões de reais em obras para a instalação de novas redes e subestações. Até dezembro, por exemplo, a região do Vale do Guaporé vai receber 225 milhões de reais em um projeto que  beneficia mais de 90 mil moradores dos municípios de Presidente Médici, Alvorada D’Oeste, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, São Francisco, São Domingos e Costa Marques.

Serão instaladas 7 subestações e cerca de 340 km de “linhões”, como são chamadas as linhas de alta tensão que abastecem as subestações, responsáveis por alimentar a rede que chega na casa das pessoas. Quatro empreendimentos já foram entregues e a perspectiva é colocar para funcionar as últimas três subestações até o final do ano. As obras seguem o traçado da BR-429, conhecida como a Rodovia da Integração.

Em Seringueiras, as obras foram concluídas dois meses antes do previsto. No eixo da BR- 429, já foi desligada a termelétrica que atendia Alvorada do Oeste. As próximas serão as que atendem São Francisco e Costa Marques. Ao eliminar as termelétricas, que utilizam como combustível o diesel, a concessionária viabiliza uma grande economia no custo de geração. No projeto de Seringueiras, foram 80 milhões economizados. 

Com o desligamento de todas as termelétricas em sistemas isolados no Estado, a previsão é de uma economia de 1,7 bilhão de reais no custo de geração, nos próximos 14 anos.  Além dessa economia, a Energisa ajuda a reduzir a emissão de carbono na atmosfera, ação fundamental para combater as mudanças climáticas.

Fonte: EPE

As obras da Energisa na Amazônia seguem um rigoroso padrão ambiental. Na linha do Araguaia, o meio ambiente foi uma das grandes preocupações. Para minimizar os impactos na vegetação, o traçado da linha de distribuição priorizou estradas já existentes e terras cultivadas para não interferir em áreas de preservação ambiental. Além disso, os resíduos gerados durante a obra tiveram destinação correta e toda área utilizada na construção da subestação está sendo reflorestada.

Para evitar a necessidade de retirar a vegetação na hora de instalar a fiação, as equipes da Energisa utilizam drones (semelhantes aos imaginados por Carlos Nobre). Os equipamentos são responsáveis por “lançar” os cabos de energia por cima da vegetação. 

“Anteriormente, o lançamento dos cabos era feito por terra, em mata fechada, sendo necessária alguma intervenção com a vegetação do local”, afirma Victor Rispoli, gerente de construção e manutenção da Energisa. “Já com a solução proposta por colaboradores da empresa, em alguns casos, conseguimos realizar tudo de forma aérea. Os benefícios são grandes, preservando o meio ambiente e os nossos colaboradores do risco de ataques de animais e de um acidente em locais de difícil acesso.”

Inovações como essa é que vão garantir a entrega de energia para toda população da Amazônia, lar de mais de 20 milhões de pessoas. E também vão garantir a infraestrutura necessária para que cientistas, empreendedores, investidores e as comunidades amazônicas possam utilizar os inúmeros recursos da floresta sem desmatar e com grande retorno financeiro. Esse é o caminho para o desenvolvimento.

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Linha Viva garante mais segurança e confiabilidade do sistema Linha Viva garante mais segurança e confiabilidade do sistema

Publicada em: 26/11/2020

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Linha Viva garante mais segurança e confiabilidade do sistema

Com o objetivo de evitar que o fornecimento de energia seja interrompido durante as manutenções preventivas e emergenciais, a Energisa investe continuamente em capacitação de equipe interna e obras de eficiência garantindo o bom atendimento aos clientes.  Até o fim deste ano, serão destinados R$ 410 milhões em treinamento de equipes e o Mato Grosso é o segundo estado com maior aporte de recursos da empresa no ano.  

Desde 2014, quando assumiu a distribuição do estado, a equipe operacional é direcionada a atuar com a linha energizada, no formato Linha Viva, ou seja, sem a interrupção do sistema. “Para isso, fomos internalizando o nosso quadro de funcionários ao longo dos anos e, hoje, nossa meta é realizar todas as manutenções dessa maneira. Só atuamos com a linha desenergizada em situações de alta complexidade ou que colocam em risco a segurança dos profissionais”, comenta Enéas Siqueira, técnico de distribuição. 

Esse direcionamento é refletido nos indicadores de Duração Equivalente de Interrupção por Consumidor (DEC) e de Frequência Equivalente de Interrupção por Consumidor (FEC), ao longo de sua trajetória no estado. Houve uma redução expressiva de 11,1 horas (38%) em DEC e 14,4 vezes (65%) em FEC nos últimos cinco anos.

Foto mostra colaborador usando equipamentos de proteção trabalhando na rede elétrica

“As melhorias são levadas para todas as regiões do Estado, tanto nas zonas urbanas quanto nas rurais. Em Barão do Melgaço, por exemplo, o sistema era interrompido de três a quatro vezes ao ano, das 8h às 13h, para reparos na linha. Hoje, conseguimos fazer todo o trabalho sem o interromper o fornecimento de energia”, explica Siqueira. 

Para atuar com a linha energizada, que é considerado um trabalho de risco, a concessionária também faz uma avaliação criteriosa do profissional. Além das habilidades técnicas necessárias, são exigidos aspectos como organização, atenção, concentração, disciplina, habilidade para trabalho em equipe, maturidade emocional, capacidade de supervisão e de liderança. Todo esse cuidado é refletido nos indicadores de acidentes, que estão zerados há cinco anos.  Cada um dos 88 eletricistas, que estão espalhados por todas as regionais do estado, recebem 320 horas de treinamento ao ano em média e baixa tensão. 

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