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Energisa investe para acelerar a bioeconomia na Amazônia Energisa investe para acelerar a bioeconomia na Amazônia

Publicada em: 08/07/2021

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Energisa investe para acelerar a bioeconomia na Amazônia

A distribuição de energia na Amazônia está avançando. A Energisa, maior distribuidora da Amazônia Legal, região que compreende todos os estados amazônicos, acaba de finalizar uma linha que trará muita segurança ao fornecimento de energia em Mato Grosso e Rondônia.

A Linha de Distribuição de Alta Tensão vai interligar a rede básica de Vila Rica (MT) a Santana do Araguaia (PA), garantindo tranquilidade para a economia e a vida cotidiana dessas comunidades.

Foram investidos 83 milhões de reais em sua construção. O empreendimento integra um pacote de investimentos que a Energisa vem fazendo na região para aprimorar os serviços e contribuir com o seu desenvolvimento. Além de abrigar boa parte da maior floresta tropical do mundo, os estados da Amazônia Legal são importantes pólos do agronegócio brasileiro, atividade que mais tem contribuído para o crescimento do PIB nacional, nos últimos anos. 

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“O Araguaia está em forte crescimento econômico e a Energisa tem trabalhado para trazer maior confiabilidade ao sistema elétrico que a região precisa”, afirma José Nelson Quadrado Junior, Gerente da área de Planejamento e Orçamento da Energisa Mato Grosso. “Para nós, é muito importante que as localidades onde atuamos se desenvolvam. E o investimento feito, pensando no futuro e na possibilidade de crescimento de todos os municípios da região do Araguaia, beneficiará 155 mil unidades consumidoras."

Além de levar energia limpa e de qualidade para a população, proporcionando conforto e qualidade de vida, a linha dará suporte para a implantação da universalização da eletrificação rural, uma grande necessidade da região. Ela será o terceiro ponto de suprimento de rede básica, que vai se interligar as subestações de Barra do Peixe e Canarana.

Desligamento de térmicas reduz as emissões e melhora a vida das pessoas

Em outra frente, a Energisa está investindo pesado na construção de subestações para conectar os estados amazônicos ao Sistema Interligado Nacional (SIN), rede de transmissão de energia que conecta todas as regiões do país, permitindo o compartilhamento da geração de usinas hidrelétricas, solares, eólicas e nucleares. Por meio do SIN, a Amazônia pode receber energia gerada na usina hidrelétrica de Itaipu, na divisa entre o Paraná e o Paraguai, ou de usinas eólicas do Nordeste.

Até 2025, estão previstos os desligamentos de 19 usinas termelétricas em sistemas isolados (que não se conectam ao SIN), somente em Rondônia. Mais de 400 mil pessoas serão beneficiadas pela medida.

Drones e preservação ambiental

As obras da Energisa na Amazônia seguem um rigoroso padrão ambiental. Na linha do Araguaia, o meio ambiente foi uma das grandes preocupações. Para minimizar os impactos na vegetação, o traçado da linha de distribuição priorizou estradas já existentes e terras cultivadas para não interferir em áreas de preservação ambiental. Além disso, os resíduos gerados durante a obra tiveram destinação correta e toda área utilizada na construção da subestação está sendo reflorestada.

Para evitar a necessidade de retirar a vegetação na hora de instalar a fiação, as equipes da Energisa utilizam drones. Os equipamentos são responsáveis por “lançar” os cabos de energia por cima da vegetação.

“Anteriormente, o lançamento dos cabos era feito por terra, em mata fechada, sendo necessária alguma intervenção com a vegetação do local”, afirma Victor Rispoli, gerente de construção e manutenção da Energisa. “Já com a solução proposta por colaboradores da empresa, em alguns casos, conseguimos realizar tudo de forma aérea. Os benefícios são grandes, preservando o meio ambiente e os nossos colaboradores do risco de ataques de animais e de acidentes em locais de difícil acesso.”

Inovações como essa é que vão garantir a entrega de energia para toda população da Amazônia, lar de mais de 20 milhões de pessoas. E também vão garantir a infraestrutura necessária para que cientistas, empreendedores, investidores e as comunidades amazônicas possam utilizar os inúmeros recursos da floresta sem desmatar e com grande retorno financeiro. Esse é o caminho para o desenvolvimento.

A bioeconomia é um dos setores que mais avança no mundo. Produtos e soluções baseados na natureza estão na ordem do dia das grandes empresas e dos países desenvolvidos. O Brasil, dono da maior floresta tropical do planeta, tem muito a ganhar com isso.

Um estudo, elaborado pelo World Resources Institute, mostra que, se o Brasil incorporar a economia de baixo carbono e a bioeconomia como estratégia de crescimento, terá um ganho de 2,8 trilhões de reais e a adição líquida de 2 milhões de empregos na economia. Nada mal. A falta de infraestrutura, no entanto, é um entrave para essa agenda.

O cenário encontrado na Amazônia resume essa contradição entre potencial econômico e capacidade de aproveitamento. Apesar de apresentar a maior biodiversidade do planeta, um prato cheio para o desenvolvimento da bioeconomia, desafios logísticos e energéticos dificultam o desenvolvimento sustentável da região.

Negócios baseados em biotecnologia demandam uma energia constante e segura. Há muita dependência de supercomputadores e sensores de todo tipo no setor. A possibilidade de gerar a própria energia, com placas solares, por exemplo, resolve parte do problema. Mas, o ideal é contar com uma boa rede de distribuição de energia.

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A ciência em favor do desenvolvimento sustentável

O cientista Carlos Nobre, uma das maiores autoridades em mudanças climáticas do mundo, tem um antigo sonho de desenvolver a Amazônia economicamente. Para isso, ele desenvolveu uma ideia que não envolve a derrubada de árvores para abrir pastos ou plantações. Nobre quer transformar a floresta em um polo global de tecnologia, mais especificamente de biotecnologia.

Em entrevista à revista Exame, Nobre detalhou seus planos e o andamento dos trabalhos. O projeto, batizado de Amazônia 4.0, prevê a criação de três laboratórios de alta tecnologia, voltados para pesquisas nas áreas de genética, biologia e materiais. Dois deles já estão desenhados e prontos para serem colocados de pé, graças a um financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Com as pesquisas em andamento, a ideia é atrair empreendedores e investidores dispostos a apostar nos produtos amazônicos. O fornecimento da matéria-prima ficará a cargo das comunidades que moram na floresta, sem intermediários para garantir uma boa renda. Um ponto interessante é que Nobre pretende fazer o transporte dos produtos amazônicos de alto valor agregado utilizando veículos aéreos não tripulados, os populares drones.

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Energisa leva energia limpa a comunidades isoladas Energisa leva energia limpa a comunidades isoladas

Publicada em: 08/07/2021

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Energisa leva energia limpa a comunidades isoladas

“Nas cidades grandes, se paga a energia depois que se usa. Aqui, a gente paga para poder usar”, afirma Pedro Nascimento, morador da Vila Restauração, comunidade ribeirinha de 750 habitantes localizada no município de Marechal Thaumaturgo, no Acre. “Energia é vida. No escuro, tudo fica mais difícil.”

Conviver com a escuridão sempre foi a realidade de Nascimento. A Vila Restauração nunca contou com fornecimento contínuo de energia. No melhor cenário, seus moradores obtinham 4 horas de eletricidade por dia. Sem contar com fornecimento, a população dependia de geradores a diesel para, ao menos, ter alguma iluminação durante a noite. “A carne estraga, tudo estraga porque não tem energia”, lamenta Maria Valcélia, também moradora da comunidade.

No final do ano passado, a realidade desses ribeirinhos começou a mudar. Em parceria com a Alsol, empresa especializada em energias renováveis, a Energisa, principal distribuidora da Amazônia Legal, instalou um projeto piloto para levar energia solar à comunidade. Ricardo Botelho, presidente da companhia, foi pessoalmente ao local, junto com as equipes técnicas da Energisa, para apresentar a solução aos moradores.

“Nós temos a missão de levar energia de qualidade a todas as regiões do Acre”, afirmou o presidente. “Essa missão não é simples e vem sendo negligenciada há décadas. Cidades como essa nunca tiveram atendimento adequado”. Botelho destacou que, com apenas um ano de operação no Estado, a Energisa foi capaz de apresentar um plano viável aos moradores. Ele também ressaltou a importância de se usar geração limpa para projetos como o da Vila Restauração. A outra opção, as usinas térmicas a diesel, além de muito mais cara, é extremamente poluente.

Problema nacional

A realidade da Vila Restauração não é única. Em todo Brasil, existem 271 “sistemas isolados”, como são chamadas as usinas de geração que não estão conectadas ao Sistema Integrado Nacional (SIN), rede de transmissão de energia que passa por todos os Estados brasileiros. Os maiores problemas desses sistemas são o custo e a falta de segurança energética. Na maioria dos casos, quem depende deles acaba recebendo uma eletricidade intermitente, apenas por algumas horas do dia.

São mais de 3 milhões de pessoas no Brasil vivendo nessas condições, a grande maioria na região Norte. Apesar do número de famílias que dependem desses sistemas ser elevado, eles geralmente atendem pequenas comunidades, algumas delas com menos de 100 habitantes (a exceção é Boa Vista, em Roraima, que é a única capital não interligada ao SIN). Apenas na Amazônia, o ministério de Minas e Energia estima que existem 82 mil famílias com acesso precário à energia.

A distância e o isolamento são as maiores dificuldades para se levar energia a essas localidades. Vila Restauração, por exemplo, fica a 70 km de Marechal Thaumaturgo e só é acessada de barco. É por esse motivo que a geração solar se mostra a solução mais adequada para resolver o problema. “É a energia mais limpa, inesgotável e acessível do mundo”, afirma Gustavo Malagoli, presidente da Alsol.

Solução econômica

Ao buscar uma solução renovável para o desafio de levar energia aos mais distantes rincões do País, Energisa e Alsol também solucionam um problema econômico. Contando com Boa Vista, que tem mais de 300 mil habitantes, os sistemas isolados atendem a 1,6% da população brasileira. A carga desses sistemas representa menos de 1% do total gerado no País. O dinheiro para viabilizar as operações vem da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), encargo que é cobrado nas tarifas de distribuição. Embora o volume de energia utilizado seja pequeno, este ano, a CCC deve chegar a 7,6 bilhões de reais.

O alto custo se deve ao uso do diesel, que abastece 94% dos sistemas isolados, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Além do gasto financeiro, as térmicas representam um passivo ambiental por serem extremamente poluentes. As emissões estimadas dos sistemas isolados para este ano chegam a 2,7 milhões de toneladas de carbono.

Desafio para a Região Norte

Dos 271 sistemas isolados no Brasil, 269 se encontram na Região Norte. O Estado do Amazonas é o que mais sofre com o problema, com 95 localidades. Na área de concessão da Energisa, são 36 sistemas isolados: 9 no Acre, 1 no Mato Grosso e 26 em Rondônia. Nos três Estados, mais de 490 mil pessoas vivem em comunidades não integradas ao SIN.

Em Rondônia, o trabalho da Energisa tem se concentrado na construção de subestações que vão permitir a substituição das térmicas a óleo diesel por soluções renováveis. Até 2022, estão previstos os desligamentos de 12 usinas no Estado. Para isso, serão investidos quase 700 milhões de reais. Até dezembro, por exemplo, a região do Vale do Guaporé vai receber 225 milhões de reais em um projeto que beneficia mais de 90 mil moradores dos municípios de Presidente Médici, Alvorada D’Oeste, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, São Francisco, São Domingos e Costa Marques.

Com o desligamento de todas as termelétricas no Estado, a previsão é de uma economia de 1,7 bilhão de reais no custo de geração, nos próximos 14 anos. Além dessa economia, a Energisa ajuda a reduzir a emissão de carbono na atmosfera, ação fundamental para combater as mudanças climáticas.

Como levar energia para a Amazônia

O jornal Valor Econômico, o principal diário econômico do País, publicou uma matéria destacando que o debate sobre como atender a demanda de energia dos povos amazônicos é antigo. Segundo a publicação, há outros desafios na região, além de levar energia a povos isolados. Existem municípios de maior porte que também dependem da construção de infraestrutura, como grandes linhas de transmissão, para se conectar ao Sistema Integrado Nacional.

Esse debate voltou à tona em função do apagão que ocorreu no Amapá, em novembro do ano passado, o maior registrado no País desde 1999. Uma explosão em uma subestação deixou os amapaenses sem energia por um mês. A demora em retomar o abastecimento de energia revelou as dificuldades de manutenção e fiscalização da infraestrutura elétrica na Amazônia.

A conexão ao SIN se mostra imprescindível para garantir a segurança energética da população, tanto em regiões isoladas, quanto nas grandes metrópoles do Norte do País. A boa notícia é que, desde a privatização das distribuidoras da Eletrobras no Acre e em Rondônia, assumidas pela Energisa, os trabalhos de conexão se intensificaram, de acordo com a reportagem do Valor Econômico.

“A companhia conduz um plano de conexão de municípios no Acre e em Rondônia ao sistema nacional. Uma das primeiras iniciativas tomadas pela Energisa assim que assumiu as concessões no Norte foi implementar um sistema para comandar as subestações à distância, a partir de um centro de operações integrado”, diz o texto da reportagem, assinada pela jornalista Gabriela Ruddy. Como disse Ricardo Botelho, presidente da Energisa, aos moradores da Vila Restauração, a missão da empresa é levar energia de qualidade para todos os lugares. E não haverá descanso.


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Alsol investe na construção de 15 parques de energia solar Alsol investe na construção de 15 parques de energia solar

Publicada em: 08/07/2021

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Alsol investe na construção de 15 parques de energia solar

A startup Alsol Energias Renováveis, que faz parte do Grupo Energisa, prevê construir ao longo de 2021 um total de 15 novos parques de geração de energia solar, chegando ao final do ano com uma capacidade de 73 megawatts hora (MWh) no pico – o suficiente para abastecer por volta de 70 mil residências.

Para construir os parques solares, serão investidos R$ 173 milhões. Segundo projeção da companhia, 14 usinas serão instaladas em Minas Gerais e uma no Rio de Janeiro.

Pioneira em sistemas de fazendas solares e armazenamento de energia elétrica no Brasil, a Alsol é uma das apostas do grupo associadas à transição para a economia de baixo carbono. Recentemente, a startup recebeu reconhecimento internacional pelo investimento em inovação. [OLHO]

Adquirida pela Energisa em 2019, a Alsol só trabalha com fontes renováveis de energia, que podem ser aplicadas de forma combinada ou isoladamente, de acordo com o projeto. O modelo permite oferecer aos clientes a garantia total de fornecimento, o que permite a redução de custos com energia elétrica.

Ela é um exemplo do conceito de Energia 4.0, que vem norteando a atuação da Energisa. O modelo preconiza o uso da rede elétrica como plataforma para a viabilização de serviços e tecnologias.

Além dos parques solares, negócio voltado à alocação de capacidade de produção de energia para empresas, a Alsol também desenvolve projetos de micro redes, geração distribuída e mobilidade solar.

O negócio é voltado à locação de capacidade de produção de energia para empresas. A Alsol também vem desenvolvendo projetos de micro redes e mobilidade solar.

Conheça a tecnologia utilizada pela Alsol


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Presidente do Grupo Energisa é escolhido “Executivo de Valor” Presidente do Grupo Energisa é escolhido “Executivo de Valor”

Publicada em: 08/07/2021

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Presidente do Grupo Energisa é escolhido “Executivo de Valor”

Ricardo Botelho, presidente do Grupo Energisa, foi escolhido como vencedor do prêmio Executivo de Valor, do jornal Valor Econômico, no setor de energia. A cerimônia on-line aconteceu no final de julho. Nessa 20ª edição, que avalia o trabalho ao longo de 2020 – um ano marcado pelo desafio do início da pandemia - foram reconhecidos 24 gestores ligados a empresas de 19 setores da economia, além das categorias presidente de conselho de administração, jovem liderança, transformação digital, ativismo social e startup de sucesso.

À frente da companhia, além de conduzir a expansão dos negócios nas atividades de distribuição, geração, comercialização e soluções integradas para o mercado de energia elétrica, mais as atividades voltadas à energia fotovoltaica, Botelho tem concentrado esforços em alguns pilares: ambiental, geração de empregos e inovação.

“Somos o maior grupo privado nacional do setor elétrico. Nenhum outro grande grupo conhece o Brasil tão bem quanto nós”, diz o executivo.

A Energisa foi fundada há 106 anos em Cataguases, interior mineiro. Hoje atua em 11 estados e é a distribuidora com maior presença nas unidades da federação que compõem a Amazônia Legal – Mato Grosso, Tocantins, Rondônia e Acre -, o que desafia seus colaboradores a buscarem caminhos para o desenvolvimento econômico por meio de uma matriz de energia renovável. Sua missão é oferecer um portfólio diversificado, respaldado pelos valores socioambientais, que leve qualidade no serviço oferecido aos clientes e que seja um negócio atraente para os investidores.

No início do ano, o grupo passou a atuar no segmento de soluções financeiras por meio da Voltz, a primeira fintech do setor elétrico, voltada ao mercado como um todo. Seus clientes contam com uma conta digital com os melhores serviços. Graças a capilaridade da Energisa, esse negócio tem previsão de um crescimento rápido. Esta é mais uma das iniciativas da companhia que resultaram dos investimentos em inovação. Outra, mais recente, é a Energisa Digital Labs, que tem como missão conectar a necessidade dos clientes a grandes tendências.

Hoje, já é possível antever falhas que podem gerar grandes danos aos clientes. Hoje, a Energisa gera cerca de 20 mil empregos diretos e indiretos em 862 municípios. Em 2021, os investimentos totais serão da ordem de R$ 3,9 bilhões, entre recursos na área de distribuição, geração, serviços 4D e programas de acesso à energia, como o Luz para Todos.

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