O Brasil chega à COP 30 em uma posição privilegiada. Atualmente, quase 45% da energia consumida no país vem dessas fontes renováveis, contra uma média mundial de apenas 15%, de acordo com dados da Empresa de Pesquisa Energética. Esse diferencial nos coloca como uma referência global, com a possibilidade concreta de liderar uma transição energética realmente democrática, ou seja, viável economicamente e que chegue para todos.
Para isso, precisamos de multipotencialidade de fontes e uma articulação adequada para a adição dessas fontes em nossa matriz, suportando o desenvolvimento socioeconômico do país e descarbonizando setores hard to abate. Diferente da substituição pura e simples de combustíveis fósseis por renováveis, é imperativo combinar diferentes tecnologias e fontes de energia de modo inteligente, aproveitando a vocação de cada um. Essa abordagem tem um objetivo claro: enfrentar o trilema energético, que exige equilíbrio entre segurança do suprimento, sustentabilidade ambiental e modicidade tarifária.
Nesse cenário, o gás natural e o biometano cumprem um papel fundamental. O gás natural, abundante e já presente em nossa infraestrutura, funciona como combustível de transição. Ele garante confiabilidade ao sistema em momentos de intermitência das renováveis e substitui fontes mais poluentes, como o óleo combustível e o carvão. Estamos vendo isso no dia a dia nas cinco distribuidoras que fazem parte do portfólio do Grupo Energisa no Espírito Santo, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará. Ao mesmo tempo, o gás natural cria as bases logísticas e tecnológicas para a chegada de moléculas de baixo carbono.
O biometano, por sua vez, materializa de forma exemplar o conceito de adição energética. Em 2026, passaremos a produzir o biogás e biofertilizante a partir de resíduos agroindustriais na nossa primeira usina, que será a maior do estado de Santa Catarina. Modelos como os que estamos desenvolvendo conectam energia e economia circular, reduzindo emissões, reaproveitando recursos e promovendo desenvolvimento regional.
A expansão desse conceito pode diminuir a dependência de importações, substituir parte relevante do diesel na frota pesada e reduzir custos logísticos da indústria, ao mesmo tempo em que gera renda no campo. Trata-se de uma solução que endereça simultaneamente as três dimensões do trilema: é limpo, competitivo e seguro do ponto de vista de abastecimento em um país com tanta vocação para a agroindústria.
É importante termos claro que o avanço da eletrificação já em curso implica uma pressão sem precedentes sobre o consumo de energia. Ondas de calor, digitalização da economia e crescimento de data centers já são fatores que ampliam exponencialmente a demanda. É nesse contexto que a adição energética se mostra essencial. Em vez de escolher uma tecnologia, o Brasil precisa orquestrar sua pluralidade de fontes, combinando hidrelétricas, solar, eólica, biomassa, biometano, gás natural e, futuramente, hidrogênio, em um arranjo equilibrado que maximize as vantagens de cada uma.
Esse mix de fontes pode, inclusive, ajudar a resolver um dilema em áreas remotas da Amazônia Legal, que não estão conectadas ao Sistema Interligado Nacional. A região gera 26% da energia consumida no país e, no entanto, ainda tem mais de um milhão de pessoas sem acesso à energia limpa e de qualidade. Em muitos casos, a população de comunidades inteiras têm energia por apenas algumas horas por dia graças ao uso de óleo diesel, um combustível altamente poluente. Algo inimaginável em 2025.
A coordenação de sistemas fotovoltáicos off grid com armazenamento por baterias e usinas termelétricas movidas por gás natural pode ser a solução para esse problema na Amazônia. O modelo, desenvolvido pela Energisa e já testado na comunidade da Vila Restauração, no Acre, oferece confiabilidade no fornecimento e redução das emissões de CO², contribuindo para a descarbonização da região que vai ser palco da COP. O modelo pode ser replicado para várias áreas isoladas na Amazônia, produzindo ainda um impacto positivo na tarifa de energia em todo o país, com a redução estrutural dos custos suportados pela Conta de Consumo de Combustíveis. Isso é democratizar o acesso ao insumo.
Essa estratégia não é apenas ambiental, é também econômica e geopolítica. Ao diversificar e integrar soluções energéticas, o Brasil aumenta sua resiliência, atrai investimentos de longo prazo e se coloca como fornecedor confiável de energia limpa. Além disso, reforça sua competitividade interna, reduzindo o risco de sermos o país da energia abundante, mas da conta cara, em razão de encargos e ineficiências acumuladas.
A COP 30, em Belém, é uma oportunidade histórica para mostrar ao mundo que o Brasil tem mais do que ambição: tem condições concretas de liderar. Liderar não apenas pela diversidade de fontes, mas pela capacidade de dar materialidade ao conceito de adição energética, integrando moléculas, elétrons e bites, que vão viabilizar todo esse processo com inovação. Mas essa liderança só será possível se governos, empresas, universidades e sociedade civil atuarem de forma coordenada e com visão de longo prazo.
Se conseguirmos avançar nessa agenda, estaremos não apenas enfrentando o desafio climático, que é talvez o maior que nós humanos já vivenciamos, mas também desenhando uma estratégia de desenvolvimento nacional baseada em segurança energética, inclusão social e protagonismo internacional.
O mundo busca soluções e o Brasil tem os recursos, a experiência e, sobretudo, a oportunidade de mostrá-las.
Daniele Salomão é vice-presidente de Gente, Gestão, Sustentabilidade e Comunicação do Grupo Energisa
O Grupo Energisa acaba de atingir a marca de 9 milhões de clientes atendidos, consolidando-se entre as maiores companhias do setor no país. Esse marco é sustentado por um portfólio diversificado que inclui 9 distribuidoras de energia elétrica, 13 ativos de transmissão, distribuição de gás natural em cinco estados e uma usina de biometano e a (re)energisa, marca do Grupo que conta com um dos maiores parques de geração distribuída fotovoltaica do país, além de comercialização de energia no mercado livre e serviços de valor agregado.
O avanço também pode ser observado em perspectiva histórica: em 2000, eram cerca de 1,2 milhão de consumidores; em 2010, 2,3 milhões; e, em 2020, 8 milhões, um crescimento contínuo ao longo de 25 anos. Esse percurso foi sustentado por R$ 38,5 bilhões em investimentos realizados entre 2015 e 2024, que permitiram ampliar a rede de distribuição, modernizar a infraestrutura e apoiar a diversificação de negócios do Grupo Energisa.
A trajetória de crescimento da Energisa sempre foi marcada por aquisições estratégicas e pela capacidade de diversificação. Hoje, o Grupo controla 9 distribuidoras de energia localizadas em Minas Gerais, Sergipe, Paraíba, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Paraná, Acre e Rondônia, com uma área de concessão que abrange 2,035 mil km², equivalente a 24% do território nacional.
Um dos marcos dessa expansão foi a aquisição do Grupo Rede, em 2014, que consolidou a Energisa como um dos maiores grupos privados de distribuição do país. Com a operação, o número de distribuidoras saltou de cinco para nove e mais de 1,1 milhão de novos clientes foram incorporados em dez anos, ampliando a presença da companhia em estados estratégicos e reforçando sua relevância nacional.
A companhia também vem crescendo de forma orgânica em áreas em desenvolvimento, especialmente no Centro-Oeste. Somente no último ano, as distribuidoras da região registraram um aumento de 2,5% no número de consumidores em relação ao mesmo período de 2024, alcançando 2,77 milhões de unidades consumidoras. Esse desempenho reflete o dinamismo econômico regional, impulsionado pelo agronegócio, pela urbanização e pela expansão da irrigação.
O consumo de energia residencial no Grupo Energisa avançou 0,8% no segundo trimestre de 2025 em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do semestre, a alta foi de 1,9%. Já o consumo rural registrou queda de 0,7% no trimestre e de 1,8% nos seis primeiros meses do ano. O recuo reflete a base comparativa elevada de 2024, quando o segmento rural havia alcançado a maior taxa de crescimento dos últimos oito anos.
Como parte da missão de ampliar o acesso à energia, a companhia atua no programa Luz Para Todos. Somente em 2025, deve garantir o atendimento de 55 mil famílias, com a meta de universalizar o acesso até 2026, antecipando o compromisso regulatório.
O crescimento é orientado pelos pilares 5D: Diversificação, Digitalização, Descarbonização, Democratização e Descentralização, que norteiam os avanços da empresa em sua jornada para acelerar a transição energética do Brasil. Nos últimos anos, o portfólio também foi ampliado com a criação da (re)energisa, marca responsável pela gestão e comercialização de energia e gás no mercado livre, além da oferta de serviços de valor agregado. Hoje, a (re)energisa conta com 118 usinas solares distribuídas em 9 estados, totalizando mais de 444 MWp de capacidade instalada e consolidando-se como uma das maiores plataformas de geração distribuída do país.
O Grupo Energisa também atua na distribuição canalizada de gás natural, atendendo cerca de 350 mil clientes no Espírito Santo, com a ES Gás, e nos estados do Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará, com a Norgás, que possui participação nas quatro distribuidoras de gás local.
Paralelamente, a companhia vem expandindo sua atuação em bio soluções, com foco em biogás, biometano e fertilizantes orgânicos. Esse portfólio ganhará escala com a construção de uma planta em Campos Novos (SC), cujo início de operação está previsto para 2026. O empreendimento marca a entrada da Energisa na produção de biometano em escala industrial e amplia a capacidade de oferta de fertilizantes orgânicos, além de tratar resíduos da agroindústria. Essa iniciativa contribui para a economia circular, agrega valor aos resíduos e reforça a estratégia da companhia de reduzir emissões de gases de efeito estufa.
A Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) 2025 entra na reta final de inscrições. Estudantes do 8º e 9º anos das redes pública e privada de ensino têm até o dia 30 de setembro para garantir participação na competição, que promete ser a maior edição desde sua criação. A expectativa é mobilizar meio milhão de alunos em todo o país.
Realizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), por meio do Programa de Eficiência Energética, e coordenada pelo Instituto Abradee, ligado à Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), a iniciativa conta este ano com a RGE, distribuidora de energia do grupo CPFL, como empresa proponente. Ao todo, 48 concessionárias de energia elétrica participam da olimpíada, cobrindo todo o território nacional.
Com atividades que combinam aprendizado e entretenimento, a ONEE oferece uma programação que vai de desafios gamificados a provas interativas, abordando temas como consumo responsável, sustentabilidade e uso consciente dos recursos naturais. Além de estudantes, professores também participam da ação e têm acesso a um curso de formação gratuito.
Como participar
As inscrições podem ser feitas por alunos e professores diretamente no site oficial da olimpíada: www.onee.org.br , até o dia 30 setembro. A participação é gratuita e inclui um curso de formação para docentes, além, claro, de premiações para os alunos vencedores.
Como funciona
Na primeira fase, os alunos resolvem desafios em formato de games sobre eficiência energética. Já na segunda etapa, em outubro, realizam uma prova objetiva pelo site ou aplicativo oficial da olimpíada. Os vencedores recebem medalhas de ouro, prata e bronze, além de notebooks para os primeiros colocados de cada estado. Os medalhistas também garantem classificação automática para a 2ª fase da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) 2026, sem necessidade de disputar a etapa inicial.
A cerimônia nacional de premiação está marcada para o dia 6 de novembro, em Brasília (DF), reunindo os destaques de cada estado.
Etapas da competição
Inscrições: 1º de agosto a 30 de setembro
Formação de professores: agosto e setembro
Desafios e provas (1ª e 2ª fases): outubro
Resultado: outubro
Evento de premiação: 6 de novembro
Na primeira fase, os alunos participam de desafios gamificados, aprendendo, de forma descontraída, sobre eficiência energética. Já na segunda etapa, realizam uma prova objetiva, disponível no site ou aplicativo da ONEE.
O ONEE oferece curso de formação gratuito para estudantes e professores que participarem do evento. O curso possui quatro módulos que abordam os seguintes assuntos: “Consumo Eficiente da Energia Elétrica”, “Eficiência Energética dos aparelhos”, “Eficiência Energética e o desenvolvimento sustentável” e “Cuidados no uso da Energia Elétrica”.
Mais informações: https://www.onee.org.br/
O diretor-presidente da Energisa Minas Rio, Eduardo Alves Mantovani, foi escolhido o Engenheiro de Energia do Ano de toda a América Latina pela Associação de Engenheiros de Energia (AEE, sigla em inglês), em reconhecimento às suas atuações no setor de energia, com destacadas contribuições ao setor elétrico e à inovação energética. Sua indicação ao prêmio, entregue no dia 16 de setembro em Atlanta, nos Estados Unidos, foi apresentada pelo Cefet-MG e fundamentada nas qualificações de Mantovani e em suas contribuições relevantes para o setor energético, com destaque em projetos de inovação, tendo sido escolhido por julgadores independentes de diversas regiões do planeta.
Divididos em três categorias — internacional, regional e de capítulo —, os prêmios da AEE reconhecem o trabalho essencial de indivíduos, empresas e organizações para criar um futuro energético mais sustentável em todo o mundo, destacando histórias de sucesso em eficiência energética ou desenvolvimento sustentável.
Aos 22 anos, recém-formado em engenharia elétrica pela Universidade Federal de Juiz de Fora, Mantovani foi contratado pela então Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina, que deu origem ao Grupo Energisa. “Me formei em julho de 1978 e em agosto já estava contratado. Já são 47 anos de Grupo Energisa”, conta Mantovani, que diz ter recebido com muita alegria a decisão da AEE, como um reconhecimento por sua trajetória profissional nas mais diferentes áreas do setor elétrico, sempre estimulando pesquisa, desenvolvimento e inovação.
Sinto muito orgulho e estou muito feliz com essa premiação, dividindo-a com as equipes que sempre me apoiaram. Não me fiz sozinho, pois as conquistas só são conseguidas por quem tem suporte, de conhecimento de gestão a amparo psicológico no dia a dia. Todos têm uma parte nesse prêmio. É um reconhecimento que vou levar comigo.”
Quando o Cefet-MG decidiu indicar Mantovani à premiação da AEE, teve de solicitar a ele um currículo com sua trajetória profissional. Apesar de honrado com a apresentação de seu nome à associação internacional sediada nos EUA, o executivo não criou expectativas de ser o vencedor, mas reconhece que ficou muito feliz com a conquista.
Esse prêmio internacional traduz todo o trabalho que desenvolvi ao longo de minha carreira e como pude contribuir com a minha experiência para outros profissionais, ajudando-os a assumir cargos mais desafiadores”, afirma Mantovani.
“Tenho muita história para contar. E espero transcrevê-las num livro a ser escrito no futuro. Também, quero, daqui a um tempo, passar mais tempo com a família e viajar”, conclui o engenheiro, que atuou em praticamente todos os negócios – planejamento, projetos, construção, operação e manutenção nas atividades de geração, transmissão e distribuição de energia, tendo construído inclusive sedes administrativas em algumas unidades e liderado construção de muitos quilômetros de redes e linhas de distribuição e transmissão, além subestações e usinas hidrelétricas, eólicas, de biomassa e fotovoltaica do grupo – ao longo desses 47 anos de trabalho no grupo.
Como diretor-presidente da Energisa Minas Rio, cargo que ocupa há 10 anos, Mantovani elevou a empresa ao patamar de melhor distribuidora do país no Prêmio Abradee nos anos 2018 e 2022, além de conquistar em 2019 o primeiro lugar na Categoria Qualidade da Gestão também na premiação da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica. O executivo, que liderou o agrupamento das distribuidoras Energisa Minas Gerais e Energisa Nova Friburgo, dando lugar à atual Energisa Minas Rio, também foi fundamental para a conquista da terceira posição de melhor empresa para trabalhar em Minas Gerais em 2025 e a 19ª no Brasil em 2024.
A (re)energisa, empresa de soluções energéticas do Grupo Energisa, está com 21 vagas abertas para cargos operacionais em Minas Gerais e São Paulo. As oportunidades são para eletricistas de montagem e manutenção de linha morta, eletricistas de linha viva, encarregados e encarregados de linha viva, com início previsto ainda neste mês.
As contratações serão realizadas em Cambuí (MG) e nas cidades paulistas de Bragança Paulista, Presidente Prudente, Presidente Venceslau e Adamantina.
Perfil e requisitos
As funções exigem alta qualificação técnica, com competências específicas e responsabilidades elevadas, por isso a empresa busca profissionais preparados para atuar em um setor estratégico da economia. Entre as responsabilidades estão manutenções preventivas e corretivas em equipamentos elétricos, execução de ensaios e testes, tratamento de óleo isolante e participação em planos de melhoria contínua.
Podem se candidatar profissionais com ensino médio completo e cursos obrigatórios de NR-10 Básico, NR-10 Complementar, Formação de Eletricista, Reciclagem de Eletricista, BR-35 - Trabalho em Altura. É necessário ter CNH categoria B e disponibilidade para viagens.
Benefícios oferecidos
Para atrair e reter talentos, a (re)energisa oferece um pacote de benefícios competitivo, que inclui:
Participação nos lucros;
Plano de saúde e odontológico extensivo à família;
Previdência privada;
Vale-alimentação ou refeição;
Seguro de vida;
Programas de qualidade de vida e bem-estar
Gympass, com acesso a mais de 18 mil academias no Brasil.
Saiba mais sobre as vagas em nossa página de carreiras.
Sobre a (re)energisa
A (re)energisa é o ecossistema de soluções energéticas do Grupo Energisa para acelerar a transição energética dos clientes. É uma marca com atuação nacional, atendendo empresas de todos os portes na cidade e no campo, com produtos e serviços personalizados em geração distribuída por meio de fontes renováveis, comercialização de energia e gás no mercado livre, serviços de valor agregado e fertilizante orgânico. Com 120 anos de história, a Energisa é o maior grupo privado com capital nacional do setor elétrico brasileiro. Além da (re)energisa, o portfólio abrange 9 distribuidoras, 12 concessões de transmissão, geração de grande porte renovável, além de uma central de serviços compartilhados, uma empresa de contact center e a fintech Voltz, a primeira do nosso setor no mercado de energia.
O Grupo Energisa conquistou um salto importante no Anuário Integridade ESG 2025, publicação de referência nacional que avalia as práticas ambientais, sociais e de governança das companhias brasileiras. A empresa subiu 42 posições em apenas um ano, passando do 65º para o 23º lugar no ranking geral das 100 companhias que mais se destacam na agenda ESG.
O resultado reflete o avanço da estratégia Energisa 5D: Descarbonização, Descentralização, Digitalização, Democratização e Diversificação, que guia a atuação do Grupo em todas as frentes de negócio. Entre os destaques está o desligamento de 20 usinas térmicas movidas a óleo diesel e combustível fóssil na Amazônia Legal, que somavam 195 MW de potência. A iniciativa evita a emissão de 539 mil toneladas de CO₂ ao ano, o equivalente ao plantio de 3,6 milhões de árvores, e beneficia cerca de 460 mil consumidores com energia mais limpa por meio da interligação ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
Além do compromisso climático, a companhia fortalece sua agenda social. Em 2024, foram investidos R$ 77,2 milhões em educação, cultura, empreendedorismo e inclusão produtiva, beneficiando 1,3 milhão de pessoas, um crescimento de 30% em relação a 2023. Do total, R$ 8,5 milhões vieram de recursos próprios, R$ 32,9 milhões de recursos incentivados e R$ 35,7 milhões de fundo setorial. Com um índice de 70% de empregabilidade, o Programa Rio Pomba Valley - formação em desenvolvimento de softwares na Zona da Mata mineira - evidencia o impacto concreto dessas iniciativas em um ecossistema de inovação onde a Energisa fomenta empreendedorismo, tecnologia e geração de oportunidades.
Para Tatiana Feliciano, diretora de Sustentabilidade do Grupo Energisa, a conquista reforça o papel da empresa no contexto global de transição energética e nas discussões da COP:
Subir 42 posições em apenas um ano demonstra a consistência da nossa estratégia ESG e a força do nosso compromisso com a sociedade. Queremos ser protagonistas de uma transformação energética justa, que una inovação, responsabilidade ambiental e impacto social positivo. Estar entre as 25 empresas mais sustentáveis do Brasil nos dá ainda mais energia para seguir avançando.”
O reconhecimento chega em um momento em que investidores, clientes e reguladores estão cada vez mais atentos às práticas ESG. Para o Grupo Energisa, é a confirmação de que o caminho trilhado - fundamentado em inovação, sustentabilidade e cuidado com as pessoas - está alinhado às necessidades do presente e às urgências do futuro.
O Grupo Energisa registra em 2025 um marco na transformação digital do relacionamento com seus clientes: mais de 94% dos atendimentos são realizados por canais digitais, como aplicativo Energisa On, site e WhatsApp (Gisa).
O impacto pode ser traduzido em resultados significativos: desde que iniciou seu processo de digitalização, houve redução de 59% de reclamações registradas, aumento de 51 pontos no NPS (Net Promoter Score), indicador que mede a satisfação do cliente nos canais, e elevação de 16 pontos percentuais no FCR (First Contact Resolution), índice que demonstra a capacidade de resolver demandas no primeiro contato.
O resultado reflete o investimento contínuo do grupo na reestruturação de jornadas e na ampliação do portfólio de serviços digitais, com foco em experiências mais simples, ágeis e resolutivas. A iniciativa reforça o compromisso da empresa em consolidar uma cultura centrada no cliente, com suas necessidades no centro das decisões.
A digitalização vai muito além da eficiência. Ela simplifica a vida do cliente, resolve demandas logo no primeiro contato e reforça a confiança no nosso atendimento. Isso mostra que estamos no caminho certo: transformar clientes em fãs, com soluções que realmente fazem diferença no dia a dia”, afirma Danusa Correa, diretora de Gestão e Experiência do Cliente do Grupo Energisa.
A Energisa também tem se destacado em premiações nacionais do setor elétrico e internacionais de experiência do cliente. Em 2025, o grupo conquistou o pódio completo da ABRADEE na categoria “Avaliação do cliente”, com Energisa Paraíba em 1º lugar, a Energisa Sul-Sudeste em 2º e a Energisa Tocantins em 3º. No mesmo ano, a Energisa Paraíba tornou-se bicampeã do Prêmio ANEEL de Satisfação, consolidando sua posição como a melhor distribuidora de energia do Brasil. Além disso, o grupo ficou em 1ª lugar no Prêmio CX ClienteSA, sendo reconhecido como referência internacional em Gestão da Experiência do Cliente, concorrendo com empresas renomadas de outros segmentos no país.
Em celebração ao Dia do Cliente, em 15 de setembro, o Grupo Energisa realiza a Semana do Cliente 2025, uma mobilização nacional que envolve seus colaboradores com o objetivo de valorizar a relação com os consumidores e reforçar a importância da experiência de milhões de brasileiros atendidos pela empresa.
A Semana do Cliente é uma oportunidade de reconhecer que cada colaborador, em qualquer área, contribui para que essa experiência seja positiva. Nosso compromisso é transformar clientes em fãs, oferecendo soluções que realmente facilitam o dia a dia”, complementa Danusa.
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