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(re)energisa: energia limpa, acessível e com impacto real (re)energisa: energia limpa, acessível e com impacto real

Publicada em: 13/11/2025

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 COP30

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(re)energisa: energia limpa, acessível e com impacto real na vida das pessoas, nos negócios e nos territórios

A transição energética deixou de ser discussão de futuro e virou necessidade imediata. Em fóruns globais como a COP30, a pauta vai além da substituição de fontes: trata de ampliar a geração renovável de forma organizada, impulsionar o mercado de flexibilidade, democratizar o acesso, reduzir emissões e comprovar resultados. A (re)energisa, marca do Grupo Energisa, atua justamente na convergência dessas frentes ao integrar geração renovável, comercialização e serviços de eficiência energética, entregando soluções práticas a famílias, pequenos negócios, empresas e comunidades. 

Atualmente, a (re)energisa reúne 15 mil associados na modalidade de Energia Solar Compartilhada, opera 125 usinas solares em nove estados e possui 467 MWp de potência instalada, o que evita cerca de 27 mil toneladas de CO₂ por ano. No modelo de Energia Solar Compartilhada, a geração ocorre nas usinas da marca e os créditos são lançados diretamente na fatura do cliente, permitindo que residências, pequenos comércios e produtores rurais participem da transição sem obras, instalação de painéis ou investimento inicial. 

No segmento corporativo, a (re)energisa está entre as 15 maiores comercializadoras do país, oferecendo a empresas previsibilidade contratual e a opção por fontes renováveis por meio do Mercado Livre de Energia. A companhia também disponibiliza a certificação I-REC, que atesta a origem renovável da eletricidade consumida, conferindo rastreabilidade e transparência às metas de descarbonização dos clientes. 

Além da geração e da comercialização, a (re)energisa oferece serviços de eficiência energética - diagnósticos, soluções tecnológicas e inteligência na gestão do consumo - com previsão de crescimento de aproximadamente 30% até o final de 2025, reforçando a combinação entre renovação da matriz e uso mais eficiente dos recursos. 

Quando a energia limpa chega a cidades, áreas rurais e cadeias locais, gera redução de custos, previsibilidade e novas oportunidades produtivas. A (re)energisa amplia a geração renovável, amplia o acesso e contribui de forma mensurável para a redução de emissões, traduzindo a agenda climática em resultados concretos para territórios e pessoas. 

Conheça as soluções da (re)energisa e faça parte da transição que move o agora.  

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COP30 começou! COP30 começou!

Publicada em: 10/11/2025

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COP30 começou!

Venha acompanhar a Energisa durante a Conferência das Partes, uma reunião anual da ONU sobre mudanças climáticas.
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Energisa avança em biometano e reforça multipotencialidade energética Energisa avança em biometano e reforça multipotencialidade energética

Publicada em: 30/10/2025

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Energisa acelera entrada em usinas de produção de biometano e fortalece estratégia de multipotencialidade energética

O Grupo Energisa está ampliando sua atuação na transição energética ao investir em soluções que combinam diferentes fontes renováveis e tecnologias, com destaque para o biometano. A companhia acaba de anunciar a construção de sua segunda planta de produção de biometano, localizada em Carambeí (PR), com capacidade de 28 mil m³/dia. O projeto é resultado da aquisição de 52% de uma usina especializada no reaproveitamento de resíduos agroindustriais para geração de biofertilizantes no interior do Paraná.

A primeira planta de biometano do Grupo, desenvolvida em Santa Catarina, está em fase final de implantação e deve iniciar a comercialização no primeiro trimestre de 2026. Ambas as iniciativas reforçam o compromisso da Energisa com a multipotencialidade energética, conceito que integra diferentes vetores energéticos, como elétrons, moléculas e bytes, para atender às demandas de forma mais limpa, eficiente e segura.

O biometano, por ser carbono neutro, representa uma alternativa estratégica para a descarbonização imediata do setor de energia. O gás renovável pode ser injetado diretamente na rede de distribuição, substituindo parcialmente o gás natural e reduzindo ainda mais as emissões de CO₂.

A Energisa já vem promovendo essa integração por meio de suas distribuidoras de gás canalizado. A Cegás, no Ceará, já utiliza o energético renovável em sua rede. A Copergás (PE) e a ES Gás (ES) estão em processo de conexão com usinas locais de biometano, com previsão de conectar mais três plantas até 2030 no Espírito Santo.

Além de promover a descarbonização, a produção de biometano nas usinas da Energisa fortalece o conceito de economia circular, ao transformar resíduos da agroindústria em energia limpa e insumos agrícolas sustentáveis, como biofertilizantes.

Com mais de 120 anos de história, a Energisa reafirma seu papel como agente transformador do setor energético nacional. Ao investir em biometano e fortalecer suas distribuidoras de gás natural, a companhia não apenas diversifica sua matriz energética, mas também impulsiona o desenvolvimento regional, gera empregos e contribui para um futuro mais sustentável.

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Caminhos da Descarbonização: a adição energética em ação Caminhos da Descarbonização: a adição energética em ação

Publicada em: 30/10/2025

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Caminhos da Descarbonização: a adição energética em ação

A descarbonização é um dos pilares da estratégia de sustentabilidade do Grupo Energisa. Nesta publicação, reunimos os avanços, compromissos e soluções que vêm impulsionando a adição energética em nossas operações e na sociedade. Acesse as versões em português e inglês do book de descarbonização e conheça como estamos conectando inovação, eficiência e responsabilidade ambiental para construir um futuro mais sustentável.

 


Para além da redução de emissões, a estratégia de descarbonização da Energisa integra desenvolvimento social, inovação e ampliação do acesso à energia limpa. O Book evidencia ações como a transição de usinas térmicas para fontes renováveis na Amazônia Legal, projetos de biometano e geração distribuída, e soluções que contribuem para universalizar o acesso à energia com qualidade - exemplos que reforçam o papel da empresa como agente transformador na transição energética, alinhando competitividade, sustentabilidade e impacto positivo nos territórios atendidos.

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Energisa foca em descarbonização, adaptação e inovação climática Energisa foca em descarbonização, adaptação e inovação climática

Publicada em: 30/10/2025

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Agenda climática da Energisa tem foco em descarbonização, adaptação e inovação

Acompanhando as transformações do setor elétrico e os desafios ambientais que marcam o século 21, o Grupo Energisa está em constante evolução. A meta de neutralizar as emissões de gases de efeito estufa (GEE) nas próximas décadas é um dos compromissos mais ambiciosos da companhia. Para cumpri-lo, são combinados inovação, eficiência e engajamento interno, de modo que a agenda climática está totalmente integrada à estratégia de sustentabilidade e ao modelo de negócio.  

Coordenadora de Sustentabilidade do Grupo Energisa, Michelle Almeida explica que enfrentar a mudança do clima significa conduzir uma transformação que une descarbonização, segurança energética e modicidade tarifária, sem perder de vista o papel social. “A transição para uma economia de baixo carbono só é completa quando promove, além da redução de emissões, inclusão social, inovação e desenvolvimento. Essa é a base da nossa visão sustentável de futuro”, afirma.  

Os esforços da Energisa em prol da sustentabilidade têm sido reconhecidos nos últimos anos. O Grupo Energisa conquistou neste ano um salto importante no Anuário Integridade ESG 2025, publicação de referência nacional que avalia as práticas ambientais, sociais e de governança das companhias brasileiras. A empresa subiu 42 posições em apenas um ano, passando do 65º para o 23º lugar no ranking geral das 100 companhias que mais se destacam na agenda ESG. E, desde 2022, o grupo conquista o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, reconhecimento dado a relatórios auditados por entidades independentes credenciadas pelo Inmetro. Em 2023, o relatório foi ainda mais abrangente, ao incluir nove categorias do escopo 3, que mede, por exemplo, as emissões relacionadas à cadeia de fornecedores, viagens corporativas, resíduos e deslocamento de colaboradores.  

“Nossa meta é alcançar a neutralidade de emissões nas próximas décadas. O Relatório de Sustentabilidade 2024 detalha essa trajetória refletindo nosso compromisso com a descarbonização e com a sustentabilidade do setor elétrico”, afirma Michelle, acrescentando que um inventário de emissões de GEE consistente é a base para um plano de descarbonização robusto, já aprovado pelo Conselho de Administração. “Estamos investindo, inovando e nos adaptando. É uma jornada longa, que começou quando a empresa foi fundada, mas que hoje ganha novos contornos com a urgência da ação climática.” 

A redução das emissões de GEE passa por investimentos em energia renovável, eficiência energética e inovação. O Grupo Energisa conta com parques fotovoltaicos e oferece, por meio da (re)energisa o serviço de energia solar compartilhada, que permite acesso à energia limpa sem necessidade de instalação de painéis. Além disso, está sempre modernizando suas redes e estrutura operacional, ao mesmo tempo em que executa projetos de eficiência energética por meio de programa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), beneficiando clientes residenciais e comerciais.  

“Substituímos equipamentos antigos por modelos mais eficientes em residências, hospitais, escolas, comércios e outros pontos essenciais nas nossas áreas de concessão. Isso gera economia de energia para os clientes e ajuda a reduzir a pegada de carbono deles”, conta Michelle.  

Compromisso ambiental muito além da energia 

Com uma pauta ambiental que vai além da energia, a Energisa apoia projetos de restauração ecológica em biomas sensíveis, como o Projeto Floresta Viva, em parceria com o BNDES e outras empresas, que prevê a recuperação de mais de 700 hectares na Bacia do Xingu nos próximos quatro anos. Essas ações restauram ecossistemas, contribuem para a captura de carbono, ajudando no combate às mudanças climáticas e geram renda.  

“Um dos pilares para viabilizar essa restauração em larga escala é o fortalecimento das redes de sementes locais, que mobilizam comunidades indígenas, agricultores familiares, quilombolas e coletores locais na produção, coleta e comercialização de sementes nativas. Essas redes não apenas garantem a disponibilidade de espécies adaptadas ao território, o que aumenta o sucesso das áreas restauradas, como também geram renda, fortalecem saberes tradicionais e promovem inclusão social”, explica a coordenadora de Sustentabilidade do Grupo Energisa.  

Para enfrentar o aumento da frequência de eventos climáticos extremos, como enchentes, ondas de calor, secas, ventos fortes e incêndios, o grupo tem implementado ações de adaptação, como reforço das redes elétricas, instalação de sistemas de monitoramento meteorológico e adoção de protocolos de resposta rápida para evitar ou minimizar interrupções no fornecimento. “Essas medidas são fundamentais para garantir a continuidade do fornecimento de energia em situações críticas”, destaca Michelle.  

A estratégia climática do Grupo Energisa também inclui o engajamento interno. Os colaboradores são convidados a participar de soluções que contribuam para reduzir impactos ambientais e promover a inovação sustentável. A empresa tem trabalhado bastante com comunicação e capacitação para sensibilizá-los sobre o papel de cada um na estratégia de descarbonização. “Isso vai desde mudanças operacionais até a participação em projetos e ideias que ajudam a reduzir impactos e inovar nas soluções. É uma responsabilidade compartilhada. E é na atuação diária de cada colaborador que essa estratégia se torna realidade”, finaliza Michelle.  

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Energia 5D orienta decisões de sustentabilidade do Grupo Energisa Energia 5D orienta decisões de sustentabilidade do Grupo Energisa

Publicada em: 30/10/2025

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Energia 5D orienta decisões de sustentabilidade do Grupo Energisa

A sustentabilidade não é um pilar isolado no Grupo Energisa: está integrada à estratégia, por meio da chamada Energia 5D. Cada D traduz um vetor de transformação que orienta as decisões da companhia: descarbonização, digitalização, descentralização, democratização e diversificação. 

André Pereira, gerente de Sustentabilidade, detalha cada um desses vetores: descarbonizar sem abrir mão da segurança energética, digitalizar processos e redes, descentralizar a geração, democratizar o acesso à energia e diversificar nossos negócios.  

“Isso não é apenas sobre metas ambientais, é sobre assegurar competitividade, inovação e desenvolvimento social, sustentados por uma governança robusta, com comitês que transformam compromissos em ações concretas”, afirma. 

A atuação da Energisa é guiada por três causas prioritárias: ação pelo clima, transformação energética e mobilidade social, que se desdobram em nove compromissos públicos, que vão desde a geração de energia limpa até o respeito à diversidade e à cultura local. 

“Assumimos o papel de impulsionar uma transição que não é só energética, mas também social, ambiental e econômica. É assim que conectamos nossa performance empresarial a um impacto real e duradouro na vida das pessoas e na preservação do planeta”, detalha André. 

As ações da Energisa vêm sendo reconhecidas por diversos indicadores e entidades de sustentabilidade. O Grupo Energisa conquistou um salto importante no Anuário Integridade ESG 2025, publicação de referência nacional que avalia as práticas ambientais, sociais e de governança das companhias brasileiras. A empresa subiu 42 posições em apenas um ano, passando do 65º para o 23º lugar no ranking geral das 100 companhias que mais se destacam na agenda ESG. A companhia integra o Índice de Carbono Eficiente (ICO2) e o IDIVERSA da B3, além de ser avaliada por organizações como CDP, MSCI e Sustainalytics 

“Esses reconhecimentos reforçam que estamos no caminho certo. Sustentabilidade exige transparência, responsabilidade e melhoria contínua”, acrescenta André. 

Além das metas ambientais, a Energisa investe na mobilização de colaboradores, clientes e comunidades. “O engajamento interno é o que transforma os compromissos em realidade. Projetos como o Nossa Energia levam conhecimento às comunidades sobre o uso consciente da energia, enquanto treinamentos e auditorias fortalecem a cultura ESG dentro da empresa”, diz André. 

Na esteira da transição energética sustentável, a Energisa tem uma série de projetos em andamento, como a primeira planta do Brasil que combina geração de biometano e produção de fertilizantes a partir de resíduos agroindustriais; o acesso à energia de mais de 55 mil famílias em áreas remotas, com soluções baseadas em geração renovável, baterias e microrredes; e expansão de redes inteligentes e digitalização, melhorando não só a eficiência energética, mas também a resiliência frente às mudanças climáticas, além de viabilizar a integração de geração distribuída e armazenamento. 

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Energisa tem como meta neutralidade de carbono até 2050 Energisa tem como meta neutralidade de carbono até 2050

Publicada em: 30/10/2025

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Energisa tem como meta neutralidade de carbono até 2050

Equilibrar o trilema sustentabilidade, segurança energética e equidade no acesso à energia é essencial na transição para uma economia de baixo carbono. E esse é o fio condutor da estratégia climática do Grupo Energisa, que acredita em uma transição energética que não deixe ninguém para trás.  

Para a diretora de Sustentabilidade do grupo, Tatiana Feliciano, a descarbonização está no centro da atuação da companhia. “Descarbonizar o setor elétrico é essencial, mas isso só é sustentável se vier acompanhado de segurança no fornecimento e de energia acessível para todos. É esse equilíbrio que buscamos construir: um futuro de baixo carbono, inclusivo e seguro”, afirma. 

Um dos compromissos ASG da Energisa é a neutralidade de carbono até 2050. A meta é ambiciosa, mas a empresa está trilhando um caminho técnico e responsável. Esse objetivo é resultado de um processo robusto, que envolveu diagnóstico das emissões de gases causadores do efeito estufa (GEE), escuta de stakeholders e análise técnica de viabilidade.  

“Isso representa o nosso compromisso com a ciência climática e, mais que uma declaração, é um caminho prático, com metas intermediárias já assumidas para 2026, com avanço acompanhado dia a dia”, explica Tatiana. 

A executiva cita como exemplo desse compromisso do grupo o programa de desligamento de usinas térmicas na Amazônia Legal, que superou a meta inicial de evitar a emissão de 505 mil toneladas de CO₂/ano. O resultado superou a expectativa em 6,7%, evitando 539 mil toneladas, antecipando o cronograma em dois anos e se consolidando como o maior programa de desligamento de térmicas do Brasil. 

“Descomissionamos 20 usinas térmicas e evitamos a emissão de 539 mil toneladas de CO₂ por ano. Além de contribuir para a redução das emissões, essa iniciativa proporcionou qualidade de vida às comunidades locais, que passaram a contar com energia mais limpa, silenciosa e estável”, conta a diretora de Sustentabilidade da Energisa.  

Para Tatiana, o futuro da energia deve ser diverso, limpo, inclusivo e digital. “A energia pode e deve ser um vetor de desenvolvimento social e ambiental. Queremos estar na linha de frente da transição energética global, sempre com uma visão de longo prazo”, diz a executiva, que reconhece, no entanto, que os desafios são enormes. “O Brasil tem dimensões continentais e enfrenta questões sociais e ambientais complexas. Mas temos um plano claro e uma equipe comprometida em ser parte da solução para que a transição ocorra de forma justa e sustentável.” 

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Grupo Energisa desliga 20 usinas termelétricas na Amazônia Legal Grupo Energisa desliga 20 usinas termelétricas na Amazônia Legal

Publicada em: 30/10/2025

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Grupo Energisa desliga 20 usinas termelétricas na Amazônia Legal e antecipa metas de descarbonização

O início da operação da Linha de Transmissão que conecta Rio Branco a Cruzeiro do Sul, no Acre, marcou a conclusão, no fim de 2024, da primeira parte do Programa de Descarbonização da Amazônia Legal. A integração do município ao Sistema Interligado Nacional (SIN), que também conectou Feijó, possibilitou a desativação da usina termelétrica da cidade, que era uma das maiores da Região Norte. Esse desligamento, juntamente com o de outras 19 termelétricas na Amazônia Legal, antecipou em dois anos um compromisso ASG que o Grupo Energisa previa concluir em 2026. 

Com a medida, a companhia superou as metas de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE), evitando 539 mil toneladas de CO₂ por ano — 6,73% acima da projeção de eliminação de 505 mil toneladas. Ainda no âmbito do descomissionamento, o objetivo inicial era desligar 171,7 MW de potência instalada, mas o Grupo Energisa alcançou 195 MW. 

A desativação das térmicas na Amazônia Legal reduziu significativamente o consumo de diesel, evitando a queima de cerca de 17 milhões de litros por mês. Esse avanço gerou ganhos diretos para o meio ambiente e para a sociedade, com impacto econômico relevante: somente na Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), refletida na conta de luz, a economia estimada é de R$ 853 milhões, sendo R$ 332,4 milhões apenas proveniente de Cruzeiro do Sul. 

Outro ganho relevante foi a diminuição da poluição sonora. Antes, a usina a diesel de Cruzeiro do Sul operava com 140 motores, cujo barulho ultrapassava os limites permitidos para áreas residenciais. Hoje, a população não precisa mais conviver com ruídos de até 75 decibéis, patamar muito acima das recomendações técnicas, que variam entre 50 e 55 decibéis, conforme o horário. 

Segundo Tatiana Feliciano, diretora de Sustentabilidade do Grupo Energisa, a iniciativa vai além da eficiência operacional. 

Com a antecipação do descomissionamento, buscamos garantir a melhoria da qualidade de vida da população local, que agora conta com um fornecimento de energia mais estável, limpo e sem os impactos de ruídos e poluição gerados pelas usinas a diesel”, afirma. 

Investimentos em infraestrutura e transição energética 

A conexão de Cruzeiro do Sul ao SIN encerrou o ciclo de integração de sistemas isolados conduzido pela Energisa na região, em parceria com o Ministério de Minas e Energia e com a Agência Nacional de Energia Elétrica e que demandou mais de R$ 1,2 bilhão em investimentos. Antes da interligação, o município era o segundo maior sistema isolado do país e dependia de uma usina a diesel com capacidade de 20 MW, consumindo cerca de 54 milhões de litros de combustível por ano. 

A conexão ao SIN custou R$ 100 milhões, envolveu a construção de 14 km de linha de distribuição em alta tensão de 169 kV e a implantação da Subestação Juruá, equipada com três transformadores de 25 MVA. A obra foi concluída antes do prazo pela (re)energisa, empresa do Grupo Energisa responsável por projetos de construção, manutenção e serviços no setor elétrico. 

A interligação ao SIN também oferece mais confiabilidade e estabilidade no fornecimento de energia aos cerca de 120 mil habitantes da região, já que as termelétricas dependiam de diesel que vinha de locais distantes, o que gerava interrupções no abastecimento, dificultando a instalação de empresas ou o desenvolvimento de atividades produtivas que dependessem de confiabilidade no fornecimento elétrico. A nova infraestrutura permite a expansão industrial e produtiva da região. 

Executamos esse programa de interesse nacional construindo as redes de forma ambientalmente sustentável, sendo um passo crucial na transição energética que garante energia limpa e de qualidade, ao mesmo tempo em que reduz a emissão de gases poluentes”, diz Tatiana. 

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Eficiência energética em hospitais: ações do Grupo Energisa Eficiência energética em hospitais: ações do Grupo Energisa

Publicada em: 15/07/2025

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Eficiência energética em hospitais: ações do Grupo Energisa geram economia e melhorias no atendimento à saúde

A adoção de soluções em eficiência energética em hospitais tem mostrado resultados concretos na economia de energia elétrica e na melhoria dos serviços de saúde. Por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), o Grupo Energisa está transformando instituições de saúde do sudeste brasileiro com a instalação de sistemas fotovoltaicos, troca de iluminação por LED e modernização de equipamentos como aparelhos de ar-condicionado e refrigeradores. 

Com investimentos milionários, hospitais públicos e filantrópicos de Ubá, Cataguases, Manhuaçu, Muriaé, Salto Grande e Presidente Prudente estão economizando na conta de luz e redirecionando recursos para melhorar o atendimento a pacientes. As ações fazem parte do Programa de Eficiência Energética que é regulado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), com foco na sustentabilidade e no uso eficiente da energia. 

Economia de energia em hospitais filantrópicos permite mais investimento em saúde 

Na Santa Casa de Presidente Prudente (SP), o investimento foi de aproximadamente R$ 400 mil, com a instalação de 58 painéis solares, substituição de quase 1.500 lâmpadas fluorescentes por LED e climatização eficiente com aparelhos inverter. A estimativa é de economia de 174 MWh por ano, o que representa uma importante redução de custos. 

Somos uma instituição filantrópica e toda economia faz diferença. Esse apoio nos permite aplicar os recursos em áreas que impactam diretamente o atendimento aos pacientes”, destaca Itamar Alves de Oliveira, provedor da Santa Casa. 

Já a Santa Casa de Salto Grande (SP) recebeu 52 painéis solares e substituiu 34 pontos de iluminação por LED, com investimento superior a R$ 200 mil. A economia prevista é de 48 MWh/ano. 

Com equipamentos mais modernos, evitamos desperdícios e aumentamos a segurança e a eficiência na operação da unidade”, afirma Thiago Peres, coordenador de Eficiência Energética da Energisa. 

Energia solar em hospitais da Zona da Mata mineira transforma gestão de recursos 

Em Minas Gerais, a Energisa Minas Rio destinou mais de R$ 1,4 milhão para levar energia solar para hospitais nas cidades de Ubá, Cataguases, Manhuaçu e Muriaé. A economia conjunta nas contas de luz supera os R$ 400 mil anuais, possibilitando o reinvestimento em infraestrutura, aquisição de equipamentos e contratação de profissionais. 

Destaque para os hospitais Santa Isabel e São Vicente de Paulo, em Ubá, que juntos devem economizar cerca de R$ 100 mil por ano. Segundo o provedor Bruno Groppo, as melhorias vão além da economia: 

A modernização trouxe mais conforto para pacientes e melhores condições de trabalho para as equipes. Isso impacta diretamente na qualidade do serviço que prestamos.” 

A soma da economia gerada por esses projetos é suficiente para atender cerca de 3.900 casas com consumo de 250 kWh/mês. 

Sustentabilidade e saúde: novos projetos da Energisa em andamento 

Quatro novos projetos de eficiência energética em hospitais estão em andamento e devem ser concluídos até o fim de 2025. São eles: 

  • Núcleo Regional de Voluntários de Combate ao Câncer, em Ubá 

  • Hospital de Cataguases, em Cataguases 

  • Hospital César Leite, em Manhuaçu 

  • Hospital São Paulo, em Muriaé 

Juntos, eles devem gerar mais de R$ 350 mil em economia anual, além de reduzir o impacto ambiental com a diminuição das emissões de CO₂, já que não será mais necessário o uso de geradores. 

Estamos investindo não só em hospitais, mas também em escolas e instituições públicas. O uso inteligente da energia melhora a qualidade de vida das comunidades e fortalece o compromisso da Energisa com um futuro mais sustentável”, afirma Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio. 

Compromisso da Energisa com o uso sustentável da energia 

Através desse e demais projetos de sustentabilidade, o Grupo Energisa reafirma ainda mais seu papel com o desenvolvimento sustentável, a melhoria da qualidade dos serviços públicos e o bem-estar das comunidades. 

O Programa de Eficiência Energética é um dos pilares dessa atuação, levando energia limpa, inovação e economia para quem mais precisa. Porque cuidar da energia é também uma forma de cuidar das pessoas. 

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Descarbonização e inovação: os pilares da agenda climática da Energisa Descarbonização e inovação: os pilares da agenda climática da Energisa

Publicada em: 06/06/2025

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Descarbonização, adaptação e inovação: os pilares da agenda climática da Energisa

O Grupo Energisa tem evoluído constantemente para acompanhar as transformações do setor elétrico e os desafios ambientais que marcam o século 21. Entre os compromissos mais ambiciosos está a meta de neutralizar suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) nas próximas décadas. Uma jornada que combina inovação, eficiência e engajamento interno. 

A agenda climática está totalmente integrada à nossa estratégia de sustentabilidade e ao nosso modelo de negócios. Enfrentar a mudança do clima significa conduzir uma transformação que une descarbonização, segurança energética e modicidade tarifária, sem perder de vista o nosso papel social. A transição para uma economia de baixo carbono só é completa quando promove, além da redução de emissões, inclusão social, inovação e desenvolvimento.. Essa é a base da nossa visão sustentável de futuro.”, explica Michelle Almeida. 

Inventário auditado e metas claras 

Desde 2022, o Grupo Energisa conquista o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, reconhecimento dado a relatórios auditados por entidades independentes credenciada pelo Inmetro. Em 2023, o relatório foi ainda mais abrangente, ao incluir nove categorias do escopo 3 que mede, por exemplo, as emissões relacionadas a cadeia de fornecedores, viagens corporativas, resíduos e deslocamento de colaboradores. 

Um inventário de emissões de GEE consistente é a base para um plano de descarbonização robusto, já aprovado pelo Conselho de Administração. 

Nossa meta é alcançar a neutralidade de emissões nas próximas décadas. O Relatório de Sustentabilidade 2024 detalha essa trajetória refletindo nosso compromisso com a descarbonização e com a sustentabilidade do setor elétrico.”, afirma Michelle. 

Investimentos em energia limpa e eficiência 

Além do monitoramento, a redução efetiva das emissões passa por investimentos em energia renovável, eficiência energética e inovação. A companhia conta com parques solares e oferece a solução “Assinatura Solar”, que permite acesso à energia limpa sem necessidade de instalação de painéis. 

Moderniza suas redes e estrutura operacional, ao mesmo tempo em que executa projetos de eficiência energética por meio do Programa da ANEEL, que beneficiam residências, hospitais, escolas e comércios. 

Substituímos equipamentos antigos por modelos mais eficientes em residências, hospitais, escolas, comércios e outros pontos essenciais nas nossas áreas de concessão. Isso gera economia de energia para os clientes e ajuda a reduzir a pegada de carbono dos nossos clientes.”, explica Michelle. 

Preservar para transformar 

A pauta ambiental da Energisa vai além da energia. A empresa também apoia projetos de restauração ecológica em biomas sensíveis, como o Projeto Floresta Viva, que prevê a recuperação de mais de 700 hectares na Bacia do Xingu nos próximos 4 anos.  

Essas ações restauram ecossistemas, contribuem para a captura de carbono, ajudando no combate às mudanças climáticas e geram renda. Um dos pilares para viabilizar essa restauração em larga escala é o fortalecimento das redes de sementes locais, que mobilizam comunidades indígenas, agricultores familiares, quilombolas e coletores locais na produção, coleta e comercialização de sementes nativas. Essas redes não apenas garantem a disponibilidade de espécies adaptadas ao território, o que aumenta o sucesso das áreas restauradas, como também geram renda, fortalecem saberes tradicionais e promovem inclusão social.”, afirma. 

Preparação para eventos climáticos extremos 

Com o aumento da frequência de eventos extremos como enchentes, ondas de calor, secas, ventos fortes e incêndios, o Grupo também tem adotado ações de adaptação climática.  

Investimos em medidas de adaptação, como o reforço das redes elétricas, sistemas de monitoramento meteorológico e protocolos de resposta rápida para evitar ou minimizar interrupções no fornecimento.  Essas medidas são fundamentais para garantir a continuidade do fornecimento de energia em situações críticas”, destaca Michelle. 

Engajamento que começa dentro de casa 

Outro destaque da estratégia climática do Grupo Energisa é o engajamento interno. Colaboradores são capacitados e convidados a participar de soluções que contribuam para reduzir impactos ambientais e promover a inovação sustentável.  

Temos trabalhado bastante com comunicação e capacitação para sensibilizar colaboradores sobre o papel de cada um na estratégia de descarbonização. Isso vai desde mudanças operacionais até a participação em projetos e ideias que ajudam a reduzir impactos e inovar nas soluções. É uma responsabilidade compartilhada, e é na atuação diária de cada colaborador que essa estratégia se torna realidade.”, conclui Michelle. 

Compromisso com o futuro 

Ao assumir um papel ativo na transição energética brasileira, o Grupo Energisa mostra que desenvolvimento econômico e respeito ao meio ambiente podem, e devem, andar juntos.  

Estamos investindo, inovando e nos adaptando. É uma jornada longa, que começou quando a empresa foi fundada, mas que hoje ganha novos contornos com a urgência da ação climática”, finaliza Michelle. 

Confira abaixo o áudio inspirado nas ideias de Michelle Almeida:

Arquivo de áudio
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