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Meio Ambiente: Energisa destaca compromisso com sustentabilidade Meio Ambiente: Energisa destaca compromisso com sustentabilidade

Publicada em: 05/06/2025

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 Sustentabilidade

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Brasil

Em bate-papo especial para a Semana do Meio Ambiente, Grupo Energisa destaca compromisso com sustentabilidade

Em comemoração à Semana do Meio Ambiente, o Grupo Energisa destaca seu compromisso com a sustentabilidade ao promover uma série de conversas exclusivas com suas lideranças. Tatiana Feliciano, diretora de Sustentabilidade, e André Pereira, gerente da área, revelam as estratégias, metas e desafios da companhia na jornada pela descarbonização e desenvolvimento sustentável, reforçando seu papel de protagonista na transformação do setor elétrico brasileiro e no alinhamento com a agenda ASG (ambiental, social e de governança) e os desafios climáticos globais.

A importância da Descarbonização como vetor da Segurança Energética

A crescente demanda por energia, o impacto de fatores climáticos extremos e a necessidade de diversificação de fontes confiáveis e limpas de energia para a população, trazem a necessidade de equilibrar o trilema: sustentabilidade, segurança energética e equidade e justiça no acesso à energia. Um dos fatores mais importantes para essa equação é garantir a transição para uma economia de baixo carbono. Esse é o fio condutor da estratégia climática do Grupo Energisa. Para Tatiana, a descarbonização está no centro da atuação da companhia:

Acreditamos em uma transição energética que não deixa ninguém para trás. Descarbonizar o setor elétrico é essencial, mas isso só é sustentável se vier acompanhado de segurança no fornecimento e energia acessível para todos. É esse equilíbrio que buscamos construir: um futuro de baixo carbono, inclusivo e seguro.

Um dos compromissos ASG é a meta de neutralidade de carbono até 2050. Uma meta ambiciosa, mas a empresa está trilhando um caminho técnico e responsável.

Nossa meta de neutralidade é resultado de um processo robusto, que envolveu diagnóstico das emissões de GEE, escuta dos nossos stakeholders e análise técnica de viabilidade. Representa o nosso compromisso com a ciência climática e, mais que uma declaração, é um caminho prático, com metas intermediárias já assumidas para 2026, com avanço acompanhado dia a dia.”

Como exemplo, Tatiana cita o programa de desligamento de usinas térmicas na Amazônia Legal, que superou as metas iniciais:

Descomissionamos 20 usinas térmicas e evitamos a emissão de 539 mil toneladas de CO₂ por ano. Além de contribuir para a redução das emissões, essa iniciativa proporcionou qualidade de vida às comunidades locais, que passaram a contar com energia mais limpa, silenciosa e estável.”

A meta inicial era evitar 505 mil toneladas de CO₂/ano. O resultado superou a expectativa em 6,7%, evitando 539 mil toneladas, antecipando o cronograma em dois anos e consolidando o maior programa de desligamento de térmicas do Brasil.

Governança e metas integradas à estratégia

André Pereira destaca que a sustentabilidade está integrada à governança e à estratégia corporativa por meio da Energia 5D: descarbonização, digitalização, descentralização, democratização e diversificação.

A sustentabilidade no Grupo Energisa não é um pilar isolado, ela está integrada à nossa estratégia, por meio da Energia 5D. Cada D traduz um vetor de transformação que orienta nossas decisões: descarbonizar sem abrir mão da segurança energética, digitalizar processos e redes, descentralizar a geração, democratizar o acesso à energia e diversificar nossos negócios. Isso não é apenas sobre metas ambientais, é sobre assegurar competitividade, inovação e desenvolvimento social, sustentados por uma governança robusta, com comitês que transformam compromissos em ações concretas.”

A atuação da empresa está guiada por três causas prioritárias: Ação pelo Clima, Transformação Energética e Mobilidade Social, que se desdobram em nove compromissos públicos, que vão desde a geração de energia limpa até o respeito à diversidade e à cultura local.

Somos guiados por três causas: Ação pelo Clima, Transformação Energética e Mobilidade Social, assumimos o papel de impulsionar uma transição que não é só energética, mas também social, ambiental e econômica. É assim que conectamos nossa performance empresarial a um impacto real e duradouro na vida das pessoas e na preservação do planeta.”, completa André.

Reconhecimento e engajamento

As ações da Energisa vêm sendo reconhecidas por diversos indicadores e entidades de sustentabilidade. A companhia integra o Índice de Carbono Eficiente (ICO2) e o IDIVERSA da B3, além de ser avaliada por organizações como CDP, MSCI e Sustainalytics.

Esses reconhecimentos reforçam que estamos no caminho certo. Sustentabilidade exige transparência, responsabilidade e melhoria contínua”, afirma André.

Além das metas ambientais, a Energisa investe na mobilização de colaboradores, clientes e comunidades.

O engajamento interno é o que transforma os compromissos em realidade. Projetos como o Nossa Energia levam conhecimento às comunidades sobre o uso consciente da energia, enquanto treinamentos e auditorias fortalecem a cultura ESG dentro da empresa.”

Olhar para o futuro

Na esteira da transição energética sustentável podemos destacar vários projetos em andamento e que são imprescindíveis para este processo. Além do já citado descomissionamento de usinas térmicas, temos:

i) Projeto Agric – Biometano e Economia Circular: Primeira planta do Brasil que combina geração de biometano e produção de fertilizantes a partir de resíduos agroindustriais.

ii) Universalização do Acesso: Mais de 55 mil famílias em áreas remotas conectadas, com soluções baseadas em geração renovável, baterias e microrredes.

iii) Expansão de redes inteligentes e digitalização: Que melhora não só a eficiência energética, mas também a resiliência frente às mudanças climáticas, além de viabilizar a integração de geração distribuída e armazenamento.

Tatiana encerra com uma visão otimista, porém realista, sobre os desafios que ainda estão por vir: 

Sabemos que os desafios são enormes. O Brasil tem dimensões continentais e enfrenta questões sociais e ambientais complexas. Mas temos um plano claro e uma equipe comprometida em ser parte da solução para que a transição ocorra de forma justa e sustentável.”

Para ela, o futuro da energia deve ser diverso, limpo, inclusivo e digital.

A energia pode e deve ser um vetor de desenvolvimento social e ambiental. Queremos estar na linha de frente da transição energética global, sempre com uma visão de longo prazo.”

Confira abaixo os áudios inspirados nas ideias de Tatiana Feliciano e André Pereira:
 

Arquivo de áudio
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Energisa desativa 20 termelétricas e reduz 539 mil ton. de CO₂ no Acre Energisa desativa 20 termelétricas e reduz 539 mil ton. de CO₂ no Acre

Publicada em: 03/01/2025

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Acre

Grupo Energisa conclui desligamento de 20 termelétricas e reduz em mais de 500 mil toneladas as emissões de CO₂ na Amazônia

O Grupo Energisa anunciou o desligamento da usina termelétrica de Cruzeiro do Sul, no Acre, uma das maiores da região Norte, além da conexão do município e da região ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com isso, a companhia antecipa em dois anos um compromisso ASG previsto para 2026 e conclui a entrega do desligamento de 20 usinas termelétricas na Amazônia Legal ainda em 2024.

O feito também possibilitou à Energisa superar as metas estabelecidas para a redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE), que tinham como objetivo a diminuição de 505 mil toneladas. O grupo conseguiu evitar a emissão de 539 mil toneladas de CO₂ por ano. Além disso, no que se refere ao descomissionamento, a meta era de 171,7 MW, mas ao final do processo de desligamento das usinas térmicas, o total alcançado foi de 195 MW de potência instalada.

Na Energisa, enxergamos a energia como vetor sustentável de desenvolvimento social e econômico. Com a antecipação do descomissionamento, buscamos garantir a melhoria da qualidade de vida da população local, que conta agora com fornecimento de energia mais estável, mais limpo, sem barulho de geradores e poluição”, ressalta Tatiana Feliciano, diretora de Sustentabilidade do Grupo Energisa.

O início da operação da Linha de Transmissão (LT) que conecta Rio Branco aos municípios de Feijó e Cruzeiro do Sul marca a conclusão da primeira parte do Programa de Descarbonização da Amazônia Legal, uma iniciativa que está no pilar de transição energética do Grupo Energisa e é executada em parceria com o Ministério de Minas e Energia e com a ANEEL.

Conexão de sistemas isolados demandou mais de R$ 1,2 bi em investimentos

Última região conectada ao sistema interligado pela Energisa, Cruzeiro do Sul era o segundo maior sistema isolado do Brasil, atrás apenas de Boa Vista, a capital de Roraima. O fornecimento de energia para a região era feito, até então, por uma usina térmica alimentada a óleo diesel com capacidade de 20 megawatts, que consumia cerca de 4,5 milhões de litros de óleo por mês, ou cerca de 54 milhões de litros de óleo diesel por ano.

A conexão de Cruzeiro do Sul demandou investimentos de R$ 100 milhões, que envolveram a construção de 14 quilômetros da linha de distribuição em alta tensão de 169 KV e a construção da subestação Juruá, atendida por três transformadores de 25 MVA. A execução dessas obras, concluídas antes do prazo, ficou a cargo da (re)energisa, marca do Grupo Energisa que atua com construção, manutenção e serviços no setor de energia.

Essa última interligação faz parte de um investimento global de R$ 1,2 bilhão, que reflete o compromisso do Grupo Energisa com a redução das emissões de GEE.

Executamos esse programa de interesse nacional construindo as redes de forma ambientalmente sustentável, sendo um passo crucial na transição energética que garante energia limpa e de qualidade, ao mesmo tempo em que reduz a emissão de gases poluentes”, afirma a diretora do Grupo Energisa.

Com a interligação de mais municípios ao SIN e a desativação de 20 usinas térmicas, foi possível evitar o consumo e a queima de aproximadamente 17 milhões de litros de óleo diesel por mês.

Benefícios para os brasileiros e o meio ambiente

A desativação das termelétricas traz vantagens que impactam diretamente na qualidade de vida da população, com um fornecimento de energia mais estável, mais barato e limpo.

O impacto vai além do ambiental, gerando uma economia de R$ 853 milhões na Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), incluindo R$ 332,4 milhões referentes apenas a Cruzeiro do Sul”, explica Feliciano.

Em Cruzeiro do Sul, outro benefício foi a redução da poluição sonora. A usina a diesel do município operava com motores que excediam os limites de decibéis permitidos em áreas residenciais. Quanto totalmente ativada, os cerca de 140 motores provocam um barulho de 65 a 75 decibéis, sendo que a recomendação dos órgãos técnicos determina que os limites permitidos em áreas residenciais são de 55 decibéis no período diurno e 50 decibéis no período noturno.

A interligação ao SIN oferece, ainda, maior confiabilidade e estabilidade no fornecimento aos cerca de 120 mil habitantes da região. A qualidade da energia disponibilizada pelas termelétricas é pior, oscila mais e, devido à dependência de diesel que vem de longas distâncias, sofre interrupções no abastecimento. Com isso, elas não oferecem potência suficiente para a instalação de empresas ou o desenvolvimento de atividades produtivas que dependam da confiabilidade da energia disponível. A nova infraestrutura permite a expansão industrial e produtiva da região.

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Vila Restauração: 3 anos de um sonho que acendeu novas possibilidades Vila Restauração: 3 anos de um sonho que acendeu novas possibilidades

Publicada em: 21/11/2024

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 Vila Restauração

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Acre

Vila Restauração: 3 anos de um sonho que acendeu novas possibilidades

Num dos lugares mais remotos do Brasil, quase na fronteira com o Peru, a 557 km de Rio Branco, capital do Acre, fica Vila Restauração. O acesso toma cerca de 8 horas de barco saindo do município mais próximo, ou pelo menos 3 dias de viagem saindo de São Paulo. Lá, a energia elétrica sempre foi um luxo raro e instável, presente poucas horas no dia, graças a um poluente gerador a diesel.

Porém, há 3 anos, essa pequena vila celebra uma mudança radical na sua história. A Energisa havia acabado de assumir o controle da distribuição de eletricidade no Acre e tinha a missão de transformar a vida das pessoas, levando energia de qualidade a todos os cantos do estado. A tarefa envolvia desafios tecnológicos e ambientais complexos. Como levar energia a uma região tão remota? Instalar quilômetros de torres e postes em meio à Floresta Amazônica claramente não era uma opção. Os moradores da vila eram céticos quanto à realização da empreitada.

Eu só passei a acreditar quando vi o presidente da Energisa fazendo uma reunião aqui na escola e garantindo que era possível a energia chegar”, contou Aluildo do Nascimento, comerciante e morador da vila.

Aluildo do Nascimento, comerciante e morador da vila


De fato, a solução não parecia simples: previa a instalação de 580 painéis fotovoltaicos com capacidade de 325 kWp, num sistema equipado com baterias de lítio para o fornecimento contínuo de energia e dois geradores a diesel (ou biodiesel) para situações críticas. O mais complexo era a logística para levar todos os equipamentos necessários. Os caminhões saíam de Uberlândia e percorriam 2.400 km (cerca de 8 dias) até a cidade de Cruzeiro do Sul, no Acre. De lá, o transporte foi feito por balsas de grande porte, que navegavam atentas aos desígnios das marés dos rios para conseguir as rotas mais rápidas.

Com investimento de R$ 20 milhões, as obras foram concluídas em pouco menos de 1 ano, envolvendo o uso de mão de obra local. A escolha de um local com acesso tão complexo foi proposital. O objetivo era testar soluções tecnológicas inovadoras e provar ser possível resolver um dos grandes desafios do setor elétrico brasileiro: levar energia limpa de qualidade a pequenas comunidades no meio da Floresta Amazônica.

A operação da Vila Restauração foi pioneira não só na Energisa, como no Brasil. Nunca havia sido feita uma operação desse jeito no país, com tantos desafios", ressalta Frederico Botelho, engenheiro de projetos da (re)energisa e um dos idealizadores do projeto.

Além da instalação da usina, o projeto também realizou a troca de lâmpadas, refrigeradores e freezers de moradores por modelos mais eficientes, para evitar o desperdício. Foi grande a emoção dos moradores ao ligar os equipamentos pela primeira vez e poder ver as lâmpadas acesas até mais tarde.

A gente sofreu muito aqui no escuro. A falta de energia estragou muito alimento que não tínhamos como conservar. Aí quando a gente viu a luz chegando, foi uma alegria para a comunidade inteira”, comemora Maria Ivone Cunha, moradora da vila.

Maria Ivone Cunha, moradora da vila


Para quem nunca viveu sem acesso à energia elétrica, é difícil imaginar a falta que ela faz. O posto médico, o armazém, a igreja, a escola, as 200 casas de moradores, tudo ficava a maior parte do tempo no escuro. À noite, fora do pequeno horário de funcionamento do gerador, não dava para ler, brincar, estudar ou assistir televisão.

Hoje não há mais preocupação em limitar horários para aproveitar a energia. Agora, temos 24 horas e podemos organizar nossa rotina livremente”, comemora Mazim.

A energia elétrica não só melhorou a qualidade de vida dos moradores, mas também impulsionou o desenvolvimento socioeconômico, fortalecendo o comércio local. A Vila ganhou açougue, sorveteria e até um salão de beleza, que depende da eletricidade para poder usar secadores e chapinhas de cabelo.

A instalação de uma torre de sinal de telefonia pela TIM foi outro passo importante. Se antes, as ligações eram todas feitas pelo orelhão – com filas, e às vezes, sem sinal –, hoje todos têm celular, facilitando o acesso à informação e a conexão com o mundo.

Com a energia e a internet, é possível usar máquinas de cartão, ter mais facilidade em tratar com fornecedores e realizar pagamentos sem a necessidade de ir até a cidade”, complementa Mazim.

As crianças também comemoraram bastante a chegada da luz elétrica. Além de agora poderem aproveitar o período noturno para brincar ou estudar, a jornada escolar também ficou mais produtiva e agradável com a nova infraestrutura, abrindo portas para o desenvolvimento educativo e profissional dos estudantes.

A escola tinha um gerador próprio, mas ele era usado apenas para ligar a bomba d’água, e, ainda assim, faltava combustível. Agora temos ventiladores instalados e funcionando, além de otimização dos estudos com o uso de projetor, internet e celulares para pesquisas escolares”, explica Gilnete dos Santos, professora de ensino fundamental.

Alunos assistem um filme deitados na escola de Vila Restauração


A energia elétrica também revolucionou a rotina do posto de saúde da vila, permitindo que o atendimento à saúde avançasse consideravelmente. O risco de uma picada de cobra no meio da Floresta Amazônica sempre foi um grande temor para os moradores, que precisavam ser transportados de barco por horas até serem atendidos no hospital mais próximo.

A primeira vez que ligaram tudo, a gente chegou a chorar e agradeci a Deus. Às vezes, a gente ficava com um paciente no escuro dentro da unidade de saúde a noite todinha. Agora nós podemos ter vacina e queremos ter também soro antiofídico aqui, para não ter que mandar o paciente correndo risco de vida até chegar no hospital”, conta Maria Francisca, gerente do posto de saúde local.

Maria Francisca, gerente do posto de saúde local
Maria Francisca, gerente do posto de saúde local


O projeto não apenas criou uma nova perspectiva de futuro para a comunidade, mas também pode inspirar outras iniciativas sustentáveis em áreas remotas. Ao comemorar os três anos do projeto de energia solar na Vila Restauração, fica evidente o impacto positivo dessa iniciativa no cotidiano da comunidade.

Eu sinto uma emoção indescritível. Realmente, quando a gente vê o projeto concluído, com todos os percalços que nós tivemos, e vê como que as vidas foram transformadas na Vila, a gente sente uma sensação de dever cumprido, de que a gente causou um grande impacto na vida daquelas pessoas”, conta Ricardo Botelho, CEO do Grupo Energisa.

O projeto da Vila Restauração faz parte do esforço da Energisa em promover a descarbonização na Amazônia, substituindo usinas a diesel por soluções renováveis. Atualmente, existem 212 “sistemas isolados” no Brasil, como são chamadas as usinas de geração que não estão conectadas ao Sistema Integrado Nacional (SIN). Desde 2023, a Energisa vem construindo linhas de transmissão, subestações e redes de distribuição para conectar localidades isoladas, o que já permitiu o desligamento de 19 usinas termelétricas. As obras seguem em andamento para desativar a última usina do programa até 2025.

Antes, as pessoas falavam em ir embora, por sofrer muito com a falta de energia de qualidade. Mas hoje, graças a Deus, ninguém fala mais. Estão felizes com a chegada da energia”, conclui Mazim.

Quer saber mais sobre Vila Restauração?

Os depoimentos de Aluildo, Maria Ivone, Maria Francisca e tantos outros moradores estão presentes em um curta documental sobre o projeto da Vila Restauração lançado pela Energisa. O filme, dirigido por Jack Motta, está disponível na íntegra para quem quiser conhecer a realidade num dos lugares mais remotos do país.

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Empresas capixabas se unem para  fomentar a transição energética do ES Empresas capixabas se unem para  fomentar a transição energética do ES

Publicada em: 08/08/2024

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 Sustentabilidade

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Espírito Santo

Empresas capixabas se unem para estudar projetos de CCUS e fomentar a transição energética do Espírito Santo

Empresas capixabas do setor de gás natural anunciaram hoje (07/08) a assinatura de um Memorando de Entendimentos para explorar as potencialidades do mercado de gás e desenvolver projetos de captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS) na porção terrestre da Bacia Sedimentar do Espírito Santo. A parceria envolve o Grupo Energisa, um dos maiores grupos privados com capital 100% nacional do setor elétrico, ES Gás, distribuidora de gás natural do Espírito Santo, EnP Energy, Imetame Energia, Grupo Ubuntu e Seacrest Petróleo.

O grande destaque para este movimento é a parceria entre diversas empresas da produção onshore de gás natural e de infraestrutura de gasodutos no estado para a viabilização deste projeto. De forma conjunta, as empresas compartilharão conhecimentos e tecnologias para desenvolver com eficácia um projeto que oferece desenvolvimento econômico e sustentável ao Espírito Santo.

Nosso compromisso é com o futuro energético do Brasil. Já existem no mundo estudos de viabilidade do CCUS e nós entendemos que essa oportunidade deve ser explorada de forma colaborativa, com toda a cadeia do gás natural. Através desta parceria, buscamos não apenas desenvolver o mercado de gás brasileiro, mas também fomentar o crescimento econômico, a transição energética e a geração de empregos no ES. É um movimento verdadeiramente capixaba, por isso estamos chamando de C3US, que é a sigla para Capixaba Carbon Capture, Utilization and Storage”, comenta Fábio Bertollo, presidente da ES Gás.

Com esse Memorando de Entendimentos, os projetos do programa C3US serão desenvolvidos de forma colaborativa pelos envolvidos, unindo forças para encontrar uma importante solução para empresas e setores do estado que teriam mais dificuldade de abater suas emissões, como por exemplo, as empresas do ramo siderúrgico e cimento. O Espírito Santo tem alto potencial de desenvolvimento para os projetos de CCUS, já que possui sua matriz industrial próxima a campos de gás onshore, localizados no norte do estado.  

O investimento da Energisa no Espírito Santo além de reforçar a confiança da Companhia no potencial energético do estado, materializa a estratégia de expansão de suas operações e contribuição significativa para o desenvolvimento econômico local. O Espírito Santo é reconhecido por seu potencial no setor de gás natural por deter a 3ª maior reserva do país do hidrocarboneto, e a Energisa junto com a ES Gás estão posicionadas para serem peça-chave no fomento e desenvolvimento deste mercado”, afirma Ricardo Botelho, CEO do Grupo Energisa.

As empresas produtoras de gás natural onshore EnP Energy, Imetame Energia, Grupo Ubuntu e Seacrest Petróleo, serão responsáveis por avaliar as possibilidades do armazenamento do CO2 em seus campos de extração, assim como mapear os campos e suas características. Outra possibilidade que será estudada por estas empresas é a reinjeção de CO2 para recuperação avançada de petróleo em seus campos de exploração. Já a ES Gás e o Grupo Energisa viabilizariam a rede de transporte desse CO2 capturado até os campos de armazenamento.  

O Espírito Santo tem uma oportunidade única de dar um grande e rápido salto rumo ao chamado ‘net zero’, armazenando gás carbônico em reservatórios terrestres de petróleo e gás no norte do estado”, afirma Marcio Felix, CEO da EnP Energy.

A Imetame Energia reconhece a importância das instalações de escoamento existentes no Espírito Santo, e poder estar junto com outras empresas de relevância no estado e proporcionar oportunidades de negócio para o futuro nos motiva a este MoU”, comenta Giuliano Favalessa, diretor da Imetame Energia.

Esse é um momento muito importante para todas as discussões ambientais para a redução das emissões de carbono e, nesse caso, podemos até alcançar a emissão negativa. O CCUS é uma solução que está sendo desenvolvida no mundo todo e a gente enxerga como uma grande oportunidade, principalmente fazendo isso de forma cooperativa, com várias empresas de forma associativa como está sendo feito agora. É bom para o Estado e para a sociedade", afirma Clarindo Caetano Machado Neto, administrador do Grupo Ubuntu.

A assinatura deste entendimento entre nossas empresas é um marco significativo para o avanço da sustentabilidade e da inovação no setor. Ao unir esforços vamos compartilhar não só conhecimentos, tecnologias essenciais e avaliar oportunidades integradas, mas também estabeleceremos um compromisso coletivo com a jornada de busca por um futuro mais sustentável, além de uma geração de valor para o estado do Espírito Santo”, comenta Juan Alves, diretor da Seacrest Petróleo.

A assinatura do Memorando de Entendimento é mais um passo dado pelo Programa ES Mais+Gás, desenvolvido pelo governo do Espírito Santo e lançado na última terça-feira (6), que tem entre seus objetivos a criação de um hub dinâmico de gás natural e biometano, impulsionar a competitividade do estado no cenário de negócios nacional e internacional, promover desenvolvimento econômico acelerado e sustentável por meio de redes empresariais, e estimular a economia verde. A implantação de tecnologia CCUS no Espírito Santo está contemplada dentro dos 86 planos de ação elaborados pelo ES Mais+Gás e é fundamental para a redução na emissão de 5,6 milhões de toneladas de CO2 até 2034, prevista pelo programa.

O programa ES Mais+Gás é um excelente exemplo de como a colaboração entre o setor público e privado pode impulsionar a competitividade e a sustentabilidade, e estamos orgulhosos de fazer parte dessa iniciativa”, afirma Bertollo.

Sobre a ES Gás

A ES Gás é a concessionária responsável pela distribuição do gás natural canalizado no Espírito Santo, regulada pela ARSP. Atua nos segmentos residencial, comercial, industrial, automotivo, climatização, cogeração e termoelétrico, atendendo quase 80 mil clientes. Recentemente, a empresa passou por um processo de privatização e, atualmente, integra o portfólio do Grupo Energisa.

Sobre a Energisa

Com 119 anos de história, a Energisa é um dos maiores grupos privados com capital nacional do setor elétrico brasileiro. Somos um ecossistema de produtos e serviços voltado para protagonizar a transformação energética, conectando pessoas e empresas à melhor solução de energia e construindo um mundo mais sustentável.

Nosso portfólio abrange 9 distribuidoras de energia elétrica, 13 concessões de transmissão, uma central de geração fotovoltaica centralizada, uma marca inovadora de soluções energéticas – a (re)energisa –, que conta com um dos maiores parques de geração distribuída fotovoltaica do país, além de comercialização de energia no mercado livre e serviços de valor agregado. Contamos também com uma central de serviços compartilhados, uma empresa de contact center para atender nossos clientes e a fintech Voltz, a primeira no segmento de empresas de serviço público de energia. Recentemente, diversificamos nosso portfólio com a inclusão da distribuição de gás natural, através da aquisição da ES Gás e um projeto, em construção, para geração de biometano e biofertilizantes a partir de resíduos orgânicos industriais.

Transformamos energia em conforto e desenvolvimento para mais de 20 milhões de pessoas em 875 municípios de todas as regiões do país e geramos mais de 20 mil empregos, diretos e indiretos.

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ES Mais+Gás: programa pretende ampliar uso do gás natural e biometano ES Mais+Gás: programa pretende ampliar uso do gás natural e biometano

Publicada em: 07/08/2024

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Espírito Santo

ES Mais+Gás: Governo e iniciativa privada querem ampliar fornecimento e consumo de gás natural e biometano

O Governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento (Sedes), realizou, nessa terça-feira (06), o lançamento do novo programa ES Mais+Gás. O lançamento ocorreu durante a abertura da 17ª MecShow e 11ª ES Oil&Gas Energy.

Conduzido pela Sedes, o programa reúne o trabalho de 22 entidades públicas e empresas privadas, que, ao longo de 11 meses, atuaram para criar um plano que pretende impulsionar o desenvolvimento sustentável do Espírito Santo, a partir do gás natural e do biometano. Esse é mais um passo dado pelo Estado na agenda para a descarbonização da economia e de mudanças climáticas.

Nosso estado tem se tornado referência na transição energética. O Plano de Descarbonização e o Programa de Mudanças Climáticas têm se tornado modelos para os demais estados da federação. Como presidente do Consórcio Brasil Verde, uma iniciativa dos Governadores pelo Clima, nós temos defendido programas e soluções para cumprir as metas de Paris e que não deixemos apenas nas costas do Governo Federal esse cumprimento da meta. E o Espírito Santo vem fazendo sua parte e esse programa vem ao encontro do que buscamos, que é ter energias renováveis, e o gás é um dessas oportunidades que temos. Também vai aumentar a oferta e assim teremos, além da diminuição da emissão de carbono, um estado cada vez mais competitivo", afirma o governador do estado, Renato Casagrande.

O Programa ES Mais+Gás teve quatro macro objetivos definidos. São eles: reduzir a emissão de gases de efeito estufa; estabelecer uma matriz energética robusta, eficaz e diversificada; impulsionar o desenvolvimento econômico sustentável do Espírito Santo; e transformar o estado no principal hub integrado de gás de alta competitividade do país. Além disso, o programa também contempla 86 planos de ação que devem ser realizados pelas empresas e entidades participantes do grupo de trabalho, ao longo dos próximos dez anos.

Durante o lançamento, foram apresentados os principais resultados esperados com a implantação do Programa ES Mais+Gás, com destaque para a redução de 9,78% das metas do Plano Estadual de Descarbonização do Espírito Santo até 2026, e com 62,5% dessas metas até 2034. A diversificação dos combustíveis utilizados na indústria e no transporte é uma das ações previstas para atingir essa redução.

De maneira inovadora e criativa, o Espírito Santo colocou de pé o nosso Plano Capixaba de Descarbonização, que pressupõe a transição energética, a substituição da energia de origem fóssil por energia renovável. E é nesse contexto que nós estamos lançando o ES Mais+Gás, para que a gente possa construir os meios e a infraestrutura necessária para estimular o consumo e também a oferta, em condições compatíveis, considerando que o gás natural é muito menos emissor de CO2 e é o primeiro estágio que nós precisamos para ampliar outras energias renováveis, como a solar, a eólica, o biometano e o hidrogênio verde. Organizamos parceria sólida do Governo do Estado, com empresas privadas de todos os segmentos da cadeia do gás natural e diversas instituições públicas para consolidarmos o lançamento desse programa", destaca o vice-governador e secretário de estado de desenvolvimento, Ricardo Ferraço.

O programa também visa a oferecer mais segurança e confiabilidade no fornecimento de energia, além de mais competitividade para os consumidores, com a diversificação da matriz energética do estado. Para isso, propõe a elevação no consumo diário de gás natural dos atuais 2,3 milhões de metros cúbicos para 2,8 milhões de metros cúbicos em 2026, e de 7 a 15 milhões de metros cúbicos em 2034. Outro importante avanço possibilitado pelo ES Mais+Gás é a produção pioneira de biometano no Espírito Santo. A expectativa é de que a produção diária alcance 50 mil metros cúbicos em 2026 e 300 mil de metros cúbicos em 2034.

O desenvolvimento do Espírito Santo, principalmente no interior do estado, também é esperado com a ampliação na rede de distribuição de gás natural. Serão 1.560 quilômetros de rede até 2034, 1.020 quilômetros a mais do que o atual, alcançando 26 cidades do Estado, o dobro de 2024.

Estes são alguns dos diversos investimentos previstos para o setor de gás natural e biometano no Espírito Santo possibilitados pelo Programa ES Mais+Gás. Serão até R$ 7 bilhões nos próximos dois anos e R$ 20 bilhões até 2034.

Também foi nomeado o Colegiado Gestor que acompanhará a execução das ações previstas no programa. Os representantes são do Governo do Estado, Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo (Ales), Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) e empresas ES Gás, BW Energy e Grupo Imetame.

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Mudanças climáticas: um desafio coletivo Mudanças climáticas: um desafio coletivo

Publicada em: 27/06/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Brasil

Mudanças climáticas: um desafio coletivo

O clima no planeta Terra se alterou. Para sempre. Se modelos meteorológicos anteriores apontavam para um aquecimento da temperatura global entre 1 e 1,5 ºC em 2030 – alguns indicavam que isso somente ocorreria ao redor de 2050 –, o que se vê na prática hoje são termômetros ao redor do mundo já contabilizando esse 1,5 ºC adicional. Ou seja, o aquecimento global é real, palpável e está se materializando neste exato momento. 

O desdobramento desse acréscimo de temperatura se traduz em calor extremo, ventos acima da média histórica, descargas atmosféricas, chuvas torrenciais, inundações... Em suma, catástrofes naturais das mais diferentes matizes e intensidades.

A Organização Meteorológica Mundial, desde os anos 1970 até 2019, registrou mais de 11 mil desastres atribuídos a eventos climáticos severos no mundo. Nesse período, foram mais de 2 milhões de mortes e mais de US$ 3,6 trilhões em perdas. Daí, você já vê o tamanho do desafio”, explica Nicolas Manfredi, diretor técnico de Geração e Transmissão do Grupo Energisa.

Nos últimos 3 anos, os prejuízos financeiros já alcançaram R$ 18 bilhões no Brasil somente com moradias danificadas e destruídas por catástrofes naturais, sem contabilizar ainda as perdas recentes pelas inundações no Rio Grande do Sul.

Ciente desse cenário, a Energisa tem tomado uma série de medidas para contornar eventuais situações de perigo e amenizar danos aos mais de 20 milhões de brasileiros atendidos pelos seus serviços de distribuição energia elétrica e gás natural.

Na Semana do Meio Ambiente, o Grupo fez uma live para debater os efeitos das mudanças climáticas junto ao seu negócio, o que engloba não só ativos, mas fundamentalmente sua base de clientes. Além do diretor-técnico Nicolas, apresentaram cases Michael Douglas, especialista ambiental de Geração e Transmissão;  Rodrigo Fraiha, diretor-técnico da Energisa Paraíba; Raphael Pereira, diretor-técnico da ES Gás; Jorge Sírio, business partner de Comunicação da Energisa Mato Grosso; e Ana Paula Paes, meteorologista do grupo Storm. A live foi mediada por Vivian Inácio, gerente de sustentabilidade do Grupo Energisa.

No bate-papo ao longo do evento, ficou claro o empenho do Grupo na adoção de medidas que mitiguem os efeitos das mudanças climáticas. O conjunto de iniciativas vai de reservas florestais a programas sociais, ambientais e de orientação para clientes e comunidades onde a empresa está inserida.

Preservação e reflorestamento

Uma dessas medidas é a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) da Usina Maurício, em Leopoldina (MG). Com cerca de 300 hectares, a RPPN equivale a aproximadamente 300 campos de futebol preservados. Nessa mesma linha, outra investida se dá na região amazônica, onde o Grupo Energisa viabiliza um projeto voltado ao reflorestamento desse bioma.

A gente investiu R$ 5 milhões em reflorestamento do bioma amazônico através do fundo Floresta Viva”, conta Vivian Inácio, gerente de sustentabilidade do Grupo Energisa.

Também nessa empreitada contra o aquecimento do planeta está o desligamento das usinas térmicas. Segundo a companhia, isso evitou a emissão anual de 388 mil toneladas de carbono equivalente, ou seja, os gases do efeito estufa. Em outras palavras, é como se o Grupo Energisa tivesse preservado quase 800 estádios do Maracanã de vegetação de área plantada. 

Uma iniciativa inovadora adotada pelo Grupo é o uso de drones para o lançamento de cabo na construção de linhas de transmissão. O equipamento consegue reduzir significativamente a necessidade de supressão vegetal e, indiretamente, os danos à fauna. A Energisa Tocantins Transmissora, por exemplo, registrou uma redução de 21% na supressão vegetal com o uso desse procedimento.

É uma técnica relativamente nova, que traz diversos ganhos para o projeto, mas principalmente acarreta ganho ambiental”, afirma Michael Douglas.

Ainda que muito esteja sendo feito, o desafio do Grupo Energisa é enorme, já que há muitas linhas de transmissão de energia em áreas pouco habitadas, difíceis de serem acessadas, e que sofrem cada vez mais com a sazonalidade das estações do clima e o enfurecimento da natureza diante do aquecimento do planeta.

A lição de Nova Friburgo (RJ)

Rodrigo Fraiha, diretor-técnico da Energisa Paraíba, lembra que o Grupo Energisa ganhou consciência sobre o impacto das mudanças climáticas de uma maneira muito dolorida. E repentina. Foi em 2011, em Nova Friburgo (RJ). 

A região serrana do estado do Rio de Janeiro, onde fica o município, recebeu 265 milímetros de chuvas em pouco mais de 8 horas, resultando em quase mil mortes e mais de 35 mil desabrigados. 

A Energisa foi pioneira no setor elétrico brasileiro, por meio de um P&D que desenvolveu uma plataforma de monitoramento das condições climáticas, denominada Netclima, e um plano de contingência integrado que possuem ações nas etapas de antecipação, monitoramento, resposta e recuperação. E esse plano envolve todas as distribuidoras e as áreas de apoio, explica Rodrigo.

Anualmente, esse plano é aprimorado com base nos eventos climáticos severos que vêm ocorrendo. Exemplos incluem a tempestade de areia em 2021 no Mato Grosso do Sul e as situações decorrentes das fortes chuvas no estado de São Paulo em 2023, quando a Energisa conseguiu restabelecer 95% do fornecimento de energia nas suas áreas de atuação em até 24 horas.

Hoje, temos um plano de contingência integrado que permite nos anteciparmos, indicando como monitorar, como responder, como recuperar. E esse plano envolve toda a empresa. Todas as áreas da empresa”, explica Rodrigo.

A partir deste mês, o Grupo Energisa também inicia treinamentos com simulações de contingência, com o objetivo de refinar processos e treinar todo o time das unidades.

Desafios subterrâneos no gás natural

Sob essa lógica das catástrofes naturais decorrentes das mudanças climáticas, é possível dizer que o que está debaixo da terra está seguro, correto? A resposta é não. E quem assegura é Raphael Pereira, diretor-técnico da ES Gás do Grupo Energisa. Na live, Raphael explicou que grande parte do ativo da distribuição de gás natural está no subsolo, mas isso não significa que está totalmente protegido. Quer um exemplo?

A gente na distribuição de gás se preocupa com a queda de árvores, não em função dos galhos em si, que normalmente são um problema na distribuição de energia elétrica, mas em função da raiz. Se a base da árvore se desprende do chão, isso pode danificar a nossa infraestrutura subterrânea. Chuvas intensas também podem causar movimentação de solo, expondo a tubulação subterrânea. Isso pode gerar uma ruptura do tubo, causando desabastecimento ou até um grande evento de segurança”, detalha.

União de forças contra as mudanças climáticas

O fato é que todos precisam participar da solução, porque os custos projetados são estratosféricos. E o aquecimento global já é uma realidade.

Foi o 11º mês com recordes de temperatura. Então, a gente já vem, há cerca de um ano, registrando recordes em nível mundial”, afirma Ana Paula Paes, meteorologista do grupo Storm.

A consequência disso é que os eventos climáticos devem causar um prejuízo de mais de R$ 100 milhões por ano no ecossistema de fornecimento de energia até 2030 – sendo que esse número pode até dobrar a dependendo do impacto.

Portanto, o desafio está posto, como destacou Vivian Inácio, gerente de sustentabilidade do Grupo Energisa. Mas ela aposta que o segredo está nas pessoas:

Independentemente do plano, as pessoas são a nossa potência. São elas que vão fazer com que todo esse planejamento, toda essa discussão se torne realidade na ponta, fazendo a diferença junto aos nossos clientes. Essa é a nossa força.”

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Grupo Energisa publica Relatório Anual de Sustentabilidade de 2023 Grupo Energisa publica Relatório Anual de Sustentabilidade de 2023

Publicada em: 28/05/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Brasil

Grupo Energisa publica Relatório Anual de Sustentabilidade de 2023

O Grupo Energisa, reiterando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, acaba de lançar o seu Relatório Anual de Sustentabilidade, que oferece um detalhamento público dos projetos e resultados alcançados em 2023. O documento apresenta a forma como o Grupo realiza negócios de longo prazo e atua para gerar resultados que atendam aos anseios dos seus principais públicos de relacionamento e à necessidade urgente de preservação do planeta.

O Relatório de Sustentabilidade de 2023 do Grupo Energisa foi elaborado com base nas diretrizes do Global Reporting Initiative (GRI), que orientam a publicação de relatórios de maneira estruturada e transparente, focados na gestão de temas ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG, na sigla em inglês: environmental, social and governance). A asseguração de todas as informações contidas no relatório ficou sob a responsabilidade da SGS do Brasil.

Investimento crescente

Um dos pontos de destaque do relatório refere-se ao crescimento de 41% nos investimentos direcionados a ações socioculturais, quando comparados os anos de 2021 e 2023. Iniciativas realizadas no ano passado receberam cerca de R$ 54 milhões em recursos e impactaram 426 mil pessoas.

Por meio do Programa Energisa Cultural, o Grupo Energisa fomentou iniciativas que beneficiaram mais de 180 mil pessoas. No total, R$ 18 milhões do total investido foram direcionados a 42 projetos, como, por exemplo, o festival de Cururu e Siriri, no Mato Grosso, que reuniu 18 grupos folclóricos do Estado em uma festa de valorização das manifestações populares, projetando-as como protagonistas da identidade local.

Outra inciativa apoiada pela Energisa foi a Feira Literária em Campina Grande, na Paraíba, que reuniu cerca de 4,9 mil pessoas em atividades culturais e de literatura, envolvendo dez escolas das redes estadual e municipal e beneficiando mais de mil alunos.

Inovação & tecnologia

O Relatório de Sustentabilidade de 2023 do Grupo Energisa pontua um conjunto de ações para garantir a longevidade do negócio, apostando cada vez mais na inovação como impulsionadora do desenvolvimento.

Uma das iniciativas nessa área é o E-nova, uma plataforma colaborativa interna de desenvolvimento de projetos para estimular o empreendedorismo e a criatividade dentro da empresa. Alinhada às estratégias do Grupo, o programa foi reformulado no último ano, diminuindo etapas e implementando novos tipos de processo de desenvolvimento de produtos.

Para que toda essa engrenagem se movimente, há um Comitê de Inovação que delibera sobre quais iniciativas devem receber apoio. O portfólio de projetos é acompanhado periodicamente para monitorar se os resultados atendem às expectativas. Já são mais de 300 projetos aprovados, com um investimento médio de R$ 125 milhões por ano, envolvendo uma rede de parcerias com 540 startups e centros de pesquisa.

Educação e eficiência energética

Com o Programa Nossa Energia, o Grupo atua em duas frentes: na promoção de oportunidades, por meio de qualificação profissional e empregabilidade; e na ampliação da compreensão das comunidades sobre o consumo seguro e eficiente de energia. Contando com 14 Unidades Móveis Educacionais, equipadas com recursos interativos, o programa oferece uma experiência de aprendizado lúdico e digital para alunos de escolas da rede pública e moradores das comunidades, incentivando mudanças comportamentais positivas.

Só no ano passado, foram visitados 458 municípios, atendidas 640 escolas, e mais de 73 mil alunos foram impactados pelo conteúdo educativo das unidades móveis.

Outra iniciativa do programa são os Espaços Energia. Projetados para oferecer uma experiência educativa imersiva, esses ambientes são dedicados à educação e conscientização sobre fontes geradoras de energia elétrica, eficiência energética e desenvolvimento sustentável. Os espaços estão localizados em João Pessoa (PB), Aracaju (SE) e Campo Grande (MS), recebendo escolas públicas e privadas do ensino fundamental e médio, abordando conceitos de combate ao desperdício de energia elétrica, energias renováveis, mudanças climáticas e preservação do meio ambiente

Fomento ao empreendedorismo e à empregabilidade

Por meio de parcerias, o Grupo Energisa atua na implantação de iniciativas voltadas para a educação e geração de renda. O projeto Rio Pomba Valley busca fomentar um ecossistema de tecnologia e inovação na Zona da Mata de Minas Gerais, berço da Companhia. O projeto, lançado oficialmente em 2022, também tem como propósito formar capital humano especializado em programação e atrair empresas de base tecnológica para região. Em 2023, o projeto abriu um segundo ciclo da qualificação profissional, com mais 40 vagas para desenvolvedores fullstack, atraindo cerca de mil pessoas.

O Grupo Energisa também é um dos apoiadores fundadores do Estímulo, o maior fundo de impacto do Brasil. A iniciativa fornece soluções personalizadas a pequenos negócios, incluindo financiamento simplificado, capacitação e acesso a uma rede de conexões, visando fomentar o desenvolvimento econômico. No total, mais de R$ 60 milhões foram arrecadados pelo Fundo e, em 2023, o apoio financeiro ultrapassou os R$ 180 milhões.

Apoio ao Esporte Nacional

O Grupo Energisa também valoriza o apoio ao esporte, patrocinando iniciativas que abrangem desde a formação de futuros campeões até o apoio a atletas de alto rendimento. Em 2023, as atletas bicampeãs olímpicas da vela na classe 49erFX, Martine Grael e Kahena Kunze, foram patrocinadas pela Companhia. As atletas de alto rendimento disputarão os Jogos Olímpicos Paris 2024. Em Búzios (RJ), outra dupla da vela apoiada pela Energisa, Joana Gonçalves e Gabriela Vassel, venceu o Campeonato Mundial da Juventude na classe 420 feminina.

Novos negócios

Biometano

O Relatório de Sustentabilidade traz ainda um rol de informações sobre a produção do biometano. Em 2023, o Grupo comprou a Agric, empresa especializada em compostagem de resíduos orgânicos industriais e na produção de biofertilizantes. O plano é transformar a usina, localizada em Santa Catarina, na maior produtora de biometano e biofertilizantes do estado, entregando para o mercado, dentre outros produtos, um gás natural renovável, com aplicações diversas que vão desde a mistura com o gás convencional até a geração de hidrogênio.

ES Gás

Entre as realizações de 2023, destaca-se também a aquisição da ES Gás, concessionária líder nos serviços de canalização e distribuição de gás no Espírito Santo, marcando a entrada do Grupo no setor de gás natural.

Entendido como um combustível que irá contribuir para a transição energética no Brasil e no mundo, impactando positivamente na redução de emissões de carbono (e na consequente melhora da qualidade do ar), o gás natural tem enorme potencial de crescimento em todos os segmentos de consumo (residencial, comercial, industrial, automotivo, climatização), não só no Espírito Santo, mas também em outros estados.

Você pode baixar o Relatório Anual de Sustentabilidade do Grupo Energisa de 2023 aqui. Boa leitura!

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Energisa aposta em biometano Energisa aposta em biometano

Publicada em: 30/04/2024

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 Sustentabilidade

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Santa Catarina

Energisa aposta em biometano

A economia é redonda. Pelo menos é o que asseguram os formuladores das teorias a respeito do tema nesse século XXI. Mas “redonda” seria uma boa nomenclatura? Pensando melhor, talvez não. Talvez “circular” seja um nome mais adequado.

De olho nesse conceito, que embute sustentabilidade, economia, governança e aspectos socioculturais, a Energisa está investindo R$ 80 milhões em uma unidade de biometano. Gás natural renovável, o insumo pode ser utilizado diretamente nas redes de distribuição misturado ao gás natural convencional ou, ainda, ser usado para a geração de hidrogênio, amônia e metanol.

A iniciativa vai estar sob o guarda-chuva (re)energisa, empresa do Grupo criada em 2022 para atuar no mercado livre de energia, oferecendo geração distribuída através de fontes renováveis.

É um movimento em linha com o que há de mais moderno em termos de discussão energética no planeta. Trata-se de uma matriz limpa e sustentável. E renovável. Um gás energético renovável”, explica Frederico Kos Botelho, líder de soluções bioenergéticas da (re)energisa.

Com previsão de inauguração para 2025, em Campos Novos (SC), a companhia estima produzir 25 mil metros cúbicos de biometano diariamente. E, para chegar a esse patamar, a empresa vai processar cerca de 350 toneladas de resíduos industriais, que serão fornecidos pelas companhias da região. A perspectiva é também gerar 25 empregos diretos no município e 100 postos de trabalho ao longo da empreitada.

Projeção 3D da nova usina de biometano em SC

Kos Botelho explica que o processo produtivo trata o resíduo coletado por meio de um processo de compostagem, que contém biodigestores. Como resultado, gera-se também fertilizante orgânico ou biofertilizante.

O biofertilizante, detalha o executivo, decorre da aquisição da Agric, concretizada em agosto de 2023. A compra dessa empresa de compostagem de resíduos orgânicos industriais é que vai possibilitar a produção do fertilizante orgânico.

Nosso objetivo é comercializar esse fertilizante junto aos produtores rurais da região de Campos Novos (SC), onde será erguida a operação”, acrescenta.

A aquisição da Agric, está alinhada à estratégia do Grupo de oferecer um ecossistema de soluções, sendo um fornecedor one-stop-shop para seus clientes.

Trata-se de um mercado com grandes perspectivas de crescimento, especialmente nos estados onde a Energisa já atua, que abrigam setores como o agronegócio, com alta geração de resíduos orgânicos”, acrescenta.

Mas se a perspectiva é boa para o biofertilizante, também é excelente para o biometano. De acordo com os dados que circulam entre as associações do setor, a expectativa é que a produção dessa nova fonte energética alcance 7 milhões de metros cúbicos por dia em 2029, ante os atuais 500 mil metros cúbicos, que hoje são produzidos a partir de seis plantas espalhadas pelo País. 

É importante salientar que não se trata apenas de biometano e fertilizante orgânico, mas sim de tratamento de resíduo. E, nesse sentido, o biometano alcança excelentes resultados: fomenta a produção de um gás que se renova e gera o fertilizante orgânico utilizado nas lavouras, que vão produzir os insumos para essas indústrias”, enfatiza o líder de soluções bioenergéticas da (re)energisa.

Há, no entanto, um ponto que faz muita diferença: a comparação com o gás natural. É inegável a capilaridade do gás natural no Brasil. Só que esse insumo alcança fundamentalmente a região litorânea brasileira. Pouco se dá em direção ao interior do país.

É justamente aí que o biometano tem uma avenida pela frente. Porque, além de ser renovável, o que o gás natural não é por definição, o biometano é produzido a partir de resíduos, não da exploração de poços, como no caso do gás natural. Sem contar que pode ser usado por caminhões.

Em outras palavras, é caro, por exemplo, ter um posto de gás natural veicular em alguns lugares do Brasil, porque está longe da planta processadora e custa levar o insumo até lá. Mas o mesmo não se aplica ao biometano, uma vez que se origina de resíduos industriais.

Então, essa fonte de energia descarboniza o setor de logística, porque não emite carbono, usa resíduos que normalmente seriam descartados pela indústria, produz fertilizante orgânico e, de quebra, propicia nova fonte de energia? A resposta é sim. É ou não é economia circular? É. E é verde.

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Energia solar chega a mais de 1300 famílias de regiões remotas do Acre Energia solar chega a mais de 1300 famílias de regiões remotas do Acre

Publicada em: 07/12/2022

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Acre

Energia solar chega a mais de 1300 famílias de regiões remotas do Acre

Pelos cantos mais remotos do Acre, famílias passaram a ter energia elétrica, limpa, segura e sustentável 24 horas por dia, por meio do programa Mais Luz para a Amazônia, do Governo Federal. A Energisa fez 1.368 novas ligações com energia solar em casas localizadas em 10 municípios do estado. Algumas dessas famílias estão tendo acesso à eletricidade pela primeira vez.

As instalações dos sistemas de geração de energia solar são feitas em áreas de difícil acesso, distantes das redes elétricas convencionais. Nos lugares em que tinha energia, eram usados pequenos geradores a diesel ou gasolina, que funcionam apenas por algumas horas ao dia.

A Energisa ainda faz a instalação da parte elétrica dentro do imóvel, e fornece lâmpadas de LED, que são mais eficientes e econômicas, além de tomadas e interruptores. Os moradores também recebem um kit com instruções sobre o uso adequado de energia e como garantir o bom funcionamento do sistema solar. 

“Nosso compromisso é levar energia de qualidade, limpa e segura para essas pessoas que hoje têm pouco ou nenhum acesso à eletricidade. Por meio da geração de energia solar, estamos contribuindo com a melhoria da qualidade de vida de milhares de acreanos”, afirma o diretor-presidente da Energisa Acre, José Adriano Mendes Silva. 

O programa ainda tem grande valor social, pois permite que essas pessoas possam usufruir de itens básicos na sociedade como a conservação de alimentos, a educação por meio da internet e a geração de renda. 

Zacarias é o presidente da Associação da Comunidade São Salvador, localizada no Rio Moa, em Mâncio Lima. Lá, a energia chegou e transformou a realidade dos moradores. “Já mudou muito a nossa vida. Todo mundo está gostando, aproveitando muito. Não tem nem explicação”, comemora.

Apesar das dificuldades logísticas e chuvas intensas em parte do ano, a execução do programa seguiu em ritmo acelerado. Todas as ligações previstas para 2022 já foram realizadas. E o plano é realizar muito mais nos próximos anos. 

A Energisa está presente no Acre desde 2018, onde desenvolve projetos que estimulam a descarbonização, impulsionam o desenvolvimento sustentável e promovem qualidade de vida para a população. A empresa também está à frente do maior projeto de desligamento de termelétricas, que pretende desativar cinco usinas no estado até 2025.

O que é o Mais Luz Para Amazônia?     

O Mais Luz para a Amazônia é um programa do Governo Federal, operacionalizado pela Eletrobras, que foi lançado em fevereiro de 2020 e tem como objetivo levar energia limpa e renovável à população de regiões remotas dos estados que compõem a Amazônia Legal e que ainda não têm acesso à energia elétrica, como Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Tocantins e Maranhão. 

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Programa de descarbonização da Energisa evita emissão de 214 mil tonel Programa de descarbonização da Energisa evita emissão de 214 mil tonel

Publicada em: 06/07/2022

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 Sustentabilidade

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Rondônia

Programa de descarbonização da Energisa evita emissão de 214 mil toneladas de CO₂ em Rondônia

O Grupo Energisa realiza o maior programa de descarbonização do país que vai desativar 19 termelétricas até 2025. Rondônia é líder dessa iniciativa com 13 térmicas a serem desligadas. Destas, 12 já foram desativadas desde 2019, incluindo a maior delas, localizada no município de Buritis, e que consumia sozinha 24 milhões de litros de óleo diesel por ano. 

Em Rondônia, o programa representa o fim da emissão na atmosfera de cerca de 214 mil toneladas de dióxido de carbono (CO₂). Tudo isso porque no lugar das termelétricas movidas a óleo diesel entram em operação 25 novas subestações e mais de mil quilômetros de redes de alta tensão que integram regiões ao Sistema Interligado Nacional (SIN), garantindo a segurança energética, a melhoria da estabilidade da rede e a ampliação da energia fornecida, atraindo novas empresas que fomentam a economia local. 

Foto 1: Antes

A primeira imagem mostra localização das usinas termoelétrica de geração de energia no mapa de Rondônia.

 

Foto 2: Depois

Segunda imagem mostra locais em que a Energisa construiu subestações para substituir as usinas termoelétricas.

O investimento da empresa no programa de descarbonização no país é de R$ 1,2 bilhão. Deste valor, R$ 699 milhões representam o investimento no estado de Rondônia. 

Segundo o diretor presidente da Energisa em Rondônia, André Theobald, a iniciativa está alicerçada nas diretrizes ESG (sigla que em português significa governança ambiental, social e corporativa). “A empresa tem um compromisso real com o futuro e com o desenvolvimento das comunidades onde está inserida, por isso, é importante para nós que a energia que distribuímos até os lares dos nossos clientes seja de fonte renovável. Substituir termelétricas por subestações é um passo crucial na transição energética que garante energia limpa e de qualidade, ao mesmo tempo em que reduz a emissão de gases poluentes”, explica.    

O biólogo e supervisor de Meio Ambiente da empresa, José Meireles Carrate, complementa que o excesso nas emissões de CO2  intensifica o efeito estufa no planeta, alterando o clima com a elevação das temperaturas. “Reduzir as emissões de dióxido de carbono é fundamental. As energizações das subestações são ações concretas que proporcionam desenvolvimento de forma sustentável”, afirma. 

A Energisa se prepara para a desativação, no segundo semestre deste ano, da última termelétrica inserida no programa, localizada no distrito de Pacaranã, em Espigão do Oeste. A térmica, que consumia 730 mil litros de óleo diesel por ano dará lugar a uma subestação com capacidade para atender 12 mil casas populares.

Confira o relato de Carlos Alberto, morador de Alvorada do Oeste, primeiro município de Rondônia beneficiado pelo programa:

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