COP30

Notícias

Energisa entra para o grupo das empresas mais sustentáveis do Brasil Energisa entra para o grupo das empresas mais sustentáveis do Brasil

Publicada em: 30/10/2025

 Categoria:

 COP30

 Região: 

Região: 

Brasil

Energisa entra para o grupo das 25 empresas mais sustentáveis do Brasil em ranking ESG

A Energisa passou a figurar entre as 25 empresas mais sustentáveis do Brasil, segundo o Anuário Integridade ESG 2025. O grupo conquistou a 23ª colocação na publicação, que avalia as práticas ambientais, sociais e de governança das maiores companhias do país — um avanço de 42 posições em apenas um ano no ranking geral das 100 companhias que mais se destacam na agenda ESG.

Entre as iniciativas de maior impacto está o desligamento de 20 usinas térmicas movidas a óleo diesel na Amazônia Legal, iniciativa que eliminou 195 MW de geração a combustíveis fósseis e evitou a emissão de 539 mil toneladas de CO₂ ao ano. Além de reduzir impactos ambientais, a mudança levou energia mais limpa a cerca de 460 mil consumidores da região, integrados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Queremos ser parte de uma transformação energética justa, que una inovação, responsabilidade ambiental e impacto social positivo. Estar entre as 25 empresas mais sustentáveis do Brasil nos dá ainda mais energia para seguir avançando”, afirma Tatiana Feliciano, diretora de Sustentabilidade do Grupo Energisa. 

Em 2024, a Energisa investiu R$ 77,2 milhões em projetos de educação, cultura, empreendedorismo e inclusão produtiva, beneficiando 1,3 milhão de pessoas em todo o Brasil. O Rio Pomba Valley, polo de formação em tecnologia na Zona da Mata mineira, é exemplo do alcance dessas ações: com índice de 70% de empregabilidade, o programa impulsiona o ecossistema de inovação e gera novas oportunidades para jovens e profissionais locais.

No contexto em que investidores, clientes e reguladores ampliam a atenção sobre as práticas ESG, o reconhecimento recebido pelo Grupo Energisa reforça que sua jornada, ancorada em inovação, sustentabilidade e cuidado com as pessoas, está em sintonia com as necessidades de hoje e preparada para os desafios de amanhã. 

Ver matéria completa

Notícias

Energisa tem como meta neutralidade de carbono até 2050 Energisa tem como meta neutralidade de carbono até 2050

Publicada em: 30/10/2025

 Categoria:

 COP30

 Região: 

Região: 

Brasil

Energisa tem como meta neutralidade de carbono até 2050

Equilibrar o trilema sustentabilidade, segurança energética e equidade no acesso à energia é essencial na transição para uma economia de baixo carbono. E esse é o fio condutor da estratégia climática do Grupo Energisa, que acredita em uma transição energética que não deixe ninguém para trás.  

Para a diretora de Sustentabilidade do grupo, Tatiana Feliciano, a descarbonização está no centro da atuação da companhia. “Descarbonizar o setor elétrico é essencial, mas isso só é sustentável se vier acompanhado de segurança no fornecimento e de energia acessível para todos. É esse equilíbrio que buscamos construir: um futuro de baixo carbono, inclusivo e seguro”, afirma. 

Um dos compromissos ASG da Energisa é a neutralidade de carbono até 2050. A meta é ambiciosa, mas a empresa está trilhando um caminho técnico e responsável. Esse objetivo é resultado de um processo robusto, que envolveu diagnóstico das emissões de gases causadores do efeito estufa (GEE), escuta de stakeholders e análise técnica de viabilidade.  

“Isso representa o nosso compromisso com a ciência climática e, mais que uma declaração, é um caminho prático, com metas intermediárias já assumidas para 2026, com avanço acompanhado dia a dia”, explica Tatiana. 

A executiva cita como exemplo desse compromisso do grupo o programa de desligamento de usinas térmicas na Amazônia Legal, que superou a meta inicial de evitar a emissão de 505 mil toneladas de CO₂/ano. O resultado superou a expectativa em 6,7%, evitando 539 mil toneladas, antecipando o cronograma em dois anos e se consolidando como o maior programa de desligamento de térmicas do Brasil. 

“Descomissionamos 20 usinas térmicas e evitamos a emissão de 539 mil toneladas de CO₂ por ano. Além de contribuir para a redução das emissões, essa iniciativa proporcionou qualidade de vida às comunidades locais, que passaram a contar com energia mais limpa, silenciosa e estável”, conta a diretora de Sustentabilidade da Energisa.  

Para Tatiana, o futuro da energia deve ser diverso, limpo, inclusivo e digital. “A energia pode e deve ser um vetor de desenvolvimento social e ambiental. Queremos estar na linha de frente da transição energética global, sempre com uma visão de longo prazo”, diz a executiva, que reconhece, no entanto, que os desafios são enormes. “O Brasil tem dimensões continentais e enfrenta questões sociais e ambientais complexas. Mas temos um plano claro e uma equipe comprometida em ser parte da solução para que a transição ocorra de forma justa e sustentável.” 

Ver matéria completa

Notícias

Energisa traduz cartilha sobre energia elétrica para idioma indígena Energisa traduz cartilha sobre energia elétrica para idioma indígena

Publicada em: 30/10/2025

 Categoria:

 COP30

 Região: 

Região: 

Rondônia

Energisa traduz cartilha sobre energia elétrica para idioma indígena

Conhecimento e acesso à informação. Foi para alcançar esses dois objetivos que a Energisa traduziu para o idioma indígena da comunidade Santo André, localizada na Terra Indígena Pacaás-Novas, no município de Guajará-Mirim, em Rondônia, uma cartilha com informações sobre o funcionamento de painéis solares, dicas de economia de energia e de segurança no uso da eletricidade.  

Traduzido para o idioma Oro Nao pelo professor Nelson Oro Waram, que atua em escolas indígenas da região, o material auxilia a população da comunidade Santo André a fazer melhor uso da energia elétrica, que chegou ao local em meados do ano passado.  

Presidente da Energisa Rondônia, André Theobald, conta que a ideia da tradução surgiu durante uma visita à comunidade indígena. Ao chegar ao local, o executivo e os demais profissionais da Energisa perceberam que a população estava tendo dificuldades para compreender a cartilha que já estava impressa em português, pois muitos só falam Oro Nao. E a empresa decidiu fazer uma versão no idioma indígena.  

Percebemos a necessidade de termos um material informativo no idioma indígena e conseguimos desenvolver esse conteúdo com a ajuda do professor Nelson. Esta é mais uma ação que mostra nosso compromisso com a inclusão”, afirma o executivo. “O Grupo Energisa segue inovando e ampliando o acesso à informação.”  

Como parte do Programa Luz Para Todos (LpT), do Governo Federal, a Energisa instalou 298 módulos solares na comunidade, perto da fronteira da Bolívia, onde vivem 92 pessoas. Esses painéis fotovoltaicos são suficientes para suprir toda a demanda energética da aldeia que, além de casas, conta com uma escola e um posto de saúde.  

“Estamos muito felizes. Agora podemos ter televisão e geladeira para beber água gelada e conservar os alimentos”, afirma Telma Oro Nao, que vive na comunidade que passou a contar a energia gerada pelos painéis solares instalados pela Energisa há cerca de um ano.

Ver matéria completa

Notícias

No Acre, vila vira referência em energia limpa No Acre, vila vira referência em energia limpa

Publicada em: 30/10/2025

 Categoria:

 COP30

 Região: 

Região: 

Acre

No Acre, vila vira referência em energia limpa

Durante décadas, viver em Vila Restauração, comunidade a 557 quilômetros de Rio Branco, no Acre, era sinônimo de escuridão. A energia usada pelas cerca de 750 pessoas que moram lá vinha de um gerador a diesel que funcionava apenas algumas horas por dia. À noite, era impossível estudar, conservar alimentos ou manter atendimentos médicos básicos.

Cerca de quatro anos depois da chegada da eletricidade permanente, a realidade mudou. Hoje, as 200 famílias que vivem no meio da floresta têm luz 24 horas, internet, comércio fortalecido e novos serviços, como açougue, sorveteria e salão de beleza. “Antes, as pessoas falavam em ir embora. Agora, ninguém pensa mais nisso”, resume José Mazim, morador da Vila e um dos líderes comunitários.

O projeto foi desenvolvido pela (re)energisa, que investiu R$ 20 milhões na instalação de 580 painéis solares, baterias de lítio e geradores a biocombustível, transportados por caminhões, balsas e barcos até um dos pontos mais remotos da Amazônia. O objetivo era provar que era possível substituir o diesel por uma solução limpa e replicável em comunidades isoladas da região.

Segundo Wendell Teixeira, gerente de Inovação da Energisa, o sistema tem baixo impacto ambiental e baixa necessidade de manutenção, requisito essencial em uma área de difícil acesso. Ele explica que quase toda a energia consumida vem das placas solares, enquanto o biodiesel assegura o abastecimento nos períodos de chuva. A empresa também implantou soluções semelhantes em comunidades de Rondônia e kits individuais em outras localidades isoladas.

Nova realidade 

A escola passou a ter ventiladores, projetor e internet para as aulas, o que tornou a rotina mais produtiva e abriu novas possibilidades de aprendizado. O posto de saúde, que antes mal acionava a bomba d’água, hoje mantém vacinas armazenadas com segurança. As famílias conseguem conservar alimentos por mais tempo, muitos moradores passaram a assistir televisão à noite e o comércio local cresceu. A comunicação também avançou com a instalação de uma torre de telefonia celular, o que facilitou o uso de máquinas de cartão, o contato com fornecedores e os pagamentos sem necessidade de ir até a cidade.

Para o CEO do Grupo Energisa, Ricardo Botelho, o impacto vai além da eletricidade. 

Graças a esta iniciativa, os moradores da comunidade passaram a ter melhor qualidade de vida. Nossa missão não é apenas prestar um serviço, mas transformar vidas e permitir a realização de sonhos”, finaliza.

Reconhecimento internacional

O pioneirismo do modelo de energia na Vila Restauração ganhou destaque fora do Brasil. Em junho de 2023, o projeto venceu o “The Smarter E Award”, em Munique, na Alemanha, um dos prêmios mais importantes do setor de renováveis. Entre os sete finalistas, o trabalho brasileiro foi o único realizado no hemisfério sul, superando iniciativas da Europa, Estados Unidos e Ásia. 

Ver matéria completa

Precisa de ajuda?

Não consegue encontrar a resposta que procura? Não se preocupe, estamos aqui para ajudar!
 

CANAIS DE ATENDIMENTO