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Quando a energia vira memória: uma história que atravessa 120 anos Quando a energia vira memória: uma história que atravessa 120 anos

Publicada em: 21/01/2026

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 120 Anos

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Brasil

Quando a energia vira memória: uma história que atravessa 120 anos

Existem histórias que não cabem apenas em datas ou marcos cronológicos. Elas vivem nas cidades, nas pessoas e nas transformações silenciosas do cotidiano. A trajetória da Energisa é uma dessas histórias.

Ao completar 120 anos, o Grupo revisita suas origens em Cataguases e Leopoldina e percorre um caminho que se confunde com o próprio desenvolvimento do país. Um percurso feito de pioneirismo, desafios técnicos e inovação, mas, sobretudo, de gente. Gente que construiu usinas, levou energia a novos territórios, atravessou mudanças tecnológicas e ajudou a transformar realidades no interior do Brasil.

Esse olhar ganha forma no documentário comemorativo dos 120 anos da companhia, dirigido pelo documentarista mineiro Marcos Pimentel. Com 47 minutos de duração, o filme propõe um olhar cinematográfico sobre a chegada da energia elétrica à Zona da Mata mineira no início do século XX, em um período em que a luz ainda não havia alcançado outros grandes centros urbanos do país.

O documentário é um exercício de memória. Imagens, depoimentos e relatos ajudam a reconstruir episódios que marcaram a fundação da empresa, como a construção da Usina Maurício, a primeira do grupo, e a chegada da luz elétrica a Cataguases, em 1908.

Para dar vida a momentos que não contam com registros audiovisuais, o filme recorre à animação, recurso que ocupa cerca de seis minutos da narrativa. Segundo o diretor, a escolha foi uma solução estética e histórica.

A animação foi a forma que encontramos para dar materialidade a esse período da história, marcado por poucos registros e muitos relatos. Ela ajuda a traduzir para o público o esforço técnico, financeiro e humano envolvido na criação de uma empresa de eletricidade no interior de Minas há mais de um século”, afirma Pimentel.

As sequências animadas foram desenvolvidas por alunos e ex-alunos do curso de Cinema e Animação da Universidade do Estado de Minas Gerais, em Cataguases. A decisão de trabalhar com profissionais formados na própria Zona da Mata dialoga diretamente com a proposta do filme, que parte do território para contar essa história.

Fazer esse filme com pessoas formadas aqui é uma escolha narrativa e política. A história nasce neste território, então fazia sentido que ela fosse contada por quem também constrói o audiovisual da região”, destaca o documentarista.

A participação dos estudantes é reflexo da infraestrutura audiovisual existente na Zona da Mata, estruturada a partir do Polo Audiovisual da região. Esse ecossistema inclui iniciativas como o Animaparque, estúdio-escola inaugurado em 2023 para a formação e produção de filmes nacionais e internacionais, criado com investimento do Grupo Energisa por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

Ao longo do filme, passado e presente se encontram. As primeiras iniciativas no interior mineiro dialogam com os desafios atuais de inovação, sustentabilidade e futuro do setor elétrico. Uma narrativa que respeita as raízes, mas aponta para os próximos passos de uma empresa que segue em transformação.

O documentário convida o espectador a refletir sobre o papel da energia na construção do Brasil e sobre como memória, território e visão de longo prazo seguem conectados.

️Assista ao documentário completo

O documentário dos 120 anos da Energisa está disponível no YouTube e reúne imagens inéditas, depoimentos e registros históricos que ajudam a contar essa trajetória centenária.

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Natal na Usina 2025 reforça acessibilidade e identidade cultural Natal na Usina 2025 reforça acessibilidade e identidade cultural

Publicada em: 23/12/2025

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 Comunidade

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Paraíba

Natal na Usina 2025 reforça acessibilidade e identidade cultural paraibana

O Natal na Usina, realizado na Usina Cultural Energisa em João Pessoa, chega à sua 12ª edição consolidado como uma das principais celebrações culturais da Paraíba. Em 2025, o evento amplia o compromisso com a inclusão e se posiciona como um dos festivais mais acessíveis do Nordeste. A programação ocorre durante o mês de dezembro e foi planejada para garantir participação ativa de pessoas com deficiência e neurodiversidade, com soluções que vão desde infraestrutura sensorial até atendimento especializado.

Entre as iniciativas desta edição estão a oferta de conteúdo em braile, serviços de audiodescrição dos espaços e das exposições, distribuição de abafadores de ruído e a implantação de uma sala sensorial, ambiente pensado para reduzir sobrecargas sensoriais relacionadas à neurodiversidade. O evento também contará com equipes treinadas para acolhimento e atendimento inclusivo ao longo de toda a programação.

Estética renovada e identidade cultural paraibana

A edição 2025 reafirma a identidade paraibana como eixo central do festival. A estética do Natal na Usina foi renovada e assume definitivamente um visual que representa a cultura local, valorizando cores, texturas e referências da arte popular nordestina. O objetivo é traduzir o espírito do Natal a partir das tradições do estado, de forma autêntica e afetiva.

Segundo Dina Faria, diretora da Atua Comunicação Criativa e produtora do evento, a construção dessa edição buscou unir inclusão, identidade e diversidade de forma natural. “Pensamos o festival para que cada pessoa se reconheça na programação, tanto do ponto de vista cultural quanto na experiência de acessibilidade. Nosso foco é garantir que todos vivenciem o Natal na Usina de forma confortável, acolhedora e plena”, afirma.

Programação diversa e representativa

A programação artística inclui mais de 50 atrações com representações que percorrem o litoral, o agreste e o sertão. Pelo menos metade da grade é composta por mulheres e artistas PCD integram as atividades de forma orgânica. Um dos destaques é o sarau Florescer das Mãos, protagonizado por pessoas surdas e apresentado dentro da programação geral do festival. Também estão previstas atividades infantis, apresentações de corais, exposição da artista plástica Flora Santos — Um passarinho me contou: 120 revoadas sob o sol paraibano — na qual ela ilustra 120 pessoas que simbolizam a riqueza e a diversidade cultural da Paraíba. Mostra de Papais Noel regionais, concurso de presépios e feiras criativas e gastronômicas em parceria com a Feira Armazém e a Feira Paraíba Vinil.

Parceria inédita com a Funad

Para fortalecer as ações de inclusão, a edição deste ano estabelece uma parceria inédita com a Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência. A Funad apoiará a execução das atividades culturais e as iniciativas de acessibilidade durante todo o período do evento, reforçando a consistência técnica das práticas adotadas.

De acordo com Delânia Azevedo, coordenadora de Investimento Social do Grupo Energisa, a colaboração reforça o papel social da Usina Cultural.

A cultura é um direito, e por isso, precisa ser acessível a todas as pessoas. Quando garantimos meios de participação em um projeto totalmente gratuito, como o Natal da Usina — alinhado aos compromissos públicos do Grupo Energisa e do Instituto Energisa — fortalecemos o pertencimento e potencializamos o alcance transformador da cultura na vida das pessoas. O Natal da Usina já se consolidou como um patrimônio cultural da Paraíba, e isso implica assegurar que todos os públicos possam vivenciar e se reconhecer nesse evento”, afirma. 

Pesquisa inédita sobre cultura e economia

Uma das novidades desta edição é a realização de uma pesquisa inédita sobre indicadores culturais e econômicos. O levantamento analisará o perfil do público e seus hábitos de consumo cultural gerando dados qualificados que vão orientar avanços futuros do festival e fortalecer sua contribuição para a economia criativa da Paraíba.

Os resultados também ajudarão a ampliar o entendimento sobre como as políticas públicas culturais impactam a sociedade. “Queremos compreender como o público vive o Natal na Usina e usar essas informações para evoluir o festival com base em evidências”, destaca Dina.

Impacto econômico e fortalecimento da economia criativa

O evento também impulsiona a economia criativa da Paraíba. As projeções para 2025 indicam um impacto entre 1,7 milhão e 2 milhões de reais no estado, com expectativa de reunir cerca de 50 mil visitantes ao longo dos 22 dias de programação. Em suas edições anteriores, o Natal na Usina já movimentou mais de 15 milhões de reais e gerou cerca de 1.500 empregos diretos a cada temporada, envolvendo artistas, técnicos e fornecedores locais.

Compromisso com a cultura e com as comunidades

O Natal na Usina é um projeto fomentado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei Rouanet, realizado pelo Ministério da Cultura do Governo Federal, com execução da Atua Comunicação, apoio cultural do Instituto Energisa e patrocínio do Grupo Energisa. 

A iniciativa é realizada na Usina Cultural João Pessoa, equipamento cultural do Instituto Energisa, e está alinhada ao seu conceito curatorial, que compreende a cultura como energia transformadora e vetor de desenvolvimento humano, com ênfase na formação de público, democratização do acesso, identidade territorial, inclusão e participação cidadã.

Segundo Delânia Azevedo “o Instituto Energisa é o grande motor da atuação social do Grupo, conectando nosso propósito à vida das pessoas. Projetos como esse mostram como a cultura pode ser uma energia que abre caminhos, gera oportunidades e fortalece vínculos nas cidades onde atuamos” finaliza.

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Parque da Sementeira recebe tradicional iluminação de Natal Parque da Sementeira recebe tradicional iluminação de Natal

Publicada em: 01/12/2025

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 Comunidade

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Sergipe

Parque da Sementeira recebe tradicional iluminação de Natal

O brilho e a luz do Natal já tomam conta do Parque da Sementeira, que recebeu mais uma edição do tradicional acendimento das luzes e da iluminação especial. A ornamentação do espaço, que anualmente se transforma em um dos principais cartões postais natalinos de Aracaju, é uma iniciativa da Energisa em parceria com a Prefeitura, com o objetivo de oferecer um espetáculo de luzes e cores para moradores e turistas. A iluminação permanece até 6 de janeiro e, neste ano, o projeto ganhou o nome de "A Luz do Natal".


Logo na entrada do parque, o público é recebido por um túnel iluminado de 140 metros. Entre os destaques, estão duas árvores de Natal flutuantes com 16 metros de altura, seis cisnes e seis flores de lótus nos lagos, ornamentos instagramáveis, árvores iluminadas com cordões de LED e diversos outros atrativos. No total, mais de 7 milhões de pontos de luz ajudam a compor o brilho que toma conta do local.

O diretor-presidente da Energisa Sergipe, Roberto Currais, destaca que a iluminação natalina da Sementeira tem um papel importante de impulsionar o turismo e a economia local, especialmente no período em que Aracaju recebe grande fluxo de visitantes.

Teremos mais um ano de muita luz e energia no Parque da Sementeira. Reafirmamos nosso compromisso com a população e com a prefeitura para levarmos, mais uma vez, alegria e encantamento aos sergipanos e turistas. Agora, com A Luz do Natal, traremos inovações que remetem à história, reflexão, importância e comemoração desta época do ano”, afirma.


A Casa do Papai Noel segue como um dos principais atrativos. A população pode visitar o espaço nos fins de semana de novembro e dezembro, das 18h às 21h. As visitas estão abertas nos dias 27, 28, 29 e 30 de novembro, além dos finais de semana de dezembro: 05, 06 e 07, 12, 13 e 14, e 19, 20 e 21.

Mais iluminação natalina em Aracaju

Além da Sementeira, outros pontos da cidade também ganharam luzes especiais com apoio da Energisa. Pelo segundo ano consecutivo, o Tribunal de Justiça de Sergipe recebe iluminação natalina, com 15 mil pontos de luz em sua fachada no Centro de Aracaju.


O maior edifício da capital, o Maria Feliciana, assim como o Palácio dos Despachos e o Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE), também recebem iluminações temáticas a partir de dezembro.

A Energisa apoia ainda mais uma edição da Vila do Natal, que acontece na Orla de Atalaia entre os dias 05 e 28 de dezembro. O espaço reúne atrações como montanha-russa, roda-gigante, teatro, paradas natalinas, arena gamer e outras atividades voltadas para toda a família.

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2ª Mostra de Cinema de Betim celebra Energisa como referência nacional 2ª Mostra de Cinema de Betim celebra Energisa como referência nacional

Publicada em: 27/11/2025

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 Sustentabilidade

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Minas Gerais

2ª Mostra de Cinema de Betim celebra o Grupo Energisa como referência nacional em investimentos culturais e sociais

Em novembro, Betim recebe a 2ª Mostra de Cinema, um evento que celebra a força da indústria criativa e promove reflexões sobre os caminhos do audiovisual brasileiro. Nesse contexto, o Grupo Energisa será homenageado durante o seminário “Betim Indústria Criativa – Desafios e Caminhos Possíveis” como empresa “case” de sucesso em investimentos sociais e em projetos artístico-culturais. O Instituto Energisa e a Fundação Ormeo Junqueira Botelho serão apresentados como exemplos de atuação consolidada no cenário nacional, reforçando o papel da cultura como vetor de desenvolvimento.

Além da homenagem, a agenda inclui uma ação de intercâmbio socioeconômico e cultural, realizada a partir do Instituto Energisa e a Instituição Ramacrisna. A iniciativa promoverá um encontro e troca de experiências entre colaboradores das duas entidades, seguido da exibição de curtas produzidos no Polo Audiovisual da Zona da Mata Mineira, projetos também incentivados pelo Grupo. Essa conexão entre Betim e Cataguases fortalece redes criativas e amplia oportunidades para novos talentos.

A Mostra apresenta uma programação plural, com sessões especiais em homenagem a Lô Borges e Milton Nascimento, exibindo os longas Nada Será Como Antes, de Ana Rieper, e Milton Bituca Nascimento, de Flávia Moraes. Outro destaque é Otelo, o Grande, de Lucas H. Rossi, na “Sessão Especial: Igualdade Racial”, realizada em parceria com o projeto Novembro Negro, promovido pela Superintendência de Igualdade Racial da Prefeitura.

Entre os títulos inéditos, estão Morte e Vida Madalena, de Guto Parente, e Um Dia Antes de Todos os Outros, de Valentina Homem e Fernanda Bond. A programação inclui ainda obras premiadas e celebradas, como o cotado ao Oscar O Agente Secreto, de Kleber Mendonça, vencedor do Urso de Prata em Berlim, e O Último Azul, de Gabriel Mascaro. Também estarão em cartaz Kasa Branca, de Luciano Vidigal, Manas, de Marianna Brennand, além de sucessos infantis como Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa, inspirado na obra de Maurício de Sousa, e O Menino e o Mundo, de Alê Abreu.

Toda essa diversidade reforça a importância da cultura como ferramenta de transformação social. O incentivo à cultura é visto pela Energisa como uma forma de gerar impacto e desenvolvimento econômico, criando oportunidades para pessoas e comunidades. Essa visão, que faz parte da estratégia de sustentabilidade da empresa, norteia a participação do Grupo na Mostra, que se torna um espaço de compartilhamento de experiências e fortalecimento de parcerias estratégicas.

Acreditamos que a cultura é um direito fundamental do cidadão — e, no campo econômico, é uma força capaz de gerar riquezas, movimentar territórios e transformar realidades. Nosso compromisso vai muito além do entretenimento: apoiamos iniciativas que formam profissionais, fortalecem a economia criativa e promovem inclusão social. Por meio do Instituto Energisa e da Fundação Ormeo Junqueira Botelho, impulsionamos festivais, produções audiovisuais, oficinas e ações educativas que conectam talentos locais a oportunidades reais. Essa atuação consolidou a Energisa como referência nacional em investimentos culturais, mostrando que a arte é um vetor poderoso de desenvolvimento e transformação”, destaca Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento Social do Grupo Energisa.

Confira a programação completa: Encontro de gigantes institutos Ramacrisna e Energisa | 2ª Mostra de Cinema de Betim

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Girarte, apoiado pela Energisa, é reconhecido como Ponto de Cultura Girarte, apoiado pela Energisa, é reconhecido como Ponto de Cultura

Publicada em: 27/11/2025

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 Sustentabilidade

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Minas Gerais

Girarte, projeto apoiado pela Energisa desde a criação, é reconhecido como Ponto de Cultura

O Girarte, projeto cultural apoiado pela Energisa desde sua criação, inicia uma nova fase ao ser reconhecido oficialmente como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura. A certificação reforça a importância da iniciativa, que em 2025 completa 10 anos de atuação e lança uma programação especial no início de dezembro para celebrar sua trajetória.

Dedicado à formação e difusão das artes cênicas, especialmente da dança e do teatro, o Girarte inicia uma agenda renovada que inclui ações formativas, apresentações e intercâmbios culturais em cinco municípios da Zona da Mata mineira. Cataguases, Tocantins, Argirita, Piraúba e Leopoldina receberão oficinas e espetáculos voltados para diferentes faixas etárias, principalmente crianças e jovens, com foco em inteligência emocional e consciência ambiental. Algumas atividades exigirão inscrição prévia e outras serão abertas ao público por ordem de chegada. Informações detalhadas podem ser acompanhadas no perfil do Instagram @projetogirarte.

Ao longo de uma década, o Girarte tornou-se uma das iniciativas mais relevantes de democratização da dança no país. O projeto já realizou mais de 600 ações culturais, impactou 256 mil pessoas e passou por 70 localidades no Brasil e no exterior, incluindo França, Portugal e Chile. Também esteve presente em 135 escolas públicas distribuídas por Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Bahia.

O reconhecimento como Ponto de Cultura reforça o papel social do Girarte e sua contribuição para a transformação de comunidades por meio da arte e da educação. A certificação integra a iniciativa à Rede Cultura Viva, que reúne projetos comprometidos com o fortalecimento cultural em todo o país. O Girarte também se destaca por promover encontros com nomes importantes da dança nacional e internacional, como Alba Vieira, Mário Nascimento, Danielle Pavan, Dadyer Aguilera e Vanilton Lakka.

A Energisa é parceira do Girarte desde 2014 e tem contribuído diretamente para sua consolidação e expansão por meio das Leis de Incentivo à Cultura. Ao longo desses dez anos, mais de R$ 4,4 milhões já foram investidos na iniciativa, sendo R$ 2 milhões aportados pela empresa.

Com o novo reconhecimento e a parceria contínua da Energisa, o Girarte segue fortalecendo o acesso à arte, ampliando oportunidades e valorizando a cultura local. A iniciativa reforça sua missão de aproximar dança, teatro e educação das escolas e do cotidiano das comunidades onde atua.

Conheça mais sobre o projeto aqui

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Energisa transforma positivamente as áreas onde atua Energisa transforma positivamente as áreas onde atua

Publicada em: 30/10/2025

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 COP30

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Brasil

Com projetos sociais e culturais, Energisa atua para transformar positivamente as áreas onde atua

Guiado pelos princípios de igualdade de oportunidades e valorização regional, o Grupo Energisa atua como agente transformador nos territórios onde está presente. Tendo como foco a promoção da inclusão, do acesso e do desenvolvimento, a companhia destinou R$ 77,2 milhões a ações sociais e culturais que beneficiaram mais de 1,3 milhão de pessoas diretamente só em 2024. 

O Instituto Energisa, braço de impacto social da companhia, é o principal catalisador das ações para transformar as áreas de atuação do grupo, promovendo inclusão produtiva e cultural por meio de ações educacionais, sociais e esportivas. Coordenadora de Investimento Social da companhia, Delânia Cavalcante explica que o Grupo Energisa investe em ações que fortalecem a cultura, a educação, a geração de renda e a diversidade: “Trabalhamos para gerar impacto social real, sempre em parceria com as comunidades e respeitando as identidades locais”.  

O Rio Pomba Valley, projeto sediado na Zona da Mata mineira que articula inovação, empreendedorismo e juventude, é um dos principais destaques. O programa une tradição e futuro, conectando o potencial local à nova economia. Segundo Delânia, o Rio Pomba Valley nasceu como uma aposta no potencial dos jovens do interior, e hoje é uma realidade pulsante de transformação. “Em poucos anos, conseguimos formar talentos, impulsionar negócios e integrar educação, tecnologia e propósito. É um projeto que prova que a inovação não precisa estar nos grandes centros, que nasce onde há conexão com o território e vontade de fazer diferente”, explica.  

Cultura, memória e conexão com o território 

O grupo também mantém diversos centros para abrigar ações com foco em cultura, como as usinas culturais, o Centro Cultural Humberto Mauro e o Anfiteatro Ivan Muller Botelho. Os equipamentos culturais da Energisa ofereceram em 2024 programações gratuitas e inclusivas, fortalecendo a economia criativa e democratizando o acesso à cultura, como atividades de formação artística, difusão cultural e intercâmbio de saberes. “São espaços vivos, com programação acessível, que celebram as diversidades e ajudam a revelar talentos locais. Eles estimulam a criatividade, a identidade regional e o senso de pertencimento nas comunidades. É onde as pessoas se reconhecem e se expressam”, afirma Delânia 

Já a Fundação Ormeo Junqueira Botelho (FOJB) tem papel essencial no cuidado com o patrimônio material e imaterial da Zona da Mata mineira, onde o Grupo Energisa nasceu há 120 anos, com projetos como a Casa de Leitura e o Museu Energisa, desenvolvendo ações baseadas em pesquisa, tecnologia e educação patrimonial.  “A FOJB valoriza as tradições da Zona da Mata Mineira. Também foi referência em produção audiovisual e segue promovendo a difusão de manifestações culturais nos municípios atendidos pela Energisa. É um elo importante entre passado, presente e futuro da cultura local”, destaca a porta-voz.  

Por meio de leis de incentivo, como a Rouanet, e legislações estaduais de ICMS, o Programa Energisa Cultural financia projetos culturais. No ano passado, 47 projetos em 98 municípios de 11 estados foram apoiados, gerando 6.955 postos de trabalho temporários, beneficiando de forma direta 908 mil pessoas e impactando indiretamente 2,7 milhões de pessoas. 

O Programa Energisa Cultural é o nosso edital de apoio a projetos culturais, sociais e educacionais, que prioriza ações que promovam cultura, preservação ambiental, cidadania, geração de renda e formação artística”, detalha a coordenadora. 

“Acreditamos que não existe sustentabilidade sem impacto social positivo. Nosso investimento social reforça o vínculo com os territórios onde atuamos, promove inclusão, resgata identidades e abre portas para o desenvolvimento” finaliza. 

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Energisa aposta em investimentos e descarbonização sustentável Energisa aposta em investimentos e descarbonização sustentável

Publicada em: 30/10/2025

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 COP30

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Brasil

Investimentos e descarbonização impulsionam estratégia de sustentabilidade do Grupo Energisa

O Relatório Anual de Sustentabilidade do Grupo Energisa, divulgado em maio deste ano, trouxe dados importantes de como a empresa tem colocado em prática suas ações e compromissos nas frentes ambiental, social e de governança (ASG). Em 2024, a companhia avançou de forma expressiva na agenda climática e alcançou um volume recorde de investimentos. 

Entre os marcos do ano, destaca-se a conclusão antecipada do maior programa de desligamento de usinas térmicas da Amazônia Legal. Finalizado dois anos antes do previsto, o processo envolveu a desativação de 20 usinas movidas a óleo diesel e combustível, que juntas somavam 195 MW de potência instalada. A medida representa uma redução anual de 539 mil toneladas de CO₂ e trouxe benefícios diretos a aproximadamente 460 mil pessoas, que passaram a receber energia mais limpa e confiável com a interligação ao Sistema Interligado Nacional (SIN). 

Reforçando essa transição energética, a Energisa aprovou um novo plano de descarbonização, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a WayCarbon. O plano aprimora a forma de medir e gerir as emissões de gases de efeito estufa, estabelecendo critérios mais rigorosos e alinhados às referências científicas e à realidade do setor elétrico nacional. 

Além disso, a companhia já se prepara para avançar em iniciativas de compensação e mitigação, como a aquisição de certificados internacionais de energia renovável (I-RECs) para neutralizar emissões ligadas a perdas técnicas e o apoio a projetos de restauração em biomas vulneráveis. 

Para Tatiana Feliciano, diretora de Gestão e Sustentabilidade do Grupo Energisa, a divulgação do relatório tem um peso especial neste ano em que a empresa celebra 120 anos de história. “É a oportunidade de mostrar como nossa trajetória sempre esteve conectada a essa agenda. Essa conexão é o que garante a relevância da Energisa e orienta nossa atuação para transformar presença em impacto positivo para comunidades, colaboradores e clientes”, afirma. 

Outro avanço importante foi na universalização do acesso à energia elétrica. Apenas em 2024, mais de 12 mil famílias em áreas remotas foram conectadas à rede. Desde 2021, já são mais de 47 mil novas ligações, aproximando a meta de 55 mil famílias até 2025. Os investimentos nesse programa somaram R$ 461,5 milhões e incluíram soluções inovadoras, como sistemas solares fotovoltaicos com baterias, que hoje levam eletricidade a comunidades isoladas e transformam a vida de milhares de brasileiros. 

Diversificação da matriz 

A (re)energisa, marca de soluções energéticas do Grupo, investiu R$ 332,4 milhões em 2024 na implantação de novas usinas solares distribuídas. Com isso, alcançou 440,7 MWp de capacidade instalada ao final do ano, contribuindo de forma decisiva para a transição energética dos clientes e da própria holding. No segmento de biometano, os aportes somaram R$ 94,8 milhões nos últimos dois anos, com destaque para a usina de Campos Novos/SC, pioneira no Brasil em um modelo 100% circular. Prevista para ser inaugurada em 2026, ela transformará resíduos agroindustriais em gás renovável e fertilizantes orgânicos, marcando um passo importante na inovação para o setor. 

A atuação do grupo também se fortaleceu no mercado de gás natural. A Energisa consolidou sua distribuidora de gás e adquiriu 51% da Norgás, ampliando ainda sua presença de forma indireta em quatro distribuidoras do Nordeste. O movimento reforça a estratégia de interiorização do gás e de diversificação da matriz em direção a soluções de baixo carbono. 

O desempenho ao longo de 2024 foi reconhecido com 13 prêmios da Abradee, que destacam as melhores práticas do setor elétrico. De olho no futuro, a Energisa já anunciou um plano de investimentos de R$ 6,2 bilhões para 2025, em linha com sua estratégia de crescimento sustentável. 

Agente de transformação social e cultural 

Em 2024, a Energisa também reforçou sua atuação como agente de transformação social e cultural, destinando R$ 77,2 milhões a iniciativas de educação, cultura, empreendedorismo e inclusão produtiva. Essas ações beneficiaram diretamente mais de 1,3 milhão de pessoas, um crescimento de cerca de 30% em relação ao ano anterior. 

Na área da educação, programas de capacitação desenvolvidos em parceria com instituições como o Senai e a Confederação Nacional da Indústria alcançaram uma taxa de empregabilidade de 56% entre os participantes. Já o Programa Energisa Cultural destinou R$ 27,3 milhões a 47 projetos realizados em 98 municípios de 11 estados, impactando mais de 900 mil pessoas e gerando 6.955 ocupações temporárias. A iniciativa teve como foco a valorização da identidade local e dos produtores culturais de cada região. 

O Relatório de Sustentabilidade 2024 está disponível no site institucional da companhia e detalha os avanços da Estratégia Energisa 5D — baseada em Descarbonização, Diversificação, Digitalização, Descentralização e Democratização — que orienta todas as frentes de atuação do grupo. 

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 Energisa inaugura a maior obra do artista Tintiliano  Energisa inaugura a maior obra do artista Tintiliano

Publicada em: 24/10/2025

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 Sustentabilidade

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Sergipe

Sergipanidade: Energisa inaugura a maior obra do artista Tintiliano no Espaço Energisa

A Energisa Sergipe inaugurou a maior obra do artista plástico sergipano Tintiliano na última quinta-feira, 23, no Espaço Energia. O painel artístico, o maior já produzido pelo artista, retrata a história de Sergipe e a interface com a sustentabilidade. O evento também trouxe, pela primeira vez, o encontro da Filarmônica Nossa Senhora da Conceição, a mais antiga em atividade do país, com a Orquestra Jovem de Sergipe, em um concerto especial.

Com cores vibrantes e utilizando a técnica de aquarela, Tintiliano retrata elementos como pontos turísticos de Aracaju, a fauna e a flora, arquitetura histórica de São Cristóvão e as fontes de energia. A obra foi instalada no piso superior do Espaço Energia, ambiente dedicado à conscientização da população em relação ao consumo consciente de energia elétrica, compromisso com a sustentabilidade e segurança.

A obra de Tintiliano se integra ao conceito do espaço, que busca promover a conscientização a importância da Sustentabilidade. É um painel que traz vários elementos da cultura de Sergipe e que também mostra como a energia é algo essencial e contribui para o desenvolvimento local. O nosso papel vai muito além de distribuição de energia, o nosso compromisso também é valorizar e promover a cultura sergipana”, afirma o diretor-presidente da Energisa Sergipe, Roberto Currais.

O artista Tintiliano conta que o painel traz temas que retratam Sergipe e ele pintou ao longo da sua trajetória: 

É o maior painel que já pintei. Foi o trabalho mais marcante que fiz em toda minha vida. É como se eu tivesse me preparado a vida toda para fazer esse painel. Eu aprendi muito fazendo esse trabalho. Foi uma dedicação profunda e uma experiência fantástica”, afirma.

Durante evento, a Filarmônica Nossa Senhora da Conceição de Itabaiana e da Orquestra Jovem de Sergipe realizaram uma apresentação em conjunto, trazendo um reportório em celebração à Sergipanidade sob a regência do maestro Clodoaldo Nunes.

O Grupo Energisa apoia os dois projetos, por meio por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura. As crianças e jovens participam de aulas de iniciação musical, prática de conjunto em orquestras, bandas, grupo de violão, flauta doce e percussão, entre outros. O objetivo é promover a inclusão por meio da música.

Visita ao Espaço Energia

A obra é aberta ao público para visitação no horário de funcionamento do Espaço Energia, que está localizado na Praça Theodorico Prado Montes, no bairro Farolândia. Durante a semana, o horário de visitação é das 7h30 às 17h30 com intervalo para almoço das 11h30 às 13h30. No sábado e domingo, o horário de funcionamento é das 7h30 às 11h30. A visita guiada no espaço tem duração média de uma hora e precisa ser agendada com antecedência pelo telefone 3085-9668.

Sobre Tintiliano

Cléber Tintiliano descobriu sua paixão pela arte ainda na infância, influenciado pela avó artesã enquanto vivia em Propriá. Aos cinco anos, já pintava seus primeiros quadros e ajudava na produção artesanal. Após o falecimento da avó, mudou-se para Aracaju, onde se encantou com a arquitetura e paisagens urbanas. Apesar da falta de apoio familiar, enfrentou dificuldades no início da carreira, mas seguiu determinado a desenvolver seu talento artístico.

Utilizando principalmente aquarela e tinta a óleo, Tintiliano não se prende a estilos específicos, explorando diferentes técnicas em suas obras. Suas principais influências vêm do impressionismo de Joaquín Sorolla e de artistas sergipanos como Florival Santos, Eurico Luiz e Jordão de Oliveira, refletindo uma mistura de sensibilidade e diversidade estética em sua produção.

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Energisa sobe 42 posições e está entre as 25 mais sustentáveis do BR Energisa sobe 42 posições e está entre as 25 mais sustentáveis do BR

Publicada em: 16/09/2025

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 Sustentabilidade

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Brasil

Energisa sobe 42 posições no ranking ESG e figura entre as 25 empresas mais sustentáveis do Brasil

O Grupo Energisa conquistou um salto importante no Anuário Integridade ESG 2025, publicação de referência nacional que avalia as práticas ambientais, sociais e de governança das companhias brasileiras. A empresa subiu 42 posições em apenas um ano, passando do 65º para o 23º lugar no ranking geral das 100 companhias que mais se destacam na agenda ESG. 

O resultado reflete o avanço da estratégia Energisa 5D: Descarbonização, Descentralização, Digitalização, Democratização e Diversificação, que guia a atuação do Grupo em todas as frentes de negócio. Entre os destaques está o desligamento de 20 usinas térmicas movidas a óleo diesel e combustível fóssil na Amazônia Legal, que somavam 195 MW de potência. A iniciativa evita a emissão de 539 mil toneladas de CO₂ ao ano, o equivalente ao plantio de 3,6 milhões de árvores, e beneficia cerca de 460 mil consumidores com energia mais limpa por meio da interligação ao Sistema Interligado Nacional (SIN). 

Além do compromisso climático, a companhia fortalece sua agenda social. Em 2024, foram investidos R$ 77,2 milhões em educação, cultura, empreendedorismo e inclusão produtiva, beneficiando 1,3 milhão de pessoas, um crescimento de 30% em relação a 2023. Do total, R$ 8,5 milhões vieram de recursos próprios, R$ 32,9 milhões de recursos incentivados e R$ 35,7 milhões de fundo setorial. Com um índice de 70% de empregabilidade, o Programa Rio Pomba Valley - formação em desenvolvimento de softwares na Zona da Mata mineira - evidencia o impacto concreto dessas iniciativas em um ecossistema de inovação onde a Energisa fomenta empreendedorismo, tecnologia e geração de oportunidades. 

Para Tatiana Feliciano, diretora de Sustentabilidade do Grupo Energisa, a conquista reforça o papel da empresa no contexto global de transição energética e nas discussões da COP: 

Subir 42 posições em apenas um ano demonstra a consistência da nossa estratégia ESG e a força do nosso compromisso com a sociedade. Queremos ser protagonistas de uma transformação energética justa, que una inovação, responsabilidade ambiental e impacto social positivo. Estar entre as 25 empresas mais sustentáveis do Brasil nos dá ainda mais energia para seguir avançando. 

O reconhecimento chega em um momento em que investidores, clientes e reguladores estão cada vez mais atentos às práticas ESG. Para o Grupo Energisa, é a confirmação de que o caminho trilhado - fundamentado em inovação, sustentabilidade e cuidado com as pessoas - está alinhado às necessidades do presente e às urgências do futuro. 

Confira aqui o anuário completo. 

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Busão das Artes chega a Palmas com Lixúria, uma experiência imersiva Busão das Artes chega a Palmas com Lixúria, uma experiência imersiva

Publicada em: 08/09/2025

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Tocantins

Busão das Artes chega a Palmas com exposição Lixúria, uma experiência imersiva sobre lixo, meio ambiente e futuro

Um museu sobre rodas que reflete a sociedade e se camufla no espaço urbano. Assim é a nova temporada do Busão das Artes, um caminhão-baú de 15 metros que, desde 2021, se transforma em espaço expositivo e percorre o Brasil. Com curadoria e direção artística de Marcello Dantas, o projeto apresenta agora a exposição “Lixúria” — uma jornada sensorial que une arte e educação ambiental.

Depois de passar por Porto Velho (RO) em agosto, o Busão chega a Palmas (TO) e ficará estacionado na Praça dos Girassóis, até o próximo dia 16 de setembro, com entrada gratuita. O público em geral poderá visitar a mostra, que também oferecerá uma programação especial para escolas públicas e privadas do estado.

Patrocinado, na região Norte do país, pelo Grupo Energisa, por meio do programa Energisa Cultural, e com apoio cultural do Instituto Energisa, por meio da Lei Rouanet, o projeto reúne obras de artistas visuais como Vik Muniz, Sueli Isaka, Guto Lacaz, Sandra Lapage, Pirilampos do Planeta, Tomazicabral, Jessica Mein, Karola Braga, Coopa Roca, Janaina Mello Landini, Adrianna Eu e Alexandre Farto aka Vhils. Ao longo do semestre, o Busão das Artes também passará por Fortaleza (CE), São Paulo (SP) e diversas cidades do Rio de Janeiro (Paraty, Resende, Cabo Frio, Macaé, Areal, Petrópolis, São Gonçalo, Niterói e Rio de Janeiro). A expectativa é receber mais de 130 mil visitantes nesta temporada.

Propondo uma reflexão sobre o lixo e o papel de cada indivíduo na construção de um futuro mais sustentável, a experiência começa pelo próprio caminhão, revestido com película espelhada que reflete o entorno, quase desaparecendo no espaço urbano e tornando-se um espelho crítico da sociedade. O espaço expositivo é dividido em áreas internas e externas, concebidas para provocar e surpreender o público — especialmente crianças e adolescentes — com experiências lúdicas e sensoriais.

Lixo é um espelho da sociedade

O lixo é um espelho do nosso comportamento. Quando olhamos para o que descartamos, enxergamos quem somos como sociedade. A proposta da exposição “Lixúria” é justamente tornar esse espelho visível e provocar reflexão sobre nossos hábitos de consumo e descarte. Cada pessoa gera, em média, até 28 toneladas de resíduos ao longo da vida. É um dado brutal, mas que precisa ser encarado. Se até um bebê, nas primeiras semanas de vida, já produz uma quantidade considerável de resíduos, precisamos repensar coletivamente o destino de tudo o que descartamos”, explica o curador Marcello Dantas.

Segundo ele, "o lixo não desaparece. Ele se acumula, se transforma e também pode ser ferramenta de educação e cidadania. Queremos tirar o lixo “debaixo do tapete” e colocá-lo no centro do debate, da arte e da curiosidade. O que parece rejeito, na verdade, carrega histórias, potencial criativo e até beleza”.

Dentro do Busão, o visitante se depara com uma cenografia marcante: um patchwork de embalagens que reveste paredes e teto, construído a partir de lixo limpo como tampinhas, embalagens Tetra Pak, pacotes e plásticos diversos. A exposição também apresenta a obra Marat (Sebastião), da série Pictures of Garbage, de Vik Muniz, criada a partir de seu projeto com catadores do aterro sanitário de Jardim Gramacho (RJ). No mesmo espaço, o clássico curta-metragem “Ilha das Flores” (1989), de Jorge Furtado, é exibido em looping, convidando o público a repensar consumo, desigualdade e o destino do lixo.

Balança mede produção individual de lixo

O visitante também encontra duas estações interativas: uma balança que calcula, em quilos, a quantidade de lixo que cada pessoa produzirá ao longo da vida — dando uma dimensão concreta do impacto individual — e um mapa digital, via Google Earth, com informações sobre lixões, aterros sanitários e pontos de coleta das cidades visitadas.

Do lado de fora, a experiência continua. Espalhadas ao redor do caminhão, latas de lixo galvanizado com tampas guardam surpresas que se revelam quando abertas. Dentro delas, o público descobre obras dos artistas Sueli Isaka, Guto Lacaz, Sandra Lapage, Pirilampos do Planeta (Lula Duffrayer e Flávio Carvalho), Tomazicabral, Nazareno, Jessica Mein, Karola Braga, Coopa Roca, Janaina Mello Landini e Adrianna Eu — criações feitas a partir de resíduos ou inspiradas em personagens simbólicos, como o “Bicho de Lixo”. Algumas dessas obras ainda acionam efeitos sonoros, visuais ou mecânicos, ampliando a experiência sensorial.

No mesmo ambiente, a obra “Marca Temporária, Memória Coletiva”, do artista Alexandre Farto aka Vhils, propõe uma intervenção colaborativa. Em cada cidade, uma grande tela negra perfurada é colocada sobre o chão claro, revelando, por contraste, uma imagem previamente desenhada. Essa superfície urbana se transforma em suporte vivo para a arte, construída com materiais naturais coletados localmente (areia, pedras, ervas secas) em parceria com a comunidade. O processo ativa o entorno, valoriza os recursos do lugar e estimula o engajamento coletivo. Ao final, a tela é retirada, deixando no chão uma marca efêmera que desaparece com o tempo, mas permanece na memória de quem participou.

Esta exposição convida o público a reconfigurar seu olhar sobre o lixo. Temos de reaprender a ver no que é descartado uma potência criativa, simbólica e transformadora. Reutilização criativa, circularidade, responsabilidade social e imaginação são caminhos para uma relação mais saudável com a matéria que mais geramos em vida. Abrir cada lata de lixo como quem abre uma possibilidade de mundo, é isso que queremos passar aos visitantes”, resume o curador.

Apoio ao desenvolvimento sustentável

A aproximação da sociedade, por meio de ações culturais, é um dos compromissos da Energisa. E apoiar iniciativas como o Busão das Artes, que une educação ambiental e arte, em áreas onde o grupo atua de forma direta, como Rondônia e Tocantins, contribui para o desenvolvimento sustentável dos biomas mais frágeis do país. Em 2024, o Grupo Energisa investiu R$ 77,2 milhões em projetos socioculturais, beneficiando mais de 1,3 milhão de pessoas.

Ao patrocinar projetos como a exposição ‘Lixúria’, reafirmamos nosso compromisso com a transformação da sociedade, promovendo acesso à educação e ao desenvolvimento sustentável. Nossa energia vai muito além da rede elétrica, impulsionando o desenvolvimento social, econômico e cultural onde atuamos”, afirma Delânia Cavalcante, coordenadora de investimento social do Grupo Energisa.

A experiência conta com práticas coordenadas pela Percebe, consultoria especializada em educativos de museus e exposições. As ações buscam promover encontros significativos entre o público e as obras por meio de visitas mediadas, oficinas e propostas interativas. O atendimento é direcionado tanto a grupos escolares agendados quanto ao público espontâneo, com abordagens adaptadas a diferentes idades e perfis de interesse.

Para estender a vivência além do espaço expositivo, a mostra oferece materiais de apoio educacional para professores, disponíveis para download no site e também enviados às escolas. Os estudantes que visitarem o Busão das Artes receberão ainda um material impresso com propostas de atividades que incentivam reflexão e criação, permitindo que a experiência continue em sala de aula e em casa, fortalecendo os vínculos entre arte, educação e meio ambiente no cotidiano.

A exposição Lixúria dá continuidade à trajetória já consolidada de mostras itinerantes do Busão das Artes. O projeto sucede iniciativas como “A Casa que Anda – que mistérios tem Clarice?”, experiência sensorial inspirada na obra infantojuvenil de Clarice Lispector, e “O Mundo Invisível”, criada no contexto pós-pandêmico, que abordava de forma lúdica e educativa o universo de fungos, vírus e bactérias. Trata-se de um projeto gratuito, inclusivo e democrático de educação, idealizado por Renata Lima, da Das Lima Produções, em parceria com Lilian Pieroni e Luciana Levacov, da Carioca DNA.

SERVIÇO

Busão das Artes: Exposição Lixúria em Palmas (TO)

Local: Praça dos Girassóis (Av. Joaquim Teotônio Segurado, s/n - Plano Diretor Sul, Palmas - TO)

Data: 07 a 16 de setembro

Horário: Segunda a sexta: 10h às 17h / Sábados e domingos: 13h às 19h

*Entrada gratuita

Visitas agendadas para grupos pelo e- mail lixuria@busaodasartes.com.br

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