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Geração distribuída cresce e altera o papel do consumidor Geração distribuída cresce e altera o papel do consumidor

Publicada em: 30/10/2025

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Brasil

Geração distribuída cresce e altera o papel do consumidor, destaca artigo fruto da parceria entre o Grupo Energisa e a MIT Technology Review

A geração distribuída (GD) avança de forma acelerada e já ocupa posição central na transição energética. Com painéis solares em residências, empresas e propriedades rurais, consumidores assumem papel ativo na produção de energia limpa, ampliando a sustentabilidade da matriz elétrica. O país já tem mais de 3,7 milhões de sistemas conectados, resultado de investimentos que ultrapassam R$ 74 bilhões. Esse crescimento coloca o Brasil em destaque no cenário internacional e reforça a tendência de descentralização da geração, com benefícios diretos para a sociedade. 

As distribuidoras têm papel essencial nesse processo. São elas que garantem a integração segura da energia produzida localmente à rede, assegurando qualidade no fornecimento e estabilidade no sistema. Ao mesmo tempo, atuam como parceiras dos consumidores que decidem gerar a própria energia. 

Projetos de inovação liderados por distribuidoras mostram os caminhos para o futuro. Em Palmas, no Tocantins, a empresa implantou a primeira usina virtual do país, com investimento de R$ 20 milhões, combinando geração solar e baterias para equilibrar oferta e demanda. Tais soluções mostram como a GD pode impulsionar novas tecnologias, criar oportunidades de negócios e tornar o sistema elétrico mais moderno e eficiente. A combinação entre inovação, regulação adequada e participação ativa do consumidor fortalece o setor e contribui para uma matriz cada vez mais limpa e sustentável. 

Essas e outras reflexões fazem parte do novo artigo da Energisa em parceria com o MIT Technology Review Brasil, publicação vinculada ao Massachusetts Institute of Technology (MIT). O texto integra a série especial desenvolvida em conjunto com a instituição, apresentando dados, análises e aprendizados de mercados internacionais sobre o impacto da GD no sistema elétrico. 

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Brasil na liderança da transição energética global Brasil na liderança da transição energética global

Publicada em: 30/10/2025

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Brasil

Brasil na liderança da transição energética global, destaca artigo da Energisa em parceria com o MIT Technology Review

O Brasil desponta como um dos protagonistas da transição energética mundial, reunindo condições únicas para liderar o movimento por um futuro mais sustentável. Essa é a reflexão central do artigo que inaugura a série especial desenvolvida em parceria entre o Grupo Energisa e a MIT Technology Review Brasil, publicação vinculada ao Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Assinado pelo CEO do Grupo Energisa, Ricardo Botelho, o texto apresenta uma análise realista sobre os desafios e oportunidades da transformação energética global, destacando o papel do país na construção de uma matriz cada vez mais limpa, segura e acessível. Com a participação do analista de energia Daniel Yergin, referência mundial no tema, o artigo aponta que o avanço da descarbonização dependerá da capacidade de equilibrar inovação tecnológica, estabilidade regulatória e inclusão social.

A publicação marca o início da série Energy Tech, que trará reflexões de executivos da Energisa e especialistas do MIT sobre temas fundamentais à agenda climática, como democratização do acesso à energia, geração distribuída, digitalização e novos modelos de negócio. A iniciativa reforça o compromisso do Grupo Energisa em promover o desenvolvimento sustentável e contribuir para que o Brasil mantenha sua posição de destaque na corrida global pela transição energética.

O artigo completo está disponível no portal da MIT Technology Review Brasil.
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Energisa apoia Floresta Viva para restauração da Bacia do Xingu Energisa apoia Floresta Viva para restauração da Bacia do Xingu

Publicada em: 30/10/2025

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Brasil

Energisa apoia programa Floresta Viva para restauração da Bacia do Xingu

A Energisa, juntamente com Norte Energia e Fundo Vale, é uma das parceiras do BNDES no projeto Floresta Viva — Bacia do Xingu, que selecionou quatro projetos voltados à restauração ecológica da bacia hidrográfica do Rio Xingu. Com aporte total de R$ 20,3 milhões, esses projetos têm como objetivo regenerar o ecossistema amazônico, fortalecer cadeias produtivas sustentáveis e promover a inclusão socioeconômica das comunidades locais. 

A bacia do Rio Xingu abrange cerca de 53 milhões de hectares e 50 municípios nos estados do Pará e Mato Grosso. O rio percorre áreas protegidas, como terras indígenas e unidades de conservação, formando um corredor de sociobiodiversidade que conecta biomas, mas enfrenta forte pressão do desmatamento, tendo perdido 730 mil hectares entre 2019 e 2022. 

Cada um dos quatro projetos foi escolhido por seu impacto ambiental e pelo potencial de geração de renda para a região, cobrindo as áreas do Baixo, Médio e Alto Xingu. As iniciativas incluem ações que incentivam o envolvimento direto das comunidades locais em atividades como coleta de sementes, estruturação de viveiros e manejo sustentável de culturas. 

A Energisa reconhece a importância desses projetos nos biomas onde opera, pois não apenas restauram 700 hectares de ecossistemas valiosos, mas também contribuem para a meta do grupo de mitigar as emissões de gases causadores do efeito estufa (GEE) rumo à neutralidade até 2050.  

Além de investir em soluções tecnológicas, o Grupo Energisa busca promover soluções baseadas na natureza, entendendo que a combinação de inovação tecnológica com o poder da natureza é fundamental para um futuro sustentável e resiliente”, afirma Michelle Almeida, coordenadora de Gestão e Sustentabilidade do Grupo Energisa. 

Conheça os projetos selecionados: 

  • Na trilha da Floresta Viva: restauração ecológica socioprodutiva na Bacia do Xingu 
    O projeto da Associação Rede de Sementes do Xingu (ARSX) vai restaurar 200 hectares de áreas degradadas por meio do plantio de espécies nativas, além de apoiar a capacitação de grupos de coletores de sementes e o fortalecimento de redes com agentes locais e parceiros estratégicos. Desde o início de 2025, as primeiras etapas já foram executadas, como o mapeamento da área. Em outubro, inicia-se outra fase: a coleta de sementes. Nesse processo, os coletores também recebem formação sobre a técnica de muvuca de sementes e, em seguida, realizam a mistura do material coletado na mata para o plantio. 

  • Xingu Sustentável: o cacau orgânico gerando renda e promovendo a restauração ecológica do Médio Xingu 
    Focado na produção de cacau orgânico, o projeto da Cooperativa Central de Produção Orgânica da Transamazônica e Xingu (CEPOTX) une restauração ambiental e geração de renda, criando uma agroindústria local para o beneficiamento do cacau. O objetivo é regenerar 150 hectares de áreas degradadas com um sistema produtivo sustentável, estimulando a participação de mulheres e jovens. 

  • Sempre Vivas, Sempre Verdes: restauração ecológica e inclusão socioprodutiva na RESEX Verde para Sempre  
    O projeto do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) prevê a restauração de 200 hectares dentro da Reserva Extrativista Verde para Sempre, no Pará, uma das maiores do Brasil. A iniciativa busca não apenas recuperar a vegetação, mas também promover a capacitação e inclusão socioprodutiva de mulheres por meio da criação de uma rede de coleta e comercialização de sementes, com foco na cadeia da restauração. 

  • Resset Assurini 
    Voltado à recuperação de 150 hectares de áreas classificadas como prioritárias pelo governo do estado em Altamira (PA), o projeto da Fundação de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Sustentável Guamá combina restauração ecológica e desenvolvimento de atividades produtivas. Entre as ações estão a criação de viveiros de mudas e a coleta de sementes nativas, unindo poder público, associações comunitárias e pesquisadores de universidades locais. 

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Energisa apoia projeto de preservação de tartarugas-da-amazônia em RO Energisa apoia projeto de preservação de tartarugas-da-amazônia em RO

Publicada em: 30/10/2025

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Energisa apoia projeto de preservação de tartarugas-da-amazônia em Rondônia

O fim do ano em Rondônia é marcado pela temporada de nascimento das tartarugas-da-amazônia. A tradicional soltura dos filhotes no Tabuleiro do Guaporé, maior berçário de quelônios do país, segue como um importante símbolo de mobilização pela preservação ambiental. Além do acompanhamento da desova, o evento promove atividades de conscientização com as comunidades locais e ações educativas voltadas à proteção dos quelônios.  

Pelo quarto ano consecutivo, a Energisa é parceira fundamental do Programa Quelônios do Guaporé, apoiando todas as etapas da iniciativa realizada pela Associação Comunitária Quilombola e Ecológica do Vale do Guaporé (Ecovale) em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O apoio contínuo da empresa reforça seu compromisso com a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável da região. 

Em 2024, porém, o que deveria ser um momento de celebração para a fauna brasileira foi marcado por uma queda significativa no número de filhotes no Tabuleiro, refletindo os impactos dos eventos climáticos extremos que atingiram a região. De acordo com o Ibama, a seca recorde, as queimadas e a cheia dos rios provocaram um efeito cascata no ciclo reprodutivo das tartarugas, atrasando a desova e reduzindo a quantidade de filhotes. Enquanto em 2023 nasceram mais de 1,4 milhão de tartaruguinhas, ano passado, devido aos efeitos das mudanças climáticas e outros fatores, o número caiu para apenas 349 mil.  

E o cenário para a temporada de nascimento deste ano não é dos mais promissores. O rio Guaropé continua com o nível elevado, o que reduz a quantidade de faixas de areia disponíveis para a desova das tartarugas. Com menos espaço, os animais acabam se concentrando nas áreas acessíveis. Essa limitação pode causar, no período de nascimento, um congestionamento de filhotes tentando sair da areia e alcançar o rio, aumentando o risco de perdas. 

Conservação para sobrevivência  

Ao longo dos anos, o trabalho de conservação realizado no Tabuleiro do Guaporé tem sido fundamental para a proteção das tartarugas-da-amazônia. Segundo Mateus da Cruz, técnico ambiental do Ibama, essas iniciativas permitiram que a espécie saísse da lista de extinção e passasse a ser classificada como vulnerável. “Estima-se que apenas 1% dos filhotes consigam chegar à idade adulta e se reproduzir. Por isso, nossas ações são decisivas para assegurar a continuidade da biodiversidade”, destacou. 

A parceria entre a Ecovale, a Energisa, o Ibama e as comunidades locais têm sido determinantes para garantir a sobrevivência dos filhotes e aumentar as chances de que cheguem à fase adulta. Em dezembro de 2024, uma força-tarefa formada por essas entidades conseguiu resgatar mais de 200 mil tartaruguinhas, que foram devolvidas com segurança ao rio Guaporé. 

A preservação das tartarugas-da-amazônia exige dedicação e união de todos os envolvidos. A região amazônica enfrenta, cada vez mais, os efeitos das mudanças climáticas e da ação humana, mas o Projeto Quelônios do Guaporé tem contribuído para reduzir esses impactos e garantir a sobrevivência das espécies locais. De acordo com o biólogo da Energisa José Carratte, o trabalho exige agilidade e integração. “Precisamos identificar os ninhos rapidamente e resgatar os filhotes antes que a água os afogue”, afirma. 

O trabalho conjunto de preservação ambiental desenvolvido na região tornou-se um exemplo. Esse apoio ao longo dos anos tem sido essencial para que o Tabuleiro do Guaporé permaneça um berço seguro para o nascimento das tartarugas-da-amazônia. O presidente da Ecovale, José Soares, destaca o papel da Energisa: “A empresa tem sido fundamental, não só fornecendo energia solar para as bases, mas também com recursos que possibilitam a realização de atividades educativas e logísticas”. 

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Grupo Energisa desliga 20 usinas termelétricas na Amazônia Legal Grupo Energisa desliga 20 usinas termelétricas na Amazônia Legal

Publicada em: 30/10/2025

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Grupo Energisa desliga 20 usinas termelétricas na Amazônia Legal e antecipa metas de descarbonização

O início da operação da Linha de Transmissão que conecta Rio Branco a Cruzeiro do Sul, no Acre, marcou a conclusão, no fim de 2024, da primeira parte do Programa de Descarbonização da Amazônia Legal. A integração do município ao Sistema Interligado Nacional (SIN), que também conectou Feijó, possibilitou a desativação da usina termelétrica da cidade, que era uma das maiores da Região Norte. Esse desligamento, juntamente com o de outras 19 termelétricas na Amazônia Legal, antecipou em dois anos um compromisso ASG que o Grupo Energisa previa concluir em 2026. 

Com a medida, a companhia superou as metas de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE), evitando 539 mil toneladas de CO₂ por ano — 6,73% acima da projeção de eliminação de 505 mil toneladas. Ainda no âmbito do descomissionamento, o objetivo inicial era desligar 171,7 MW de potência instalada, mas o Grupo Energisa alcançou 195 MW. 

A desativação das térmicas na Amazônia Legal reduziu significativamente o consumo de diesel, evitando a queima de cerca de 17 milhões de litros por mês. Esse avanço gerou ganhos diretos para o meio ambiente e para a sociedade, com impacto econômico relevante: somente na Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), refletida na conta de luz, a economia estimada é de R$ 853 milhões, sendo R$ 332,4 milhões apenas proveniente de Cruzeiro do Sul. 

Outro ganho relevante foi a diminuição da poluição sonora. Antes, a usina a diesel de Cruzeiro do Sul operava com 140 motores, cujo barulho ultrapassava os limites permitidos para áreas residenciais. Hoje, a população não precisa mais conviver com ruídos de até 75 decibéis, patamar muito acima das recomendações técnicas, que variam entre 50 e 55 decibéis, conforme o horário. 

Segundo Tatiana Feliciano, diretora de Sustentabilidade do Grupo Energisa, a iniciativa vai além da eficiência operacional. 

Com a antecipação do descomissionamento, buscamos garantir a melhoria da qualidade de vida da população local, que agora conta com um fornecimento de energia mais estável, limpo e sem os impactos de ruídos e poluição gerados pelas usinas a diesel”, afirma. 

Investimentos em infraestrutura e transição energética 

A conexão de Cruzeiro do Sul ao SIN encerrou o ciclo de integração de sistemas isolados conduzido pela Energisa na região, em parceria com o Ministério de Minas e Energia e com a Agência Nacional de Energia Elétrica e que demandou mais de R$ 1,2 bilhão em investimentos. Antes da interligação, o município era o segundo maior sistema isolado do país e dependia de uma usina a diesel com capacidade de 20 MW, consumindo cerca de 54 milhões de litros de combustível por ano. 

A conexão ao SIN custou R$ 100 milhões, envolveu a construção de 14 km de linha de distribuição em alta tensão de 169 kV e a implantação da Subestação Juruá, equipada com três transformadores de 25 MVA. A obra foi concluída antes do prazo pela (re)energisa, empresa do Grupo Energisa responsável por projetos de construção, manutenção e serviços no setor elétrico. 

A interligação ao SIN também oferece mais confiabilidade e estabilidade no fornecimento de energia aos cerca de 120 mil habitantes da região, já que as termelétricas dependiam de diesel que vinha de locais distantes, o que gerava interrupções no abastecimento, dificultando a instalação de empresas ou o desenvolvimento de atividades produtivas que dependessem de confiabilidade no fornecimento elétrico. A nova infraestrutura permite a expansão industrial e produtiva da região. 

Executamos esse programa de interesse nacional construindo as redes de forma ambientalmente sustentável, sendo um passo crucial na transição energética que garante energia limpa e de qualidade, ao mesmo tempo em que reduz a emissão de gases poluentes”, diz Tatiana. 

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Parque dos Falcões se consolida como referência em conservação de aves Parque dos Falcões se consolida como referência em conservação de aves

Publicada em: 30/10/2025

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Reprodução de aves raras reforça papel do Parque dos Falcões como referência em conservação

O Parque dos Falcões, em Itabaiana (SE), tem vivido dias de alegria. Entre as árvores da serra e os viveiros que abrigam aves de rapina vindas de todo o Brasil, duas histórias ganharam força neste ano de 2025: a chegada de novos filhotes de murucututu, a segunda maior grande coruja do país, e o nascimento de gaviões-de-cauda-branca. 

Os episódios são resultado direto da dedicação de mais de quatro décadas de José Percílio Costa, o “homem-pássaro”, biólogo e fundador do parque. Desde criança fascinado por falcões e corujas, ele transformou a paixão em um centro de conservação reconhecido internacionalmente. Hoje, o parque abriga 36 espécies de aves de rapina, além de tamanduás, guaxinins e araras. São mais de 500 aves, entre soltas, semissoltas e presas.  

Nascimento em cativeiro  

O nascimento da quarta geração de murucututu, espécie ameaçada de extinção, reforça a eficiência do manejo desenvolvido no parque. A reprodução é fundamental para a continuidade da espécie e um sinal de que, em um ambiente de respeito e proteção, a natureza segue seu ciclo com plenitude. 

"A maioria das aves que chegam aqui, uns 70%, vêm apreendidas pela Polícia Ambiental do Sergipe. Muitas vêm depois de algum acidente, sem uma asa ou sem uma pata”, explica Percílio.  

A história da fêmea de gavião-de-cauda-branca que gerou filhotes no parque neste ano também é de resiliência. Depois de perder parte da asa em um acidente com cerol, a ave encontrou no Parque dos Falcões um abrigo e um parceiro. Impossibilitada de retornar à natureza, ela conseguiu se reproduzir, iniciando um novo ciclo de vida. 

Energia que gera vida 

Desde 2013, o Parque dos Falcões conta com a parceria do Grupo Energisa, que investiu em infraestrutura para ampliar a capacidade de cuidado com os animais. Auditório, pórtico de entrada, mirante, viveiros e áreas veterinárias foram construídos com apoio da empresa. 

Há mais de uma década acreditamos no trabalho do Parque dos Falcões porque ele representa um tripé transformador: conservação da biodiversidade, educação ambiental e desenvolvimento regional”, explica Roberto Currais, diretor-presidente da Energisa em Sergipe. “Ver nascimentos como os que celebramos neste ano mostra que investir em preservação é também investir no futuro do estado e no bem-estar das próximas gerações”, completa.  

Com fluxo constante de turistas, escolas e pesquisadores, o Parque dos Falcões movimenta a economia local, estimulando restaurantes, pousadas e artesanato em Itabaiana e arredores. Mas seu maior impacto vai além: mostra que dedicação, ciência e parcerias sólidas podem transformar histórias de perda em marcos de conservação. 

Serviço 
Instituto Parque dos Falcões 
Endereço: BR-235, s/n – Rio das Pedras, Itabaiana (SE) 
Horários: 9h e 14h (visitas agendadas) 
Informações e agendamento: (79) 99665-4905 / (79) 99962-8396 
Instagram: @parquedosfalcoes 

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Tuiuiú do Pantanal ganha protagonismo na agenda climática rumo à COP30 Tuiuiú do Pantanal ganha protagonismo na agenda climática rumo à COP30

Publicada em: 30/10/2025

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Tuiuiú do Pantanal ganha protagonismo na agenda climática rumo à COP30

O tuiuiú foi declarado oficialmente a ave-símbolo do Pantanal sul-mato-grossense por meio de lei estadual. A decisão, em junho, reconhece não apenas a importância cultural, ambiental e turística da espécie, mas também ocorre em um momento em que o Pantanal, ameaçado por sucessivas ondas de incêndios, busca reafirmar sua importância na agenda climática global. 

Muito antes das queimadas, um ninho de tuiuiús que se erguia sobre uma piúva, nome regional do ipê-roxo, já era considerado um cartão-postal de Corumbá (MS). Localizado a apenas 15 metros da BR-262, atraía turistas durante a época reprodutiva da ave. Reconhecendo esse valor cultural e ambiental, a prefeitura publicou, em 2011, um decreto declarando o ipê imune de corte e reconheceu oficialmente o ninho como patrimônio local. Em 2020, no entanto, uma estiagem severa reduziu em 50% o volume de chuvas no Pantanal, e mais de 21 mil focos de incêndio consumiram quase um terço do bioma. Entre as perdas, estava o ninho tombado.  

Foi nesse cenário que nasceu a ideia de devolver um lar aos tuiuiús. A proposta, desenvolvida por pesquisadores da Embrapa Pantanal e do Instituto Arara Azul, ganhou corpo com a ajuda da Energisa, que construiu no mesmo local uma estrutura metálica inspirada nos ninhos artificiais de cegonhas da Europa. A experiência da empresa com torres de energia permitiu que o ninho fosse instalado com segurança, na altura ideal para receber a ave. 

Três anos depois, em 2023, biólogos registraram o nascimento dos primeiros filhotes em um ninho artificial de tuiuiú. O fato mostrou como ciência, tecnologia e engajamento comunitário podem se unir não apenas para recuperar um patrimônio natural, mas para garantir a continuidade da vida em um bioma marcado pela devastação.  

Em 2024, o Pantanal voltou a ser devastado pelas queimadas: 2,6 milhões de hectares foram atingidos, de acordo com o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais do Departamento de Meteorologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro — o segundo pior resultado já registrado, atrás apenas de 2020. A repetição dos incêndios reforçou a vulnerabilidade do bioma, mas também deu novo peso simbólico ao ninho artificial, que resistiu às chamas e se consolidou como exemplo de resiliência em meio à destruição. 

Tuiuiú e a COP30  

Agora, em 2025, com a oficialização do tuiuiú como ave-símbolo estadual, a história ganha dimensão política e simbólica. O Pantanal, que ocupa 2% do território nacional e é a maior planície alagável do planeta, já entrou no radar de pesquisadores, ONGs e até do Congresso Nacional, terá representação na COP30, sendo tratado como um dos biomas prioritários do evento climático mundial que acontece em novembro em Belém. Nesse contexto, iniciativas como a dos ninhos artificiais, apoiadas pela Energisa, tornam-se exemplos de restauração ecológica replicável, alinhadas às metas brasileiras de adaptação e conservação. 

Mais do que a volta de uma ave ao seu lar, o voo do tuiuiú simboliza a mensagem que o Brasil quer levar à COP30: que ciência, tradição e inovação podem se unir para proteger seus biomas — e transformar perdas em símbolos de resiliência. 

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Brasil pode liderar nova era digital com data centers e energia firme Brasil pode liderar nova era digital com data centers e energia firme

Publicada em: 04/08/2025

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Brasil pode liderar nova era digital com data centers e energia firme

A Energisa está de olho no futuro, e esse futuro passa pelos dados. Um estudo inédito conduzido pelo Instituto Pensar Energia, a pedido da Norgás (empresa do Grupo Energisa), mostra como o Brasil pode se tornar um polo estratégico da economia digital global, desde que garanta energia firme para o funcionamento seguro dos data centers. 

A demanda por esse tipo de infraestrutura cresce em ritmo acelerado, puxada por inteligência artificial, computação em nuvem, redes 5G e automação industrial. Só em 2024, os data centers consumiram cerca de 415 TWh de energia no mundo, o equivalente a 1,5% da eletricidade global. Até 2030, esse número pode mais que dobrar. 

Hoje, o sistema funciona bem nos indicadores, mas não oferece a estabilidade necessária para estruturas essenciais como os data centers”, alerta Paulo Homem, diretor Institucional e Regulatório da Energisa Distribuição de Gás (EDG). 

Segundo o relatório, o Brasil já possui os ativos necessários, como uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo e capacidade de expansão com gás natural e biometano, mas precisa superar entraves regulatórios e valorizar a energia despachável, aquela que pode ser acionada sob demanda. Sem isso, não há confiabilidade, nem investimento. 

O estudo traduz, com precisão técnica, aquilo que observamos no dia a dia: o Nordeste reúne as condições para se tornar a espinha dorsal da infraestrutura energética e digital que o Brasil precisa construir”, afirma Paulo Homem. 

Com investimentos previstos de mais de R$ 200 milhões em 2025 apenas no Nordeste, a Energisa, por meio da Norgás, reforça a construção de uma malha energética capaz de sustentar data centers e atrair operações internacionais para a região. A proposta inclui a criação de zonas preferenciais com fornecimento firme garantido, conectividade de alto nível e segurança jurídica para investidores. 

Não há digitalização sem infraestrutura tecnológica, como os data centers, o que demanda muita energia. O Brasil é abundante em energia renovável e firme. Se agir com visão, pode transformar essa exigência técnica em trunfo geopolítico”, reforça Marcos Cintra, presidente do Instituto Pensar Energia. 

O estudo propõe ainda a criação de uma Política Nacional de Energia para Infraestruturas Digitais Críticas, com ações integradas entre governo, empresas e reguladores. A missão é clara, transformar o potencial brasileiro em protagonismo real. 

Acesse o estudo completo abaixo:

 

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Energy Tech: Energisa divulga seu 2º artigo em parceria com MIT Energy Tech: Energisa divulga seu 2º artigo em parceria com MIT

Publicada em: 04/08/2025

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Energy Tech: Energisa divulga seu 2º artigo em parceria com MIT

Do consumo à colaboração. Segundo artigo em parceria com a MIT Technology Review discute como a Geração Distribuída transforma o setor elétrico e o papel do consumidor
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Segundo artigo em parceria com a MIT discute sobre Geração Distribuída Segundo artigo em parceria com a MIT discute sobre Geração Distribuída

Publicada em: 31/07/2025

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Do consumo à colaboração: segundo artigo em parceria com a MIT Technology Review discute como a Geração Distribuída transforma o setor elétrico e o papel do consumidor

O consumidor que apenas recebe sua conta de luz no fim do mês está ficando no passado. Com o crescimento da Geração Distribuída, usuários ganham protagonismo na produção e gestão da própria energia, especialmente por meio de sistemas solares. Mas essa transformação levanta uma série de questões: como equilibrar a descentralização com a estabilidade da rede? Quem arca com os custos do sistema quando o consumo tradicional diminui?

Essas e outras reflexões fazem parte do novo artigo da Energisa na MIT Technology Review Brasil, publicação vinculada ao Massachusetts Institute of Technology (MIT). O texto integra a série especial desenvolvida em parceria com o MIT, e traz dados, análises e aprendizados de mercados internacionais sobre o impacto da Geração Distribuída no sistema elétrico.

Leia o artigo completo na MIT Technology Review Brasil.

Para quem quer entender o papel do Brasil e do consumidor no futuro da energia, o texto é leitura obrigatória.

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