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Geração distribuída cresce e altera o papel do consumidor Geração distribuída cresce e altera o papel do consumidor

Publicada em: 30/10/2025

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Brasil

Geração distribuída cresce e altera o papel do consumidor, destaca artigo fruto da parceria entre o Grupo Energisa e a MIT Technology Review

A geração distribuída (GD) avança de forma acelerada e já ocupa posição central na transição energética. Com painéis solares em residências, empresas e propriedades rurais, consumidores assumem papel ativo na produção de energia limpa, ampliando a sustentabilidade da matriz elétrica. O país já tem mais de 3,7 milhões de sistemas conectados, resultado de investimentos que ultrapassam R$ 74 bilhões. Esse crescimento coloca o Brasil em destaque no cenário internacional e reforça a tendência de descentralização da geração, com benefícios diretos para a sociedade. 

As distribuidoras têm papel essencial nesse processo. São elas que garantem a integração segura da energia produzida localmente à rede, assegurando qualidade no fornecimento e estabilidade no sistema. Ao mesmo tempo, atuam como parceiras dos consumidores que decidem gerar a própria energia. 

Projetos de inovação liderados por distribuidoras mostram os caminhos para o futuro. Em Palmas, no Tocantins, a empresa implantou a primeira usina virtual do país, com investimento de R$ 20 milhões, combinando geração solar e baterias para equilibrar oferta e demanda. Tais soluções mostram como a GD pode impulsionar novas tecnologias, criar oportunidades de negócios e tornar o sistema elétrico mais moderno e eficiente. A combinação entre inovação, regulação adequada e participação ativa do consumidor fortalece o setor e contribui para uma matriz cada vez mais limpa e sustentável. 

Essas e outras reflexões fazem parte do novo artigo da Energisa em parceria com o MIT Technology Review Brasil, publicação vinculada ao Massachusetts Institute of Technology (MIT). O texto integra a série especial desenvolvida em conjunto com a instituição, apresentando dados, análises e aprendizados de mercados internacionais sobre o impacto da GD no sistema elétrico. 

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Brasil na liderança da transição energética global Brasil na liderança da transição energética global

Publicada em: 30/10/2025

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Brasil na liderança da transição energética global, destaca artigo da Energisa em parceria com o MIT Technology Review

O Brasil desponta como um dos protagonistas da transição energética mundial, reunindo condições únicas para liderar o movimento por um futuro mais sustentável. Essa é a reflexão central do artigo que inaugura a série especial desenvolvida em parceria entre o Grupo Energisa e a MIT Technology Review Brasil, publicação vinculada ao Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Assinado pelo CEO do Grupo Energisa, Ricardo Botelho, o texto apresenta uma análise realista sobre os desafios e oportunidades da transformação energética global, destacando o papel do país na construção de uma matriz cada vez mais limpa, segura e acessível. Com a participação do analista de energia Daniel Yergin, referência mundial no tema, o artigo aponta que o avanço da descarbonização dependerá da capacidade de equilibrar inovação tecnológica, estabilidade regulatória e inclusão social.

A publicação marca o início da série Energy Tech, que trará reflexões de executivos da Energisa e especialistas do MIT sobre temas fundamentais à agenda climática, como democratização do acesso à energia, geração distribuída, digitalização e novos modelos de negócio. A iniciativa reforça o compromisso do Grupo Energisa em promover o desenvolvimento sustentável e contribuir para que o Brasil mantenha sua posição de destaque na corrida global pela transição energética.

O artigo completo está disponível no portal da MIT Technology Review Brasil.
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Energisa apoia Floresta Viva para restauração da Bacia do Xingu Energisa apoia Floresta Viva para restauração da Bacia do Xingu

Publicada em: 30/10/2025

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Energisa apoia programa Floresta Viva para restauração da Bacia do Xingu

A Energisa, juntamente com Norte Energia e Fundo Vale, é uma das parceiras do BNDES no projeto Floresta Viva — Bacia do Xingu, que selecionou quatro projetos voltados à restauração ecológica da bacia hidrográfica do Rio Xingu. Com aporte total de R$ 20,3 milhões, esses projetos têm como objetivo regenerar o ecossistema amazônico, fortalecer cadeias produtivas sustentáveis e promover a inclusão socioeconômica das comunidades locais. 

A bacia do Rio Xingu abrange cerca de 53 milhões de hectares e 50 municípios nos estados do Pará e Mato Grosso. O rio percorre áreas protegidas, como terras indígenas e unidades de conservação, formando um corredor de sociobiodiversidade que conecta biomas, mas enfrenta forte pressão do desmatamento, tendo perdido 730 mil hectares entre 2019 e 2022. 

Cada um dos quatro projetos foi escolhido por seu impacto ambiental e pelo potencial de geração de renda para a região, cobrindo as áreas do Baixo, Médio e Alto Xingu. As iniciativas incluem ações que incentivam o envolvimento direto das comunidades locais em atividades como coleta de sementes, estruturação de viveiros e manejo sustentável de culturas. 

A Energisa reconhece a importância desses projetos nos biomas onde opera, pois não apenas restauram 700 hectares de ecossistemas valiosos, mas também contribuem para a meta do grupo de mitigar as emissões de gases causadores do efeito estufa (GEE) rumo à neutralidade até 2050.  

Além de investir em soluções tecnológicas, o Grupo Energisa busca promover soluções baseadas na natureza, entendendo que a combinação de inovação tecnológica com o poder da natureza é fundamental para um futuro sustentável e resiliente”, afirma Michelle Almeida, coordenadora de Gestão e Sustentabilidade do Grupo Energisa. 

Conheça os projetos selecionados: 

  • Na trilha da Floresta Viva: restauração ecológica socioprodutiva na Bacia do Xingu 
    O projeto da Associação Rede de Sementes do Xingu (ARSX) vai restaurar 200 hectares de áreas degradadas por meio do plantio de espécies nativas, além de apoiar a capacitação de grupos de coletores de sementes e o fortalecimento de redes com agentes locais e parceiros estratégicos. Desde o início de 2025, as primeiras etapas já foram executadas, como o mapeamento da área. Em outubro, inicia-se outra fase: a coleta de sementes. Nesse processo, os coletores também recebem formação sobre a técnica de muvuca de sementes e, em seguida, realizam a mistura do material coletado na mata para o plantio. 

  • Xingu Sustentável: o cacau orgânico gerando renda e promovendo a restauração ecológica do Médio Xingu 
    Focado na produção de cacau orgânico, o projeto da Cooperativa Central de Produção Orgânica da Transamazônica e Xingu (CEPOTX) une restauração ambiental e geração de renda, criando uma agroindústria local para o beneficiamento do cacau. O objetivo é regenerar 150 hectares de áreas degradadas com um sistema produtivo sustentável, estimulando a participação de mulheres e jovens. 

  • Sempre Vivas, Sempre Verdes: restauração ecológica e inclusão socioprodutiva na RESEX Verde para Sempre  
    O projeto do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) prevê a restauração de 200 hectares dentro da Reserva Extrativista Verde para Sempre, no Pará, uma das maiores do Brasil. A iniciativa busca não apenas recuperar a vegetação, mas também promover a capacitação e inclusão socioprodutiva de mulheres por meio da criação de uma rede de coleta e comercialização de sementes, com foco na cadeia da restauração. 

  • Resset Assurini 
    Voltado à recuperação de 150 hectares de áreas classificadas como prioritárias pelo governo do estado em Altamira (PA), o projeto da Fundação de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Sustentável Guamá combina restauração ecológica e desenvolvimento de atividades produtivas. Entre as ações estão a criação de viveiros de mudas e a coleta de sementes nativas, unindo poder público, associações comunitárias e pesquisadores de universidades locais. 

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Energisa apoia projeto de preservação de tartarugas-da-amazônia em RO Energisa apoia projeto de preservação de tartarugas-da-amazônia em RO

Publicada em: 30/10/2025

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Energisa apoia projeto de preservação de tartarugas-da-amazônia em Rondônia

O fim do ano em Rondônia é marcado pela temporada de nascimento das tartarugas-da-amazônia. A tradicional soltura dos filhotes no Tabuleiro do Guaporé, maior berçário de quelônios do país, segue como um importante símbolo de mobilização pela preservação ambiental. Além do acompanhamento da desova, o evento promove atividades de conscientização com as comunidades locais e ações educativas voltadas à proteção dos quelônios.  

Pelo quarto ano consecutivo, a Energisa é parceira fundamental do Programa Quelônios do Guaporé, apoiando todas as etapas da iniciativa realizada pela Associação Comunitária Quilombola e Ecológica do Vale do Guaporé (Ecovale) em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O apoio contínuo da empresa reforça seu compromisso com a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável da região. 

Em 2024, porém, o que deveria ser um momento de celebração para a fauna brasileira foi marcado por uma queda significativa no número de filhotes no Tabuleiro, refletindo os impactos dos eventos climáticos extremos que atingiram a região. De acordo com o Ibama, a seca recorde, as queimadas e a cheia dos rios provocaram um efeito cascata no ciclo reprodutivo das tartarugas, atrasando a desova e reduzindo a quantidade de filhotes. Enquanto em 2023 nasceram mais de 1,4 milhão de tartaruguinhas, ano passado, devido aos efeitos das mudanças climáticas e outros fatores, o número caiu para apenas 349 mil.  

E o cenário para a temporada de nascimento deste ano não é dos mais promissores. O rio Guaropé continua com o nível elevado, o que reduz a quantidade de faixas de areia disponíveis para a desova das tartarugas. Com menos espaço, os animais acabam se concentrando nas áreas acessíveis. Essa limitação pode causar, no período de nascimento, um congestionamento de filhotes tentando sair da areia e alcançar o rio, aumentando o risco de perdas. 

Conservação para sobrevivência  

Ao longo dos anos, o trabalho de conservação realizado no Tabuleiro do Guaporé tem sido fundamental para a proteção das tartarugas-da-amazônia. Segundo Mateus da Cruz, técnico ambiental do Ibama, essas iniciativas permitiram que a espécie saísse da lista de extinção e passasse a ser classificada como vulnerável. “Estima-se que apenas 1% dos filhotes consigam chegar à idade adulta e se reproduzir. Por isso, nossas ações são decisivas para assegurar a continuidade da biodiversidade”, destacou. 

A parceria entre a Ecovale, a Energisa, o Ibama e as comunidades locais têm sido determinantes para garantir a sobrevivência dos filhotes e aumentar as chances de que cheguem à fase adulta. Em dezembro de 2024, uma força-tarefa formada por essas entidades conseguiu resgatar mais de 200 mil tartaruguinhas, que foram devolvidas com segurança ao rio Guaporé. 

A preservação das tartarugas-da-amazônia exige dedicação e união de todos os envolvidos. A região amazônica enfrenta, cada vez mais, os efeitos das mudanças climáticas e da ação humana, mas o Projeto Quelônios do Guaporé tem contribuído para reduzir esses impactos e garantir a sobrevivência das espécies locais. De acordo com o biólogo da Energisa José Carratte, o trabalho exige agilidade e integração. “Precisamos identificar os ninhos rapidamente e resgatar os filhotes antes que a água os afogue”, afirma. 

O trabalho conjunto de preservação ambiental desenvolvido na região tornou-se um exemplo. Esse apoio ao longo dos anos tem sido essencial para que o Tabuleiro do Guaporé permaneça um berço seguro para o nascimento das tartarugas-da-amazônia. O presidente da Ecovale, José Soares, destaca o papel da Energisa: “A empresa tem sido fundamental, não só fornecendo energia solar para as bases, mas também com recursos que possibilitam a realização de atividades educativas e logísticas”. 

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