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Maior berçário de tartarugas do mundo tem eclosão de 60 mil filhotes Maior berçário de tartarugas do mundo tem eclosão de 60 mil filhotes

Publicada em: 06/01/2026

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 Sustentabilidade

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Rondônia

Maior berçário de tartarugas do mundo registra eclosão inicial com números mais positivos: 60 mil filhotes

Após um ano marcado por uma redução de 70% no número de nascimentos de filhotes de tartarugas-da-amazônia, tracajás e outros quelônios no Vale do Guaporé (RO), a temporada de eclosão de 2025 começou com um cenário mais promissor. Na primeira fase de contabilização, entre 11 e 15 de dezembro, foram registrados 60 mil filhotes, segundo dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Ainda segundo o Ibama, a expectativa é que o pico da eclosão ocorra nas próximas semanas. O órgão informou que o processo deve se estender até o fim de dezembro e o início de janeiro e, ao  final do período de monitoramento, os dados coletados serão analisados estatisticamente, permitindo uma estimativa mais próxima da quantidade real de filhotes nascidos na área monitorada e um balanço desse resultado.

No último domingo (14), o Ibama, a Associação Quilombola e Ecológica do Vale do Guaporé (Ecovale) e o Grupo Energisa participaram de um evento que marcou a abertura do período de nascimento, com a soltura dos animais resgatados nos berçários do Vale do Guaporé.

Mudanças climáticas

Os impactos das mudanças climáticas continuam a afetar de forma significativa o ciclo reprodutivo das espécies. Em 2025, de acordo com as instituições que monitoram e acompanham o Programa Quelônios do Guaporé, voltado à proteção e conservação das espécies, a desova ocorreu de forma tardia.

Neste ano, também foi identificado que o Rio Guaporé não baixou no tempo considerado correto e, por isso, não houve muitas faixas de areia disponíveis para que as tartarugas depositassem seus ovos. O processo deveria ter sido iniciado entre o final de setembro e o início de outubro, mas acabou acontecendo apenas por volta de 21 e 22 de outubro em razão do alto volume de chuvas e das baixas temperaturas registradas no chamado tabuleiro do Guaporé.

Segundo o biólogo do Grupo Energisa, José Carrate, houve um atraso de aproximadamente 15 dias no início da eclosão. 

As eclosões eram esperadas para o início de dezembro, mas só começaram na segunda quinzena. Por isso, o número de filhotes nascendo está abaixo do previsto para este período”, explica.

O coordenador da Ecovale, José Soares, destaca que, apesar dos impactos climáticos, a expectativa para este ano é de aumento no número de filhotes em relação aos nascimentos registrados em 2024. Segundo ele, observa-se uma maior concentração nos berçários monitorados pelos programas ambientais. Soares explica que as condições climáticas ainda interferem no processo, provocando atrasos e, em alguns casos, perdas. Ainda assim, o cenário é otimista. “Nossa expectativa é não registrar muitas perdas neste ano”, afirma.

A consolidação dos resultados será divulgada entre o final de dezembro e o início de janeiro, quando todas as contagens são planilhadas e enviadas ao Programa Quelônios da Amazônia (PQA), em Brasília.

Ações de acompanhamento

A Energisa acompanha, desde 2021, os impactos ambientais provocados pelas mudanças climáticas na região, por meio do monitoramento em tempo real das variações de chuvas e de períodos de seca, realizado com o apoio de plataformas digitais. Esse acompanhamento permite correlacionar as informações ao ciclo hidrológico local e verificar se a subida e a descida dos rios estão de acordo com os parâmetros definidos pelos órgãos ambientais, no âmbito da parceria firmada com o programa.

O apoio da Energisa ao programa ocorre por meio de suporte logístico e do fornecimento de energia elétrica à base da Ecovale, com o uso de painéis fotovoltaicos, garantindo infraestrutura adequada para a permanência dos fiscais comunitários e dos órgãos ambientais. De forma indireta, a empresa também viabiliza o acesso à internet, que depende da energia para funcionar, possibilitando a comunicação em tempo real entre os comunitários, a Ecovale e os órgãos ambientais em caso de qualquer distúrbio nos locais de postura das tartarugas.

Trabalho contínuo

O superintendente estadual do Ibama, César Luiz da Silva, explica que a iniciativa teve início como projeto e passou a ser um programa em função da relevância do manejo de quelônios na Amazônia, iniciado em 2011. O objetivo é ampliar o índice de sobrevivência das espécies e garantir a manutenção de uma população estável.

O programa é fundamental diante do histórico de consumo e predação humana desses animais, que em anos anteriores os levou à beira da extinção. A partir dos esforços realizados em parceria com a Ecovale, foi possível reverter esse cenário, e hoje a população se mantém estável graças ao programa”, afirma.

Com 39 anos de atuação, o Projeto Quelônios do Guaporé é uma das principais iniciativas voltadas à preservação e à manutenção dessas espécies na região. A ação é realizada pelo Ibama, em parceria com a Associação Quilombola e Ecológica do Vale do Guaporé (Ecovale) e apoio do Grupo Energisa.

O Vale do Rio Guaporé é considerado o maior berçário de quelônios do mundo. Em um raio de aproximadamente 30 quilômetros, estão distribuídas sete praias desse importante nascedouro — cinco em território brasileiro e duas no lado boliviano — onde tartarugas-da-amazônia, tracajás e outras espécies da região realizam a desova.

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‘Caça Tempestades’: Grupo Energisa debate mudança climática com Ernest ‘Caça Tempestades’: Grupo Energisa debate mudança climática com Ernest

Publicada em: 17/12/2025

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 Sustentabilidade

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Amazonas

‘Caça Tempestades’: Grupo Energisa debate mudança climática com Ernesto Paglia

A força dos temporais na Amazônia impõe desafios únicos à transmissão e à distribuição de energia elétrica. Esse é o ponto de partida da série documental Caça Tempestades – Amazônia, produção do Grupo Storm, com roteiro e direção de Iara Cardoso, que ganhou destaque em uma sessão especial realizada em Cataguases, cidade onde nasceu a Energisa, patrocinadora do projeto.

A série, que teve uma versão reduzida exibida no Fantástico e está disponível na íntegra no History Channel e no History 2, investiga fenômenos extremos em uma das regiões mais sensíveis do planeta às mudanças climáticas. Durante o encontro, o público também conheceu um spin-off exclusivo produzido para a Energisa, desenvolvido a partir da série original e voltado especialmente para os desafios enfrentados pela companhia na Amazônia.

Apresentada por Ernesto Paglia e pelo cientista Osmar Pinto Júnior, Caça Tempestades – Amazônia acompanha, ao longo de quatro episódios, uma expedição de 30 dias em busca de tempestades em tempo real. O objetivo é investigar a ocorrência de super-raios e compreender como as mudanças climáticas impactam comunidades locais, ecossistemas e infraestruturas essenciais.

A exibição foi seguida de uma conversa entre Ernesto Paglia e a diretora da obra, Iara Cardoso, com o diretor-presidente da Energisa Minas Rio, Eduardo Mantovani, mediada pelo diretor técnico e comercial da distribuidora, Rodolfo Pinheiro. O diálogo aprofundou os aprendizados da expedição e os desafios de garantir energia segura em uma região marcada por eventos climáticos extremos.

Um olhar exclusivo sobre a atuação da Energisa na Amazônia

Produzido especialmente para a Energisa, o spin-off é composto por 3 episódios que aprofundam a relação entre os fenômenos climáticos extremos e a operação do sistema elétrico na Amazônia. A série derivada mostra como a rede de distribuição e transmissão está inserida em meio à floresta, evidenciando os riscos, as estratégias de prevenção e os investimentos necessários para manter o fornecimento de energia mesmo diante de tempestades intensas.

Os episódios do spin-off destacam situações reais vivenciadas pela companhia, como a incidência de raios sobre linhas e torres de transmissão, os impactos de ventos fortes e chuvas intensas e o uso de tecnologia e inteligência operacional para reduzir falhas e restabelecer o serviço com segurança. O conteúdo também reforça a importância do planejamento, da inovação e do investimento contínuo para lidar com os efeitos das mudanças climáticas em uma região estratégica para o país e para o equilíbrio ambiental global.

Reconhecimento internacional e debate climático

O documentário Caça Tempestades – Amazônia tem conquistado reconhecimento no circuito internacional de cinema. A produção foi indicada na categoria Melhor Documentário de Longa-Metragem no London International Film Festival, com cerimônia prevista para março de 2026, além de receber Menção Honrosa no Awareness Film Festival, em Los Angeles, e indicação no 37º Girona Film Festival, na Espanha.

A Amazônia reúne uma combinação singular de fatores geográficos, climáticos e atmosféricos que favorecem a ocorrência de tempestades intensas, raios e ventos fortes. Com as mudanças climáticas, a tendência é de aumento na frequência e na intensidade desses eventos, ampliando os desafios para levar energia de forma segura e contínua à população. A série aborda esses impactos e explora, ainda, a relação entre o desmatamento e a intensificação dos temporais.

O patrocínio ao projeto Caça Tempestades reflete o compromisso do Grupo Energisa com o desenvolvimento e a valorização da Amazônia, uma região essencial para o equilíbrio climático global e onde a companhia está presente”, afirma Eduardo Mantovani. “Debater esse tema com quem acompanhou de perto essa expedição amplia a troca de experiências e a compreensão dos desafios enfrentados na nossa área de concessão.”

Nas áreas de atuação da Energisa na Região Amazônica, são registradas cerca de 15 milhões de descargas atmosféricas por ano, segundo o Grupo Storm. Inserida em meio à floresta, a operação do sistema elétrico exige soluções robustas, tecnologia e investimentos contínuos para mitigar os impactos dos temporais. Em 2025, o Grupo Energisa investiu R$ 6,2 bilhões para garantir energia segura e confiável à população, incluindo ações voltadas à adaptação aos eventos climáticos extremos.

Quatro grandes caçadas pela Amazônia

Ao longo da expedição, a equipe utilizou drones, estações meteorológicas e outras tecnologias avançadas para registrar os fenômenos naturais que moldam a Amazônia e influenciam a vida e a cultura das populações locais.

No episódio Caçada pelo ar, o foco é o registro de um super-raio, fenômeno raro com mil vezes mais energia que um raio comum. Em Caçada pelo rio, a expedição investiga a formação de fulguritos e passa pelo Arquipélago de Anavilhanas, região com a maior densidade de raios do Brasil. Já Caçada pela cidade analisa os impactos das descargas elétricas em áreas urbanas como Manaus. O último episódio, Caçada pela floresta, aprofunda o olhar sobre como tempestades extremas influenciam o equilíbrio climático global e a cultura dos povos da floresta.

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2ª Mostra de Cinema de Betim celebra Energisa como referência nacional 2ª Mostra de Cinema de Betim celebra Energisa como referência nacional

Publicada em: 27/11/2025

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Minas Gerais

2ª Mostra de Cinema de Betim celebra o Grupo Energisa como referência nacional em investimentos culturais e sociais

Em novembro, Betim recebe a 2ª Mostra de Cinema, um evento que celebra a força da indústria criativa e promove reflexões sobre os caminhos do audiovisual brasileiro. Nesse contexto, o Grupo Energisa será homenageado durante o seminário “Betim Indústria Criativa – Desafios e Caminhos Possíveis” como empresa “case” de sucesso em investimentos sociais e em projetos artístico-culturais. O Instituto Energisa e a Fundação Ormeo Junqueira Botelho serão apresentados como exemplos de atuação consolidada no cenário nacional, reforçando o papel da cultura como vetor de desenvolvimento.

Além da homenagem, a agenda inclui uma ação de intercâmbio socioeconômico e cultural, realizada a partir do Instituto Energisa e a Instituição Ramacrisna. A iniciativa promoverá um encontro e troca de experiências entre colaboradores das duas entidades, seguido da exibição de curtas produzidos no Polo Audiovisual da Zona da Mata Mineira, projetos também incentivados pelo Grupo. Essa conexão entre Betim e Cataguases fortalece redes criativas e amplia oportunidades para novos talentos.

A Mostra apresenta uma programação plural, com sessões especiais em homenagem a Lô Borges e Milton Nascimento, exibindo os longas Nada Será Como Antes, de Ana Rieper, e Milton Bituca Nascimento, de Flávia Moraes. Outro destaque é Otelo, o Grande, de Lucas H. Rossi, na “Sessão Especial: Igualdade Racial”, realizada em parceria com o projeto Novembro Negro, promovido pela Superintendência de Igualdade Racial da Prefeitura.

Entre os títulos inéditos, estão Morte e Vida Madalena, de Guto Parente, e Um Dia Antes de Todos os Outros, de Valentina Homem e Fernanda Bond. A programação inclui ainda obras premiadas e celebradas, como o cotado ao Oscar O Agente Secreto, de Kleber Mendonça, vencedor do Urso de Prata em Berlim, e O Último Azul, de Gabriel Mascaro. Também estarão em cartaz Kasa Branca, de Luciano Vidigal, Manas, de Marianna Brennand, além de sucessos infantis como Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa, inspirado na obra de Maurício de Sousa, e O Menino e o Mundo, de Alê Abreu.

Toda essa diversidade reforça a importância da cultura como ferramenta de transformação social. O incentivo à cultura é visto pela Energisa como uma forma de gerar impacto e desenvolvimento econômico, criando oportunidades para pessoas e comunidades. Essa visão, que faz parte da estratégia de sustentabilidade da empresa, norteia a participação do Grupo na Mostra, que se torna um espaço de compartilhamento de experiências e fortalecimento de parcerias estratégicas.

Acreditamos que a cultura é um direito fundamental do cidadão — e, no campo econômico, é uma força capaz de gerar riquezas, movimentar territórios e transformar realidades. Nosso compromisso vai muito além do entretenimento: apoiamos iniciativas que formam profissionais, fortalecem a economia criativa e promovem inclusão social. Por meio do Instituto Energisa e da Fundação Ormeo Junqueira Botelho, impulsionamos festivais, produções audiovisuais, oficinas e ações educativas que conectam talentos locais a oportunidades reais. Essa atuação consolidou a Energisa como referência nacional em investimentos culturais, mostrando que a arte é um vetor poderoso de desenvolvimento e transformação”, destaca Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento Social do Grupo Energisa.

Confira a programação completa: Encontro de gigantes institutos Ramacrisna e Energisa | 2ª Mostra de Cinema de Betim

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Girarte, apoiado pela Energisa, é reconhecido como Ponto de Cultura Girarte, apoiado pela Energisa, é reconhecido como Ponto de Cultura

Publicada em: 27/11/2025

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 Sustentabilidade

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Minas Gerais

Girarte, projeto apoiado pela Energisa desde a criação, é reconhecido como Ponto de Cultura

O Girarte, projeto cultural apoiado pela Energisa desde sua criação, inicia uma nova fase ao ser reconhecido oficialmente como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura. A certificação reforça a importância da iniciativa, que em 2025 completa 10 anos de atuação e lança uma programação especial no início de dezembro para celebrar sua trajetória.

Dedicado à formação e difusão das artes cênicas, especialmente da dança e do teatro, o Girarte inicia uma agenda renovada que inclui ações formativas, apresentações e intercâmbios culturais em cinco municípios da Zona da Mata mineira. Cataguases, Tocantins, Argirita, Piraúba e Leopoldina receberão oficinas e espetáculos voltados para diferentes faixas etárias, principalmente crianças e jovens, com foco em inteligência emocional e consciência ambiental. Algumas atividades exigirão inscrição prévia e outras serão abertas ao público por ordem de chegada. Informações detalhadas podem ser acompanhadas no perfil do Instagram @projetogirarte.

Ao longo de uma década, o Girarte tornou-se uma das iniciativas mais relevantes de democratização da dança no país. O projeto já realizou mais de 600 ações culturais, impactou 256 mil pessoas e passou por 70 localidades no Brasil e no exterior, incluindo França, Portugal e Chile. Também esteve presente em 135 escolas públicas distribuídas por Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Bahia.

O reconhecimento como Ponto de Cultura reforça o papel social do Girarte e sua contribuição para a transformação de comunidades por meio da arte e da educação. A certificação integra a iniciativa à Rede Cultura Viva, que reúne projetos comprometidos com o fortalecimento cultural em todo o país. O Girarte também se destaca por promover encontros com nomes importantes da dança nacional e internacional, como Alba Vieira, Mário Nascimento, Danielle Pavan, Dadyer Aguilera e Vanilton Lakka.

A Energisa é parceira do Girarte desde 2014 e tem contribuído diretamente para sua consolidação e expansão por meio das Leis de Incentivo à Cultura. Ao longo desses dez anos, mais de R$ 4,4 milhões já foram investidos na iniciativa, sendo R$ 2 milhões aportados pela empresa.

Com o novo reconhecimento e a parceria contínua da Energisa, o Girarte segue fortalecendo o acesso à arte, ampliando oportunidades e valorizando a cultura local. A iniciativa reforça sua missão de aproximar dança, teatro e educação das escolas e do cotidiano das comunidades onde atua.

Conheça mais sobre o projeto aqui

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Energisa aposta em investimentos e descarbonização sustentável Energisa aposta em investimentos e descarbonização sustentável

Publicada em: 30/10/2025

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 COP30

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Brasil

Investimentos e descarbonização impulsionam estratégia de sustentabilidade do Grupo Energisa

O Relatório Anual de Sustentabilidade do Grupo Energisa, divulgado em maio deste ano, trouxe dados importantes de como a empresa tem colocado em prática suas ações e compromissos nas frentes ambiental, social e de governança (ASG). Em 2024, a companhia avançou de forma expressiva na agenda climática e alcançou um volume recorde de investimentos. 

Entre os marcos do ano, destaca-se a conclusão antecipada do maior programa de desligamento de usinas térmicas da Amazônia Legal. Finalizado dois anos antes do previsto, o processo envolveu a desativação de 20 usinas movidas a óleo diesel e combustível, que juntas somavam 195 MW de potência instalada. A medida representa uma redução anual de 539 mil toneladas de CO₂ e trouxe benefícios diretos a aproximadamente 460 mil pessoas, que passaram a receber energia mais limpa e confiável com a interligação ao Sistema Interligado Nacional (SIN). 

Reforçando essa transição energética, a Energisa aprovou um novo plano de descarbonização, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a WayCarbon. O plano aprimora a forma de medir e gerir as emissões de gases de efeito estufa, estabelecendo critérios mais rigorosos e alinhados às referências científicas e à realidade do setor elétrico nacional. 

Além disso, a companhia já se prepara para avançar em iniciativas de compensação e mitigação, como a aquisição de certificados internacionais de energia renovável (I-RECs) para neutralizar emissões ligadas a perdas técnicas e o apoio a projetos de restauração em biomas vulneráveis. 

Para Tatiana Feliciano, diretora de Gestão e Sustentabilidade do Grupo Energisa, a divulgação do relatório tem um peso especial neste ano em que a empresa celebra 120 anos de história. “É a oportunidade de mostrar como nossa trajetória sempre esteve conectada a essa agenda. Essa conexão é o que garante a relevância da Energisa e orienta nossa atuação para transformar presença em impacto positivo para comunidades, colaboradores e clientes”, afirma. 

Outro avanço importante foi na universalização do acesso à energia elétrica. Apenas em 2024, mais de 12 mil famílias em áreas remotas foram conectadas à rede. Desde 2021, já são mais de 47 mil novas ligações, aproximando a meta de 55 mil famílias até 2025. Os investimentos nesse programa somaram R$ 461,5 milhões e incluíram soluções inovadoras, como sistemas solares fotovoltaicos com baterias, que hoje levam eletricidade a comunidades isoladas e transformam a vida de milhares de brasileiros. 

Diversificação da matriz 

A (re)energisa, marca de soluções energéticas do Grupo, investiu R$ 332,4 milhões em 2024 na implantação de novas usinas solares distribuídas. Com isso, alcançou 440,7 MWp de capacidade instalada ao final do ano, contribuindo de forma decisiva para a transição energética dos clientes e da própria holding. No segmento de biometano, os aportes somaram R$ 94,8 milhões nos últimos dois anos, com destaque para a usina de Campos Novos/SC, pioneira no Brasil em um modelo 100% circular. Prevista para ser inaugurada em 2026, ela transformará resíduos agroindustriais em gás renovável e fertilizantes orgânicos, marcando um passo importante na inovação para o setor. 

A atuação do grupo também se fortaleceu no mercado de gás natural. A Energisa consolidou sua distribuidora de gás e adquiriu 51% da Norgás, ampliando ainda sua presença de forma indireta em quatro distribuidoras do Nordeste. O movimento reforça a estratégia de interiorização do gás e de diversificação da matriz em direção a soluções de baixo carbono. 

O desempenho ao longo de 2024 foi reconhecido com 13 prêmios da Abradee, que destacam as melhores práticas do setor elétrico. De olho no futuro, a Energisa já anunciou um plano de investimentos de R$ 6,2 bilhões para 2025, em linha com sua estratégia de crescimento sustentável. 

Agente de transformação social e cultural 

Em 2024, a Energisa também reforçou sua atuação como agente de transformação social e cultural, destinando R$ 77,2 milhões a iniciativas de educação, cultura, empreendedorismo e inclusão produtiva. Essas ações beneficiaram diretamente mais de 1,3 milhão de pessoas, um crescimento de cerca de 30% em relação ao ano anterior. 

Na área da educação, programas de capacitação desenvolvidos em parceria com instituições como o Senai e a Confederação Nacional da Indústria alcançaram uma taxa de empregabilidade de 56% entre os participantes. Já o Programa Energisa Cultural destinou R$ 27,3 milhões a 47 projetos realizados em 98 municípios de 11 estados, impactando mais de 900 mil pessoas e gerando 6.955 ocupações temporárias. A iniciativa teve como foco a valorização da identidade local e dos produtores culturais de cada região. 

O Relatório de Sustentabilidade 2024 está disponível no site institucional da companhia e detalha os avanços da Estratégia Energisa 5D — baseada em Descarbonização, Diversificação, Digitalização, Descentralização e Democratização — que orienta todas as frentes de atuação do grupo. 

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Energisa apoia projeto de preservação de tartarugas-da-amazônia em RO Energisa apoia projeto de preservação de tartarugas-da-amazônia em RO

Publicada em: 30/10/2025

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 COP30

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Brasil

Energisa apoia projeto de preservação de tartarugas-da-amazônia em Rondônia

O fim do ano em Rondônia é marcado pela temporada de nascimento das tartarugas-da-amazônia. A tradicional soltura dos filhotes no Tabuleiro do Guaporé, maior berçário de quelônios do país, segue como um importante símbolo de mobilização pela preservação ambiental. Além do acompanhamento da desova, o evento promove atividades de conscientização com as comunidades locais e ações educativas voltadas à proteção dos quelônios.  

Pelo quarto ano consecutivo, a Energisa é parceira fundamental do Programa Quelônios do Guaporé, apoiando todas as etapas da iniciativa realizada pela Associação Comunitária Quilombola e Ecológica do Vale do Guaporé (Ecovale) em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O apoio contínuo da empresa reforça seu compromisso com a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável da região. 

Em 2024, porém, o que deveria ser um momento de celebração para a fauna brasileira foi marcado por uma queda significativa no número de filhotes no Tabuleiro, refletindo os impactos dos eventos climáticos extremos que atingiram a região. De acordo com o Ibama, a seca recorde, as queimadas e a cheia dos rios provocaram um efeito cascata no ciclo reprodutivo das tartarugas, atrasando a desova e reduzindo a quantidade de filhotes. Enquanto em 2023 nasceram mais de 1,4 milhão de tartaruguinhas, ano passado, devido aos efeitos das mudanças climáticas e outros fatores, o número caiu para apenas 349 mil.  

E o cenário para a temporada de nascimento deste ano não é dos mais promissores. O rio Guaropé continua com o nível elevado, o que reduz a quantidade de faixas de areia disponíveis para a desova das tartarugas. Com menos espaço, os animais acabam se concentrando nas áreas acessíveis. Essa limitação pode causar, no período de nascimento, um congestionamento de filhotes tentando sair da areia e alcançar o rio, aumentando o risco de perdas. 

Conservação para sobrevivência  

Ao longo dos anos, o trabalho de conservação realizado no Tabuleiro do Guaporé tem sido fundamental para a proteção das tartarugas-da-amazônia. Segundo Mateus da Cruz, técnico ambiental do Ibama, essas iniciativas permitiram que a espécie saísse da lista de extinção e passasse a ser classificada como vulnerável. “Estima-se que apenas 1% dos filhotes consigam chegar à idade adulta e se reproduzir. Por isso, nossas ações são decisivas para assegurar a continuidade da biodiversidade”, destacou. 

A parceria entre a Ecovale, a Energisa, o Ibama e as comunidades locais têm sido determinantes para garantir a sobrevivência dos filhotes e aumentar as chances de que cheguem à fase adulta. Em dezembro de 2024, uma força-tarefa formada por essas entidades conseguiu resgatar mais de 200 mil tartaruguinhas, que foram devolvidas com segurança ao rio Guaporé. 

A preservação das tartarugas-da-amazônia exige dedicação e união de todos os envolvidos. A região amazônica enfrenta, cada vez mais, os efeitos das mudanças climáticas e da ação humana, mas o Projeto Quelônios do Guaporé tem contribuído para reduzir esses impactos e garantir a sobrevivência das espécies locais. De acordo com o biólogo da Energisa José Carratte, o trabalho exige agilidade e integração. “Precisamos identificar os ninhos rapidamente e resgatar os filhotes antes que a água os afogue”, afirma. 

O trabalho conjunto de preservação ambiental desenvolvido na região tornou-se um exemplo. Esse apoio ao longo dos anos tem sido essencial para que o Tabuleiro do Guaporé permaneça um berço seguro para o nascimento das tartarugas-da-amazônia. O presidente da Ecovale, José Soares, destaca o papel da Energisa: “A empresa tem sido fundamental, não só fornecendo energia solar para as bases, mas também com recursos que possibilitam a realização de atividades educativas e logísticas”. 

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Vinte anos de viola, sabores e tradição no Festival de Piacatuba Vinte anos de viola, sabores e tradição no Festival de Piacatuba

Publicada em: 09/07/2025

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Minas Gerais

Vinte anos de viola, sabores e tradição em Piacatuba com energia que valoriza a cultura

Prepare o paladar e o coração: de 23 a 27 de julho, o charmoso distrito de Piacatuba, em Leopoldina-MG, será novamente o cenário de um dos mais importantes encontros culturais da região. O Festival de Viola e Gastronomia celebra 20 anos de história, unindo a força da música de raiz aos sabores afetivos da culinária mineira, em uma programação que conecta arte, tradição e pertencimento. 

Mais do que um evento musical, o festival se consolidou como símbolo da identidade mineira. Ao longo de duas décadas, promoveu shows, oficinas, teatro, apresentações culturais e um circuito gastronômico que transforma toda a experiências.  

É um orgulho para a Energisa patrocinar mais uma edição do tradicional Festival de Piacatuba, que promove o desenvolvimento cultural, artístico e econômico da Zona da Mata mineira. Neste ano tão simbólico para todos nós, em que a companhia comemora seus 120 anos, reforçamos ainda mais o nosso compromisso com a cultura e com a comunidade”, afirma Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio. 

Sons que tocam a alma 

Entre os momentos mais esperados da programação está a final do Concurso Nacional de Violeiros, marcada para o dia 25 de julho. Quinze finalistas de diferentes regiões do país sobem ao palco para disputar R$ 28 mil em prêmios, levando ao público a emoção da música de raiz em apresentações que misturam poesia, talento e tradição. 

Cada acorde entoado carrega séculos de história e a alma de um instrumento que resiste ao tempo, conectando gerações e reafirmando a importância da cultura popular brasileira. 

Sabores com afeto 

A culinária mineira também ganha protagonismo no Circuito Gastronômico, que reúne sabores típicos e releituras criativas em cardápios exclusivos assinados por restaurantes da região. Os visitantes poderão saborear pratos como tutu com linguiça, costelinha à pururuca, feijão tropeiro, massas artesanais, tilápia com temperos especiais e opções veganas. 

Participam desta edição os restaurantes Bê-A-Bá da Terezinha, Restaurante das Pedras, Restaurante Pesto e Quintal da Malu, que resgatam receitas com memória, servidas em ambientes acolhedores com aquele toque mineiro de hospitalidade. 

Cultura que transforma 

Apoiadora histórica do festival, a Energisa acredita na potência da cultura como ferramenta de transformação social e valorização de territórios. Patrocinar uma iniciativa como o Festival de Piacatuba é investir na identidade e no futuro das comunidades. 

O evento é produzido e coordenado por Maria Lúcia Braga e conta com o patrocínio do Grupo Energisa e do Governo de Minas Gerais, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. Também tem o apoio da Prefeitura de Leopoldina, do Instituto Energisa e da Fundação Ormeo Junqueira Botelho. 

A programação completa e o roteiro gastronômico estão disponíveis em: www.festivaldepiacatuba.com.br/o-festival  

Porque cultura também é energia. E há 20 anos, em Piacatuba, ela pulsa forte, viva e cheia de sabor. 

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Entrega de novos barcos fortalece caminho de jovens promessas da vela Entrega de novos barcos fortalece caminho de jovens promessas da vela

Publicada em: 02/06/2025

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 Sustentabilidade

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Brasil

Entrega de novos barcos fortalece caminho de jovens promessas da vela brasileira

Cinco barcos da classe Optimist foram entregues a jovens velejadores do programa Vela Jovem no dia 30 de maio, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. A ação, realizada pelo Grupo Energisa em parceria com o Instituto Bons Ventos e a Confederação Brasileira de Vela (CBVela), contou com recursos da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte e teve como foco ampliar o acesso ao esporte e fortalecer a base da vela nacional. 

As embarcações já estão sendo utilizadas por atletas indicados pela CBVela, que se destacam no cenário nacional e são promessas para competições internacionais como o Mundial, o Europeu e o Norte-Americano da classe Optimist. A iniciativa garantiu melhores condições de treinamento e mais autonomia para a Confederação e os jovens talentos, reduzindo a dependência de clubes ou barcos particulares. 

A entrega dessas embarcações trouxe mais autonomia para a Confederação, permitindo que jovens velejadores se preparassem com mais recursos. Essa parceria foi fundamental para o desenvolvimento da vela em todo o estado.", afirmou Marco Aurélio Ribeiro, representante da CBVela. 

Com um histórico consolidado de apoio ao programa Vela Jovem, o Grupo Energisa reafirmou seu compromisso com o esporte e a formação de novos campeões. 

A vela faz parte da nossa história há mais de 15 anos. Estamos investindo nos atletas do futuro, oferecendo oportunidades a quem não teve essa chance no passado”, destacou Delânia Cavalcante, coordenadora de investimento social da empresa. “Já estivemos ao lado de grandes nomes como Martine Grael e Kahena Kunze, bicampeãs olímpicas, além das jovens Joana Gonçalves e Gabriela Vassel, campeãs mundiais em 2023. Essa nova etapa tem um sabor especial, é a base, o começo de tudo. 

Parceiro essencial na iniciativa, o Instituto Bons Ventos foi criado por atletas e gestores para apoiar o crescimento da vela olímpica no Brasil. Por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, o Instituto desenvolve projetos de formação e preparação de atletas, ajudando a transformar potencial em resultados. 

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Programa Energisa Cultural abre inscrições para 2025 Programa Energisa Cultural abre inscrições para 2025

Publicada em: 07/05/2025

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 Comunidade

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Brasil

Programa Energisa Cultural abre inscrições para 2025

O Grupo Energisa informa que estão abertas, de forma contínua, as inscrições para o Programa Energisa Cultural 2025. Diferente de editais com prazos específicos, o programa mantém sua plataforma aberta durante todo o ano, oferecendo mais flexibilidade aos proponentes para estruturação e envio de suas propostas. 

A iniciativa é voltada para projetos que se enquadram nas leis de incentivo à cultura dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e Paraíba. A partir do segundo semestre de 2025, serão divulgadas orientações sobre valores e critérios específicos para projetos enquadrados nas leis federais (Lei Rouanet e Lei do Audiovisual). 

Um compromisso com o Brasil cultural 

Com foco em valorizar a diversidade cultural, promover o desenvolvimento regional e ampliar o acesso da população às manifestações artísticas, o Energisa Cultural faz parte da política de sustentabilidade da companhia. O programa contribui ativamente com a economia criativa ao apoiar projetos de música, literatura, cinema, circo, artes visuais, cultura popular, festivais e formações de público. 

A cultura é uma das ferramentas mais poderosas para transformar realidades. O Programa Energisa Cultural é um instrumento de fortalecimento das expressões locais, da memória coletiva e da inovação criativa nas regiões onde atuamos”, afirma Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento Social e Cultural do Instituto Energisa. 

Segundo ela, o programa tem como diferencial o compromisso de longo prazo com os territórios. 

Mais do que apoiar eventos pontuais, nós buscamos fomentar trajetórias. Incentivamos projetos com propósito, relevância social, capacidade de impacto e que respeitem os valores da Energisa e das comunidades envolvidas.” 

Como se inscrever 

Podem se inscrever pessoas físicas com atuação comprovada na área cultural ou pessoas jurídicas de direito público ou privado, com ou sem fins lucrativos. Para serem consideradas, as propostas devem estar aprovadas nas leis estaduais de incentivo e previstas para execução em cidades da área de atuação da Energisa. 

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela plataforma: https://sgpee.com.br/energisa_cultural/ 

No mesmo site, está disponível o regulamento completo com os critérios, requisitos e documentos necessários. 

Processo de avaliação 

Os projetos inscritos passam por um processo criterioso de avaliação através de uma equipe multidisciplinar do Instituto Energisa, formada por profissionais com experiência e conhecimento técnico na avaliação de projetos incentivados. O processo conta com diferentes etapas: análise objetiva da documentação, avaliação técnica, análise institucional e avaliação estratégica.  

Entre critérios considerados estão: 

  • impacto cultural e social 

  • promoção da diversidade e da acessibilidade 

  • formação de público 

  • valorização das culturas regionais 

  • capacidade de execução e continuidade do projeto 

  • inovação e fomento à economia criativa 

Valorizando o que somos 

Estamos atentos às novas formas de expressão, mas também ao resgate das raízes culturais que formam a identidade dos nossos territórios. Acreditamos que a cultura conecta, humaniza, educa e movimenta a economia. É por isso que o Energisa Cultural existe, e seguirá ativo, como parte essencial da nossa atuação social”, conclui Delania Cavalcante. 

Com esse modelo de inscrição contínua, o Grupo Energisa fortalece iniciativas que promovem transformação social e desenvolvimento cultural nas regiões onde está presente. 

Para saber mais sobre o programa, acesse: www.energisa.com.br/programa-energisa-cultural 

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Notícias

Energisa Búzios Sailing Week movimenta mar, cultura e economia Energisa Búzios Sailing Week movimenta mar, cultura e economia

Publicada em: 17/04/2025

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

Região: 

Rio de Janeiro

Energisa Búzios Sailing Week movimenta mar, cultura e economia

De 17 a 20 de abril, as águas de Armação dos Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, vão ganhar ainda mais movimento. É quando acontece a Energisa Búzios Sailing Week, o maior evento de vela oceânica do país, que promete reunir cerca de 500 competidores de todo o Brasil e transformar a cidade em um verdadeiro polo náutico. 

O evento é mais que uma disputa entre velejadores: a regata é a conexão entre esporte, cultura e desenvolvimento local. Patrocinada pelo Grupo Energisa, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Estado do Rio de Janeiro, e organizada pelo Iate Clube Armação de Búzios (ICAB), com apoio da Prefeitura e da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano (ABVO), a competição traz para a cidade não só os principais nomes da vela nacional, mas também turistas e fãs do esporte, movimentando a economia e reforçando o potencial da região para receber grandes eventos. 

As regatas começam oficialmente no dia 17 de abril, com largadas diárias a partir do meio-dia. E tem mais: além das provas no mar, o público poderá apreciar uma programação cultural no ICAB, com shows ao vivo de artistas locais como o grupo As Buzianas, que traz o samba de roda para o palco, e Gustavo França e Trio, com um repertório animado e diverso. 

Para quem vive a vela de perto, Búzios é um lugar privilegiado. A proximidade entre a marina e a raia permite que os atletas comecem os treinos poucos minutos depois de sair da terra firme — uma vantagem estratégica para equipes de alto rendimento e para quem está de olho no pódio. 

Energisa + vela = conexão que transforma 

A Energisa Búzios Sailing Week é um reflexo do que a companhia acredita: investir em esporte é também impulsionar comunidades, criar oportunidades e reforçar conexões que fazem diferença.  

Com regatas emocionantes, uma paisagem deslumbrante e uma infraestrutura preparada para receber eventos desse porte, Búzios reafirma sua vocação para grandes eventos e recebe mais uma edição memorável da Energisa Búzios Sailing Week. O campeonato reforça o protagonismo da vela oceânica no Brasil e consolida a cidade como um destino imperdível para quem vive e respira o esporte à vela. 

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